{"id":5237,"date":"2014-12-19T10:55:00","date_gmt":"2014-12-19T10:55:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/agua-para-nao-faltar-e-preciso-tratar\/"},"modified":"2014-12-19T10:55:00","modified_gmt":"2014-12-19T10:55:00","slug":"agua-para-nao-faltar-e-preciso-tratar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/agua-para-nao-faltar-e-preciso-tratar\/","title":{"rendered":"\u00c1gua: para n\u00e3o faltar, \u00e9 preciso tratar"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Guilherme Ennes_v\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/Guilherme-Ennes_v.jpg\"><\/div>\n<p><strong>Por Guilherme Ennes*<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 no m\u00ednimo intrigante saber que o Brasil tem o maior n\u00edvel de \u00e1gua para consumo no mundo (12%) em meio a tantos alertas e not\u00edcias sobre uma poss\u00edvel falta de \u00e1gua na pr\u00f3xima temporada de ver\u00e3o em Florian\u00f3polis, a exemplo do que ocorreu ano passado.<\/p>\n<p>Os picos de consumo e a falta de chuva contribuem para a escassez, certamente. E isso nos obriga a colocar em pr\u00e1tica a\u00e7\u00f5es efetivas e que n\u00e3o dependam dos recursos naturais ou do comportamento humano.<\/p>\n<p>Os maiores problemas est\u00e3o no mau uso da \u00e1gua e no baixo \u00edndice de tratamento de esgotos sanit\u00e1rios e at\u00e9 mesmo o industrial, o que degrada a mata ciliar e prejudica os rios, nossa principal fonte de \u00e1gua.<\/p>\n<p>Destaque para o problema que S\u00e3o Paulo vem enfrentando. Para que n\u00e3o haja riscos \u00e0 natureza, \u00e9 preciso que, antes de ser despejado nos rios, o esgoto seja tratado por empresas especializadas com boas esta\u00e7\u00f5es de tratamento.<\/p>\n<p>Santa Catarina, por exemplo, tem a \u00fanica Esta\u00e7\u00e3o de Tratamento de Efluentes (ETE) do Brasil que utiliza a tecnologia de po\u00e7o profundo, tamb\u00e9m chamada de deep shaft. \u00c9 uma t\u00e9cnica muito comum no Jap\u00e3o, em pa\u00edses que precisam reutilizar a \u00e1gua e quando o tratamento \u00e9 feito perto dos centros urbanos. Esta esta\u00e7\u00e3o de tratamento fica em Brusque e \u00e9 administrada pela RIOVIVO Engenharia Ambiental.<\/p>\n<p>Atualmente, apenas 40% do esgoto gerado nas cidades recebe tratamento. O tratamento de efluentes \u00e9 essencial para a preserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente. A terceiriza\u00e7\u00e3o possibilita que pequenas empresas, principalmente, estejam de acordo com as leis ambientais e garante a redu\u00e7\u00e3o da informalidade no setor.<\/p>\n<p>A\u00e7\u00f5es de curto, m\u00e9dio e longo prazo, como consumo consciente, investimentos no tratamento, reutiliza\u00e7\u00e3o e destino adequado para os efluentes s\u00e3o a chave para que este recurso t\u00e3o precioso e t\u00e3o escasso n\u00e3o nos falte, como j\u00e1 est\u00e1 acontecendo no Sudeste e como j\u00e1 aconteceu no ver\u00e3o passado.<\/p>\n<p><strong>*Guilherme Ennes \u00e9 diretor da RIOVIVO Ambiental<\/strong><\/p>\n<p>The post \u00c1gua: para n\u00e3o faltar, \u00e9 preciso tratar appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/agua-para-nao-faltar-e-preciso-tratar\/\" class=\"colorbox\" title=\"\u00c1gua: para n\u00e3o faltar, \u00e9 preciso tratar\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Guilherme Ennes_v\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/Guilherme-Ennes_v.jpg\"><\/div>\n<p><strong>Por Guilherme Ennes*<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 no m\u00ednimo intrigante saber que o Brasil tem o maior n\u00edvel de \u00e1gua para consumo no mundo (12%) em meio a tantos alertas e not\u00edcias sobre uma poss\u00edvel falta de \u00e1gua na pr\u00f3xima temporada de ver\u00e3o em Florian\u00f3polis, a exemplo do que ocorreu ano passado.<\/p>\n<p>Os picos de consumo e a falta de chuva contribuem para a escassez, certamente. E isso nos obriga a colocar em pr\u00e1tica a\u00e7\u00f5es efetivas e que n\u00e3o dependam dos recursos naturais ou do comportamento humano.<\/p>\n<p>Os maiores problemas est\u00e3o no mau uso da \u00e1gua e no baixo \u00edndice de tratamento de esgotos sanit\u00e1rios e at\u00e9 mesmo o industrial, o que degrada a mata ciliar e prejudica os rios, nossa principal fonte de \u00e1gua.<\/p>\n<p>Destaque para o problema que S\u00e3o Paulo vem enfrentando. Para que n\u00e3o haja riscos \u00e0 natureza, \u00e9 preciso que, antes de ser despejado nos rios, o esgoto seja tratado por empresas especializadas com boas esta\u00e7\u00f5es de tratamento.<\/p>\n<p>Santa Catarina, por exemplo, tem a \u00fanica Esta\u00e7\u00e3o de Tratamento de Efluentes (ETE) do Brasil que utiliza a tecnologia de po\u00e7o profundo, tamb\u00e9m chamada de deep shaft. \u00c9 uma t\u00e9cnica muito comum no Jap\u00e3o, em pa\u00edses que precisam reutilizar a \u00e1gua e quando o tratamento \u00e9 feito perto dos centros urbanos. Esta esta\u00e7\u00e3o de tratamento fica em Brusque e \u00e9 administrada pela RIOVIVO Engenharia Ambiental.<\/p>\n<p>Atualmente, apenas 40% do esgoto gerado nas cidades recebe tratamento. O tratamento de efluentes \u00e9 essencial para a preserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente. A terceiriza\u00e7\u00e3o possibilita que pequenas empresas, principalmente, estejam de acordo com as leis ambientais e garante a redu\u00e7\u00e3o da informalidade no setor.<\/p>\n<p>A\u00e7\u00f5es de curto, m\u00e9dio e longo prazo, como consumo consciente, investimentos no tratamento, reutiliza\u00e7\u00e3o e destino adequado para os efluentes s\u00e3o a chave para que este recurso t\u00e3o precioso e t\u00e3o escasso n\u00e3o nos falte, como j\u00e1 est\u00e1 acontecendo no Sudeste e como j\u00e1 aconteceu no ver\u00e3o passado.<\/p>\n<p><strong>*Guilherme Ennes \u00e9 diretor da RIOVIVO Ambiental<\/strong><\/p>\n<p>The post \u00c1gua: para n\u00e3o faltar, \u00e9 preciso tratar appeared first on Economia SC.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-5237","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","no-post-thumbnail"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5237","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5237"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5237\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5237"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5237"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5237"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}