{"id":5473,"date":"2015-01-16T11:29:00","date_gmt":"2015-01-16T11:29:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/agricultura-de-sc-comemora-os-resultados-da-safra\/"},"modified":"2015-01-16T11:29:00","modified_gmt":"2015-01-16T11:29:00","slug":"agricultura-de-sc-comemora-os-resultados-da-safra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/agricultura-de-sc-comemora-os-resultados-da-safra\/","title":{"rendered":"Agricultura de SC comemora os resultados da safra"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Em 2014 o tempo foi favor\u00e1vel para a boa produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola em Santa Catarina. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/agricultura6-300x199.jpg\"><\/div>\n<p>Em 2014 o tempo foi favor\u00e1vel para a boa produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola em Santa Catarina. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Santa Catarina se destaca como um dos principais produtores de alimentos do Brasil. Os resultados da safra 2013\/14 consolidam o Estado como o primeiro produtor nacional de cebola, carne su\u00edna, ostras, mariscos e pescados e o segundo maior produtor de aves, arroz, fumo e ma\u00e7\u00e3. No final de 2014, o agroneg\u00f3cio catarinense foi reconhecido ainda pela Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA) como o segundo mais competitivo do pa\u00eds.<\/p>\n<p>O ano de 2014 foi muito bom para a agropecu\u00e1ria catarinense, com o clima cooperando e o uso de tecnologia de ponta os produtores garantiram uma boa safra. O secret\u00e1rio de Estado da Agricultura e da Pesca , Airton Spies, destaca que as chuvas foram regulares em quase todas as regi\u00f5es do Estado, com algumas exce\u00e7\u00f5es de pequenos momentos de estiagem, mas em geral as condi\u00e7\u00f5es foram boas para uma safra de gr\u00e3os cheia.<\/p>\n<p>A safra catarinense de cebola 2013\/14 foi a maior da hist\u00f3ria, com uma produ\u00e7\u00e3o de 496 mil toneladas \u2013 31,2% a mais do que no \u00faltimo ano. Com praticamente a mesma \u00e1rea plantada da safra anterior, Santa Catarina teve uma produtividade recorde de 26.140 quilos por hectare. \u201cTanto a cebola quanto o alho, produtos consolidados na economia agropecu\u00e1ria catarinense, conseguiram participar desse bom desempenho do setor agr\u00edcola\u201d, ressalta Spies.<\/p>\n<p>O Estado mant\u00e9m ainda a coloca\u00e7\u00e3o de segundo maior produtor nacional de ma\u00e7\u00e3, com uma safra de 629.437 toneladas em 17.762 hectares plantados. SC e Rio Grande do Sul concentram mais de 95% da produ\u00e7\u00e3o nacional de ma\u00e7\u00e3, respondendo por mais de um milh\u00e3o de toneladas. Nos pomares catarinenses predomina a explora\u00e7\u00e3o dos cultivares Gala e Fuji, que representam 97% da produ\u00e7\u00e3o.  Os produtores catarinenses investem tamb\u00e9m na produ\u00e7\u00e3o de suco de ma\u00e7\u00e3, sendo o estado o maior vendedor do produto. As exporta\u00e7\u00f5es catarinenses de suco s\u00e3o principalmente para os Estados Unidos, Jap\u00e3o e \u00c1frica do Sul.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de tabaco tamb\u00e9m cresceu 3% na safra 2013\/14. A  regi\u00e3o Sul \u00e9 respons\u00e1vel por 98% da produ\u00e7\u00e3o brasileira de fumo. Em SC a atividade envolve 47.280 produtores rurais com uma produ\u00e7\u00e3o de 258.2 mil toneladas. O Estado destinou mais de 75 mil toneladas de fumo \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o, o que representa US$ 386.387.000. Os principais pa\u00edses importadores s\u00e3o B\u00e9lgica, Holanda, R\u00fassia e Estados Unidos. O secret\u00e1rio Spies destaca que, em 2014, os pre\u00e7os foram compensadores e que, com o uso de mais tecnologias, os produtores conseguiram aumentar a produtividade por hectare dando mais estabilidade ao setor.