{"id":5172,"date":"2014-12-15T19:49:00","date_gmt":"2014-12-15T19:49:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/fiesc-avalia-2014-com-queda-na-producao-industrial\/"},"modified":"2014-12-15T19:49:00","modified_gmt":"2014-12-15T19:49:00","slug":"fiesc-avalia-2014-com-queda-na-producao-industrial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/fiesc-avalia-2014-com-queda-na-producao-industrial\/","title":{"rendered":"Fiesc avalia 2014 com queda na produ\u00e7\u00e3o industrial"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Presidente da Fiesc, Glauco Jos\u00e9 C\u00f4rte, faz avalia\u00e7\u00e3o da industria catarinense em 2014. Foto: Marcelo Passamai\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/Fiesc_Glauco_2014-300x225.jpg\"><\/div>\n<p>Presidente da Fiesc, Glauco Jos\u00e9 C\u00f4rte, faz avalia\u00e7\u00e3o da industria catarinense em 2014. Foto: Marcelo Passamai<\/p>\n<p><strong>Marcelo Passamai<\/strong><\/p>\n<p>Em 2014 a ind\u00fastria catarinense teve um decl\u00ednio de 1,9% na sua produ\u00e7\u00e3o. O consolo \u00e9 que ficou abaixo da m\u00e9dia nacional, que foi de 3,0%. A informa\u00e7\u00e3o foi passada nessa segunda-feira, dia 15, pelo presidente da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Santa Catarina (Fiesc), Glauco Jos\u00e9 C\u00f4rte. Al\u00e9m disso, o Estado liderou nacionalmente a gera\u00e7\u00e3o de empregos. Para 2015, o presidente n\u00e3o desejou fazer uma previs\u00e3o. \u201cSabemos que Santa Catarina vai crescer no pr\u00f3ximo ano. Dizer quanto \u00e9 dif\u00edcil. A secretaria estadual da Fazenda \u00e9 de 2,8%\u201d, completou.<\/p>\n<p>Glauco destacou como melhor \u00edndice catarinense foi a de gera\u00e7\u00e3o de empregos. Segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregado (Caged), do Minist\u00e9rio do Trabalho, at\u00e9 outubro foram abertos, em Santa Catarina, 27.791 postos de trabalho, mais da metade dos 46.981 gerados no Pa\u00eds. Em segundo lugar aparece Goi\u00e1s, com 13.943 novas vagas. Segundo Glauco, a principal atividade geradora de emprego foram as chamadas ind\u00fastrias de transforma\u00e7\u00e3o, onde a constru\u00e7\u00e3o civil est\u00e1 inclu\u00edda.<\/p>\n<p>Desempenho econ\u00f4mico em 2014 \u2013 Santa Catarina e Brasi<\/p>\n<p>A queda catarinense de 1,9% da produ\u00e7\u00e3o industrial, em rela\u00e7\u00e3o aos outros Estados da regi\u00e3o Sul, \u00e9 consideravelmente menor. O Paran\u00e1 teve a maior queda, de 6,1% e o Rio Grande do Sul de 3,0%. O presidente da Fiesc considerou as causas de decl\u00ednio de desempenho nesses dois Estados maior que em Santa Catarina seja por causa, principalmente da queda da produ\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria automobil\u00edstica.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Comportamento do emprego em SC\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/FIesc_quadro_3-300x180.jpg\" width=\"300\" height=\"180\"><\/p>\n<p>Comportamento do emprego em SC<\/p>\n<p>Dados apresentados na entrevista destacam a trajet\u00f3ria ascendente da taxa b\u00e1sica de juros da economia, a Selic, que passou de 7,25% a.a. em mar\u00e7o de 2013, para 11,75% a.a. em dezembro de 2014. A infla\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m esteve em alta no ano, com IPCA dos \u00faltimos 12 meses acumulando 6,55% em novembro, ainda acima do teto da meta do governo. Neste cen\u00e1rio, a confian\u00e7a do industrial brasileiro, medida pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI), chegou