{"id":4042,"date":"2014-09-29T12:09:00","date_gmt":"2014-09-29T12:09:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/alianca-lactea-sul-tem-sua-1a-reuniao-tecnica\/"},"modified":"2014-09-29T12:09:00","modified_gmt":"2014-09-29T12:09:00","slug":"alianca-lactea-sul-tem-sua-1a-reuniao-tecnica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/alianca-lactea-sul-tem-sua-1a-reuniao-tecnica\/","title":{"rendered":"Alian\u00e7a L\u00e1ctea Sul tem sua 1\u00aa reuni\u00e3o t\u00e9cnica"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"A primeira reuni\u00e3o \u00e9 voltada para constitui\u00e7\u00e3o de cinco grupos tem\u00e1ticos, que dever\u00e3o elencar as prioridades para suas \u00e1reas de trabalho. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/leite1-300x200.jpg\"><\/div>\n<p>A primeira reuni\u00e3o \u00e9 voltada para constitui\u00e7\u00e3o de cinco grupos tem\u00e1ticos, que dever\u00e3o elencar as prioridades para suas \u00e1reas de trabalho. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Os secret\u00e1rios da Agricultura dos tr\u00eas estados do Sul v\u00e3o estar reunidos nesta segunda-feira, 29, em Florian\u00f3polis, para a primeira reuni\u00e3o t\u00e9cnica da Alian\u00e7a L\u00e1ctea Sul Brasileira. O encontro come\u00e7a \u00e0s 10h, no audit\u00f3rio da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, e conta ainda com a presen\u00e7a de representantes do setor leiteiro de Santa Catarina, Paran\u00e1 e Rio Grande do Sul. Esta primeira reuni\u00e3o ser\u00e1 voltada para constitui\u00e7\u00e3o de cinco grupos tem\u00e1ticos, que dever\u00e3o elencar as prioridades para suas \u00e1reas de trabalho.<\/p>\n<p>Os grupos de trabalho dever\u00e3o direcionar as a\u00e7\u00f5es do setor p\u00fablico e, principalmente, do setor privado num esfor\u00e7o de desenvolver todos os elos da cadeia produtiva do leite no Sul do pa\u00eds. De acordo com o secret\u00e1rio da Agricultura e da Pesca, Airton Spies, os grupos ir\u00e3o orientar as estrat\u00e9gias para enfrentar os desafios que a Alian\u00e7a L\u00e1ctea se prop\u00f5e a resolver. \u201cN\u00f3s vamos discutir estrat\u00e9gias e pol\u00edticas que se transformar\u00e3o em a\u00e7\u00f5es, e essas a\u00e7\u00f5es estar\u00e3o voltadas para a melhoria da qualidade e da competitividade do leite. Entendemos que no Sul j\u00e1 encontramos um leite bom, com exemplos de sucesso e empresas que j\u00e1 operam com um padr\u00e3o de qualidade internacional, mas isso ainda n\u00e3o \u00e9 a maioria.\u201d<\/p>\n<p>O grupo de trabalho que tratar\u00e1 da qualidade do leite e dos programas de pagamento do leite por qualidade dever\u00e1 incentivar a busca de um leite de qualidade sem fraudes e com um retorno financeiro maior para os produtores. \u201cQueremos estabelecer mecanismos para que o leite melhor seja bem pago e para que o leite ruim seja desvalorizado por n\u00e3o ter a qualidade necess\u00e1ria para o mercado. Entendemos que assim o setor ir\u00e1 avan\u00e7ar mais rapidamente para a produ\u00e7\u00e3o do leite de alta qualidade capaz de enfrentar os melhores mercados do mundo\u201d, destaca Spies.<\/p>\n<p>O grupo que ir\u00e1 trabalhar com as transfer\u00eancias de tecnologia, assist\u00eancia t\u00e9cnica e qualifica\u00e7\u00e3o profissional apresentar\u00e1 as alternativas para que os produtores possam se profissionalizar e produzir mais quantidade de leite, com melhor qualidade, resultando em uma rentabilidade maior.  O terceiro grupo tratar\u00e1 das quest\u00f5es de sanidade dos rebanhos e da inspe\u00e7\u00e3o dos produtos de origem animal, abordando principalmente o controle da brucelose e tuberculose nos rebanhos. Segundo o secret\u00e1rio, a inspe\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m deve ser fortalecida para erradicar, de uma vez por todas, qualquer margem para a fraude no leite.