{"id":5135,"date":"2014-12-11T18:25:00","date_gmt":"2014-12-11T18:25:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/itajai-foi-a-cidade-que-mais-gerou-renda-em-sc\/"},"modified":"2014-12-11T18:25:00","modified_gmt":"2014-12-11T18:25:00","slug":"itajai-foi-a-cidade-que-mais-gerou-renda-em-sc","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/itajai-foi-a-cidade-que-mais-gerou-renda-em-sc\/","title":{"rendered":"Itaja\u00ed foi a cidade que mais gerou renda em SC"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Pesquisa Impar 2014 apontou o Porto de Itaja\u00ed e APM Terminals Itaja\u00ed como o porto mais importante de Santa Catarina. Foto: Ronaldo Silva Jr.\/ Divulga\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/porto-itaja%C3%AD_2-foto-Ronaldo-Silva-Jr-Assessoria-de-Imprensa-do-Porto-de-Itaja%C3%AD-300x200.jpg\"><\/div>\n<p>Pesquisa Impar 2014 apontou o Porto de Itaja\u00ed e APM Terminals Itaja\u00ed como o porto mais importante de Santa Catarina. Foto: Ronaldo Silva Jr.\/ Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Itaja\u00ed foi o primeiro munic\u00edpio que mais gerou renda em Santa Catarina em 2012, de acordo com o relat\u00f3rio \u201cProduto Interno Bruto dos Munic\u00edpios\u201d, divulgado nesta quinta-feira, dia 11, pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica), seguida de Joinville. O prefeito de Itaja\u00ed, Jandir Bellini, destaca a import\u00e2ncia da presen\u00e7a de empresas globais na cidade, como BRFoods e Colcci, e das exporta\u00e7\u00f5es que passam pelo Porto de Itaja\u00ed. Entre as capitais, Florian\u00f3polis foi a \u00fanica que n\u00e3o teve o melhor desempenho dentro do seu Estado. <\/p>\n<p>O baixo desempenho da ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o em 2012 foi o principal respons\u00e1vel pelas perdas de participa\u00e7\u00e3o no PIB brasileiro. A cidade de S\u00e3o Paulo passou de 11,6% para 11,4%, Manaus, de 1,2% para 1,1% e S\u00e3o Bernardo do Campo (SP), de 0,9% para 0,8%. Apesar disso, a capital paulista se manteve como o munic\u00edpio que gerou mais renda no pa\u00eds, seguido por Rio de Janeiro (com 5,0% do PIB nacional) e Bras\u00edlia (3,9%), ambos com perda de 0,1 ponto percentual em rela\u00e7\u00e3o a 2011.<\/p>\n<p align=\"justify\">A gera\u00e7\u00e3o de renda permaneceu concentrada em 2012, com 5,8% dos munic\u00edpios (324 dos 5.565) respondendo por 75% do PIB. Destes, seis capitais \u2013 S\u00e3o Paulo, Rio de Janeiro, Bras\u00edlia, Curitiba, Belo Horizonte e Manaus \u2013 correspondiam a 25% do PIB brasileiro. Entretanto, a participa\u00e7\u00e3o relativa do conjunto das capitais (33,4%)foi a menor de toda a s\u00e9rie hist\u00f3rica, iniciada em 1999.<\/p>\n<p align=\"justify\">Em cinco anos, a perda de participa\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo chega a 0,4 ponto percentual. Goi\u00e2nia (de 0,67% para 0,69%) e Aracaju (de 0,22% nos dois anos) subiram uma posi\u00e7\u00e3o no ranking das capitais, ultrapassando Vit\u00f3ria (de 0,68% para 0,65%) e Porto Velho (de 0,23% para 0,22%), respectivamente.<\/p>\n<p align=\"justify\">Em 2012, as regi\u00f5es Norte e Nordeste continuaram se caracterizando por uma depend\u00eancia dos estados em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s capitais, sendo a principal verificada no Amazonas: Manaus contribuiu com 77,7% do PIB estadual. A menor depend\u00eancia ocorreu em Santa Catarina, onde Florian\u00f3polis participava com 7,1% da gera\u00e7\u00e3o de renda estadual. Esta \u00e9 a \u00fanica capital fora da primeira posi\u00e7\u00e3o em seu estado. Itaja\u00ed (11,1%) ocupava a primeira posi\u00e7\u00e3o, seguido de Joinville (10,3%).<\/p>\n<p>Por outro lado, os pre\u00e7os da ind\u00fastria extrativa apresentaram crescimento significativo. Consequentemente, os munic\u00edpios cujas economias estavam vinculadas \u00e0s commodities minerais tiveram ganho de participa\u00e7\u00e3o superior ao daqueles com ind\u00fastria diversificada. Foi o caso de Campos dos Goytacazes, cuja participa\u00e7\u00e3o no PIB nacional passou de 0,9% em 2011 para 1,0% em 2012, Cabo Frio (de 0,23% para 0,28%), Rio das Ostras (de 0,22% para 0,26%), Maca\u00e9 (de 0,30% para 0,33%) \u2013 todos no Rio de Janeiro \u2013 e Presidente Kennedy (de 0,10% para 0,12%), no Esp\u00edrito Santo. Este \u00faltimo se manteve como o maior PIB per capita do pa\u00eds em 2012 (R$ 511.967,24), enquanto o menor foi Curralinho (R$ 2.720,32), no Par\u00e1.