{"id":4813,"date":"2014-11-18T22:01:00","date_gmt":"2014-11-18T22:01:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/sc-tem-taxas-de-expansao-superiores-a-do-brasil\/"},"modified":"2014-11-18T22:01:00","modified_gmt":"2014-11-18T22:01:00","slug":"sc-tem-taxas-de-expansao-superiores-a-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/sc-tem-taxas-de-expansao-superiores-a-do-brasil\/","title":{"rendered":"SC tem taxas de expans\u00e3o superiores \u00e0 do Brasil"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Diretor de Pol\u00edtica Econ\u00f4mica do Banco Central, Carlos Hamilton Ara\u00fajo (esq.) divulga boletim regional. Foto: Giovana Kindlein\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/Banco-Central-Carlos-Hamilton-Ara%C3%BAjo-300x169.jpg\"><\/div>\n<p>Diretor de Pol\u00edtica Econ\u00f4mica do Banco Central, Carlos Hamilton Ara\u00fajo (esq.) divulga boletim regional. Foto: Giovana Kindlein<\/p>\n<p><strong>Giovana Kindlein<\/strong><\/p>\n<p>A economia de Santa Catarina vem crescendo mais do que a da Regi\u00e3o Sul, disse nesta ter\u00e7a-feira, dia 18, o diretor de Pol\u00edtica Econ\u00f4mica do Banco Central, Carlos Hamilton Ara\u00fajo, durante divulga\u00e7\u00e3o dos dados do Boletim Regional do BC, em Florian\u00f3polis, onde est\u00e1 sendo realizado o VI F\u00f3rum Banco Central de Inclus\u00e3o Financeira. \u201cSanta Catarina tem apresentado taxas de expans\u00e3o superiores \u00e0 do Brasil nos \u00faltimos 10 anos\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>De acordo com o boletim divulgado, o PIB (Produto Interno Bruto) do Estado atingiu R$ 169,1 bilh\u00f5es em 2011, conforme dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica). O indicador correspondeu, em m\u00e9dia, a 4,0% do PIB nacional e a 23,8% do PIB do Sul, no per\u00edodo 2002\/2011. Em termos reais, o PIB catarinense cresceu, em m\u00e9dia, 3,3% a.a. de 2002 a 2010, ante aumentos de 3,3% a.a. no Sul e de 4,0% a.a. no Brasil.<\/p>\n<p>Conforme o boletim do BC, o desempenho da economia catarinense refletiu aumentos m\u00e9dios anuais de 4,1% na produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria; de 3,8% no setor de servi\u00e7os e de 1,9% na ind\u00fastria, com destaque para a extrativa mineral de 4,7%, e constru\u00e7\u00e3o, 4,3%.<\/p>\n<p>Ainda, segundo o diretor de Pol\u00edtica Econ\u00f4mica do BC, a participa\u00e7\u00e3o da agropecu\u00e1ria no PIB de Santa Catarina recuou 3 p.p. de 2002 a 2011. Em contrapartida, as participa\u00e7\u00f5es da ind\u00fastria e do setor de servi\u00e7os aumentaram 1,7 p.p. e 1,3 p.p., respectivamente. Na margem, em 2011, as participa\u00e7\u00f5es da agropecu\u00e1ria, da ind\u00fastria, e dos servi\u00e7os no PIB do Estado atingiram 6,0%, 35,1% e 59,0%, respectivamente (5,5%, 27,5% e 67,0%, na mesma ordem, no pa\u00eds).<\/p>\n<p>O com\u00e9rcio varejista do Estado cresceu, em m\u00e9dia, 6,2% a.a. de 2004 a 2013 (5,6% a.a. no Sul e 7,3% a.a. no pa\u00eds) de acordo com a Pesquisa Mensal do Com\u00e9rcio (PMC), do IBGE. Destacaram-se os aumentos m\u00e9dios anuais das vendas nos segmentos hipermercados, supermercados, produtos aliment\u00edcios, bebidas e fumo (6,0%), combust\u00edveis e lubrificantes(3,7%) e m\u00f3veis e eletrodom\u00e9sticos (6,1%), segmentos que, em conjunto, representaram 82,9% da atividade varejista estadual.<\/p>\n<p>No conceito ampliado, o com\u00e9rcio cresceu 7,2% a.a. no per\u00edodo (6,9% a.a. no Sul e 8,1% a.a. no Brasil), com eleva\u00e7\u00f5es m\u00e9dias anuais de 9,0% nas vendas de autom\u00f3veis, motocicletas, partes e pe\u00e7as, e de 7,1% nas de materiais de constru\u00e7\u00e3o, que det\u00e9m pesos respectivos de 40,0% e 9,7% no indicador.