em novembro ao nono m\u00eas seguido abaixo dos cinquenta pontos, o que indica pessimismo com o ambiente econ\u00f4mico. Em Santa Catarina, as ind\u00fastrias tamb\u00e9m foram impactadas com aumento de 22,4% na tarifa de energia, aplicado desde agosto. Para reverter este quadro, C\u00f4rte defende uma mudan\u00e7a de mentalidade no governo. \u201cN\u00e3o \u00e9 suficiente termos um bom ministro da Fazenda, n\u00f3s temos que ter um governo que, de fato, olhe a produ\u00e7\u00e3o como um requisito indispens\u00e1vel para o crescimento do Pa\u00eds, trabalhando pela melhoria da produtividade e da competitividade do setor industrial\u201d, defendeu C\u00f4rte.<\/p>\n<p>Sobre o comportamento do com\u00e9rcio, Santa Catarina sofreu tamb\u00e9m com a infla\u00e7\u00e3o, que inibiu o crescimento do consumo. No entanto, alguns subsetores conseguiram manter um \u00edndice positivo, elevando a m\u00e9dia total para 1,3% positivo, para uma m\u00e9dia nacional de 1,5% negativa. Os subsetores que mais perderam o consumo foram hipermercados e supermercados (-6,4%), livros, jornais, revistas e papelaria (-7,6%). Os que mais cresceram foram eletrodom\u00e9sticos (8,3%) e outros artigos de uso pessoal e dom\u00e9stico 11,1%).<\/p>\n<p><b>Freio na produ\u00e7\u00e3o &#8211;<\/b> A associa\u00e7\u00e3o dos fabricantes de m\u00e1quinas e equipamentos, a Abimaq, estima queda de 15% no consumo destes produtos, normalmente associados ao investimento em produ\u00e7\u00e3o. A redu\u00e7\u00e3o da atividade tamb\u00e9m \u00e9 apontada pela Anfavea, que contabiliza redu\u00e7\u00e3o de 18% na fabrica\u00e7\u00e3o de autom\u00f3veis no ano. Em Santa Catarina, as ind\u00fastrias de metalurgia e autope\u00e7as, tradicionais fornecedoras das montadoras de autom\u00f3veis, frearam suas atividades em 10,6% e 3,7%, respectivamente.<\/p>\n<p>Por outro lado, os setores ligados \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o conseguiram incrementar a atividade. Se destacaram as vendas de soja, com alta de 73%, principalmente para a China, de madeira (+46%), principalmente para os EUA, e de su\u00ednos (+37%), para os EUA e M\u00e9xico, que sofreram com doen\u00e7a em suas cria\u00e7\u00f5es, e para a R\u00fassia, que direcionou suas compras para o Brasil ap\u00f3s a crise diplom\u00e1tica com a Europa, causada pela quest\u00e3o da Ucr\u00e2nia. Este desempenho leva ao aumento de 4% nos embarques realizados nos portos de Santa Catarina at\u00e9 novembro, enquanto a exporta\u00e7\u00e3o brasileira recua 6%.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Mercados das exporta\u00e7\u00f5es catarinenses\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/FIesc_quadro_5-300x180.jpg\" width=\"300\" height=\"180\"><\/p>\n<p>Mercados das exporta\u00e7\u00f5es catarinenses<\/p>\n<p>Por fim, Glauco Jos\u00e9 C\u00f4rte disse que o investimento estipulado pelas ind\u00fastrias catarinenses para 2014 diminuiu. Ele n\u00e3o soube dar precisamente o total que deixou de ser investido, mas afirmou que de nove ind\u00fastrias pesquisas, sete reduziram seus investimentos. \u201cNo ano que vem teremos um primeiro semestre duro, mas a tend\u00eancia \u00e9 que, paulatinamente, tenhamos um segundo semestre melhor, preparando o Pa\u00eds para um novo ritmo de crescimento em 2016\u201d, afirmou C\u00f4rte.