{"id":8469,"date":"2017-01-18T15:44:42","date_gmt":"2017-01-18T17:44:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/?p=8469"},"modified":"2017-01-18T15:44:42","modified_gmt":"2017-01-18T17:44:42","slug":"lista-traz-os-10-maiores-riscos-para-as-empresas-em-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/lista-traz-os-10-maiores-riscos-para-as-empresas-em-2017\/","title":{"rendered":"Lista traz os 10 maiores riscos para as empresas em 2017"},"content":{"rendered":"<h2><\/h2>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/storageportalpanrotas.blob.core.windows.net\/portal-panrotas-statics\/media-files-cache\/200384\/26dd447c6f2b1bb18863151821dda6f4business17300891920\/0,20,1280,764\/670,400,0.33\/0\/default.jpg\" alt=\"Instabilidade econ\u00f4mica \u00e9 maior motivo de preocupa\u00e7\u00e3o para empres\u00e1rios\" \/><\/p>\n<p>Mudan\u00e7as frequentes na lideran\u00e7a pol\u00edtica nacional, o r\u00e1pido desenvolvimento da revolu\u00e7\u00e3o digital, o terrorismo global e o aumento dos custos na sa\u00fade s\u00e3o alguns dos riscos mais temidos pelas empresas neste ano. A constata\u00e7\u00e3o \u00e9 da quinta edi\u00e7\u00e3o do relat\u00f3rio \u201cPerspectivas de Executivos para os Principais Riscos em 2017\u201d, elaborado pela consultoria global Protiviti em parceria com a Universidade Estadual da Carolina do Norte.<\/p>\n<p>O estudo avaliou as preocupa\u00e7\u00f5es mais latentes de 735 executivos de diversos segmentos da ind\u00fastria nos Estados Unidos, Europa e \u00c1sia-Pac\u00edfico. Os riscos foram categorizados em tr\u00eas dimens\u00f5es: macroecon\u00f4micos, estrat\u00e9gicos e operacionais.<\/p>\n<p>De acordo com a pesquisa, 72% dos entrevistados indicaram que as incertezas associadas \u00e0s condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas ter\u00e3o um impacto significativo sobre as empresas em 2017 e em maior medida do que nos anos anteriores. Muitos desses riscos apontados s\u00e3o relevantes para o mercado brasileiro.<\/p>\n<p>\u201cEstes 10 principais riscos s\u00e3o bastante aplic\u00e1veis \u00e0 realidade das empresas que atuam no Brasil, e s\u00e3o \u00fateis para o planejamento estrat\u00e9gico 2017 baseado em riscos, e podem trazer impactos para o neg\u00f3cio como um todo\u201d, cenariza Maur\u00edcio Reggio, s\u00f3cio-diretor da opera\u00e7\u00e3o brasileira da Protiviti, consultoria global especializada em Gest\u00e3o de Riscos, Auditoria Interna, Compliance, Gest\u00e3o da \u00c9tica, Preven\u00e7\u00e3o \u00e0 Fraude e Gest\u00e3o da Seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>Abaixo, a Protiviti lista os 10 maiores riscos identificados para os neg\u00f3cios em 2017, incluindo informa\u00e7\u00f5es \u00fateis para o contexto no Brasil.<\/p>\n<p><strong>1) Condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas no mercado dom\u00e9stico e internacional &#8211;<\/strong>apresentou o maior aumento em rela\u00e7\u00e3o a 2016 e foi considerado o principal risco para 2017. No Brasil, a instabilidade econ\u00f4mica decorrente de quest\u00f5es pol\u00edticas tamb\u00e9m coloca este risco como priorit\u00e1rio por conta de fatores como a perda do grau de investimento, descontrole da infla\u00e7\u00e3o, recess\u00e3o econ\u00f4mica, aumento do desemprego, restri\u00e7\u00e3o no mercado de cr\u00e9dito, queda na produ\u00e7\u00e3o industrial e aumento da inadimpl\u00eancia, entre outros indicadores.<\/p>\n<p><strong>2) Mudan\u00e7as e escrut\u00ednios regulat\u00f3rios <\/strong>\u2013Termos como compliance, corrup\u00e7\u00e3o, lavagem de dinheiro, cartel, multa, pris\u00e3o e acordo de leni\u00eancia se tornaram lugar comum com o notici\u00e1rio. A atua\u00e7\u00e3o firme dos \u00f3rg\u00e3os reguladores, fiscalizadores, investigativos e as mudan\u00e7as legais e regulat\u00f3rias, associadas \u00e0 uma nova realidade de mercado ampliaram a demanda por Programas Efetivos de Compliance. Este risco teve um aumento na percep\u00e7\u00e3o de criticidade versus 2016.<\/p>\n<p><strong>3) Amea\u00e7as cibern\u00e9ticas <\/strong>\u2013\u00a0O Ano de 2016 foi marcado por ataques cibern\u00e9ticos, roubo de propriedade intelectual, viola\u00e7\u00e3o de bases de usu\u00e1rios de grandes servi\u00e7os de pesquisa e incremento de ataques ao servi\u00e7o de informa\u00e7\u00e3o de centros m\u00e9dicos e hospitalares. Para o ano de 2017 o cen\u00e1rio tem perspectiva de se manter, mas com algumas mudan\u00e7as de foco pelos grupos que visam utilizar as amea\u00e7as cibern\u00e9ticas para gerar ganho r\u00e1pido e f\u00e1cil de capital.