<\/p>\n<p>A atividade industrial do estado se concentra na produ\u00e7\u00e3o de produtos aliment\u00edcios (participa\u00e7\u00e3o de 17,5%), artigos do vestu\u00e1rio e acess\u00f3rios (10,7%) e produtos t\u00eaxteis (7,0%), conforme a Pesquisa<\/p>\n<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o industrial cresceu, em m\u00e9dia, 0,3% a.a. de 2003 a 2014 (3,0% no acumulado, ante 10,1% no Sul e 23,3% no Brasil), destacando-se o aumento m\u00e9dio de 2,5% a.a. na atividade celulose, papel e produtos de papel, e recuos nos setores t\u00eaxtil (2,3% a.a.) e vestu\u00e1rio e acess\u00f3rios (2,8% a.a.).  As importa\u00e7\u00f5es de bens t\u00eaxteis, e de vestu\u00e1rio e acess\u00f3rios aumentaram 40,1% e 67,9%, respectivamente, de 2003 a 2013, de acordo com o MDIC (Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio Exterior).<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria de vestu\u00e1rio e acess\u00f3rios voltou a recuar nos oito primeiros meses de 2014, em rela\u00e7\u00e3o a igual per\u00edodo do ano passado, ao mesmo tempo em que as importa\u00e7\u00f5es nesse segmento aumentaram 10,8%. Na margem, conforme Ara\u00fajo, a produ\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria catarinense diminuiu 2,6%, no trimestre finalizado em agosto, em rela\u00e7\u00e3o ao terminado em maio, quando expandiu 2,5%. Houve recuos da produ\u00e7\u00e3o na metalurgia (12,7%), m\u00e1quinas, aparelhos e materiais el\u00e9tricos (7,4%) e borracha e pl\u00e1stico (5,4%).<\/p>\n<\/p>\n<p>The post SC tem taxas de expans\u00e3o superiores \u00e0 do Brasil appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/sc-tem-taxas-de-expansao-superiores-brasil\/\" class=\"colorbox\" title=\"SC tem taxas de expans\u00e3o superiores \u00e0 do Brasil\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Diretor de Pol\u00edtica Econ\u00f4mica do Banco Central, Carlos Hamilton Ara\u00fajo (esq.) divulga boletim regional. 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Foto: Giovana Kindlein<\/p>\n<p><strong>Giovana Kindlein<\/strong><\/p>\n<p>A economia de Santa Catarina vem crescendo mais do que a da Regi\u00e3o Sul, disse nesta ter\u00e7a-feira, dia 18, o diretor de Pol\u00edtica Econ\u00f4mica do Banco Central, Carlos Hamilton Ara\u00fajo, durante divulga\u00e7\u00e3o dos dados do Boletim Regional do BC, em Florian\u00f3polis, onde est\u00e1 sendo realizado o VI F\u00f3rum Banco Central de Inclus\u00e3o Financeira. \u201cSanta Catarina tem apresentado taxas de expans\u00e3o superiores \u00e0 do Brasil nos \u00faltimos 10 anos\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>De acordo com o boletim divulgado, o PIB (Produto Interno Bruto) do Estado atingiu R$ 169,1 bilh\u00f5es em 2011, conforme dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica). O indicador correspondeu, em m\u00e9dia, a 4,0% do PIB nacional e a 23,8% do PIB do Sul, no per\u00edodo 2002\/2011. Em termos reais, o PIB catarinense cresceu, em m\u00e9dia, 3,3% a.a. de 2002 a 2010, ante aumentos de 3,3% a.a. no Sul e de 4,0% a.a. no Brasil.<\/p>\n<p>Conforme o boletim do BC, o desempenho da economia catarinense refletiu aumentos m\u00e9dios anuais de 4,1% na produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria; de 3,8% no setor de servi\u00e7os e de 1,9% na ind\u00fastria, com destaque para a extrativa mineral de 4,7%, e constru\u00e7\u00e3o, 4,3%.