{"id":5255,"date":"2014-12-22T18:50:00","date_gmt":"2014-12-22T18:50:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/arrecadacao-federal-devera-encerrar-2014-com-queda\/"},"modified":"2014-12-22T18:50:00","modified_gmt":"2014-12-22T18:50:00","slug":"arrecadacao-federal-devera-encerrar-2014-com-queda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/arrecadacao-federal-devera-encerrar-2014-com-queda\/","title":{"rendered":"Arrecada\u00e7\u00e3o federal dever\u00e1 encerrar 2014 com queda"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Chefe do Centro de Estudos Tribut\u00e1rios,do Minist\u00e9rio da Fazenda, Claudemir Malaquias, anuncia o resultado da arrecada\u00e7\u00e3o de tributos federais e contribui\u00e7\u00f5es previdenci\u00e1rias do m\u00eas de novembro . Foto: Jos\u00e9 Cruz\/ Ag\u00eancia Brasil \/ Divulga\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/Receita-Federal-Claudemir-Malaquias-300x199.jpg\"><\/div>\n<p>Chefe do Centro de Estudos Tribut\u00e1rios,do Minist\u00e9rio da Fazenda, Claudemir Malaquias, anuncia o resultado da arrecada\u00e7\u00e3o de tributos federais e contribui\u00e7\u00f5es previdenci\u00e1rias do m\u00eas de novembro . Foto: Jos\u00e9 Cruz\/ Ag\u00eancia Brasil \/ Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>As desonera\u00e7\u00f5es e o baixo crescimento da economia dever\u00e3o fazer as receitas da Uni\u00e3o encerrar 2014 com a primeira queda anual desde 2009. Segundo o chefe do Centro de Estudos Tribut\u00e1rios e Aduaneiros da Receita Federal, Claudemir Malaquias, a arrecada\u00e7\u00e3o dever\u00e1 chegar ao fim do ano com pequena queda real \u2013 descontada a infla\u00e7\u00e3o oficial pelo \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA) \u2013 em rela\u00e7\u00e3o a 2013.<\/p>\n<p>Em 2009, no auge da crise econ\u00f4mica, a arrecada\u00e7\u00e3o teve queda real de 2,96%. At\u00e9 o m\u00eas passado, a Receita estimava que a varia\u00e7\u00e3o real da arrecada\u00e7\u00e3o em 2014 ficaria pr\u00f3xima de zero. Segundo Malaquias, ainda n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel prever de quanto ser\u00e1 a queda, mas informou que a varia\u00e7\u00e3o poder\u00e1 ficar pouco abaixo de zero ao descontar o IPCA do resultado.<\/p>\n<p>\u201cO resultado [real da arrecada\u00e7\u00e3o] deste ano est\u00e1 entre zero e um pouquinho abaixo de zero. N\u00e3o conseguimos estimar ainda quanto ser\u00e1 a queda, porque \u00e9 dif\u00edcil trabalhar com o horizonte de arrecada\u00e7\u00e3o no m\u00eas de novembro. Seria a primeira queda anual real desde 2009\u201d, declarou o t\u00e9cnico da Receita.<\/p>\n<p>De janeiro a novembro, as desonera\u00e7\u00f5es fizeram o governo federal deixar de arrecadar R$ 92,932 bilh\u00f5es, contra R$ 70,116 bilh\u00f5es no mesmo per\u00edodo de 2013. A Receita estima que as redu\u00e7\u00f5es de tributos ter\u00e3o impacto de R$ 101 bilh\u00f5es no fim do ano. Para 2015, o \u00f3rg\u00e3o n\u00e3o tem estimativa, porque n\u00e3o sabe que desonera\u00e7\u00f5es ser\u00e3o mantidas pela equipe econ\u00f4mica que assumir\u00e1 a partir de janeiro.