{"id":4139,"date":"2014-10-03T13:17:00","date_gmt":"2014-10-03T13:17:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/retirada-de-ostras-em-florianopolis-e-liberada\/"},"modified":"2014-10-03T13:17:00","modified_gmt":"2014-10-03T13:17:00","slug":"retirada-de-ostras-em-florianopolis-e-liberada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/retirada-de-ostras-em-florianopolis-e-liberada\/","title":{"rendered":"Retirada de ostras em Florian\u00f3polis \u00e9 liberada"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"ostras (1)\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/ostras-1-300x225.jpg\"><\/div>\n<p>Interdi\u00e7\u00e3o continua em Caieira da Barra do Sul, tamb\u00e9m na Capital, onde segue proibida a coleta dos moluscos. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Dois laudos comprovaram que n\u00e3o existe a presen\u00e7a da toxina diarr\u00e9ica (DSP) em cultivos de moluscos Santo Antonio de Lisboa, em Florian\u00f3polis. Sendo assim, a Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca libera a retirada, a comercializa\u00e7\u00e3o e o consumo de ostras, vieiras, mexilh\u00f5es e berbig\u00f5es dessa localidade. As informa\u00e7\u00f5es foram divulgadas na quinta-feira, dias 2, \u00e0 noite, pela secretaria.<\/p>\n<p>A interdi\u00e7\u00e3o continua apenas para a comunidade de Caieira da Barra do Sul, tamb\u00e9m na Capital, onde segue proibida a coleta, a comercializa\u00e7\u00e3o e co onsumo dos moluscos.<\/p>\n<p>Os exames laboratoriais s\u00e3o realizados pelo Laborat\u00f3rio L\u00e1qua-Itaja\u00ed a partir de amostras colhidas pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agr\u00edcola de Santa Catarina (Cidasc). As outras \u00e1reas de cultivo no Litoral catarinense seguem desinterditadas.<\/p>\n<p>Apesar da desinterdi\u00e7\u00e3o do restante do Litoral, a Cidasc continua coletando amostras para monitorar a presen\u00e7a da toxina na \u00e1gua ou nos moluscos bivalves. Para a suspens\u00e3o da interdi\u00e7\u00e3o da Caieira da Barra do Sul, s\u00e3o necess\u00e1rios dois exames laboratoriais consecutivos e com laudos negativos que atestem que n\u00e3o h\u00e1 a presen\u00e7a de DSP nos moluscos ou na \u00e1gua.<\/p>\n<p>A toxina \u00e9 produzida por esp\u00e9cies de microalgas que vivem na \u00e1gua, chamadas de Dynophysis, e quando acumuladas por organismos filtradores, como ostras e mexilh\u00f5es, podem causar um quadro de intoxica\u00e7\u00e3o nos consumidores. A presen\u00e7a de Dynophysis \u00e9 conhecida em Santa Catarina e por isso os n\u00edveis da toxina s\u00e3o regularmente monitorados pela Cidasc no Litoral. Os \u00faltimos epis\u00f3dios de excesso de DSP no estado foram regfistrados em 2007 e 2008.<\/p>\n<p>The post Retirada de ostras em Florian\u00f3polis \u00e9 liberada appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/retirada-de-ostras-em-florianopolis-e-liberada\/\" class=\"colorbox\" title=\"Retirada de ostras em Florian\u00f3polis \u00e9 liberada\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"ostras (1)\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/10\/ostras-1-300x225.jpg\"><\/div>\n<p>Interdi\u00e7\u00e3o continua em Caieira da Barra do Sul, tamb\u00e9m na Capital, onde segue proibida a coleta dos moluscos. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Dois laudos comprovaram que n\u00e3o existe a presen\u00e7a da toxina diarr\u00e9ica (DSP) em cultivos de moluscos Santo Antonio de Lisboa, em Florian\u00f3polis. Sendo assim, a Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca libera a retirada, a comercializa\u00e7\u00e3o e o consumo de ostras, vieiras, mexilh\u00f5es e berbig\u00f5es dessa localidade. As informa\u00e7\u00f5es foram divulgadas na quinta-feira, dias 2, \u00e0 noite, pela secretaria.<\/p>\n<p>A interdi\u00e7\u00e3o continua apenas para a comunidade de Caieira da Barra do Sul, tamb\u00e9m na Capital, onde segue proibida a coleta, a comercializa\u00e7\u00e3o e co onsumo dos moluscos.<\/p>\n<p>Os exames laboratoriais s\u00e3o realizados pelo Laborat\u00f3rio L\u00e1qua-Itaja\u00ed a partir de amostras colhidas pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agr\u00edcola de Santa Catarina (Cidasc). As outras \u00e1reas de cultivo no Litoral catarinense seguem desinterditadas.<\/p>\n<p>Apesar da desinterdi\u00e7\u00e3o do restante do Litoral, a Cidasc continua coletando amostras para monitorar a presen\u00e7a da toxina na \u00e1gua ou nos moluscos bivalves. Para a suspens\u00e3o da interdi\u00e7\u00e3o da Caieira da Barra do Sul, s\u00e3o necess\u00e1rios dois exames laboratoriais consecutivos e com laudos negativos que atestem que n\u00e3o h\u00e1 a presen\u00e7a de DSP nos moluscos ou na \u00e1gua.<\/p>\n<p>A toxina \u00e9 produzida por esp\u00e9cies de microalgas que vivem na \u00e1gua, chamadas de Dynophysis, e quando acumuladas por organismos filtradores, como ostras e mexilh\u00f5es, podem causar um quadro de intoxica\u00e7\u00e3o nos consumidores. A presen\u00e7a de Dynophysis \u00e9 conhecida em Santa Catarina e por isso os n\u00edveis da toxina s\u00e3o regularmente monitorados pela Cidasc no Litoral. 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