{"id":4888,"date":"2014-11-25T10:40:00","date_gmt":"2014-11-25T10:40:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/confianca-da-construcao-avanca-1-em-novembro\/"},"modified":"2014-11-25T10:40:00","modified_gmt":"2014-11-25T10:40:00","slug":"confianca-da-construcao-avanca-1-em-novembro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/confianca-da-construcao-avanca-1-em-novembro\/","title":{"rendered":"Confian\u00e7a da Constru\u00e7\u00e3o avan\u00e7a 1% em novembro"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"O \u00edndice passou de 96,9 para 97,9 pontos, o segundo menor da s\u00e9rie hist\u00f3rica. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/Constru%C3%A7%C3%A3o-Civil1-300x187.jpg\"><\/div>\n<p>O \u00edndice passou de 96,9 para 97,9 pontos, o segundo menor da s\u00e9rie hist\u00f3rica. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Ap\u00f3s alcan\u00e7ar o menor n\u00edvel da s\u00e9rie hist\u00f3rica em outubro, o \u00cdndice de Confian\u00e7a da Constru\u00e7\u00e3o (ICST), da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas, avan\u00e7ou 1,0% em novembro, ao passar de 96,9 para 97,9 pontos, o segundo menor da s\u00e9rie. A alta de novembro foi insuficiente para alterar a tend\u00eancia do ICST quando observado em m\u00e9dias m\u00f3veis trimestrais.<\/p>\n<p>A alta de 1% do \u00edndice decorreu, principalmente, da melhora relativa do grau de satisfa\u00e7\u00e3o do empresariado em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 situa\u00e7\u00e3o atual: o \u00cdndice da Situa\u00e7\u00e3o Atual (ISA-CST), que havia recuado -6,5% em outubro, subiu 2,3%, em novembro, chegando aos 90,4 pontos. J\u00e1 o \u00cdndice de Expectativas (IE-CST), ficou est\u00e1vel, em 105,4 pontos.<\/p>\n<p>O indicador do quesito situa\u00e7\u00e3o atual dos neg\u00f3cios exerceu a maior influ\u00eancia no crescimento do ISA-CST: com a alta de 4,9% sobre o m\u00eas anterior, para 95,5 pontos, o indicador deixou de ser o menor n\u00edvel da s\u00e9rie (91,0 pontos, em outubro). J\u00e1 o indicador de evolu\u00e7\u00e3o recente atual apresentou leve queda: caiu 0,7%, em rela\u00e7\u00e3o a outubro, alcan\u00e7ando 85,2 pontos (menor n\u00edvel da s\u00e9rie).<\/p>\n<p>A estabilidade do IE-CST resultou de movimentos opostos dos quesitos que o comp\u00f5em: o que mede o grau de otimismo com a demanda para os pr\u00f3ximos tr\u00eas meses apresentou queda de 3,2%, em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas de outubro, atingindo 99,4 pontos. J\u00e1 a percep\u00e7\u00e3o das empresas quanto \u00e0 situa\u00e7\u00e3o dos neg\u00f3cios para os pr\u00f3ximos seis meses subiu 3,0%, chegando aos 111,3 pontos.<\/p>\n<p>\u201cA melhora da confian\u00e7a em novembro n\u00e3o permite ainda vislumbrar mudan\u00e7as significativas no cen\u00e1rio do setor. O indicador de expectativas com a demanda para os pr\u00f3ximos tr\u00eas meses atingiu o patamar mais baixo da s\u00e9rie. A previs\u00e3o de contrata\u00e7\u00e3o continuou a evoluir negativamente, o que significa que as demiss\u00f5es podem ser mais fortes nesse final de ano\u201d comentou Ana Maria Castelo, coordenadora de projetos da constru\u00e7\u00e3o da FGV\/IBRE.<\/p>\n<p>E entre os setores, a confian\u00e7a do segmento de Edifica\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m avan\u00e7ou em novembro, em 1,8%, depois de duas quedas consecutivas. Com base em uma desagrega\u00e7\u00e3o especial criada pela FGV\/IBRE, observa-se que a alta ocorreu tanto no segmento Residencial quanto no N\u00e3o Residencial.