{"id":3988,"date":"2014-09-24T13:56:00","date_gmt":"2014-09-24T13:56:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/taxa-de-sobrevivencia-das-empresas-chega-a-813\/"},"modified":"2014-09-24T13:56:00","modified_gmt":"2014-09-24T13:56:00","slug":"taxa-de-sobrevivencia-das-empresas-chega-a-813","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/taxa-de-sobrevivencia-das-empresas-chega-a-813\/","title":{"rendered":"Taxa de sobreviv\u00eancia das empresas chega a 81,3%"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"O indicador ficou ligeiramente acima do patamar verificado em 2011 (80,8%) e o maior desde 2008 (78,2%). Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/indice-subindo1-300x300.jpg\"><\/div>\n<p>O indicador ficou ligeiramente acima do patamar verificado em 2011 (80,8%) e o maior desde 2008 (78,2%). Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p align=\"justify\">A taxa de sobreviv\u00eancia das empresas em 2012, em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, foi de 81,3%, segundo dados do estudo Demografia das Empresas, que analisa a din\u00e2mica empresarial brasileira. O indicador ficou ligeiramente acima do patamar verificado em 2011 (80,8%) e o maior desde 2008 (78,2%).<\/p>\n<p align=\"justify\">J\u00e1 a taxa de entrada ficou em 18,7%, a menor desde 2008 (21,8%), enquanto a taxa de sa\u00edda foi de 17,4%, acima apenas da verificada em 2010 (16,3%). As informa\u00e7\u00f5es foram divulgadas hoje, dia 24, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n<p align=\"justify\">As regi\u00f5es Sudeste e Sul apresentaram as maiores taxas de sobreviventes (82,4% e 81,5%, respectivamente) acima da m\u00e9dia nacional (81,2%). Santa Catarina (83,7%), Esp\u00edrito Santo (82,9%) e Minas Gerais (82,5%) foram os estados que se destacaram, enquanto Amazonas (72,6%), Amap\u00e1 (74,7%) e Acre (75,0%) apresentaram as menores taxas.<\/p>\n<p align=\"justify\">Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s entradas, as maiores taxas foram observadas nas regi\u00f5es Norte, Centro-Oeste e Nordeste (24,2%, 21,2% e 21,0%), que foram as regi\u00f5es com as menores taxas de sobreviv\u00eancia (75,8%, 78,8% e 79,0%), respectivamente. As maiores taxas de sa\u00edda foram verificadas nas regi\u00f5es Norte e Nordeste (20,9% e 19,7%).<\/p>\n<p align=\"justify\">O estudo mostra tamb\u00e9m que, enquanto 97,2% dos assalariados estavam nas empresas sobreviventes, 2,8% estavam nas empresas entrantes e 1,3% nas que sa\u00edram do mercado, percentuais que variaram pouco entre 2008 e 2012. As empresas que entraram e que sa\u00edram do mercado ocuparam pessoal assalariado sem n\u00edvel superior (93,8% e 94,2%, respectivamente) acima do observado para o conjunto das empresas (89,5%). <strong>(IBGE)<\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">\n<p>The post Taxa de sobreviv\u00eancia das empresas chega a 81,3% appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/taxa-de-sobrevivencia-das-empresas-chega-813\/\" class=\"colorbox\" title=\"Taxa de sobreviv\u00eancia das empresas chega a 81,3%\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"O indicador ficou ligeiramente acima do patamar verificado em 2011 (80,8%) e o maior desde 2008 (78,2%). 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As informa\u00e7\u00f5es foram divulgadas hoje, dia 24, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n<p align=\"justify\">As regi\u00f5es Sudeste e Sul apresentaram as maiores taxas de sobreviventes (82,4% e 81,5%, respectivamente) acima da m\u00e9dia nacional (81,2%). Santa Catarina (83,7%), Esp\u00edrito Santo (82,9%) e Minas Gerais (82,5%) foram os estados que se destacaram, enquanto Amazonas (72,6%), Amap\u00e1 (74,7%) e Acre (75,0%) apresentaram as menores taxas.<\/p>\n<p align=\"justify\">Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s entradas, as maiores taxas foram observadas nas regi\u00f5es Norte, Centro-Oeste e Nordeste (24,2%, 21,2% e 21,0%), que foram as regi\u00f5es com as menores taxas de sobreviv\u00eancia (75,8%, 78,8% e 79,0%), respectivamente. As maiores taxas de sa\u00edda foram verificadas nas regi\u00f5es Norte e Nordeste (20,9% e 19,7%).<\/p>\n<p align=\"justify\">O estudo mostra tamb\u00e9m que, enquanto 97,2% dos assalariados estavam nas empresas sobreviventes, 2,8% estavam nas empresas entrantes e 1,3% nas que sa\u00edram do mercado, percentuais que variaram pouco entre 2008 e 2012. 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