<\/p>\n<p>Apesar da queda em diversos tributos ligados ao consumo e \u00e0 lucratividade das empresas, o t\u00e9cnico da Receita disse que a maior parte dos impactos em 2014 decorreu das desonera\u00e7\u00f5es. \u201cDiversos fatores interferem na arrecada\u00e7\u00e3o. As desonera\u00e7\u00f5es tiveram peso muito forte.<\/p>\n<p>Em todos os meses, elas impactaram o resultado\u201d, disse Malaquias. Segundo ele, no ano que vem qualquer resultado negativo na arrecada\u00e7\u00e3o ter\u00e1 rela\u00e7\u00e3o direta com as redu\u00e7\u00f5es de tributos. <strong>(Ag\u00eancia Brasil)<\/strong><\/p>\n<p>The post Arrecada\u00e7\u00e3o federal dever\u00e1 encerrar 2014 com queda appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/arrecadacao-federal-devera-encerrar-2014-com-queda\/\" class=\"colorbox\" title=\"Arrecada\u00e7\u00e3o federal dever\u00e1 encerrar 2014 com queda\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Chefe do Centro de Estudos Tribut\u00e1rios,do Minist\u00e9rio da Fazenda, Claudemir Malaquias, anuncia o resultado da arrecada\u00e7\u00e3o de tributos federais e contribui\u00e7\u00f5es previdenci\u00e1rias do m\u00eas de novembro . 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Segundo o chefe do Centro de Estudos Tribut\u00e1rios e Aduaneiros da Receita Federal, Claudemir Malaquias, a arrecada\u00e7\u00e3o dever\u00e1 chegar ao fim do ano com pequena queda real \u2013 descontada a infla\u00e7\u00e3o oficial pelo \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA) \u2013 em rela\u00e7\u00e3o a 2013.<\/p>\n<p>Em 2009, no auge da crise econ\u00f4mica, a arrecada\u00e7\u00e3o teve queda real de 2,96%. At\u00e9 o m\u00eas passado, a Receita estimava que a varia\u00e7\u00e3o real da arrecada\u00e7\u00e3o em 2014 ficaria pr\u00f3xima de zero. Segundo Malaquias, ainda n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel prever de quanto ser\u00e1 a queda, mas informou que a varia\u00e7\u00e3o poder\u00e1 ficar pouco abaixo de zero ao descontar o IPCA do resultado.<\/p>\n<p>\u201cO resultado [real da arrecada\u00e7\u00e3o] deste ano est\u00e1 entre zero e um pouquinho abaixo de zero. N\u00e3o conseguimos estimar ainda quanto ser\u00e1 a queda, porque \u00e9 dif\u00edcil trabalhar com o horizonte de arrecada\u00e7\u00e3o no m\u00eas de novembro. Seria a primeira queda anual real desde 2009\u201d, declarou o t\u00e9cnico da Receita.<\/p>\n<p>De janeiro a novembro, as desonera\u00e7\u00f5es fizeram o governo federal deixar de arrecadar R$ 92,932 bilh\u00f5es, contra R$ 70,116 bilh\u00f5es no mesmo per\u00edodo de 2013. A Receita estima que as redu\u00e7\u00f5es de tributos ter\u00e3o impacto de R$ 101 bilh\u00f5es no fim do ano. Para 2015, o \u00f3rg\u00e3o n\u00e3o tem estimativa, porque n\u00e3o sabe que desonera\u00e7\u00f5es ser\u00e3o mantidas pela equipe econ\u00f4mica que assumir\u00e1 a partir de janeiro.<\/p>\n<p>Apesar da queda em diversos tributos ligados ao consumo e \u00e0 lucratividade das empresas, o t\u00e9cnico da Receita disse que a maior parte dos impactos em 2014 decorreu das desonera\u00e7\u00f5es. \u201cDiversos fatores interferem na arrecada\u00e7\u00e3o. As desonera\u00e7\u00f5es tiveram peso muito forte.<\/p>\n<p>Em todos os meses, elas impactaram o resultado\u201d, disse Malaquias. 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