{"id":5149,"date":"2014-12-12T12:34:00","date_gmt":"2014-12-12T12:34:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/empresas-de-alto-crescimento-preferem-o-nordeste\/"},"modified":"2014-12-12T12:34:00","modified_gmt":"2014-12-12T12:34:00","slug":"empresas-de-alto-crescimento-preferem-o-nordeste","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/empresas-de-alto-crescimento-preferem-o-nordeste\/","title":{"rendered":"Empresas de alto crescimento preferem o Nordeste"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Pesquisa do IBGE mostra a diferen\u00e7a de crescimento das empresas por regi\u00f5es. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/emp-2-300x207.jpg\"><\/div>\n<p>Pesquisa do IBGE mostra a diferen\u00e7a de crescimento das empresas por regi\u00f5es. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>A concentra\u00e7\u00e3o regional de empresas de alto crescimento \u00e9 maior nas regi\u00f5es Norte e Nordeste. Do total de empresas do Nordeste, 11,4% s\u00e3o de alto crescimento, respons\u00e1veis por 21,7% do pessoal ocupado, propor\u00e7\u00e3o que cai para 10% das empresas e 15,1% do pessoal na Regi\u00e3o Sul. Os estados com as maiores propor\u00e7\u00f5es de empresas de alto crescimento s\u00e3o Maranh\u00e3o (13,4%), Roraima (12,5%) e Cear\u00e1 (12,4%), enquanto a menor propor\u00e7\u00e3o est\u00e1 em Minas Gerais, com 9,3%.<\/p>\n<p>Os dados est\u00e3o no estudo Estat\u00edstica de Empreendedorismo 2012, divulgado hoje (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). Empresa de alto crescimento \u00e9 aquela que tem a partir de dez pessoas assalariadas e apresenta crescimento de pelo menos 20% no quadro de pessoal por um per\u00edodo de tr\u00eas anos. O instituto analisou dados do Cadastro Central de Empresas (Cempre) e pesquisas estruturais do IBGE nas \u00e1reas de ind\u00fastria, com\u00e9rcio, servi\u00e7os e constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O IBGE destaca que entraram na an\u00e1lise os dados do tri\u00eanio 2010, 2011 e 2012, portanto posteriores \u00e0 crise econ\u00f4mica global de 2008 e 2009 e que, no per\u00edodo avaliado, o empreendedorismo como promotor do crescimento econ\u00f4mico ganhou destaque, pois \u201c\u00e9 um instrumento importante no aumento da produtividade, competitividade e gera\u00e7\u00e3o de postos de trabalho\u201d.<\/p>\n<p>No per\u00edodo analisado, o crescimento de pa\u00edses em desenvolvimento recuou de 7,5% para 5,1%, com redu\u00e7\u00e3o do crescimento real do com\u00e9rcio internacional de bens e servi\u00e7os de 12,8% para 2,8%.<\/p>\n<p>No Brasil, a constru\u00e7\u00e3o cresceu 11,6% em 2010, 3,6% em 2011 e 1,4% em 2012. Por outro lado, a ind\u00fastria, que teve queda de 5,6% em 2009, cresceu 10,4% em 2010 e 1,6% em 2011, mas voltou a cair 0,8% em 2012. O com\u00e9rcio teve crescimento de 10,9%, 3,4% e 0,9%, respectivamente; e o setor de servi\u00e7os cresceu 5,5%, depois 3,4% e 1,9% no \u00faltimo ano analisado.<\/p>\n<p>A infla\u00e7\u00e3o oficial, medida pelo \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA) se manteve dentro do limite da meta do governo, com 6,5%, 5,9% e 6,5%; e o desemprego caiu no per\u00edodo, chegando ao n\u00edvel mais baixo da hist\u00f3ria em 2012, com 5,5%, acompanhado por um movimento de formaliza\u00e7\u00e3o do emprego e qualifica\u00e7\u00e3o da m\u00e3o de obra, aumentando o percentual de 15 anos ou mais de estudo \u2013 o que equivale ao curso superior completo \u2013 de 6,9% em 2008 para 8,1% em 2011.<\/p>\n<p>Em 2012, o Brasil tinha 4,6 milh\u00f5es de empresas ativas, respons\u00e1veis pela ocupa\u00e7\u00e3o de 40,7 milh\u00f5es de pessoas, sendo 83,4% na condi\u00e7\u00e3o de assalariado e 16,6% como s\u00f3cio ou propriet\u00e1rio. No recorte de empresas com uma ou mais pessoas assalariadas, o n\u00famero alcan\u00e7a 2,3 milh\u00f5es, enquanto, com rela\u00e7\u00e3o \u00e0quelas com pelo menos dez pessoas assalariadas, o Brasil tinha em 2012 465 mil empresas, o que corresponde a 10,1% do total.<\/p>\n<p>Enquanto o n\u00famero total de empresas no pa\u00eds cresceu 13% entre 2008 e 2012, a remunera\u00e7\u00e3o m\u00e9dia passou de 3,1 sal\u00e1rios m\u00ednimos em 2008 para 2,8 em 2012, com um total de R$ 756,6 bilh\u00f5es. Em 2008, o sal\u00e1rio m\u00ednimo era R$ 415 e em 2012 chegou a R$ 622.<\/p>\n<p>Considerando apenas as empresas de alto crescimento, elas eram 35.206 em 2012 e empregavam 5,3 milh\u00f5es de pessoas, com um montante de R$ 108,8 bilh\u00f5es pagos em remunera\u00e7\u00f5es. Na compara\u00e7\u00e3o com 2011, houve crescimento de 2% no n\u00famero de empresas, de 5% no pessoal ocupado e de 14% nos sal\u00e1rios e remunera\u00e7\u00f5es. Entre 2009 e 2012, essas empresas geraram 3,3 milh\u00f5es de postos de trabalho, o que representa 58,3% do total criado por empresas com dez assalariados ou mais no pa\u00eds, percentual maior do que o apresentado no tri\u00eanio anterior, quando o n\u00famero chegou a 56%. Considerando apenas as empresas de alto crescimento, o aumento no n\u00famero de postos de trabalho alcan\u00e7ou 167,8% no per\u00edodo analisado.