{"id":4037,"date":"2014-09-26T20:09:00","date_gmt":"2014-09-26T20:09:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/china-e-brasil-lado-a-lado-no-banco-do-brics\/"},"modified":"2014-09-26T20:09:00","modified_gmt":"2014-09-26T20:09:00","slug":"china-e-brasil-lado-a-lado-no-banco-do-brics","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/china-e-brasil-lado-a-lado-no-banco-do-brics\/","title":{"rendered":"China e Brasil, lado a lado, no Banco do Brics"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"ota\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/ota-263x300.jpg\"><\/div>\n<p>Otaviano Canuto j\u00e1 foi ex-vice-presidente do Banco Mundial. Foto: Alana Pastorini<\/p>\n<p><strong>Por Alana Pastorini<\/strong><\/p>\n<p>O Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), popularmente conhecido como o Banco do Brics (Brasil, R\u00fassia, \u00cdndia, China e \u00c1frica do Sul), deve ser estruturado a partir de 2015. Segundo o consultor do Banco Mundial, Otaviano Canuto, que esteve esta semana em Florian\u00f3polis, o objetivo da institui\u00e7\u00e3o \u00e9 financiar a infraestrutura. Ele pontua que para haver crescimento entre os cincos pa\u00edses, \u00e9 preciso que os membros enxerguem as oportunidades  de colabora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Canuto, que j\u00e1 foi ex-vice-presidente do Banco Mundial, falou com exclusividade ao Portal EconomiaSC sobre as expectativas do NBD. A cria\u00e7\u00e3o do banco foi anunciada em julho passado, durante reuni\u00e3o de c\u00fapula dos pa\u00edses membros em Bras\u00edlia. <\/p>\n<p>O consultor participou de um semin\u00e1rio  na Fiesc (Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Santa Catarina), na segunda-feira, dia 22. Em 2013, as exporta\u00e7\u00f5es de Santa Catarina para a \u00c1frica do Sul, \u00cdndia, China e R\u00fassia totalizaram aproximadamente US$ 1,2 bilh\u00e3o, correspondendo a 14% das exporta\u00e7\u00f5es totais do Estado no per\u00edodo.<\/p>\n<p><b>Quando o Novo Banco de Desenvolvimento (NBD) efetivamente sair\u00e1 do papel?<\/b><\/p>\n<p>Eu creio que a partir do ano que vem. Li em comunicados que se come\u00e7a a dar os pequenos contornos. Pois \u00e9 um processo que vai exigir defini\u00e7\u00e3o de estrutura administrativa e normas de procedimento. Al\u00e9m da contrata\u00e7\u00e3o de quadros.  Tamb\u00e9m deve haver processos espec\u00edficos de aprova\u00e7\u00e3o aos pa\u00edses. Por isso, vai necessitar algum tempo at\u00e9 que a primeira opera\u00e7\u00e3o de empr\u00e9stimo ocorra.<\/p>\n<p><b>O capital inicial do banco continua sendo de US$ 50 bilh\u00f5es? Divididos entre os cinco pa\u00edses?<\/b><\/p>\n<p>O capital ser\u00e1 US$ 50 de bilh\u00f5es divididos entre os pa\u00edses. O capital dos bancos, assim como \u00e9 o caso do Banco Mundial e o caso dos outros bancos de desenvolvimento de exist\u00eancia, tem uma parcela da contribui\u00e7\u00e3o dos pa\u00edses, que \u00e9 realiz\u00e1vel imediatamente. Ou seja, dinheiro que fica dispon\u00edvel. Na verdade, dos US$ 50 bilh\u00f5es, 20% \u00e9 de capital realiz\u00e1vel, isto significa que o que esses pa\u00edses precisam aportar imediatamente \u00e9 na verdade US$ 10 bilh\u00f5es, US$ 2 bilh\u00f5es para cada um. Mas o banco n\u00e3o opera apenas com este dinheiro. Pois este valor \u00e9 uma base para que o banco possa emitir papeis, levantar recursos. S\u00e3o esses recursos cujo levantamento \u00e9 poss\u00edvel por meio deste capital subscrito, que o banco tem \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para emprestar.<\/p>\n<p><b>Onde dever\u00e1 ser a sede do banco?<\/b><\/p>\n<p>A sede ser\u00e1 na China, conforme an\u00fancio.  O presidente ser\u00e1 indiano e o diretor do conselho de administra\u00e7\u00e3o, um brasileiro.<\/p>\n<p><b>Qual \u00e9 a import\u00e2ncia da cria\u00e7\u00e3o deste banco?<\/b><\/p>\n<p>H\u00e1 dois pontos para se destacar: o simb\u00f3lico, porque partes dos resultados concretos que o agrupamento regular dos chefes de Estado desses pa\u00edses vai mostrando, dando exist\u00eancia a coisas concretas.