<\/p>\n<p>Ainda, segundo o diretor de Pol\u00edtica Econ\u00f4mica do BC, a participa\u00e7\u00e3o da agropecu\u00e1ria no PIB de Santa Catarina recuou 3 p.p. de 2002 a 2011. Em contrapartida, as participa\u00e7\u00f5es da ind\u00fastria e do setor de servi\u00e7os aumentaram 1,7 p.p. e 1,3 p.p., respectivamente. Na margem, em 2011, as participa\u00e7\u00f5es da agropecu\u00e1ria, da ind\u00fastria, e dos servi\u00e7os no PIB do Estado atingiram 6,0%, 35,1% e 59,0%, respectivamente (5,5%, 27,5% e 67,0%, na mesma ordem, no pa\u00eds).<\/p>\n<p>O com\u00e9rcio varejista do Estado cresceu, em m\u00e9dia, 6,2% a.a. de 2004 a 2013 (5,6% a.a. no Sul e 7,3% a.a. no pa\u00eds) de acordo com a Pesquisa Mensal do Com\u00e9rcio (PMC), do IBGE. Destacaram-se os aumentos m\u00e9dios anuais das vendas nos segmentos hipermercados, supermercados, produtos aliment\u00edcios, bebidas e fumo (6,0%), combust\u00edveis e lubrificantes(3,7%) e m\u00f3veis e eletrodom\u00e9sticos (6,1%), segmentos que, em conjunto, representaram 82,9% da atividade varejista estadual.<\/p>\n<p>No conceito ampliado, o com\u00e9rcio cresceu 7,2% a.a. no per\u00edodo (6,9% a.a. no Sul e 8,1% a.a. no Brasil), com eleva\u00e7\u00f5es m\u00e9dias anuais de 9,0% nas vendas de autom\u00f3veis, motocicletas, partes e pe\u00e7as, e de 7,1% nas de materiais de constru\u00e7\u00e3o, que det\u00e9m pesos respectivos de 40,0% e 9,7% no indicador.<\/p>\n<p>A atividade industrial do estado se concentra na produ\u00e7\u00e3o de produtos aliment\u00edcios (participa\u00e7\u00e3o de 17,5%), artigos do vestu\u00e1rio e acess\u00f3rios (10,7%) e produtos t\u00eaxteis (7,0%), conforme a Pesquisa<\/p>\n<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o industrial cresceu, em m\u00e9dia, 0,3% a.a. de 2003 a 2014 (3,0% no acumulado, ante 10,1% no Sul e 23,3% no Brasil), destacando-se o aumento m\u00e9dio de 2,5% a.a. na atividade celulose, papel e produtos de papel, e recuos nos setores t\u00eaxtil (2,3% a.a.) e vestu\u00e1rio e acess\u00f3rios (2,8% a.a.).  As importa\u00e7\u00f5es de bens t\u00eaxteis, e de vestu\u00e1rio e acess\u00f3rios aumentaram 40,1% e 67,9%, respectivamente, de 2003 a 2013, de acordo com o MDIC (Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio Exterior).<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria de vestu\u00e1rio e acess\u00f3rios voltou a recuar nos oito primeiros meses de 2014, em rela\u00e7\u00e3o a igual per\u00edodo do ano passado, ao mesmo tempo em que as importa\u00e7\u00f5es nesse segmento aumentaram 10,8%. Na margem, conforme Ara\u00fajo, a produ\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria catarinense diminuiu 2,6%, no trimestre finalizado em agosto, em rela\u00e7\u00e3o ao terminado em maio, quando expandiu 2,5%. Houve recuos da produ\u00e7\u00e3o na metalurgia (12,7%), m\u00e1quinas, aparelhos e materiais el\u00e9tricos (7,4%) e borracha e pl\u00e1stico (5,4%).<\/p>\n<\/p>\n<p>The post SC tem taxas de expans\u00e3o superiores \u00e0 do Brasil appeared first on Economia SC.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-4813","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","no-post-thumbnail"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4813","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4813"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4813\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4813"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4813"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4813"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}