<\/p>\n<p>The post Fiesc avalia 2014 com queda na produ\u00e7\u00e3o industrial appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/fiesc-avalia-2014-com-queda-na-producao-industrial\/\" class=\"colorbox\" title=\"Fiesc avalia 2014 com queda na produ\u00e7\u00e3o industrial\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Presidente da Fiesc, Glauco Jos\u00e9 C\u00f4rte, faz avalia\u00e7\u00e3o da industria catarinense em 2014. Foto: Marcelo Passamai\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/Fiesc_Glauco_2014-300x225.jpg\"><\/div>\n<p>Presidente da Fiesc, Glauco Jos\u00e9 C\u00f4rte, faz avalia\u00e7\u00e3o da industria catarinense em 2014. Foto: Marcelo Passamai<\/p>\n<p><strong>Marcelo Passamai<\/strong><\/p>\n<p>Em 2014 a ind\u00fastria catarinense teve um decl\u00ednio de 1,9% na sua produ\u00e7\u00e3o. O consolo \u00e9 que ficou abaixo da m\u00e9dia nacional, que foi de 3,0%. A informa\u00e7\u00e3o foi passada nessa segunda-feira, dia 15, pelo presidente da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Santa Catarina (Fiesc), Glauco Jos\u00e9 C\u00f4rte. Al\u00e9m disso, o Estado liderou nacionalmente a gera\u00e7\u00e3o de empregos. Para 2015, o presidente n\u00e3o desejou fazer uma previs\u00e3o. \u201cSabemos que Santa Catarina vai crescer no pr\u00f3ximo ano. Dizer quanto \u00e9 dif\u00edcil. A secretaria estadual da Fazenda \u00e9 de 2,8%\u201d, completou.<\/p>\n<p>Glauco destacou como melhor \u00edndice catarinense foi a de gera\u00e7\u00e3o de empregos. Segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregado (Caged), do Minist\u00e9rio do Trabalho, at\u00e9 outubro foram abertos, em Santa Catarina, 27.791 postos de trabalho, mais da metade dos 46.981 gerados no Pa\u00eds. Em segundo lugar aparece Goi\u00e1s, com 13.943 novas vagas. Segundo Glauco, a principal atividade geradora de emprego foram as chamadas ind\u00fastrias de transforma\u00e7\u00e3o, onde a constru\u00e7\u00e3o civil est\u00e1 inclu\u00edda.<\/p>\n<p>Desempenho econ\u00f4mico em 2014 \u2013 Santa Catarina e Brasi<\/p>\n<p>A queda catarinense de 1,9% da produ\u00e7\u00e3o industrial, em rela\u00e7\u00e3o aos outros Estados da regi\u00e3o Sul, \u00e9 consideravelmente menor. O Paran\u00e1 teve a maior queda, de 6,1% e o Rio Grande do Sul de 3,0%. O presidente da Fiesc considerou as causas de decl\u00ednio de desempenho nesses dois Estados maior que em Santa Catarina seja por causa, principalmente da queda da produ\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria automobil\u00edstica.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Comportamento do emprego em SC\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/FIesc_quadro_3-300x180.jpg\" width=\"300\" height=\"180\"><\/p>\n<p>Comportamento do emprego em SC<\/p>\n<p>Dados apresentados na entrevista destacam a trajet\u00f3ria ascendente da taxa b\u00e1sica de juros da economia, a Selic, que passou de 7,25% a.a. em mar\u00e7o de 2013, para 11,75% a.a. em dezembro de 2014. A infla\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m esteve em alta no ano, com IPCA dos \u00faltimos 12 meses acumulando 6,55% em novembro, ainda acima do teto da meta do governo. Neste cen\u00e1rio, a confian\u00e7a do industrial brasileiro, medida pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI), chegou em novembro ao nono m\u00eas seguido abaixo dos cinquenta pontos, o que indica pessimismo com o ambiente econ\u00f4mico. Em Santa Catarina, as ind\u00fastrias tamb\u00e9m foram impactadas com aumento de 22,4% na tarifa de energia, aplicado desde agosto. Para reverter este quadro, C\u00f4rte defende uma mudan\u00e7a de mentalidade no governo. \u201cN\u00e3o \u00e9 suficiente termos um bom ministro da Fazenda, n\u00f3s temos que ter um governo que, de fato, olhe a produ\u00e7\u00e3o como um requisito indispens\u00e1vel para o crescimento do Pa\u00eds, trabalhando pela melhoria da produtividade e da competitividade do setor industrial\u201d, defendeu C\u00f4rte.