{"id":4467,"date":"2014-10-27T11:15:00","date_gmt":"2014-10-27T11:15:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/sc-e-o-estado-com-maior-arrecadacao-de-icms\/"},"modified":"2014-10-27T11:15:00","modified_gmt":"2014-10-27T11:15:00","slug":"sc-e-o-estado-com-maior-arrecadacao-de-icms","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/sc-e-o-estado-com-maior-arrecadacao-de-icms\/","title":{"rendered":"SC \u00e9 o Estado com maior arrecada\u00e7\u00e3o de ICMS"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"indice alto\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/indice-alto1-300x300.jpg\"><\/div>\n<p>O setor de com\u00e9rcio e servi\u00e7os foi respons\u00e1vel por quase 60% da arrecada\u00e7\u00e3o entre janeiro e agosto de 2014. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>A arrecada\u00e7\u00e3o do ICMS no Estado entre os meses de janeiro e agosto teve a maior varia\u00e7\u00e3o percentual entre os estados brasileiros. Em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano anterior, a arrecada\u00e7\u00e3o do ICMS catarinense subiu 12,6%, em termos nominais, e 6,5% em termos reais. As informa\u00e7\u00f5es foram divulgas na sexta-feira, dia 25, pela Fecom\u00e9rcio SC.<\/p>\n<p>Segundo a Secretaria de Estado da Fazenda, o ranking leva em conta os dez estados brasileiros que mais arrecadam o tributo. O segundo lugar, ficou com a Bahia (10,96%) , seguido de Goi\u00e1s (9,03%).<\/p>\n<p>A varia\u00e7\u00e3o \u00e9 quase o dobro dos nossos vizinhos do Sul (Paran\u00e1, 7,16% e Rio Grande do Sul, 6,57%). O levantamento n\u00e3o considera valores de multas, juros e d\u00edvida ativa. Nesse caso, o crescimento de Santa Catarina seria de 12,51%. No Brasil, a estimativa de crescimento da arrecada\u00e7\u00e3o \u00e9 de 5,38%.<\/p>\n<p>Considerando os dados por setores econ\u00f4micos, a Fecom\u00e9rcio SC destaca que com\u00e9rcio e servi\u00e7os continuam sendo respons\u00e1veis pela maior parte da arrecada\u00e7\u00e3o do ICMS.<\/p>\n<p>No per\u00edodo de 2014, o setor terci\u00e1rio ficou com 59,6% da arrecada\u00e7\u00e3o, enquanto a ind\u00fastria contribuiu com 40,1% e a agricultura com apenas 0,3%. Na compara\u00e7\u00e3o anual, o setor terci\u00e1rio perdeu 3,9 pontos percentuais, sendo que em 2013 sua participa\u00e7\u00e3o era de 63,5%.<\/p>\n<p>Na an\u00e1lise da Fecom\u00e9rcio SC, o resultado demonstra uma retomada na compara\u00e7\u00e3o com os anos de 2012 e 2013, \u00e9poca em que os ganhos reais foram de 1% e 3,1%, respectivamente. No entanto, os n\u00fameros de 2014 est\u00e3o abaixo dos observados em anos de maior fortalecimento econ\u00f4mico, como foi o caso de 2011, que registrou percentual de 14,2%.<\/p>\n<p>A entidade tamb\u00e9m aponta os principais fatores que impactaram a lideran\u00e7a do Estado: a taxa de desemprego mais baixa do pa\u00eds e a menor desigualdade de renda.<\/p>\n<p>\u201cAssim, mais pessoas t\u00eam acesso a servi\u00e7os e bens de consumo, gerando uma receita tribut\u00e1vel maior do que a m\u00e9dia nacional. E, tamb\u00e9m, a elevada renda per capita de Santa Catarina possibilita a diversidade econ\u00f4mica e sua capacidade de reestrutura\u00e7\u00e3o\u201d, argumenta a Fecom\u00e9rcio SC.<\/p>\n<\/p>\n<p>The post SC \u00e9 o Estado com maior arrecada\u00e7\u00e3o de ICMS appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/o-impacto-setor-terciario-maior-icms-pais\/\" class=\"colorbox\" title=\"SC \u00e9 o Estado com maior arrecada\u00e7\u00e3o de ICMS\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"indice alto\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/indice-alto1-300x300.jpg\"><\/div>\n<p>O setor de com\u00e9rcio e servi\u00e7os foi respons\u00e1vel por quase 60% da arrecada\u00e7\u00e3o entre janeiro e agosto de 2014. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>A arrecada\u00e7\u00e3o do ICMS no Estado entre os meses de janeiro e agosto teve a maior varia\u00e7\u00e3o percentual entre os estados brasileiros. Em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano anterior, a arrecada\u00e7\u00e3o do ICMS catarinense subiu 12,6%, em termos nominais, e 6,5% em termos reais. As informa\u00e7\u00f5es foram divulgas na sexta-feira, dia 25, pela Fecom\u00e9rcio SC.<\/p>\n<p>Segundo a Secretaria de Estado da Fazenda, o ranking leva em conta os dez estados brasileiros que mais arrecadam o tributo. O segundo lugar, ficou com a Bahia (10,96%) , seguido de Goi\u00e1s (9,03%).<\/p>\n<p>A varia\u00e7\u00e3o \u00e9 quase o dobro dos nossos vizinhos do Sul (Paran\u00e1, 7,16% e Rio Grande do Sul, 6,57%). O levantamento n\u00e3o considera valores de multas, juros e d\u00edvida ativa. Nesse caso, o crescimento de Santa Catarina seria de 12,51%. No Brasil, a estimativa de crescimento da arrecada\u00e7\u00e3o \u00e9 de 5,38%.<\/p>\n<p>Considerando os dados por setores econ\u00f4micos, a Fecom\u00e9rcio SC destaca que com\u00e9rcio e servi\u00e7os continuam sendo respons\u00e1veis pela maior parte da arrecada\u00e7\u00e3o do ICMS.<\/p>\n<p>No per\u00edodo de 2014, o setor terci\u00e1rio ficou com 59,6% da arrecada\u00e7\u00e3o, enquanto a ind\u00fastria contribuiu com 40,1% e a agricultura com apenas 0,3%. Na compara\u00e7\u00e3o anual, o setor terci\u00e1rio perdeu 3,9 pontos percentuais, sendo que em 2013 sua participa\u00e7\u00e3o era de 63,5%.<\/p>\n<p>Na an\u00e1lise da Fecom\u00e9rcio SC, o resultado demonstra uma retomada na compara\u00e7\u00e3o com os anos de 2012 e 2013, \u00e9poca em que os ganhos reais foram de 1% e 3,1%, respectivamente. No entanto, os n\u00fameros de 2014 est\u00e3o abaixo dos observados em anos de maior fortalecimento econ\u00f4mico, como foi o caso de 2011, que registrou percentual de 14,2%.<\/p>\n<p>A entidade tamb\u00e9m aponta os principais fatores que impactaram a lideran\u00e7a do Estado: a taxa de desemprego mais baixa do pa\u00eds e a menor desigualdade de renda.<\/p>\n<p>\u201cAssim, mais pessoas t\u00eam acesso a servi\u00e7os e bens de consumo, gerando uma receita tribut\u00e1vel maior do que a m\u00e9dia nacional. 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