{"id":3972,"date":"2014-09-23T16:23:00","date_gmt":"2014-09-23T16:23:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/setor-de-eventos-representa-432-do-pib-nacional\/"},"modified":"2014-09-23T16:23:00","modified_gmt":"2014-09-23T16:23:00","slug":"setor-de-eventos-representa-432-do-pib-nacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/setor-de-eventos-representa-432-do-pib-nacional\/","title":{"rendered":"Setor de eventos representa 4,32% do PIB nacional"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"power\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/power-300x195.jpg\"><\/div>\n<p>Valor aumentou mais de cinco vezes em 12 anos e a tend\u00eancia continua sendo de crescimento. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>O volume de recursos movimentado pela ind\u00fastria de eventos no Brasil mais que quintuplicou em 12 anos. Estudo in\u00e9dito contratado pelo Sebrae em parceria com a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Empresas de Eventos (ABEOC Brasil) revela que esse segmento movimentou R$ 209,2 bilh\u00f5es em 2013, o que representa uma participa\u00e7\u00e3o do setor de 4,32% do PIB da economia brasileira.<\/p>\n<p>Os dados mais recentes mostram que, em dez anos, o n\u00famero de congressos e conven\u00e7\u00f5es de neg\u00f3cios internacionais realizados no Brasil cresceu 408%.<\/p>\n<p>A pesquisa anterior sobre esse mercado, feita em 2002 com dados de 2001, apontou que a renda anual da ind\u00fastria de eventos foi de R$ 37 bilh\u00f5es naquele ano.<\/p>\n<p>A pesquisa foi realizada pelo Observat\u00f3rio do Turismo da Faculdade de Turismo e Hotelaria da Universidade Federal Fluminense, com apoio do ForEventos (F\u00f3rum do Setor de Eventos), e deve ser divulgada na \u00edntegra no dia 14 de outubro na Fecom\u00e9rcio em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>A renda total desse mercado \u00e9 a soma dos gastos feitos pelos participantes de feiras, congressos e outros eventos, pela receita gerada com a loca\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os destinados a esses encontros e o faturamento das organizadoras de eventos.<\/p>\n<p>Em 2013, o Brasil sediou 590 mil eventos, 95% deles nacionais e metade realizada na regi\u00e3o Sudeste. Ao todo, eles tiveram a participa\u00e7\u00e3o de 202,2 milh\u00f5es de pessoas que gastaram, em m\u00e9dia, R$ 161,80 por dia (o que somou gastos de R$ 99,3 bilh\u00f5es).<\/p>\n<p>O estudo tamb\u00e9m mapeou a estrutura dispon\u00edvel para os eventos no Brasil. O pa\u00eds tem 9.445 espa\u00e7os para feiras, congressos e eventos de diversas naturezas que totalizam 10,2 milh\u00f5es de metros quadrados e 9,2 milh\u00f5es de assentos. A loca\u00e7\u00e3o desses espa\u00e7os gerou, em 2013, mais de R$ 37 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>O aluguel de cada assento para reuni\u00f5es e afins custa, em m\u00e9dia, R$ 9,90 por dia. O pre\u00e7o da loca\u00e7\u00e3o di\u00e1ria do metro quadrado para feiras e afins \u00e9 R$ 11,26. Os meses de setembro, outubro, novembro e dezembro s\u00e3o os mais procurados para o aluguel de espa\u00e7os.<\/p>\n<p>A receita das empresas organizadoras de eventos aumentou 18 vezes, em 2013, se comparada a 2001. Ano passado, as mais de 60 mil empresas que organizam feiras, congressos e exposi\u00e7\u00f5es lucraram R$ 59 bilh\u00f5es e, em 2002, a receita delas n\u00e3o chegava a R$ 4 bilh\u00f5es. Desde 2009 o Brasil est\u00e1 entre os 10 pa\u00edses do mundo que mais sediam eventos internacionais, de acordo com o indicador do International Congress and Convention (ICCA).<\/p>\n<p>Entre 2003 e 2013, o total de eventos internacionais passou de 62 para 315. No mesmo per\u00edodo, o n\u00famero de cidades que sediaram eventos internacionais subiu 145%, passando de 22 para 54 e ainda h\u00e1 muito espa\u00e7o para o crescimento do setor\u201d, afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.<\/p>\n<p>Para a presidente da ABEOC Brasil, Anita Pires, as informa\u00e7\u00f5es da pesquisa s\u00e3o fundamentais para o planejamento das empresas. \u201cA partir dos dados levantados, os empreendedores podem orientar investimentos, definir a amplia\u00e7\u00e3o dos neg\u00f3cios, ver os pontos fortes e fracos do mercado, onde pode haver demandas para novos neg\u00f3cios. Tudo isto \u00e9 fundamental para a cria\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas de mercado e de pol\u00edticas p\u00fablicas para o setor junto com o poder p\u00fablico\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Anita Pires ressalta que o dimensionamento \u00e9 uma ferramenta que vai facilitar a sobreviv\u00eancia das empresas e motivar o crescimento do setor, que cresce cerca de 14% ao ano. \u201c\u00c9 um dos setores que mais cresce na economia nacional\u201d, salienta.