<\/p>\n<p>E segundo e mais importante \u00e9 que ele \u00e9 mais um canal, um instrumento para redu\u00e7\u00e3o das necessidades e car\u00eancias extraordin\u00e1rias de financiamento de longo prazo que hoje existem na economia internacional, especialmente para economias em desenvolvimento. Eu real\u00e7aria, por exemplo, que outros bancos de desenvolvimento de natureza conjunta de pa\u00edses tamb\u00e9m tem acontecido nos \u00faltimos anos. A Coopera\u00e7\u00e3o Andina de Fomento que hoje se chama Banco de Desenvolvimento da Am\u00e9rica Latina e que cresceu muito com a incorpora\u00e7\u00e3o de Brasil e Argentina, \u00e9 tamb\u00e9m um desdobramento relevante.<\/p>\n<p>H\u00e1 um aumento de capital dos bancos de desenvolvimento regionais, como o BID e o Banco de Desenvolvimento Asi\u00e1tico. Os chineses tamb\u00e9m falam em criar um Banco da \u00c1sia para infraestrutura. Ent\u00e3o est\u00e1 em curso uma prolifera\u00e7\u00e3o de institui\u00e7\u00f5es como estas e que tem um potencial enorme de colaborar entre si. At\u00e9 porque elas v\u00e3o ter conhecimento e capacidade em \u00e1reas diferentes. Ent\u00e3o pode ser muito \u00fatil para elas colaborarem para ter uma sinergia que beneficie todo mundo. \u00c9 o que se espera.<\/p>\n<p><b>Qual \u00e9 o poder de consumo dos cincos pa\u00edses?<\/b><\/p>\n<p>O poder de consumo dos pa\u00edses do Brics \u00e9 significativo potencialmente. E certamente, no caso da China, existe uma transi\u00e7\u00e3o no modelo do crescimento em dire\u00e7\u00e3o a um novo padr\u00e3o chin\u00eas, o consumo dom\u00e9stico, que ter\u00e1 papel muito mais importante do que teve at\u00e9 aqui. O \u00eaxito da China na transi\u00e7\u00e3o desse novo modelo vai significar a cria\u00e7\u00e3o de mercados consumidores, n\u00e3o apenas de produtos manufaturados ou agr\u00edcolas e minerais, mas tamb\u00e9m de servi\u00e7os. A China vai ser uma economia em que o setor de servi\u00e7os vai crescer em import\u00e2ncia e vai importar servi\u00e7os.<\/p>\n<p><b>Atualmente como est\u00e1 o envolvimento entre os pa\u00edses membros do Brics? <\/b><b>O que falta para o Brics crescer mais?<\/b><\/p>\n<p>A julgar pela \u00faltima reuni\u00e3o est\u00e1 havendo resultados concretos. Eles enxergaram as oportunidades de colabora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><b>Qual \u00e9 o peso econ\u00f4mico do Brics no mundo?<\/b><\/p>\n<p>Eu mudaria a pergunta para: Se o Brics \u00e9 uma esp\u00e9cie de contraponto ao poder dos pa\u00edses do G7? N\u00e3o, ainda n\u00e3o. Mas do lado do Brics \u00e9 onde a longo prazo, eu encontraria maior potencial de crescimento em rela\u00e7\u00e3o aos dias de  hoje. O mundo, independentemente da velocidade que gira, \u00e9 um mundo que se movimenta para a maior parte do PIB mundial ser gerado, em um futuro n\u00e3o muito distante, em sua parte menos desenvolvida.<\/p>\n<p><b>O senhor acredita que a cria\u00e7\u00e3o do Banco do Brics vai promover, de alguma forma, o crescimento do PIB brasileiro?<\/b><\/p>\n<p>N\u00e3o creio que tenha magnitude para isto. Pode sim, mas no futuro.<\/p>\n<p><b>A presen\u00e7a da China, como maior pot\u00eancia no grupo, e portanto, com maior poder, poder\u00e1 provocar um desequil\u00edbrio de for\u00e7as?<\/b><\/p>\n<p>Acho que o desenho da estrutura de capital com iguais partes para cada um, d\u00e1 um sinal, pelo menos do que diz respeito ao comando do banco, que ser\u00e1 o mais cooperativo poss\u00edvel. A julgar pela composi\u00e7\u00e3o do capital.<\/p>\n<p><b>Qual \u00e9 o PIB dos pa\u00edses membros do Brics?<\/b><\/p>\n<p>Segundo dados de 2013, o PIB da China \u00e9 de US$ 9,3 trilh\u00f5es; o do Brasil \u00e9 de US$2,3 trilh\u00f5es; da R\u00fassia, US$2,1 trilh\u00f5es; \u00cdndia, US$ 1,8 trilh\u00e3o; e \u00c1frica do Sul, US$ 384,3 bilh\u00f5es.