{"id":6947,"date":"2016-01-14T19:26:39","date_gmt":"2016-01-14T19:26:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/?p=6947"},"modified":"2016-01-14T19:31:24","modified_gmt":"2016-01-14T19:31:24","slug":"36-dos-consumidors-fazem-compras-para-aliviar-o-estresse","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/36-dos-consumidors-fazem-compras-para-aliviar-o-estresse\/","title":{"rendered":"36% dos consumidores fazem compras para aliviar o estresse, aponta o SPC"},"content":{"rendered":"<p>H\u00e1bito vem principalmente as mulheres e consumidores das classes A e B.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>40% est\u00e3o ou j\u00e1 estiveram com o nome sujo por extrapolar nas compras.<\/p>\n<p>Levantamento realizado em todas as capitais e no interior do pa\u00eds pelo\u00a0Servi\u00e7o de Prote\u00e7\u00e3o ao Cr\u00e9dito\u00a0(SPC Brasil) e pela\u00a0Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Dirigentes Lojistas\u00a0(CNDL) revela que mais de um ter\u00e7o (36,3%) dos entrevistados admite que o ato de fazer compras \u00e9 uma forma que eles encontram para aliviar o estresse do cotidiano. O h\u00e1bito vem principalmente as mulheres (43,7%) e dos consumidores das classes A e B (40,2%), e 47,7% admitem fazer comprar para se sentir bem.<\/p>\n<p>O estudo aponta ainda que 3 em cada 10 (29,5%) consumidores concordam que fazer compras melhora o humor e 24,5% confessam realizar compras quando se sentem deprimidos.<\/p>\n<p>As mulheres s\u00e3o mais suscet\u00edveis \u00e0s emo\u00e7\u00f5es quando compram por impulso \u2013 elas admitem a sensa\u00e7\u00e3o de prazer ao comprar algo sem planejar (37,7% contra 26,5% dos homens), al\u00e9m de serem as que mais citam o ato de fazer compras como o tipo de lazer preferido (35,9% contra 23,3% do total de entrevistados).<\/p>\n<p>As mulheres tamb\u00e9m s\u00e3o o maior percentual que compram por impulso quando est\u00e3o deprimidas (30,5% contra 18,3% dos homens). Quanto \u00e0 faixa et\u00e1ria, o levantamento indica que os mais jovens s\u00e3o os que ficam mais entusiasmados e se divertem ao comprar produtos n\u00e3o planejados (41,8% contra 19,6% das pessoas acima de 55 anos).<\/p>\n<p>O estudo mostra ainda que 40,3% dos entrevistados est\u00e3o ou j\u00e1 estiveram com o nome sujo por extrapolar nas compras sem pensar.<\/p>\n<p>Segundo o educador financeiro do portal \u2018Meu Bolso Feliz\u2018, Jos\u00e9 Vignoli, as emo\u00e7\u00f5es desempenham um papel fundamental nas compras realizadas impulsivamente. \u201cO estado emocional explica o comportamento impulsivo do consumidor. Se o consumo fosse uma experi\u00eancia puramente racional, a inadimpl\u00eancia seria bem menor do que temos hoje. As pessoas comprariam estritamente o necess\u00e1rio e raramente romperiam os limites do pr\u00f3prio or\u00e7amento, pois seriam capazes de avaliar adequadamente as consequ\u00eancias de uma aquisi\u00e7\u00e3o desnecess\u00e1ria e de resistir ao impulso da compra, por mais que se sentissem atra\u00eddos por um produto na vitrine\u201d, explica Vignoli.<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h4><span style=\"color: #003366;\"><strong>Imediatismo<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>O estudo mostra que em situa\u00e7\u00f5es de compras impulsivas o imediatismo e a necessidade de urg\u00eancia acabam sendo mais fortes do que a capacidade de reflex\u00e3o do consumidor. A maior parte dos entrevistados (44,5%) n\u00e3o consegue resistir aos pr\u00f3prios desejos porque acredita que se n\u00e3o realizar aquela compra, mesmo que o produto seja desnecess\u00e1rio, vai desperdi\u00e7ar uma boa oportunidade.<\/p>\n<p>Outros 36,9% admitem que quando surge o desejo de comprar algo, eles n\u00e3o sossegam enquanto n\u00e3o concretizarem a compra, sobretudo as mulheres (41,6%). \u201c\u00c9 como se ao verem um produto muito desejado ou com pre\u00e7o atrativo as pessoas abdicassem de refletir sobre a compra momentaneamente\u201d, explica Vignoli. Exemplo disso \u00e9 que 30,1% dos entrevistados gastam mais do que o previsto em promo\u00e7\u00f5es com medo de acabar se arrependendo depois e quase um ter\u00e7o (32,9%) admite que, geralmente, compra produtos que nem tinha a inten\u00e7\u00e3o de adquirir antes de entrar numa loja.<\/p>\n<p>O apelo ao consumo pode ser t\u00e3o intenso que os consumidores simplesmente esquecem momentaneamente dos efeitos que a compra pode ter sobre o or\u00e7amento: 30,7% admitem que ao ver um produto atrativo n\u00e3o pensam nas consequ\u00eancias da compra antes de efetiv\u00e1-la e mais de um quarto (25,8%) dos entrevistados reconhecem n\u00e3o ter o costume de avaliar todos os aspectos envolvidos numa compra. Assim, 30,8% dos consumidores reconhecem que est\u00e3o com as finan\u00e7as pessoais descontroladas por causa de compras impulsivas.<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h4><span style=\"color: #003366;\"><strong>Controle<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>Para o educador financeiro Jos\u00e9 Vignoli, os resultados da pesquisa mostram que para o consumidor controlar seus impulsos de compras n\u00e3o planejadas \u00e9 importante que ele saiba identificar, primeiramente, o pr\u00f3prio estado emocional. \u201cIr \u00e0s compras quando se est\u00e1 mal pode ser perigoso, j\u00e1 que o consumidor estar\u00e1 mais vulner\u00e1vel a utilizar o consumo como gatilho. Certamente, n\u00e3o h\u00e1 uma f\u00f3rmula para evitar o consumo impulsivo, mas entender que as emo\u00e7\u00f5es influenciam em nossas decis\u00f5es pode ajudar a tornar o consumidor mais consciente e controlado no momento de decidir por uma compra\u201d, afirma o educador.<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o da economista-chefe do\u00a0SPC Brasil,\u00a0Marcela Kawauti, estabelecer um controle or\u00e7ament\u00e1rio ajuda o consumidor a ter uma vis\u00e3o mais ampla das pend\u00eancias financeiras, al\u00e9m de evitar que o dinheiro comprometido com gastos fixos e inadi\u00e1veis seja gasto impulsivamente em compras moment\u00e2neas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Fonte: G1<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1bito vem principalmente as mulheres e consumidores das classes A e B. &nbsp; 40% est\u00e3o ou j\u00e1 estiveram com o nome sujo por extrapolar nas compras. 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