{"id":4637,"date":"2014-11-05T10:42:00","date_gmt":"2014-11-05T10:42:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/expectativa-de-emprego-tem-alta-de-43-em-outubro\/"},"modified":"2014-11-05T10:42:00","modified_gmt":"2014-11-05T10:42:00","slug":"expectativa-de-emprego-tem-alta-de-43-em-outubro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/expectativa-de-emprego-tem-alta-de-43-em-outubro\/","title":{"rendered":"Expectativa de emprego tem alta de 4,3% em outubro"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Esta \u00e9 a primeira varia\u00e7\u00e3o positiva do IAEmp desde dezembro de 2013, afirma FGV. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/carteira-de-trabalho-17-05-2013-300x212.jpg\"><\/div>\n<p>Esta \u00e9 a primeira varia\u00e7\u00e3o positiva do IAEmp desde dezembro de 2013, afirma FGV. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>O \u00edndice que mede a expectativa futura de gera\u00e7\u00e3o de emprego, o Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp), apresentou alta de de 4,3% em outubro  na compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas anterior, atingindo 74,7 pontos considerando os dados com ajuste sazonal. Esta \u00e9 a primeira varia\u00e7\u00e3o positiva desde dezembro de 2013, quando o indicador variou 2,1%. Os dados s\u00e3o do Instituto Brasileiro de Economia da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV\/Ibre).<\/p>\n<p>Embora a alta expressiva no m\u00eas, o indicador de m\u00e9dia m\u00f3vel trimestral ficou est\u00e1vel, indicando que uma a tend\u00eancia de alta precisar\u00e1 ser confirmada pelos resultados dos pr\u00f3ximos meses. Segundo o pesquisador da FGV, Fernando de Holanda Barbosa Filho, o \u00edndice antecedente de emprego surpreendeu mostrando forte melhora na expectativa futura de gera\u00e7\u00e3o de emprego. Para ele, o resultado foi puxado por uma melhora na tend\u00eancia de neg\u00f3cios no setor de servi\u00e7os, por melhora na expectativa de empregos por parte do consumidor e, principalmente, pela forte recupera\u00e7\u00e3o na tend\u00eancia de neg\u00f3cios na ind\u00fastria.<\/p>\n<p>Quatro dos sete componentes contribu\u00edram positivamente para a alta do IAEmp, destacando-se os que medem o grau de otimismo dos empres\u00e1rios do setor industrial e do setor de servi\u00e7os em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 tend\u00eancia dos neg\u00f3cios nos pr\u00f3ximos seis meses, com varia\u00e7\u00e3o de 17,7% e 6,4% respectivamente. A avalia\u00e7\u00e3o do consumidor sobre o n\u00edvel futuro de emprego vem em seguida, variando 7,1%.<\/p>\n<p>J\u00e1 o \u00edndice que mede a percep\u00e7\u00e3o sobre o estado geral do mercado de trabalho pelo consumidor, o Indicador Coincidente de Desemprego (ICD), ficou relativamente est\u00e1vel entre setembro e outubro ao variar 0,1%, considerando-se dados livres de influ\u00eancias sazonais.<\/p>\n<p>\u201cO \u00edndice coincidente da taxa de desemprego mostrou estagna\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. O resultado reflete a fraca condi\u00e7\u00e3o recente de crescimento da economia brasileira e expectativas distintas dependendo da faixa de renda. Surpreendentemente, a faixa de renda mais baixa est\u00e1 pessimista e a de renda mais alta, otimista. As pessoas com renda at\u00e9 R$2100,00 esperam uma eleva\u00e7\u00e3o da taxa de desemprego enquanto que pessoas com renda superior a R$9600,00, uma menor taxa de desemprego\u201d, afirma Fernando de Holanda Barbosa Filho.