<\/p>\n<p>O produto agr\u00edcola com mais dificuldade de comercializa\u00e7\u00e3o foi o feij\u00e3o, por causa da superoferta no mercado e da dificuldade na colheita. Spies explica que grande parte do feij\u00e3o catarinense foi considerado \u201ctipo 3\u201d, que n\u00e3o \u00e9 eleg\u00edvel para compras da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) destinadas \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de estoques. \u201cAs normas do Governo Federal, na Pol\u00edtica de Garantia de Pre\u00e7os M\u00ednimos, prev\u00ea a compra de feij\u00e3o classificado como tipo 1 e 2. Ent\u00e3o nosso produto n\u00e3o encontrou mercado e isso foi um preju\u00edzo grande para os produtores\u201d.<\/p>\n<p>O bom momento na agropecu\u00e1ria se estende tamb\u00e9m para os produtores de prote\u00edna animal. Santa Catarina continua sendo o maior produtor nacional de su\u00ednos e o segundo maior produtor de aves. O bom pre\u00e7o pago aos produtores combinado com o pre\u00e7o dos insumos num patamar normal, principalmente do milho, permitiram uma boa lucratividade.<\/p>\n<p>Com um rebanho efetivo de aproximadamente 160 milh\u00f5es de frangos, o Estado \u00e9 respons\u00e1vel por 23,7% das exporta\u00e7\u00f5es de carne de frango do Brasil. De acordo com a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Prote\u00edna Animal (ABPA), as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras de carne de frango (frango inteiro, cortes, industrializados, carnes salgadas e embutidos) totalizaram 4,1 milh\u00f5es de toneladas, num valor de US$ 8,08 bilh\u00f5es, para pa\u00edses do Oriente M\u00e9dio, \u00c1sia, \u00c1frica e Uni\u00e3o Europeia. SC participou desse mercado com a exporta\u00e7\u00e3o de 970 mil toneladas de carne de frango. A produ\u00e7\u00e3o de aves catarinense est\u00e1 concentrada, principalmente, no Oeste, mas a atividade vem crescendo tamb\u00e9m no Norte.<\/p>\n<p>A suinocultura tamb\u00e9m continua sendo o destaque da produ\u00e7\u00e3o catarinense. O Estado \u00e9 o maior produtor nacional com cerca de 850 mil toneladas, representando 24% da produ\u00e7\u00e3o nacional em 2014. Com um rebanho efetivo estimado em 7,9 milh\u00f5es de cabe\u00e7as, SC \u00e9 respons\u00e1vel por aproximadamente 35% das exporta\u00e7\u00f5es brasileiras. Segundo dados do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio Exterior (MDIC), em 2014, o Estado exportou 159,5 mil toneladas de carne in natura, no valor de US$ US$ 548,3 milh\u00f5es. Al\u00e9m da carne in natura, foram exportados tamb\u00e9m mi\u00fados, embutidos e outros produtos.<\/p>\n<p>Os principais destinos da carne su\u00edna catarinense foram R\u00fassia, Hong Kong, Angola, Cingapura, Chile, Jap\u00e3o, Uruguai e Argentina. Em 2014, destacam-se as exporta\u00e7\u00f5es para o Jap\u00e3o com 3,8 mil toneladas e receita cambial de US$ 16,3 milh\u00f5es. H\u00e1 dois anos, quando as exporta\u00e7\u00f5es tiveram in\u00edcio, o volume era de 162 toneladas e valor de US$ 753 mil. SC \u00e9 o \u00fanico estado brasileiro habilitado para exportar carne su\u00edna para o Jap\u00e3o, devido ao seu status sanit\u00e1rio diferenciado.<\/p>\n<p>Os setores da pesca, aquicultura e maricultura tamb\u00e9m acompanharam o bom ano para os produtores de prote\u00edna animal. SC \u00e9 o maior produtor de pescados, de ostras, mariscos e mexilh\u00f5es do Brasil. Em 2014, o setor conviveu com casos de interdi\u00e7\u00e3o de \u00e1reas de cultivo por causa da presen\u00e7a de microalgas que produzem a toxina diarr\u00e9ica. \u201cForam constantes fechamentos e reaberturas de \u00e1reas de cultivo, mostrando que esses problemas podem ser administrados sem manchar a imagem do setor. Com o trabalho s\u00e9rio de monitoramento das \u00e1reas de cultivo de moluscos, n\u00f3s conseguimos mostrar que se o produto est\u00e1 liberado para o consumo ele \u00e9 um alimento seguro\u201d.<\/p>\n<p>Por fim, SC foi classificada ainda pelo Minist\u00e9rio da Pesca e Aquicultura como um dos principais produtores de peixes de \u00e1gua-doce do pa\u00eds. Em 2014, teve uma evolu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de til\u00e1pias, com novas pequenas ind\u00fastrias familiares aumentando a produtividade e levando produtos de qualidade ao consumidor. \u201cAinda h\u00e1 um espa\u00e7o grande para a produ\u00e7\u00e3o de peixes de \u00e1gua doce em nosso estado\u201d, ressalta Spies.