<\/p>\n<p>Haver\u00e1 um grupo ligado a gest\u00e3o industrial e boas praticas para que os latic\u00ednios que trabalham na industrializa\u00e7\u00e3o e transforma\u00e7\u00e3o do leite em derivados tenham acesso \u00e0 tecnologia, m\u00e3o de obra qualificada, e apoio para gest\u00e3o dos processos industriais. \u201cEsse grupo de trabalho ir\u00e1 tratar de quest\u00f5es como a organiza\u00e7\u00e3o da cadeia produtiva para reduzir custos e ter uma competitividade setorial melhor, das linhas de leite para otimizar o transporte at\u00e9 as ind\u00fastrias, al\u00e9m da melhoraria na infraestrutura na propriedade\u201d, ressalta Spies.<\/p>\n<p>O quinto grupo ter\u00e1 como tema a pol\u00edtica tribut\u00e1ria e o desenvolvimento de mercado, visando buscar alternativas para acabar com qualquer diferen\u00e7a de tributa\u00e7\u00e3o que possa causar uma competi\u00e7\u00e3o delet\u00e9ria.  Al\u00e9m disso, a prepara\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas estados para exportar produtos l\u00e1cteos dever\u00e1 ser contemplada.<\/p>\n<p>Com a Alian\u00e7a L\u00e1ctea Sul Brasileira, os tr\u00eas estados querem fazer do leite mais uma estrela do agroneg\u00f3cio da regi\u00e3o. O Oeste de SC, Noroeste do RS e Sudoeste do PR formam a regi\u00e3o que mais cresce em produtividade do leite no Brasil. Com cerca de 300 mil produtores distribu\u00eddos por quase todos os munic\u00edpios, o Sul \u00e9 respons\u00e1vel por 33% da produ\u00e7\u00e3o brasileira de leite, com 11 milh\u00f5es de toneladas de leite por ano. A expectativa \u00e9 de que em 10 anos, a produ\u00e7\u00e3o aumente 77%, chegando a 19,5 milh\u00f5es de toneladas de leite por ano.<\/p>\n<p>SC se destaca como o quinto produtor nacional de leite, com uma taxa de crescimento m\u00e9dio de 8,6% ao ano \u00e9 respons\u00e1vel por 7,9% da produ\u00e7\u00e3o do Brasil. Com 80 mil fam\u00edlias rurais envolvidas, a produ\u00e7\u00e3o de leite est\u00e1 localizada, principalmente, em pequenas propriedades de agricultores familiares, ou seja, mais de 60% das propriedades tem \u00e1rea total menor que 20 hectares.<\/p>\n<p>The post Alian\u00e7a L\u00e1ctea Sul tem sua 1\u00aa reuni\u00e3o t\u00e9cnica appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/alianca-lactea-sul-tem-sua-1a-reuniao-tecnica\/\" class=\"colorbox\" title=\"Alian\u00e7a L\u00e1ctea Sul tem sua 1\u00aa reuni\u00e3o t\u00e9cnica\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"A primeira reuni\u00e3o \u00e9 voltada para constitui\u00e7\u00e3o de cinco grupos tem\u00e1ticos, que dever\u00e3o elencar as prioridades para suas \u00e1reas de trabalho. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/leite1-300x200.jpg\"><\/div>\n<p>A primeira reuni\u00e3o \u00e9 voltada para constitui\u00e7\u00e3o de cinco grupos tem\u00e1ticos, que dever\u00e3o elencar as prioridades para suas \u00e1reas de trabalho. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Os secret\u00e1rios da Agricultura dos tr\u00eas estados do Sul v\u00e3o estar reunidos nesta segunda-feira, 29, em Florian\u00f3polis, para a primeira reuni\u00e3o t\u00e9cnica da Alian\u00e7a L\u00e1ctea Sul Brasileira. O encontro come\u00e7a \u00e0s 10h, no audit\u00f3rio da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, e conta ainda com a presen\u00e7a de representantes do setor leiteiro de Santa Catarina, Paran\u00e1 e Rio Grande do Sul. Esta primeira reuni\u00e3o ser\u00e1 voltada para constitui\u00e7\u00e3o de cinco grupos tem\u00e1ticos, que dever\u00e3o elencar as prioridades para suas \u00e1reas de trabalho.