<\/p>\n<p>As classes que mais contribu\u00edram para a estabilidade do ICD esse m\u00eas foram as duas extremas: de um lado, os consumidores com renda at\u00e9 R$ 2.100,00, cujo Indicador de Emprego (invertido) variou 1,3%; do outro, a dos que possuem renda superior a R$ 9.600,00, com varia\u00e7\u00e3o de -1,1%.<\/p>\n<p>O IAEmp \u00e9 constru\u00eddo como uma combina\u00e7\u00e3o de s\u00e9ries extra\u00eddas das Sondagens da Ind\u00fastria, de Servi\u00e7os e do Consumidor, tendo capacidade de antecipar os rumos do mercado de trabalho no pa\u00eds. J\u00e1 o ICD \u00e9 constru\u00eddo a partir dos dados desagregados, em quatro classes de renda familiar, do quesito da Sondagem do Consumidor que capta a percep\u00e7\u00e3o do entrevistado a respeito da situa\u00e7\u00e3o presente do mercado de trabalho. <strong>(FGV\/Ibre)<\/strong><\/p>\n<p>The post Expectativa de emprego tem alta de 4,3% em outubro appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/expectativa-de-emprego-tem-alta-de-43-em-outubro\/\" class=\"colorbox\" title=\"Expectativa de emprego tem alta de 4,3% em outubro\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Esta \u00e9 a primeira varia\u00e7\u00e3o positiva do IAEmp desde dezembro de 2013, afirma FGV. 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Segundo o pesquisador da FGV, Fernando de Holanda Barbosa Filho, o \u00edndice antecedente de emprego surpreendeu mostrando forte melhora na expectativa futura de gera\u00e7\u00e3o de emprego. Para ele, o resultado foi puxado por uma melhora na tend\u00eancia de neg\u00f3cios no setor de servi\u00e7os, por melhora na expectativa de empregos por parte do consumidor e, principalmente, pela forte recupera\u00e7\u00e3o na tend\u00eancia de neg\u00f3cios na ind\u00fastria.<\/p>\n<p>Quatro dos sete componentes contribu\u00edram positivamente para a alta do IAEmp, destacando-se os que medem o grau de otimismo dos empres\u00e1rios do setor industrial e do setor de servi\u00e7os em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 tend\u00eancia dos neg\u00f3cios nos pr\u00f3ximos seis meses, com varia\u00e7\u00e3o de 17,7% e 6,4% respectivamente. A avalia\u00e7\u00e3o do consumidor sobre o n\u00edvel futuro de emprego vem em seguida, variando 7,1%.<\/p>\n<p>J\u00e1 o \u00edndice que mede a percep\u00e7\u00e3o sobre o estado geral do mercado de trabalho pelo consumidor, o Indicador Coincidente de Desemprego (ICD), ficou relativamente est\u00e1vel entre setembro e outubro ao variar 0,1%, considerando-se dados livres de influ\u00eancias sazonais.<\/p>\n<p>\u201cO \u00edndice coincidente da taxa de desemprego mostrou estagna\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. O resultado reflete a fraca condi\u00e7\u00e3o recente de crescimento da economia brasileira e expectativas distintas dependendo da faixa de renda. Surpreendentemente, a faixa de renda mais baixa est\u00e1 pessimista e a de renda mais alta, otimista. As pessoas com renda at\u00e9 R$2100,00 esperam uma eleva\u00e7\u00e3o da taxa de desemprego enquanto que pessoas com renda superior a R$9600,00, uma menor taxa de desemprego\u201d, afirma Fernando de Holanda Barbosa Filho.<\/p>\n<p>As classes que mais contribu\u00edram para a estabilidade do ICD esse m\u00eas foram as duas extremas: de um lado, os consumidores com renda at\u00e9 R$ 2.100,00, cujo Indicador de Emprego (invertido) variou 1,3%; do outro, a dos que possuem renda superior a R$ 9.600,00, com varia\u00e7\u00e3o de -1,1%.<\/p>\n<p>O IAEmp \u00e9 constru\u00eddo como uma combina\u00e7\u00e3o de s\u00e9ries extra\u00eddas das Sondagens da Ind\u00fastria, de Servi\u00e7os e do Consumidor, tendo capacidade de antecipar os rumos do mercado de trabalho no pa\u00eds. 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