<\/p>\n<p><strong>4) Inova\u00e7\u00f5es disruptivas e novas tecnologias <\/strong>\u2013\u00a0Subiu para a categoria dos cinco principais riscos em 2017. No Brasil, presenciamos a evolu\u00e7\u00e3o das fintechs. Aplicativos como Uber, Zaz car e Bla Bla car ganharam for\u00e7a no capitalismo colaborativo. O Airbnb amea\u00e7a diretamente as redes hoteleiras e o Home Refill entra no mercado de e-commerce. No segmento B2B, outra iniciativa do Uber, o Cargo X, promete revolucionar o transporte de cargas. No varejo, a Amazon acaba de lan\u00e7ar a Amazon Go com conceitos disruptivos, de loja sem checkout.<\/p>\n<p><strong>5) Seguran\u00e7a da informa\u00e7\u00e3o <\/strong>\u2013A gest\u00e3o de seguran\u00e7a da informa\u00e7\u00e3o \u00e9 cada vez mais parte da preocupa\u00e7\u00e3o de todos os setores da economia mundial e brasileira. Pesquisas indicam que quando se trata de controle sobre informa\u00e7\u00e3o, os maiores ofensores e geradores de incidentes s\u00e3o de origem interna, como funcion\u00e1rios, parceiros e fornecedores. Os hackers representam uma m\u00e9dia de 30% a 40% dos eventos. Os n\u00fameros fazem com que as empresas adotem posturas preventivas de seguran\u00e7a e classifica\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o, ampliando a notifica\u00e7\u00e3o de casos antes ocultos.<\/p>\n<p><strong>6) Capacidade de atrair talentos<\/strong> \u2013\u00a0Este risco se mant\u00e9m como alto pela quinta pesquisa consecutiva. A mudan\u00e7a no mercado de trabalho, com envelhecimento da popula\u00e7\u00e3o, o aumento da complexidade dos mercados, consumidores mais ativos e demandantes faz com que as organiza\u00e7\u00f5es necessitem investir mais para desenvolver e reter talentos apropriados a essa nova din\u00e2mica. No Brasil, a falta de m\u00e3o de obra qualificada no Brasil agrava este risco localmente.<\/p>\n<p><strong>7) Volatilidade nos mercados financeiros e moedas globais<\/strong> \u2013\u00a0Tamb\u00e9m apresentou um grande aumento em rela\u00e7\u00e3o a 2016, principalmente por conta das incertezas do Brexit, dos sinais de enfraquecimento da economia chinesa e da oscila\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o das commodities. Apesar de uma economia mais fechada, o Brasil est\u00e1 exposto a este risco por ser um grande exportador de commodities para o mercado chin\u00eas. Nos EUA, o governo Donald Trump pode levar a um aumento da taxa de juros pelo FED, gerando uma sa\u00edda de capital de mercados emergentes como o Brasil e consequente desvaloriza\u00e7\u00e3o do Real frente ao d\u00f3lar e aumento da infla\u00e7\u00e3o, provocando lentid\u00e3o na queda da taxa SELIC.<\/p>\n<p><strong>8) A cultura da organiza\u00e7\u00e3o talvez n\u00e3o encoraje a identifica\u00e7\u00e3o e escalonamento pontuais das quest\u00f5es de risco \u2013<\/strong>\u00a0cultura de gest\u00e3o de riscos ainda \u00e9 restrita no ambiente de neg\u00f3cios do Brasil. Treinamentos sobre gest\u00e3o de riscos e identifica\u00e7\u00e3o de vulnerabilidades para os colaboradores, incentivos para reporte tempestivo de potenciais problemas e pol\u00edtica do tipo \u201cErga as m\u00e3os\u201d (Raise your hands) para reporte e escalonamento ainda s\u00e3o pouco comuns. Para mitigar este risco, as empresas devem adotar um modelo de gest\u00e3o de riscos eficaz.<\/p>\n<p><strong>9) Resist\u00eancia \u00e0s mudan\u00e7as no modelo de neg\u00f3ci<\/strong>o \u2013 Em um ambiente de neg\u00f3cios cada vez mais fluido, existe grande preocupa\u00e7\u00e3o das empresas em n\u00e3o serem flex\u00edveis o suficiente para questionar e mudar seu modelo de atua\u00e7\u00e3o. Casos cl\u00e1ssicos de obsolesc\u00eancia de empresas j\u00e1 foram presenciados, em setores como filme fotogr\u00e1fico, loca\u00e7\u00e3o de fitas VHS e de DVD.<\/p>\n<p><strong>10) Manter a fidelidade e reter clientes <\/strong>\u2013 a pesquisa mundial apontou relev\u00e2ncia deste risco principalmente por conta da evolu\u00e7\u00e3o e mudan\u00e7a de h\u00e1bito do consumidor e mudan\u00e7as demogr\u00e1ficas. No Brasil, \u00e9 relevante a mudan\u00e7a de h\u00e1bitos do consumidor, principalmente por conta do cen\u00e1rio econ\u00f4mico atual, havendo uma natural migra\u00e7\u00e3o para bens de consumo mais baratos e maior desapego a marcas. Marcas s\u00f3lidas enfrentam desafios para manter seu market share em um ambiente hostil de queda de venda.<\/p>\n<p>Fonte: Portal Newtrade<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mudan\u00e7as frequentes na lideran\u00e7a pol\u00edtica nacional, o r\u00e1pido desenvolvimento da revolu\u00e7\u00e3o digital, o terrorismo global e o aumento dos custos na sa\u00fade s\u00e3o alguns dos riscos mais temidos pelas empresas neste ano. 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