{"id":8216,"date":"2016-12-01T08:30:08","date_gmt":"2016-12-01T10:30:08","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/?p=8216"},"modified":"2016-12-01T08:50:25","modified_gmt":"2016-12-01T10:50:25","slug":"49-dos-micro-e-pequenos-empresarios-contam-apenas-com-o-inss-para-se-aposentar-revela-estudo-do-spc-brasil-e-da-cndl","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/49-dos-micro-e-pequenos-empresarios-contam-apenas-com-o-inss-para-se-aposentar-revela-estudo-do-spc-brasil-e-da-cndl\/","title":{"rendered":"49% DOS MICRO E PEQUENOS EMPRES\u00c1RIOS CONTAM APENAS COM O INSS PARA SE APOSENTAR, REVELA ESTUDO DO SPC BRASIL E DA CNDL"},"content":{"rendered":"<p>Apenas 12% dos MPEs contribuem com teto previdenci\u00e1rio. Metade dos micro e pequenos empres\u00e1rios aposentados segue na ativa para complementar renda<br \/>\nNa hora de planejar o futuro, nem tudo o que \u00e9 inten\u00e7\u00e3o acaba virando pr\u00e1tica. Nove em cada dez (86,6%) micro e pequenos empres\u00e1rios do varejo e servi\u00e7os consideram importante o planejamento para a aposentadoria, mas quase a metade (49,0%) desses empreendedores n\u00e3o faz qualquer contribui\u00e7\u00e3o complementar ao INSS, seja por meio de uma previd\u00eancia privada ou algum outro tipo de investimento. As formas de preparo complementar mais citadas s\u00e3o poupan\u00e7a (18,4%), previd\u00eancia privada (15,0%) e investimento em im\u00f3veis (12,6%). A constata\u00e7\u00e3o \u00e9 de um levantamento realizado nas 27 capitais e no interior do pa\u00eds pelo Servi\u00e7o de Prote\u00e7\u00e3o ao Cr\u00e9dito (SPC Brasil) e pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).<br \/>\nDe acordo com o estudo, 7,6% dos micro e pequenos empres\u00e1rios n\u00e3o fazem qualquer recolhimento para o INSS e a maior parte (38,1%) paga apenas o valor m\u00ednimo da contribui\u00e7\u00e3o. Outros 25,4% pagam um valor intermedi\u00e1rio e apenas 11,6% contribuem com o teto previdenci\u00e1rio.<br \/>\n\u201cComo todo trabalhador, o empres\u00e1rio tamb\u00e9m se aposenta, mas nem sempre d\u00e1 a devida aten\u00e7\u00e3o a essa realidade. A contribui\u00e7\u00e3o para o INSS \u00e9 uma necessidade b\u00e1sica que n\u00e3o garante a manuten\u00e7\u00e3o do padr\u00e3o de vida que se tinha antes da aposentadoria. Por isso, recomenda-se tamb\u00e9m um esfor\u00e7o adicional que pode ser realizado por meio de planos de previd\u00eancia privada e outras formas de investimento\u201d, afirma o presidente da CNDL, Hon\u00f3rio Pinheiro.<br \/>\n50% dos MPEs aposentados seguem na ativa para complementar renda<br \/>\nA pesquisa ainda revela que entre os empres\u00e1rios que j\u00e1 est\u00e3o aposentados, mas continuam trabalhando, metade (50,0%) segue na ativa para complementar a renda, pois a aposentadoria n\u00e3o \u00e9 o suficiente para cobrir seus gastos do dia a dia. H\u00e1 ainda uma parcela consider\u00e1vel de 19,6% de entrevistados que optaram por continuar trabalhando em seus neg\u00f3cios para se sentirem mais produtivos e ocupados. Quase um ter\u00e7o (32,1%) dos micro e pequenos empres\u00e1rios que j\u00e1 se aposentaram n\u00e3o desejam parar de trabalhar definitivamente algum dia. A pesquisa aponta que a maior parte (47,4%) dos micro e pequenos empres\u00e1rios come\u00e7ou a trabalhar cedo, com idade entre 14 e 17 anos.<br \/>\nPara 21%, regras para aposentadoria deveriam ser distintas entre assalariados e empres\u00e1rios<br \/>\nPara 21,2% dos entrevistados, as regras da previd\u00eancia deveriam ser diferentes entre empres\u00e1rios e o restante da popula\u00e7\u00e3o, como assalariados e contribuintes aut\u00f4nomos. Nesse caso, a principal justificativa \u00e9 que os empres\u00e1rios podem trabalhar menos, uma vez que t\u00eam a op\u00e7\u00e3o de delegar fun\u00e7\u00f5es dentro de suas empresas (46,7%). Em m\u00e9dia, o micro e pequeno empres\u00e1rio de varejo e servi\u00e7o considera que o trabalhador brasileiro deveria se aposentar com 59 anos. J\u00e1 o empres\u00e1rio, aos 61 anos.<br \/>\nPara os 72,3% de entrevistados que acreditam que as atuais regras da previd\u00eancia s\u00e3o v\u00e1lidas tanto para a realidade dos trabalhadores quanto dos empres\u00e1rios, a raz\u00e3o mais mencionada \u00e9 que o sistema n\u00e3o deve fazer distin\u00e7\u00e3o entre categorias profissionais (61,9%).<br \/>\nPara o presidente da CNDL, Hon\u00f3rio Pinheiro, n\u00e3o s\u00e3o apenas os trabalhadores com carteira assinada que devem se preocupar com o futuro, mas tamb\u00e9m os empres\u00e1rios, sobretudo os micro e pequenos, que muitas vezes t\u00eam faturamento reduzido e s\u00e3o mais vulner\u00e1veis a sazonalidade de acordo com a demanda de seus servi\u00e7os. \u201cFala-se muito sobre os impactos de uma reforma da previd\u00eancia entre trabalhadores celetistas, mas pouco sobre o universo do pequeno empres\u00e1rio. Pensar na aposentadoria inclui, tamb\u00e9m, planejar o processo sucess\u00f3rio de suas empresas, sob pena de ver seu neg\u00f3cio n\u00e3o se sustentar. Isso \u00e9 especialmente importante para o empres\u00e1rio que pretende extrair renda do pr\u00f3prio neg\u00f3cio\u201d, defende Pinheiro.<br \/>\nMetodologia<br \/>\nA pesquisa ouviu 822 micro e pequenos empres\u00e1rios dos ramos do com\u00e9rcio e servi\u00e7os nas 27 capitais e cidades do interior. A margem de erro \u00e9 de no m\u00e1ximo 3,4 pontos percentuais com uma margem de confian\u00e7a a 95%.<\/p>\n<p>Fonte:CNDL<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apenas 12% dos MPEs contribuem com teto previdenci\u00e1rio. Metade dos micro e pequenos empres\u00e1rios aposentados segue na ativa para complementar renda Na hora de planejar o futuro, nem tudo o que \u00e9 inten\u00e7\u00e3o acaba virando pr\u00e1tica. 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