<\/p>\n<p align=\"justify\">O Produto Interno Bruto dos Munic\u00edpios 2012, projeto desenvolvido em parceria com os \u00f3rg\u00e3os estaduais de estat\u00edstica, secretarias estaduais e a Superintend\u00eancia da Zona Franca de Manaus (Suframa), traz informa\u00e7\u00f5es sobre a participa\u00e7\u00e3o dos munic\u00edpios no PIB nacional e de seus respectivos estados, PIB per capita, al\u00e9m de dados sobre os tr\u00eas grandes setores da atividade econ\u00f4mica (ind\u00fastria, agropecu\u00e1ria e servi\u00e7os). A pesquisa completa est\u00e1 dispon\u00edvel no link http:\/\/www.ibge.gov.br\/home\/estatistica\/economia\/pibmunicipios\/2012\/default.shtm.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>Gera\u00e7\u00e3o de renda <\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">Em 2012, os PIB de S\u00e3o Paulo, Rio de Janeiro, Bras\u00edlia, Curitiba, Belo Horizonte e Manaus correspondiam a aproximadamente 25,0% de toda a gera\u00e7\u00e3o de renda do pa\u00eds. Juntas, estas capitais concentravam 13,6% da popula\u00e7\u00e3o. Agregando a renda de 57 munic\u00edpios, alcan\u00e7ava-se cerca de metade do PIB nacional e 31,4% da popula\u00e7\u00e3o. Os 1.334 munic\u00edpios com menor participa\u00e7\u00e3o no PIB responderam por 1,0% da gera\u00e7\u00e3o de renda, agregando 3,3% da popula\u00e7\u00e3o. Entre eles, estavam 75,9% dos munic\u00edpios do Piau\u00ed, 61,4% dos munic\u00edpios da Para\u00edba, 53,2% dos munic\u00edpios do Tocantins e 50,9% dos munic\u00edpios do Rio Grande do Norte.<\/p>\n<p align=\"justify\">Excluindo-se as capitais, 11 munic\u00edpios destacaram-se por gerarem individualmente mais de 0,5% do PIB, agregando 8,7% da renda do pa\u00eds. Todos tinham grande integra\u00e7\u00e3o entre a ind\u00fastria e os servi\u00e7os e eram Campos dos Goytacazes (RJ), 1,0%; Guarulhos (SP), 1,0%; Campinas (SP), 1,0%; Osasco (SP), 0,9%; Santos (SP), 0,9%; S\u00e3o Bernardo do Campo (SP), 0,8%; Barueri (SP), 0,8%; Betim (MG), 0,6%; S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos (SP), 0,6%; Duque de Caxias (RJ), 0,6%, e Jundia\u00ed (SP), 0,5%.<\/p>\n<\/p>\n<p>The post Itaja\u00ed foi a cidade que mais gerou renda em SC appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/itajai-foi-a-cidade-que-mais-gerou-renda-em-sc\/\" class=\"colorbox\" title=\"Itaja\u00ed foi a cidade que mais gerou renda em SC\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Pesquisa Impar 2014 apontou o Porto de Itaja\u00ed e APM Terminals Itaja\u00ed como o porto mais importante de Santa Catarina. 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Entre as capitais, Florian\u00f3polis foi a \u00fanica que n\u00e3o teve o melhor desempenho dentro do seu Estado. <\/p>\n<p>O baixo desempenho da ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o em 2012 foi o principal respons\u00e1vel pelas perdas de participa\u00e7\u00e3o no PIB brasileiro. A cidade de S\u00e3o Paulo passou de 11,6% para 11,4%, Manaus, de 1,2% para 1,1% e S\u00e3o Bernardo do Campo (SP), de 0,9% para 0,8%. Apesar disso, a capital paulista se manteve como o munic\u00edpio que gerou mais renda no pa\u00eds, seguido por Rio de Janeiro (com 5,0% do PIB nacional) e Bras\u00edlia (3,9%), ambos com perda de 0,1 ponto percentual em rela\u00e7\u00e3o a 2011.<\/p>\n<p align=\"justify\">A gera\u00e7\u00e3o de renda permaneceu concentrada em 2012, com 5,8% dos munic\u00edpios (324 dos 5.565) respondendo por 75% do PIB. Destes, seis capitais \u2013 S\u00e3o Paulo, Rio de Janeiro, Bras\u00edlia, Curitiba, Belo Horizonte e Manaus \u2013 correspondiam a 25% do PIB brasileiro. Entretanto, a participa\u00e7\u00e3o relativa do conjunto das capitais (33,4%)foi a menor de toda a s\u00e9rie hist\u00f3rica, iniciada em 1999.<\/p>\n<p align=\"justify\">Em cinco anos, a perda de participa\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo chega a 0,4 ponto percentual. Goi\u00e2nia (de 0,67% para 0,69%) e Aracaju (de 0,22% nos dois anos) subiram uma posi\u00e7\u00e3o no ranking das capitais, ultrapassando Vit\u00f3ria (de 0,68% para 0,65%) e Porto Velho (de 0,23% para 0,22%), respectivamente.