{"id":5007,"date":"2014-12-02T18:01:00","date_gmt":"2014-12-02T18:01:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/setor-textil-de-sc-quer-ter-marca-propria\/"},"modified":"2014-12-02T18:01:00","modified_gmt":"2014-12-02T18:01:00","slug":"setor-textil-de-sc-quer-ter-marca-propria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/setor-textil-de-sc-quer-ter-marca-propria\/","title":{"rendered":"Setor t\u00eaxtil de SC quer ter marca pr\u00f3pria"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Reuni\u00e3o realizada em Blumenau busca o fortalecimento do associativismo. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Fiesc\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/fiesc_setor_textil_blumenau-300x200.jpg\"><\/div>\n<p>Reuni\u00e3o realizada em Blumenau busca o fortalecimento do associativismo. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Fiesc<\/p>\n<p>A cria\u00e7\u00e3o e o fortalecimento de uma marca que identifique o produto fabricado em Santa Catarina \u00e9 uma das principais metas estabelecidas pelos setores t\u00eaxtil e de confec\u00e7\u00e3o para o ano de 2022. Para atingir este objetivo, o setor apontou a necessidade de a\u00e7\u00f5es como a cria\u00e7\u00e3o de um fundo de marketing, o fortalecimento do associativismo e a cria\u00e7\u00e3o de observat\u00f3rios de mercado. Estas conclus\u00f5es est\u00e3o contidas na Rota Setorial de Crescimento, lan\u00e7ada pela Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Santa Catarina (Fiesc) nesta ter\u00e7a-feira, dia 02, em Blumenau. O material foi elaborado no \u00e2mbito do Programa de Desenvolvimento Industrial Catarinense (PDIC 2022).<\/p>\n<p>\u201cA competitividade de Santa Catarina passa pela inova\u00e7\u00e3o. Em pre\u00e7o teremos sempre dificuldade em competir com pa\u00edses como a China. Mas, na medida em que n\u00f3s investirmos em inova\u00e7\u00e3o, certamente teremos uma condi\u00e7\u00e3o muito diferenciada em rela\u00e7\u00e3o aos nossos principais concorrentes\u201d, afirmou o presidente da Fiesc, Glauco Jos\u00e9 Corte.<\/p>\n<p>Neste sentido, o material sugere a\u00e7\u00f5es como a cria\u00e7\u00e3o de um fundo de financiamento da pesquisa acad\u00eamica, a identifica\u00e7\u00e3o de parceiros de pesquisa e desenvolvimento e o apoio \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o na \u00e1rea.<\/p>\n<p>As vis\u00f5es de futuro definidas incluem tamb\u00e9m uma maior integra\u00e7\u00e3o da cadeia produtiva, para que esta se torne mais competitiva. Para isso, aponta para iniciativas como a cria\u00e7\u00e3o de banco de dados para integra\u00e7\u00e3o, o desenvolvimento de projetos integrados que tamb\u00e9m envolvam universidades e a cria\u00e7\u00e3o de um \u201ccluster\u201d da ind\u00fastria t\u00eaxtil catarinense.<\/p>\n<p>\u201cPara que os resultados sejam alcan\u00e7ados, n\u00f3s precisamos investir em capital humano. Precisamos preparar os nossos colaboradores, os nossos gestores, para realmente buscar este desafio que \u00e9 a competitividade\u201d, lembrou o vice-presidente da Fiesc para assuntos estrat\u00e9gicos, Rui Altemburg.<\/p>\n<p>No total, para atingimento das tr\u00eas vis\u00f5es de futuro, foram apontadas 285 a\u00e7\u00f5es de curto, m\u00e9dio e longo prazos. O material \u00e9 resultado de estudos realizados pela Fiesc, em conjunto com pesquisadores da UFSC, e de painel de debates com a participa\u00e7\u00e3o de industriais e especialistas do setor.<\/p>\n<p>O diretor da Fiesc, Carlos Henrique Ramos Fonseca, ressaltou o alinhamento entre as rotas de crescimento setorial e o novo planejamento estrat\u00e9gico da Fiesc, que ser\u00e1 lan\u00e7ado nesta semana, em Florian\u00f3polis. Como exemplo, citou a reformula\u00e7\u00e3o das c\u00e2maras setoriais da Federa\u00e7\u00e3o, que passar\u00e3o a atuar como mecanismos de governan\u00e7a, acompanhando execu\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es propostas pelo PDIC.