<\/p>\n<p>A safra 2014\/15 promete ser ainda maior. Com \u00edndices pluviom\u00e9tricos satisfat\u00f3rios at\u00e9 o momento, h\u00e1 indicativo de alta produtividade para as lavouras de gr\u00e3os de ver\u00e3o. \u201cEstamos agora com algumas lavouras em fase de colheita, como \u00e9 o caso do milho, e j\u00e1 registramos produtividade acima de 12 mil quilos por hectare, acima de 200 sacos de milho por hectare, o que prenuncia uma colheita muito boa baseada no aumento da tecnologia e clima favor\u00e1vel\u201d, conclui o secret\u00e1rio.<\/p>\n<p>The post Agricultura de SC comemora os resultados da safra appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/agricultura-de-sc-comemora-os-resultados-da-safra\/\" class=\"colorbox\" title=\"Agricultura de SC comemora os resultados da safra\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Em 2014 o tempo foi favor\u00e1vel para a boa produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola em Santa Catarina. 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O secret\u00e1rio de Estado da Agricultura e da Pesca , Airton Spies, destaca que as chuvas foram regulares em quase todas as regi\u00f5es do Estado, com algumas exce\u00e7\u00f5es de pequenos momentos de estiagem, mas em geral as condi\u00e7\u00f5es foram boas para uma safra de gr\u00e3os cheia.<\/p>\n<p>A safra catarinense de cebola 2013\/14 foi a maior da hist\u00f3ria, com uma produ\u00e7\u00e3o de 496 mil toneladas \u2013 31,2% a mais do que no \u00faltimo ano. Com praticamente a mesma \u00e1rea plantada da safra anterior, Santa Catarina teve uma produtividade recorde de 26.140 quilos por hectare. \u201cTanto a cebola quanto o alho, produtos consolidados na economia agropecu\u00e1ria catarinense, conseguiram participar desse bom desempenho do setor agr\u00edcola\u201d, ressalta Spies.<\/p>\n<p>O Estado mant\u00e9m ainda a coloca\u00e7\u00e3o de segundo maior produtor nacional de ma\u00e7\u00e3, com uma safra de 629.437 toneladas em 17.762 hectares plantados. SC e Rio Grande do Sul concentram mais de 95% da produ\u00e7\u00e3o nacional de ma\u00e7\u00e3, respondendo por mais de um milh\u00e3o de toneladas. Nos pomares catarinenses predomina a explora\u00e7\u00e3o dos cultivares Gala e Fuji, que representam 97% da produ\u00e7\u00e3o.  Os produtores catarinenses investem tamb\u00e9m na produ\u00e7\u00e3o de suco de ma\u00e7\u00e3, sendo o estado o maior vendedor do produto. As exporta\u00e7\u00f5es catarinenses de suco s\u00e3o principalmente para os Estados Unidos, Jap\u00e3o e \u00c1frica do Sul.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de tabaco tamb\u00e9m cresceu 3% na safra 2013\/14. A  regi\u00e3o Sul \u00e9 respons\u00e1vel por 98% da produ\u00e7\u00e3o brasileira de fumo. Em SC a atividade envolve 47.280 produtores rurais com uma produ\u00e7\u00e3o de 258.2 mil toneladas. O Estado destinou mais de 75 mil toneladas de fumo \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o, o que representa US$ 386.387.000. Os principais pa\u00edses importadores s\u00e3o B\u00e9lgica, Holanda, R\u00fassia e Estados Unidos. O secret\u00e1rio Spies destaca que, em 2014, os pre\u00e7os foram compensadores e que, com o uso de mais tecnologias, os produtores conseguiram aumentar a produtividade por hectare dando mais estabilidade ao setor.<\/p>\n<p>O produto agr\u00edcola com mais dificuldade de comercializa\u00e7\u00e3o foi o feij\u00e3o, por causa da superoferta no mercado e da dificuldade na colheita. Spies explica que grande parte do feij\u00e3o catarinense foi considerado \u201ctipo 3\u201d, que n\u00e3o \u00e9 eleg\u00edvel para compras da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) destinadas \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de estoques. \u201cAs normas do Governo Federal, na Pol\u00edtica de Garantia de Pre\u00e7os M\u00ednimos, prev\u00ea a compra de feij\u00e3o classificado como tipo 1 e 2. Ent\u00e3o nosso produto n\u00e3o encontrou mercado e isso foi um preju\u00edzo grande para os produtores\u201d.