<\/p>\n<p>Os grupos de trabalho dever\u00e3o direcionar as a\u00e7\u00f5es do setor p\u00fablico e, principalmente, do setor privado num esfor\u00e7o de desenvolver todos os elos da cadeia produtiva do leite no Sul do pa\u00eds. De acordo com o secret\u00e1rio da Agricultura e da Pesca, Airton Spies, os grupos ir\u00e3o orientar as estrat\u00e9gias para enfrentar os desafios que a Alian\u00e7a L\u00e1ctea se prop\u00f5e a resolver. \u201cN\u00f3s vamos discutir estrat\u00e9gias e pol\u00edticas que se transformar\u00e3o em a\u00e7\u00f5es, e essas a\u00e7\u00f5es estar\u00e3o voltadas para a melhoria da qualidade e da competitividade do leite. Entendemos que no Sul j\u00e1 encontramos um leite bom, com exemplos de sucesso e empresas que j\u00e1 operam com um padr\u00e3o de qualidade internacional, mas isso ainda n\u00e3o \u00e9 a maioria.\u201d<\/p>\n<p>O grupo de trabalho que tratar\u00e1 da qualidade do leite e dos programas de pagamento do leite por qualidade dever\u00e1 incentivar a busca de um leite de qualidade sem fraudes e com um retorno financeiro maior para os produtores. \u201cQueremos estabelecer mecanismos para que o leite melhor seja bem pago e para que o leite ruim seja desvalorizado por n\u00e3o ter a qualidade necess\u00e1ria para o mercado. Entendemos que assim o setor ir\u00e1 avan\u00e7ar mais rapidamente para a produ\u00e7\u00e3o do leite de alta qualidade capaz de enfrentar os melhores mercados do mundo\u201d, destaca Spies.<\/p>\n<p>O grupo que ir\u00e1 trabalhar com as transfer\u00eancias de tecnologia, assist\u00eancia t\u00e9cnica e qualifica\u00e7\u00e3o profissional apresentar\u00e1 as alternativas para que os produtores possam se profissionalizar e produzir mais quantidade de leite, com melhor qualidade, resultando em uma rentabilidade maior.  O terceiro grupo tratar\u00e1 das quest\u00f5es de sanidade dos rebanhos e da inspe\u00e7\u00e3o dos produtos de origem animal, abordando principalmente o controle da brucelose e tuberculose nos rebanhos. Segundo o secret\u00e1rio, a inspe\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m deve ser fortalecida para erradicar, de uma vez por todas, qualquer margem para a fraude no leite.<\/p>\n<p>Haver\u00e1 um grupo ligado a gest\u00e3o industrial e boas praticas para que os latic\u00ednios que trabalham na industrializa\u00e7\u00e3o e transforma\u00e7\u00e3o do leite em derivados tenham acesso \u00e0 tecnologia, m\u00e3o de obra qualificada, e apoio para gest\u00e3o dos processos industriais. \u201cEsse grupo de trabalho ir\u00e1 tratar de quest\u00f5es como a organiza\u00e7\u00e3o da cadeia produtiva para reduzir custos e ter uma competitividade setorial melhor, das linhas de leite para otimizar o transporte at\u00e9 as ind\u00fastrias, al\u00e9m da melhoraria na infraestrutura na propriedade\u201d, ressalta Spies.<\/p>\n<p>O quinto grupo ter\u00e1 como tema a pol\u00edtica tribut\u00e1ria e o desenvolvimento de mercado, visando buscar alternativas para acabar com qualquer diferen\u00e7a de tributa\u00e7\u00e3o que possa causar uma competi\u00e7\u00e3o delet\u00e9ria.  Al\u00e9m disso, a prepara\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas estados para exportar produtos l\u00e1cteos dever\u00e1 ser contemplada.<\/p>\n<p>Com a Alian\u00e7a L\u00e1ctea Sul Brasileira, os tr\u00eas estados querem fazer do leite mais uma estrela do agroneg\u00f3cio da regi\u00e3o. O Oeste de SC, Noroeste do RS e Sudoeste do PR formam a regi\u00e3o que mais cresce em produtividade do leite no Brasil. Com cerca de 300 mil produtores distribu\u00eddos por quase todos os munic\u00edpios, o Sul \u00e9 respons\u00e1vel por 33% da produ\u00e7\u00e3o brasileira de leite, com 11 milh\u00f5es de toneladas de leite por ano. A expectativa \u00e9 de que em 10 anos, a produ\u00e7\u00e3o aumente 77%, chegando a 19,5 milh\u00f5es de toneladas de leite por ano.<\/p>\n<p>SC se destaca como o quinto produtor nacional de leite, com uma taxa de crescimento m\u00e9dio de 8,6% ao ano \u00e9 respons\u00e1vel por 7,9% da produ\u00e7\u00e3o do Brasil. 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