<\/p>\n<p>Sobre o comportamento do com\u00e9rcio, Santa Catarina sofreu tamb\u00e9m com a infla\u00e7\u00e3o, que inibiu o crescimento do consumo. No entanto, alguns subsetores conseguiram manter um \u00edndice positivo, elevando a m\u00e9dia total para 1,3% positivo, para uma m\u00e9dia nacional de 1,5% negativa. Os subsetores que mais perderam o consumo foram hipermercados e supermercados (-6,4%), livros, jornais, revistas e papelaria (-7,6%). Os que mais cresceram foram eletrodom\u00e9sticos (8,3%) e outros artigos de uso pessoal e dom\u00e9stico 11,1%).<\/p>\n<p><b>Freio na produ\u00e7\u00e3o &#8211;<\/b> A associa\u00e7\u00e3o dos fabricantes de m\u00e1quinas e equipamentos, a Abimaq, estima queda de 15% no consumo destes produtos, normalmente associados ao investimento em produ\u00e7\u00e3o. A redu\u00e7\u00e3o da atividade tamb\u00e9m \u00e9 apontada pela Anfavea, que contabiliza redu\u00e7\u00e3o de 18% na fabrica\u00e7\u00e3o de autom\u00f3veis no ano. Em Santa Catarina, as ind\u00fastrias de metalurgia e autope\u00e7as, tradicionais fornecedoras das montadoras de autom\u00f3veis, frearam suas atividades em 10,6% e 3,7%, respectivamente.<\/p>\n<p>Por outro lado, os setores ligados \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o conseguiram incrementar a atividade. Se destacaram as vendas de soja, com alta de 73%, principalmente para a China, de madeira (+46%), principalmente para os EUA, e de su\u00ednos (+37%), para os EUA e M\u00e9xico, que sofreram com doen\u00e7a em suas cria\u00e7\u00f5es, e para a R\u00fassia, que direcionou suas compras para o Brasil ap\u00f3s a crise diplom\u00e1tica com a Europa, causada pela quest\u00e3o da Ucr\u00e2nia. Este desempenho leva ao aumento de 4% nos embarques realizados nos portos de Santa Catarina at\u00e9 novembro, enquanto a exporta\u00e7\u00e3o brasileira recua 6%.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"Mercados das exporta\u00e7\u00f5es catarinenses\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/FIesc_quadro_5-300x180.jpg\" width=\"300\" height=\"180\"><\/p>\n<p>Mercados das exporta\u00e7\u00f5es catarinenses<\/p>\n<p>Por fim, Glauco Jos\u00e9 C\u00f4rte disse que o investimento estipulado pelas ind\u00fastrias catarinenses para 2014 diminuiu. Ele n\u00e3o soube dar precisamente o total que deixou de ser investido, mas afirmou que de nove ind\u00fastrias pesquisas, sete reduziram seus investimentos. \u201cNo ano que vem teremos um primeiro semestre duro, mas a tend\u00eancia \u00e9 que, paulatinamente, tenhamos um segundo semestre melhor, preparando o Pa\u00eds para um novo ritmo de crescimento em 2016\u201d, afirmou C\u00f4rte.<\/p>\n<p>The post Fiesc avalia 2014 com queda na produ\u00e7\u00e3o industrial appeared first on Economia SC.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-5172","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","no-post-thumbnail"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5172","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5172"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5172\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5172"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5172"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5172"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}