<\/p>\n<p>O bom momento na agropecu\u00e1ria se estende tamb\u00e9m para os produtores de prote\u00edna animal. Santa Catarina continua sendo o maior produtor nacional de su\u00ednos e o segundo maior produtor de aves. O bom pre\u00e7o pago aos produtores combinado com o pre\u00e7o dos insumos num patamar normal, principalmente do milho, permitiram uma boa lucratividade.<\/p>\n<p>Com um rebanho efetivo de aproximadamente 160 milh\u00f5es de frangos, o Estado \u00e9 respons\u00e1vel por 23,7% das exporta\u00e7\u00f5es de carne de frango do Brasil. De acordo com a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Prote\u00edna Animal (ABPA), as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras de carne de frango (frango inteiro, cortes, industrializados, carnes salgadas e embutidos) totalizaram 4,1 milh\u00f5es de toneladas, num valor de US$ 8,08 bilh\u00f5es, para pa\u00edses do Oriente M\u00e9dio, \u00c1sia, \u00c1frica e Uni\u00e3o Europeia. SC participou desse mercado com a exporta\u00e7\u00e3o de 970 mil toneladas de carne de frango. A produ\u00e7\u00e3o de aves catarinense est\u00e1 concentrada, principalmente, no Oeste, mas a atividade vem crescendo tamb\u00e9m no Norte.<\/p>\n<p>A suinocultura tamb\u00e9m continua sendo o destaque da produ\u00e7\u00e3o catarinense. O Estado \u00e9 o maior produtor nacional com cerca de 850 mil toneladas, representando 24% da produ\u00e7\u00e3o nacional em 2014. Com um rebanho efetivo estimado em 7,9 milh\u00f5es de cabe\u00e7as, SC \u00e9 respons\u00e1vel por aproximadamente 35% das exporta\u00e7\u00f5es brasileiras. Segundo dados do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio Exterior (MDIC), em 2014, o Estado exportou 159,5 mil toneladas de carne in natura, no valor de US$ US$ 548,3 milh\u00f5es. Al\u00e9m da carne in natura, foram exportados tamb\u00e9m mi\u00fados, embutidos e outros produtos.<\/p>\n<p>Os principais destinos da carne su\u00edna catarinense foram R\u00fassia, Hong Kong, Angola, Cingapura, Chile, Jap\u00e3o, Uruguai e Argentina. Em 2014, destacam-se as exporta\u00e7\u00f5es para o Jap\u00e3o com 3,8 mil toneladas e receita cambial de US$ 16,3 milh\u00f5es. H\u00e1 dois anos, quando as exporta\u00e7\u00f5es tiveram in\u00edcio, o volume era de 162 toneladas e valor de US$ 753 mil. SC \u00e9 o \u00fanico estado brasileiro habilitado para exportar carne su\u00edna para o Jap\u00e3o, devido ao seu status sanit\u00e1rio diferenciado.<\/p>\n<p>Os setores da pesca, aquicultura e maricultura tamb\u00e9m acompanharam o bom ano para os produtores de prote\u00edna animal. SC \u00e9 o maior produtor de pescados, de ostras, mariscos e mexilh\u00f5es do Brasil. Em 2014, o setor conviveu com casos de interdi\u00e7\u00e3o de \u00e1reas de cultivo por causa da presen\u00e7a de microalgas que produzem a toxina diarr\u00e9ica. \u201cForam constantes fechamentos e reaberturas de \u00e1reas de cultivo, mostrando que esses problemas podem ser administrados sem manchar a imagem do setor. Com o trabalho s\u00e9rio de monitoramento das \u00e1reas de cultivo de moluscos, n\u00f3s conseguimos mostrar que se o produto est\u00e1 liberado para o consumo ele \u00e9 um alimento seguro\u201d.<\/p>\n<p>Por fim, SC foi classificada ainda pelo Minist\u00e9rio da Pesca e Aquicultura como um dos principais produtores de peixes de \u00e1gua-doce do pa\u00eds. Em 2014, teve uma evolu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de til\u00e1pias, com novas pequenas ind\u00fastrias familiares aumentando a produtividade e levando produtos de qualidade ao consumidor. \u201cAinda h\u00e1 um espa\u00e7o grande para a produ\u00e7\u00e3o de peixes de \u00e1gua doce em nosso estado\u201d, ressalta Spies.<\/p>\n<p>A safra 2014\/15 promete ser ainda maior. 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