<\/p>\n<p>\u201cEste planejamento do setor t\u00eaxtil vai fazer com que a gente consiga tornar os nossos neg\u00f3cios ainda mais fortes, inteligentes e assertivos\u201d, disse o vice-presidente regional da Fiesc para o Vale do Itaja\u00ed, Ronaldo Baumgarten J\u00fanior.<\/p>\n<p>Dados apresentados no evento apontam para uma ind\u00fastria que concentra 60% dos estabelecimentos no Vale do Itaja\u00ed, que nos \u00faltimos seis anos cresceu mais em Santa Catarina que no Brasil e que possui no Estado \u00edndices de produtividade superiores aos nacionais.<\/p>\n<p><b>Demais rotas &#8211;<\/b> No pr\u00f3ximo dia 4 ser\u00e3o lan\u00e7adas, em Balne\u00e1rio Cambori\u00fa, as conclus\u00f5es sobre os setores de constru\u00e7\u00e3o civil e economia do mar, que inclui, entre outros, a ind\u00fastria naval e a pesca. A cidade de Crici\u00fama ser\u00e1 palco, no dia 08, da apresenta\u00e7\u00e3o das rotas para os setores de cer\u00e2mica, produtos qu\u00edmicos e pl\u00e1stico. No dia 10 ser\u00e1 a vez de Florian\u00f3polis, que sediar\u00e1 o lan\u00e7amento voltado para os setores de sa\u00fade, energia e ind\u00fastria emergentes, que inclui, entre outros, as ind\u00fastrias automobil\u00edstica e aeroespacial.<\/p>\n<p>O PDIC j\u00e1 teve lan\u00e7adas, entre outubro e novembro, as rotas de crescimento para os segmentos de metalurgia e metalmec\u00e2nica, em Joinville, e tecnologia da informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o, na Capital. Para os pr\u00f3ximos meses, est\u00e3o previstas ainda as conclus\u00f5es dos trabalhos sobre os ramos de m\u00f3veis e madeira, agroalimentar, celulose e papel, meio ambiente, bens de capital e turismo.<\/p>\n<p><b>Hist\u00f3rico &#8211;<\/b> Lan\u00e7ado em 2012, o PDIC teve como primeira etapa a realiza\u00e7\u00e3o de estudos que apontaram os setores produtivos mais promissores de Santa Catarina. Foram identificados, com base em pesquisas, 16 segmentos \u201cportadores de futuro\u201d em todas as regi\u00f5es do Estado. Na sequ\u00eancia, em associa\u00e7\u00e3o com universidades e institui\u00e7\u00f5es de pesquisas, foram realizados estudos e pain\u00e9is relativos a todos os setores, com atividades em Balne\u00e1rio Cambori\u00fa, Blumenau, Chapec\u00f3, Crici\u00fama, Florian\u00f3polis, Itaja\u00ed, Joinville, Lages e S\u00e3o Bento do Sul. E agora, com o lan\u00e7amento das rotas estrat\u00e9gicas que compor\u00e3o o Masterplan, tem in\u00edcio a terceira etapa do PDIC 2022.<\/p>\n<p>A apresenta\u00e7\u00e3o das rotas estrat\u00e9gicas do PDIC tem o apoio da Associa\u00e7\u00e3o Catarinense de Imprensa (ACI), Associa\u00e7\u00e3o Catarinense de Emissoras de R\u00e1dio e Televis\u00e3o (Acaert), Associa\u00e7\u00e3o Di\u00e1rios do Interior Santa Catarina (ADI SC), Associa\u00e7\u00e3o dos Jornais do Interior de Santa Catarina (Adjori SC) e do Sindicato as Empresas Propriet\u00e1rias de Jornais e Revistas do Estado de Santa Catarina (Sindejor-SC).<\/p>\n<p>The post Setor t\u00eaxtil de SC quer ter marca pr\u00f3pria appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/setor-textil-de-sc-quer-ter-marca-propria\/\" class=\"colorbox\" title=\"Setor t\u00eaxtil de SC quer ter marca pr\u00f3pria\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Reuni\u00e3o realizada em Blumenau busca o fortalecimento do associativismo. 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O material foi elaborado no \u00e2mbito do Programa de Desenvolvimento Industrial Catarinense (PDIC 2022).<\/p>\n<p>\u201cA competitividade de Santa Catarina passa pela inova\u00e7\u00e3o. Em pre\u00e7o teremos sempre dificuldade em competir com pa\u00edses como a China. Mas, na medida em que n\u00f3s investirmos em inova\u00e7\u00e3o, certamente teremos uma condi\u00e7\u00e3o muito diferenciada em rela\u00e7\u00e3o aos nossos principais concorrentes\u201d, afirmou o presidente da Fiesc, Glauco Jos\u00e9 Corte.<\/p>\n<p>Neste sentido, o material sugere a\u00e7\u00f5es como a cria\u00e7\u00e3o de um fundo de financiamento da pesquisa acad\u00eamica, a identifica\u00e7\u00e3o de parceiros de pesquisa e desenvolvimento e o apoio \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o na \u00e1rea.