<\/p>\n<p align=\"justify\">Em 2012, as regi\u00f5es Norte e Nordeste continuaram se caracterizando por uma depend\u00eancia dos estados em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s capitais, sendo a principal verificada no Amazonas: Manaus contribuiu com 77,7% do PIB estadual. A menor depend\u00eancia ocorreu em Santa Catarina, onde Florian\u00f3polis participava com 7,1% da gera\u00e7\u00e3o de renda estadual. Esta \u00e9 a \u00fanica capital fora da primeira posi\u00e7\u00e3o em seu estado. Itaja\u00ed (11,1%) ocupava a primeira posi\u00e7\u00e3o, seguido de Joinville (10,3%).<\/p>\n<p>Por outro lado, os pre\u00e7os da ind\u00fastria extrativa apresentaram crescimento significativo. Consequentemente, os munic\u00edpios cujas economias estavam vinculadas \u00e0s commodities minerais tiveram ganho de participa\u00e7\u00e3o superior ao daqueles com ind\u00fastria diversificada. Foi o caso de Campos dos Goytacazes, cuja participa\u00e7\u00e3o no PIB nacional passou de 0,9% em 2011 para 1,0% em 2012, Cabo Frio (de 0,23% para 0,28%), Rio das Ostras (de 0,22% para 0,26%), Maca\u00e9 (de 0,30% para 0,33%) \u2013 todos no Rio de Janeiro \u2013 e Presidente Kennedy (de 0,10% para 0,12%), no Esp\u00edrito Santo. Este \u00faltimo se manteve como o maior PIB per capita do pa\u00eds em 2012 (R$ 511.967,24), enquanto o menor foi Curralinho (R$ 2.720,32), no Par\u00e1.<\/p>\n<p align=\"justify\">O Produto Interno Bruto dos Munic\u00edpios 2012, projeto desenvolvido em parceria com os \u00f3rg\u00e3os estaduais de estat\u00edstica, secretarias estaduais e a Superintend\u00eancia da Zona Franca de Manaus (Suframa), traz informa\u00e7\u00f5es sobre a participa\u00e7\u00e3o dos munic\u00edpios no PIB nacional e de seus respectivos estados, PIB per capita, al\u00e9m de dados sobre os tr\u00eas grandes setores da atividade econ\u00f4mica (ind\u00fastria, agropecu\u00e1ria e servi\u00e7os). A pesquisa completa est\u00e1 dispon\u00edvel no link http:\/\/www.ibge.gov.br\/home\/estatistica\/economia\/pibmunicipios\/2012\/default.shtm.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>Gera\u00e7\u00e3o de renda <\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">Em 2012, os PIB de S\u00e3o Paulo, Rio de Janeiro, Bras\u00edlia, Curitiba, Belo Horizonte e Manaus correspondiam a aproximadamente 25,0% de toda a gera\u00e7\u00e3o de renda do pa\u00eds. Juntas, estas capitais concentravam 13,6% da popula\u00e7\u00e3o. Agregando a renda de 57 munic\u00edpios, alcan\u00e7ava-se cerca de metade do PIB nacional e 31,4% da popula\u00e7\u00e3o. Os 1.334 munic\u00edpios com menor participa\u00e7\u00e3o no PIB responderam por 1,0% da gera\u00e7\u00e3o de renda, agregando 3,3% da popula\u00e7\u00e3o. Entre eles, estavam 75,9% dos munic\u00edpios do Piau\u00ed, 61,4% dos munic\u00edpios da Para\u00edba, 53,2% dos munic\u00edpios do Tocantins e 50,9% dos munic\u00edpios do Rio Grande do Norte.<\/p>\n<p align=\"justify\">Excluindo-se as capitais, 11 munic\u00edpios destacaram-se por gerarem individualmente mais de 0,5% do PIB, agregando 8,7% da renda do pa\u00eds. Todos tinham grande integra\u00e7\u00e3o entre a ind\u00fastria e os servi\u00e7os e eram Campos dos Goytacazes (RJ), 1,0%; Guarulhos (SP), 1,0%; Campinas (SP), 1,0%; Osasco (SP), 0,9%; Santos (SP), 0,9%; S\u00e3o Bernardo do Campo (SP), 0,8%; Barueri (SP), 0,8%; Betim (MG), 0,6%; S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos (SP), 0,6%; Duque de Caxias (RJ), 0,6%, e Jundia\u00ed (SP), 0,5%.<\/p>\n<\/p>\n<p>The post Itaja\u00ed foi a cidade que mais gerou renda em SC appeared first on Economia SC.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-5135","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","no-post-thumbnail"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5135","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5135"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5135\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5135"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5135"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5135"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}