<\/p>\n<p>The post Empresas de alto crescimento preferem o Nordeste appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/empresas-de-alto-crescimento-preferem-o-nordeste\/\" class=\"colorbox\" title=\"Empresas de alto crescimento preferem o Nordeste\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Pesquisa do IBGE mostra a diferen\u00e7a de crescimento das empresas por regi\u00f5es. 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Empresa de alto crescimento \u00e9 aquela que tem a partir de dez pessoas assalariadas e apresenta crescimento de pelo menos 20% no quadro de pessoal por um per\u00edodo de tr\u00eas anos. O instituto analisou dados do Cadastro Central de Empresas (Cempre) e pesquisas estruturais do IBGE nas \u00e1reas de ind\u00fastria, com\u00e9rcio, servi\u00e7os e constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O IBGE destaca que entraram na an\u00e1lise os dados do tri\u00eanio 2010, 2011 e 2012, portanto posteriores \u00e0 crise econ\u00f4mica global de 2008 e 2009 e que, no per\u00edodo avaliado, o empreendedorismo como promotor do crescimento econ\u00f4mico ganhou destaque, pois \u201c\u00e9 um instrumento importante no aumento da produtividade, competitividade e gera\u00e7\u00e3o de postos de trabalho\u201d.<\/p>\n<p>No per\u00edodo analisado, o crescimento de pa\u00edses em desenvolvimento recuou de 7,5% para 5,1%, com redu\u00e7\u00e3o do crescimento real do com\u00e9rcio internacional de bens e servi\u00e7os de 12,8% para 2,8%.<\/p>\n<p>No Brasil, a constru\u00e7\u00e3o cresceu 11,6% em 2010, 3,6% em 2011 e 1,4% em 2012. Por outro lado, a ind\u00fastria, que teve queda de 5,6% em 2009, cresceu 10,4% em 2010 e 1,6% em 2011, mas voltou a cair 0,8% em 2012. O com\u00e9rcio teve crescimento de 10,9%, 3,4% e 0,9%, respectivamente; e o setor de servi\u00e7os cresceu 5,5%, depois 3,4% e 1,9% no \u00faltimo ano analisado.<\/p>\n<p>A infla\u00e7\u00e3o oficial, medida pelo \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA) se manteve dentro do limite da meta do governo, com 6,5%, 5,9% e 6,5%; e o desemprego caiu no per\u00edodo, chegando ao n\u00edvel mais baixo da hist\u00f3ria em 2012, com 5,5%, acompanhado por um movimento de formaliza\u00e7\u00e3o do emprego e qualifica\u00e7\u00e3o da m\u00e3o de obra, aumentando o percentual de 15 anos ou mais de estudo \u2013 o que equivale ao curso superior completo \u2013 de 6,9% em 2008 para 8,1% em 2011.<\/p>\n<p>Em 2012, o Brasil tinha 4,6 milh\u00f5es de empresas ativas, respons\u00e1veis pela ocupa\u00e7\u00e3o de 40,7 milh\u00f5es de pessoas, sendo 83,4% na condi\u00e7\u00e3o de assalariado e 16,6% como s\u00f3cio ou propriet\u00e1rio. No recorte de empresas com uma ou mais pessoas assalariadas, o n\u00famero alcan\u00e7a 2,3 milh\u00f5es, enquanto, com rela\u00e7\u00e3o \u00e0quelas com pelo menos dez pessoas assalariadas, o Brasil tinha em 2012 465 mil empresas, o que corresponde a 10,1% do total.<\/p>\n<p>Enquanto o n\u00famero total de empresas no pa\u00eds cresceu 13% entre 2008 e 2012, a remunera\u00e7\u00e3o m\u00e9dia passou de 3,1 sal\u00e1rios m\u00ednimos em 2008 para 2,8 em 2012, com um total de R$ 756,6 bilh\u00f5es. Em 2008, o sal\u00e1rio m\u00ednimo era R$ 415 e em 2012 chegou a R$ 622.<\/p>\n<p>Considerando apenas as empresas de alto crescimento, elas eram 35.206 em 2012 e empregavam 5,3 milh\u00f5es de pessoas, com um montante de R$ 108,8 bilh\u00f5es pagos em remunera\u00e7\u00f5es. Na compara\u00e7\u00e3o com 2011, houve crescimento de 2% no n\u00famero de empresas, de 5% no pessoal ocupado e de 14% nos sal\u00e1rios e remunera\u00e7\u00f5es. Entre 2009 e 2012, essas empresas geraram 3,3 milh\u00f5es de postos de trabalho, o que representa 58,3% do total criado por empresas com dez assalariados ou mais no pa\u00eds, percentual maior do que o apresentado no tri\u00eanio anterior, quando o n\u00famero chegou a 56%. Considerando apenas as empresas de alto crescimento, o aumento no n\u00famero de postos de trabalho alcan\u00e7ou 167,8% no per\u00edodo analisado.<\/p>\n<p>The post Empresas de alto crescimento preferem o Nordeste appeared first on Economia SC.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-5149","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","no-post-thumbnail"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5149","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5149"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5149\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5149"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5149"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5149"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}