<\/p>\n<\/p>\n<p>The post China e Brasil, lado a lado, no Banco do Brics appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/consultor-banco-mundial-debate-criacao-nbd\/\" class=\"colorbox\" title=\"China e Brasil, lado a lado, no Banco do Brics\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"ota\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/ota-263x300.jpg\"><\/div>\n<\/p>\n<p>Otaviano Canuto j\u00e1 foi ex-vice-presidente do Banco Mundial. Foto: Alana Pastorini<\/p>\n<p><strong>Por Alana Pastorini<\/strong><\/p>\n<p>O Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), popularmente conhecido como o Banco do Brics (Brasil, R\u00fassia, \u00cdndia, China e \u00c1frica do Sul), deve ser estruturado a partir de 2015. Segundo o consultor do Banco Mundial, Otaviano Canuto, que esteve esta semana em Florian\u00f3polis, o objetivo da institui\u00e7\u00e3o \u00e9 financiar a infraestrutura. Ele pontua que para haver crescimento entre os cincos pa\u00edses, \u00e9 preciso que os membros enxerguem as oportunidades  de colabora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Canuto, que j\u00e1 foi ex-vice-presidente do Banco Mundial, falou com exclusividade ao Portal EconomiaSC sobre as expectativas do NBD. A cria\u00e7\u00e3o do banco foi anunciada em julho passado, durante reuni\u00e3o de c\u00fapula dos pa\u00edses membros em Bras\u00edlia. <\/p>\n<p>O consultor participou de um semin\u00e1rio  na Fiesc (Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Santa Catarina), na segunda-feira, dia 22. Em 2013, as exporta\u00e7\u00f5es de Santa Catarina para a \u00c1frica do Sul, \u00cdndia, China e R\u00fassia totalizaram aproximadamente US$ 1,2 bilh\u00e3o, correspondendo a 14% das exporta\u00e7\u00f5es totais do Estado no per\u00edodo.<\/p>\n<p><b>Quando o Novo Banco de Desenvolvimento (NBD) efetivamente sair\u00e1 do papel?<\/b><\/p>\n<p>Eu creio que a partir do ano que vem. Li em comunicados que se come\u00e7a a dar os pequenos contornos. Pois \u00e9 um processo que vai exigir defini\u00e7\u00e3o de estrutura administrativa e normas de procedimento. Al\u00e9m da contrata\u00e7\u00e3o de quadros.  Tamb\u00e9m deve haver processos espec\u00edficos de aprova\u00e7\u00e3o aos pa\u00edses. Por isso, vai necessitar algum tempo at\u00e9 que a primeira opera\u00e7\u00e3o de empr\u00e9stimo ocorra.<\/p>\n<p><b>O capital inicial do banco continua sendo de US$ 50 bilh\u00f5es? Divididos entre os cinco pa\u00edses?<\/b><\/p>\n<p>O capital ser\u00e1 US$ 50 de bilh\u00f5es divididos entre os pa\u00edses. O capital dos bancos, assim como \u00e9 o caso do Banco Mundial e o caso dos outros bancos de desenvolvimento de exist\u00eancia, tem uma parcela da contribui\u00e7\u00e3o dos pa\u00edses, que \u00e9 realiz\u00e1vel imediatamente. Ou seja, dinheiro que fica dispon\u00edvel. Na verdade, dos US$ 50 bilh\u00f5es, 20% \u00e9 de capital realiz\u00e1vel, isto significa que o que esses pa\u00edses precisam aportar imediatamente \u00e9 na verdade US$ 10 bilh\u00f5es, US$ 2 bilh\u00f5es para cada um. Mas o banco n\u00e3o opera apenas com este dinheiro. Pois este valor \u00e9 uma base para que o banco possa emitir papeis, levantar recursos. S\u00e3o esses recursos cujo levantamento \u00e9 poss\u00edvel por meio deste capital subscrito, que o banco tem \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para emprestar.<\/p>\n<p><b>Onde dever\u00e1 ser a sede do banco?<\/b><\/p>\n<p>A sede ser\u00e1 na China, conforme an\u00fancio.  O presidente ser\u00e1 indiano e o diretor do conselho de administra\u00e7\u00e3o, um brasileiro.<\/p>\n<p><b>Qual \u00e9 a import\u00e2ncia da cria\u00e7\u00e3o deste banco?<\/b><\/p>\n<p>H\u00e1 dois pontos para se destacar: o simb\u00f3lico, porque partes dos resultados concretos que o agrupamento regular dos chefes de Estado desses pa\u00edses vai mostrando, dando exist\u00eancia a coisas concretas.<\/p>\n<p>E segundo e mais importante \u00e9 que ele \u00e9 mais um canal, um instrumento para redu\u00e7\u00e3o das necessidades e car\u00eancias extraordin\u00e1rias de financiamento de longo prazo que hoje existem na economia internacional, especialmente para economias em desenvolvimento. Eu real\u00e7aria, por exemplo, que outros bancos de desenvolvimento de natureza conjunta de pa\u00edses tamb\u00e9m tem acontecido nos \u00faltimos anos. A Coopera\u00e7\u00e3o Andina de Fomento que hoje se chama Banco de Desenvolvimento da Am\u00e9rica Latina e que cresceu muito com a incorpora\u00e7\u00e3o de Brasil e Argentina, \u00e9 tamb\u00e9m um desdobramento relevante.