{"id":5104,"date":"2014-12-09T20:24:00","date_gmt":"2014-12-09T20:24:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/estado-podera-continuar-protestando-dividas\/"},"modified":"2014-12-09T20:24:00","modified_gmt":"2014-12-09T20:24:00","slug":"estado-podera-continuar-protestando-dividas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/estado-podera-continuar-protestando-dividas\/","title":{"rendered":"Estado poder\u00e1 continuar protestando d\u00edvidas"},"content":{"rendered":"<p>O Tribunal de Justi\u00e7a (TJ) confirmou a legalidade do protesto em cart\u00f3rio dos devedores do Estado. Em vota\u00e7\u00e3o un\u00e2nime, o Grupo de C\u00e2maras de Direito P\u00fablico rejeitou pedido da Federa\u00e7\u00e3o das Associa\u00e7\u00f5es Empresariais de Santa Catarina para considerar ilegal a iniciativa de recupera\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos.<\/p>\n<p>A nova forma para cobrar os inadimplentes protestando em cart\u00f3rio, principalmente de ICMS, foi efetivada em outubro, pelo Decreto N\u00ba 2.429, assinado pelo governador Raimundo Colombo, e encontra respaldo na Lei Federal N\u00ba 12.767\/2012. A norma autoriza a Procuradoria Geral do Estado (PGE) a efetuar o protesto extrajudicial dos cr\u00e9ditos inscritos em d\u00edvida ativa.<\/p>\n<p>A entidade empresarial impetrou Mandado de Seguran\u00e7a Preventivo, com pedido de liminar, contra a medida. Alegou que a lei seria inconstitucional, j\u00e1 que o protesto levaria \u00e0 inscri\u00e7\u00e3o das empresas inadimplentes no Sistema de Prote\u00e7\u00e3o ao Cr\u00e9dito (SPC) e no Serasa.<\/p>\n<p>A Federa\u00e7\u00e3o sustentou ainda que a inscri\u00e7\u00e3o nos cadastros de prote\u00e7\u00e3o ao cr\u00e9dito implica em \u201cobst\u00e1culo ao exerc\u00edcio de atividade econ\u00f4mica, com manifesta viola\u00e7\u00e3o ao princ\u00edpio constitucional da livre iniciativa\u201d.<\/p>\n<p>Na contesta\u00e7\u00e3o, a PGE defendeu a legalidade do protesto em cart\u00f3rio, j\u00e1 que busca \u201cincorporar aos cofres p\u00fablicos, o mais rapidamente poss\u00edvel, os recursos necess\u00e1rios \u00e0 presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os p\u00fablicos essenciais \u00e0 popula\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, argumentou que a publicidade dos dados dos inadimplentes e a eventual perda de cr\u00e9dito por parte das empresas devedoras, n\u00e3o pode ser imputado ao Estado, mas \u00e0 pr\u00f3pria neglig\u00eancia dos estabelecimentos comerciais, que deixaram de pagar os tributos. Por isso, o protesto em cart\u00f3rio n\u00e3o pode ser considerado incompat\u00edvel com o princ\u00edpio constitucional da livre iniciativa, como alegou a entidade.<\/p>\n<p>The post <a class=\"colorbox\" rel=\"nofollow\" href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/estado-podera-continuar-protestando-dividas\/\">Estado poder\u00e1 continuar protestando d\u00edvidas<\/a> appeared first on <a class=\"colorbox\" rel=\"nofollow\" href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/\">Economia SC<\/a>.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/estado-podera-continuar-protestando-dividas\/\" class=\"colorbox\" title=\"Estado poder\u00e1 continuar protestando d\u00edvidas\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Tribunal de Justi\u00e7a (TJ) confirmou a legalidade do protesto em cart\u00f3rio dos devedores do Estado. 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Alegou que a lei seria inconstitucional, j\u00e1 que o protesto levaria \u00e0 inscri\u00e7\u00e3o das empresas inadimplentes no Sistema de Prote\u00e7\u00e3o ao Cr\u00e9dito (SPC) e no Serasa.<\/p>\n<p>A Federa\u00e7\u00e3o sustentou ainda que a inscri\u00e7\u00e3o nos cadastros de prote\u00e7\u00e3o ao cr\u00e9dito implica em \u201cobst\u00e1culo ao exerc\u00edcio de atividade econ\u00f4mica, com manifesta viola\u00e7\u00e3o ao princ\u00edpio constitucional da livre iniciativa\u201d.<\/p>\n<p>Na contesta\u00e7\u00e3o, a PGE defendeu a legalidade do protesto em cart\u00f3rio, j\u00e1 que busca \u201cincorporar aos cofres p\u00fablicos, o mais rapidamente poss\u00edvel, os recursos necess\u00e1rios \u00e0 presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os p\u00fablicos essenciais \u00e0 popula\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, argumentou que a publicidade dos dados dos inadimplentes e a eventual perda de cr\u00e9dito por parte das empresas devedoras, n\u00e3o pode ser imputado ao Estado, mas \u00e0 pr\u00f3pria neglig\u00eancia dos estabelecimentos comerciais, que deixaram de pagar os tributos. 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