06 abr 2018

6 MOTIVOS PARA O VAREJO APOSTAR EM VENDA DE CARTÕES PRÉ-PAGOS

As vendas do comércio varejista brasileiro despencaram em 2016, fecharam o ano em queda de 6,4% e voltaram a crescer em 2017, com aumento no volume de vendas de 2,2% (IBGE). Nessa toada, os varejistas buscam alternativas para alavancar a rentabilidade, sem alto investimento. A resposta é simples: cartões pré-pagos. Isso mesmo: cartões da própria marca da loja ou de conteúdos variados, como games, por exemplo. A epay Brasil, empresa global responsável pelas operações pré-pagas das principais redes varejistas do país, descreve os seis motivos para lojistas investirem na modalidade:

 

  1. Qualquer tipo de varejo pode vender

Cartões pré-pagos caem bem em qualquer tipo de varejo. Dispostos próximos ao caixa, podem oferecer conteúdo próprio (vale-compras da própria loja), ou conteúdos diversos como games, assinaturas, cursos etc. As vendas de pré-pagos ocorrem principalmente em supermercados, drogarias, lojas de games, lojas de departamento, eletroeletrônicos e livrarias, mas se encaixam bem em diversos segmentos do varejo.

 

  1. Comercializar conteúdo pré-pago não exige investimento em estoque

O varejista que quiser vender pré-pago não precisa investir em estoque. Os cartões só são ativados no caixa da loja. Com isso, a perda é zero o que aumenta a variedade de oferta sem investimento.

 

  1. O varejista agrega valor para o consumidor

O valor agregado de produtos como cartões pré-pagos de serviços é indiscutível. São esses cartões que possibilitam o acesso de consumidores desbancarizados a conteúdos diversos, nos quais não poderiam comprar sem o uso de cartão de credito. “Atualmente, mais de 40% da população adulta não é bancarizada”, diz Rogério Lima, diretor de marketing da epay Brasil.

 

  1. O consumidor acaba gastando mais do que o valor do cartão pré-pago da loja

“Cada vez mais o brasileiro utiliza cartões-presente de várias lojas tanto para consumo próprio quanto para dar de presente”, diz Rogério. Quem ganha um cartão pré-pago acaba consumindo mais do que o valor carregado, aumentando o ticket médio da loja. Além disso, aproximadamente 10% do total dos cartões vendidos ficam com valor residual – que não é utilizado pelo consumidor, e que após o prazo de vencimento pode se transformar em margem adicional para o varejo.

 

  1. Cartões podem ser temáticos

As lojas podem mudar a “cara” dos cartões de acordo com a sazonalidade do varejo e temas específicos, por exemplo “Vale-fralda”, que nada mais é do que um cartão pré-pago tematizado, porém direcionando a uma necessidade especifica. “Isso funciona bastante para presentes”, diz Rogério. “A loja pode fazer cartões de Páscoa, Natal e temáticas diferentes na arte do cartão para gerar engajamento e reconhecimento da marca.

 

  1. Cartões pré-pagos aumentam a rentabilidade

Na média, a venda de cartões aumenta em 15% a rentabilidade do varejista. “Mas esse percentual varia em decorrência da operação e do nível de infraestrutura do varejo.