<\/p>\n<p>H\u00e1 um aumento de capital dos bancos de desenvolvimento regionais, como o BID e o Banco de Desenvolvimento Asi\u00e1tico. Os chineses tamb\u00e9m falam em criar um Banco da \u00c1sia para infraestrutura. Ent\u00e3o est\u00e1 em curso uma prolifera\u00e7\u00e3o de institui\u00e7\u00f5es como estas e que tem um potencial enorme de colaborar entre si. At\u00e9 porque elas v\u00e3o ter conhecimento e capacidade em \u00e1reas diferentes. Ent\u00e3o pode ser muito \u00fatil para elas colaborarem para ter uma sinergia que beneficie todo mundo. \u00c9 o que se espera.<\/p>\n<p><b>Qual \u00e9 o poder de consumo dos cincos pa\u00edses?<\/b><\/p>\n<p>O poder de consumo dos pa\u00edses do Brics \u00e9 significativo potencialmente. E certamente, no caso da China, existe uma transi\u00e7\u00e3o no modelo do crescimento em dire\u00e7\u00e3o a um novo padr\u00e3o chin\u00eas, o consumo dom\u00e9stico, que ter\u00e1 papel muito mais importante do que teve at\u00e9 aqui. O \u00eaxito da China na transi\u00e7\u00e3o desse novo modelo vai significar a cria\u00e7\u00e3o de mercados consumidores, n\u00e3o apenas de produtos manufaturados ou agr\u00edcolas e minerais, mas tamb\u00e9m de servi\u00e7os. A China vai ser uma economia em que o setor de servi\u00e7os vai crescer em import\u00e2ncia e vai importar servi\u00e7os.<\/p>\n<p><b>Atualmente como est\u00e1 o envolvimento entre os pa\u00edses membros do Brics? <\/b><b>O que falta para o Brics crescer mais?<\/b><\/p>\n<p>A julgar pela \u00faltima reuni\u00e3o est\u00e1 havendo resultados concretos. Eles enxergaram as oportunidades de colabora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><b>Qual \u00e9 o peso econ\u00f4mico do Brics no mundo?<\/b><\/p>\n<p>Eu mudaria a pergunta para: Se o Brics \u00e9 uma esp\u00e9cie de contraponto ao poder dos pa\u00edses do G7? N\u00e3o, ainda n\u00e3o. Mas do lado do Brics \u00e9 onde a longo prazo, eu encontraria maior potencial de crescimento em rela\u00e7\u00e3o aos dias de  hoje. O mundo, independentemente da velocidade que gira, \u00e9 um mundo que se movimenta para a maior parte do PIB mundial ser gerado, em um futuro n\u00e3o muito distante, em sua parte menos desenvolvida.<\/p>\n<p><b>O senhor acredita que a cria\u00e7\u00e3o do Banco do Brics vai promover, de alguma forma, o crescimento do PIB brasileiro?<\/b><\/p>\n<p>N\u00e3o creio que tenha magnitude para isto. Pode sim, mas no futuro.<\/p>\n<p><b>A presen\u00e7a da China, como maior pot\u00eancia no grupo, e portanto, com maior poder, poder\u00e1 provocar um desequil\u00edbrio de for\u00e7as?<\/b><\/p>\n<p>Acho que o desenho da estrutura de capital com iguais partes para cada um, d\u00e1 um sinal, pelo menos do que diz respeito ao comando do banco, que ser\u00e1 o mais cooperativo poss\u00edvel. A julgar pela composi\u00e7\u00e3o do capital.<\/p>\n<p><b>Qual \u00e9 o PIB dos pa\u00edses membros do Brics?<\/b><\/p>\n<p>Segundo dados de 2013, o PIB da China \u00e9 de US$ 9,3 trilh\u00f5es; o do Brasil \u00e9 de US$2,3 trilh\u00f5es; da R\u00fassia, US$2,1 trilh\u00f5es; \u00cdndia, US$ 1,8 trilh\u00e3o; e \u00c1frica do Sul, US$ 384,3 bilh\u00f5es.<\/p>\n<\/p>\n<p>The post China e Brasil, lado a lado, no Banco do Brics appeared first on Economia SC.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-4037","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","no-post-thumbnail"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4037","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4037"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4037\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4037"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4037"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4037"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}