<\/p>\n<p>As vis\u00f5es de futuro definidas incluem tamb\u00e9m uma maior integra\u00e7\u00e3o da cadeia produtiva, para que esta se torne mais competitiva. Para isso, aponta para iniciativas como a cria\u00e7\u00e3o de banco de dados para integra\u00e7\u00e3o, o desenvolvimento de projetos integrados que tamb\u00e9m envolvam universidades e a cria\u00e7\u00e3o de um \u201ccluster\u201d da ind\u00fastria t\u00eaxtil catarinense.<\/p>\n<p>\u201cPara que os resultados sejam alcan\u00e7ados, n\u00f3s precisamos investir em capital humano. Precisamos preparar os nossos colaboradores, os nossos gestores, para realmente buscar este desafio que \u00e9 a competitividade\u201d, lembrou o vice-presidente da Fiesc para assuntos estrat\u00e9gicos, Rui Altemburg.<\/p>\n<p>No total, para atingimento das tr\u00eas vis\u00f5es de futuro, foram apontadas 285 a\u00e7\u00f5es de curto, m\u00e9dio e longo prazos. O material \u00e9 resultado de estudos realizados pela Fiesc, em conjunto com pesquisadores da UFSC, e de painel de debates com a participa\u00e7\u00e3o de industriais e especialistas do setor.<\/p>\n<p>O diretor da Fiesc, Carlos Henrique Ramos Fonseca, ressaltou o alinhamento entre as rotas de crescimento setorial e o novo planejamento estrat\u00e9gico da Fiesc, que ser\u00e1 lan\u00e7ado nesta semana, em Florian\u00f3polis. Como exemplo, citou a reformula\u00e7\u00e3o das c\u00e2maras setoriais da Federa\u00e7\u00e3o, que passar\u00e3o a atuar como mecanismos de governan\u00e7a, acompanhando execu\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es propostas pelo PDIC.<\/p>\n<p>\u201cEste planejamento do setor t\u00eaxtil vai fazer com que a gente consiga tornar os nossos neg\u00f3cios ainda mais fortes, inteligentes e assertivos\u201d, disse o vice-presidente regional da Fiesc para o Vale do Itaja\u00ed, Ronaldo Baumgarten J\u00fanior.<\/p>\n<p>Dados apresentados no evento apontam para uma ind\u00fastria que concentra 60% dos estabelecimentos no Vale do Itaja\u00ed, que nos \u00faltimos seis anos cresceu mais em Santa Catarina que no Brasil e que possui no Estado \u00edndices de produtividade superiores aos nacionais.<\/p>\n<p><b>Demais rotas &#8211;<\/b> No pr\u00f3ximo dia 4 ser\u00e3o lan\u00e7adas, em Balne\u00e1rio Cambori\u00fa, as conclus\u00f5es sobre os setores de constru\u00e7\u00e3o civil e economia do mar, que inclui, entre outros, a ind\u00fastria naval e a pesca. A cidade de Crici\u00fama ser\u00e1 palco, no dia 08, da apresenta\u00e7\u00e3o das rotas para os setores de cer\u00e2mica, produtos qu\u00edmicos e pl\u00e1stico. No dia 10 ser\u00e1 a vez de Florian\u00f3polis, que sediar\u00e1 o lan\u00e7amento voltado para os setores de sa\u00fade, energia e ind\u00fastria emergentes, que inclui, entre outros, as ind\u00fastrias automobil\u00edstica e aeroespacial.<\/p>\n<p>O PDIC j\u00e1 teve lan\u00e7adas, entre outubro e novembro, as rotas de crescimento para os segmentos de metalurgia e metalmec\u00e2nica, em Joinville, e tecnologia da informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o, na Capital. Para os pr\u00f3ximos meses, est\u00e3o previstas ainda as conclus\u00f5es dos trabalhos sobre os ramos de m\u00f3veis e madeira, agroalimentar, celulose e papel, meio ambiente, bens de capital e turismo.<\/p>\n<p><b>Hist\u00f3rico &#8211;<\/b> Lan\u00e7ado em 2012, o PDIC teve como primeira etapa a realiza\u00e7\u00e3o de estudos que apontaram os setores produtivos mais promissores de Santa Catarina. Foram identificados, com base em pesquisas, 16 segmentos \u201cportadores de futuro\u201d em todas as regi\u00f5es do Estado. Na sequ\u00eancia, em associa\u00e7\u00e3o com universidades e institui\u00e7\u00f5es de pesquisas, foram realizados estudos e pain\u00e9is relativos a todos os setores, com atividades em Balne\u00e1rio Cambori\u00fa, Blumenau, Chapec\u00f3, Crici\u00fama, Florian\u00f3polis, Itaja\u00ed, Joinville, Lages e S\u00e3o Bento do Sul. 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