<\/p>\n<p>No segmento Residencial, a melhora ocorreu na percep\u00e7\u00e3o sobre a situa\u00e7\u00e3o corrente: o ISA-CSTavan\u00e7ou 3,7% sobre outubro. No segmento N\u00e3o Residencial, foram as perspectivas para os pr\u00f3ximos meses  que melhoraram, levando o IE-CST a subir 4,2%. Comparando-se em horizonte de tempo mais longo, percebe-se que o n\u00edvel de confian\u00e7a do segmento Residencial \u00e9 hoje relativamente inferior ao doN\u00e3o Residencial. Entre novembro de 2013 e novembro de 2014, houve queda de 19,5% e de 12,0%, respectivamente, nos dois segmentos. <strong>(FGV\/Ibre)<\/strong><\/p>\n<p>The post Confian\u00e7a da Constru\u00e7\u00e3o avan\u00e7a 1% em novembro appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/confianca-da-construcao-avanca-1-em-novembro\/\" class=\"colorbox\" title=\"Confian\u00e7a da Constru\u00e7\u00e3o avan\u00e7a 1% em novembro\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"O \u00edndice passou de 96,9 para 97,9 pontos, o segundo menor da s\u00e9rie hist\u00f3rica. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/Constru%C3%A7%C3%A3o-Civil1-300x187.jpg\"><\/div>\n<p>O \u00edndice passou de 96,9 para 97,9 pontos, o segundo menor da s\u00e9rie hist\u00f3rica. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Ap\u00f3s alcan\u00e7ar o menor n\u00edvel da s\u00e9rie hist\u00f3rica em outubro, o \u00cdndice de Confian\u00e7a da Constru\u00e7\u00e3o (ICST), da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas, avan\u00e7ou 1,0% em novembro, ao passar de 96,9 para 97,9 pontos, o segundo menor da s\u00e9rie. A alta de novembro foi insuficiente para alterar a tend\u00eancia do ICST quando observado em m\u00e9dias m\u00f3veis trimestrais.<\/p>\n<p>A alta de 1% do \u00edndice decorreu, principalmente, da melhora relativa do grau de satisfa\u00e7\u00e3o do empresariado em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 situa\u00e7\u00e3o atual: o \u00cdndice da Situa\u00e7\u00e3o Atual (ISA-CST), que havia recuado -6,5% em outubro, subiu 2,3%, em novembro, chegando aos 90,4 pontos. J\u00e1 o \u00cdndice de Expectativas (IE-CST), ficou est\u00e1vel, em 105,4 pontos.<\/p>\n<p>O indicador do quesito situa\u00e7\u00e3o atual dos neg\u00f3cios exerceu a maior influ\u00eancia no crescimento do ISA-CST: com a alta de 4,9% sobre o m\u00eas anterior, para 95,5 pontos, o indicador deixou de ser o menor n\u00edvel da s\u00e9rie (91,0 pontos, em outubro). J\u00e1 o indicador de evolu\u00e7\u00e3o recente atual apresentou leve queda: caiu 0,7%, em rela\u00e7\u00e3o a outubro, alcan\u00e7ando 85,2 pontos (menor n\u00edvel da s\u00e9rie).<\/p>\n<p>A estabilidade do IE-CST resultou de movimentos opostos dos quesitos que o comp\u00f5em: o que mede o grau de otimismo com a demanda para os pr\u00f3ximos tr\u00eas meses apresentou queda de 3,2%, em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas de outubro, atingindo 99,4 pontos. J\u00e1 a percep\u00e7\u00e3o das empresas quanto \u00e0 situa\u00e7\u00e3o dos neg\u00f3cios para os pr\u00f3ximos seis meses subiu 3,0%, chegando aos 111,3 pontos.<\/p>\n<p>\u201cA melhora da confian\u00e7a em novembro n\u00e3o permite ainda vislumbrar mudan\u00e7as significativas no cen\u00e1rio do setor. O indicador de expectativas com a demanda para os pr\u00f3ximos tr\u00eas meses atingiu o patamar mais baixo da s\u00e9rie. A previs\u00e3o de contrata\u00e7\u00e3o continuou a evoluir negativamente, o que significa que as demiss\u00f5es podem ser mais fortes nesse final de ano\u201d comentou Ana Maria Castelo, coordenadora de projetos da constru\u00e7\u00e3o da FGV\/IBRE.<\/p>\n<p>E entre os setores, a confian\u00e7a do segmento de Edifica\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m avan\u00e7ou em novembro, em 1,8%, depois de duas quedas consecutivas. Com base em uma desagrega\u00e7\u00e3o especial criada pela FGV\/IBRE, observa-se que a alta ocorreu tanto no segmento Residencial quanto no N\u00e3o Residencial.<\/p>\n<p>No segmento Residencial, a melhora ocorreu na percep\u00e7\u00e3o sobre a situa\u00e7\u00e3o corrente: o ISA-CSTavan\u00e7ou 3,7% sobre outubro. No segmento N\u00e3o Residencial, foram as perspectivas para os pr\u00f3ximos meses  que melhoraram, levando o IE-CST a subir 4,2%. Comparando-se em horizonte de tempo mais longo, percebe-se que o n\u00edvel de confian\u00e7a do segmento Residencial \u00e9 hoje relativamente inferior ao doN\u00e3o Residencial. 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