<\/p>\n<p>As expectativas para os pr\u00f3ximos anos para o segmento s\u00e3o promissoras. Os grandes eventos internacionais projetaram o Brasil no mundo e v\u00e3o alavancar o mercado. Al\u00e9m disso, o aumento da renda do brasileiro faz crescer a demanda por eventos art\u00edsticos e culturais. O turismo de neg\u00f3cios e eventos \u00e9 estrat\u00e9gico para o Sebrae desde 2013, quando a institui\u00e7\u00e3o fechou uma parceria com a ABEOC Brasil para qualificar a oferta dos servi\u00e7os oferecidos por essas empresas, aprimorar a gest\u00e3o dos empreendimentos e promover a certifica\u00e7\u00e3o de micro e pequenas empresas do setor de eventos, que representam 94% do segmento.<\/p>\n<p>Pelo conv\u00eanio, as duas entidades fazem, inicialmente, um diagn\u00f3stico da situa\u00e7\u00e3o da empresa. A partir da\u00ed s\u00e3o oferecidas oficinas, palestras e uma consultoria direta para aprimoramento da gest\u00e3o em busca de efici\u00eancia e qualidade. Al\u00e9m disso, as empresas participantes do programa podem receber a certifica\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s do Selo de Qualidade ABEOC BRASIL, que proporciona uma refer\u00eancia no mercado aos contratantes que buscam empresas com excel\u00eancia nos servi\u00e7os prestados.<\/p>\n<p>No primeiro ano da parceria, mais de 200 empresas se inscreveram para receber a capacita\u00e7\u00e3o e 88% delas informam que est\u00e3o colocando em pr\u00e1tica as solu\u00e7\u00f5es e boas experi\u00eancias disponibilizadas pelo projeto \u2013 a\u00e7\u00f5es que aumentaram o faturamento dessas empresas em 8,78%, em m\u00e9dia. Al\u00e9m disso, 116 empresas est\u00e3o inscritas para receber auditoria independente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Normas T\u00e9cnicas (ABNT) a fim de obter o selo de qualidade, que ser\u00e1 concedido at\u00e9 o final desse ano.<\/p>\n<p>\u201cO mercado de eventos no Brasil est\u00e1 em expans\u00e3o, mas as empresas precisam se capacitar para oferecer servi\u00e7os de qualidade ao cliente. Ao adotar boas pr\u00e1ticas de gest\u00e3o no neg\u00f3cio, o empres\u00e1rio ganha alternativas de melhoria de processos, o que aumenta a competitividade dos pequenos empreendimentos\u201d, afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.<\/p>\n<p>O estudo tamb\u00e9m tra\u00e7ou desafios e perspectivas do mercado at\u00e9 2020. Os pesquisadores conclu\u00edram que esse segmento vai continuar em ascens\u00e3o nos pr\u00f3ximos anos, mas ocorrer\u00e3o mudan\u00e7as no perfil do p\u00fablico, que ficar\u00e1 mais exigente. Haver\u00e1 ainda a cria\u00e7\u00e3o de novos nichos como eventos on-line, o que exige um maior preparo dos empreendedores da \u00e1rea. \u201cCada vez mais companhias internacionais se associam a empresas brasileiras, com a venda dessas empresas para players internacionais, o que \u00e9 um desafio\u201d, afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto. \u201cPor outro lado, deve crescer a demanda por suporte local para a realiza\u00e7\u00e3o de grandes eventos captados por organizadores internacionais, o que \u00e9 uma oportunidade para as micro e pequenas empresas\u201d, ressalta o presidente do Sebrae.<\/p>\n<p>Os dados comp\u00f5em o Dimensionamento Econ\u00f4mico da Ind\u00fastria de Eventos do Brasil 2013\/2014, estudo que ser\u00e1 lan\u00e7ado no dia 14 de outubro na Fecom\u00e9rcio em S\u00e3o Paulo. A pesquisa faz parte do Programa de Qualidade ABEOC Brasil, em parceria com o Sebrae Nacional e apoio da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Com\u00e9rcio de Bens, Servi\u00e7os e Turismo (CNC) e da Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Hospedagem e Alimenta\u00e7\u00e3o (FBHA)<\/p>\n<\/p>\n<p>The post Setor de eventos representa 4,32% do PIB nacional appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/eventos-movimentaram-r-2092-bi-brasil-em-201\/\" class=\"colorbox\" title=\"Setor de eventos representa 4,32% do PIB nacional\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"power\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/power-300x195.jpg\"><\/div>\n<p>Valor aumentou mais de cinco vezes em 12 anos e a tend\u00eancia continua sendo de crescimento. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>O volume de recursos movimentado pela ind\u00fastria de eventos no Brasil mais que quintuplicou em 12 anos. Estudo in\u00e9dito contratado pelo Sebrae em parceria com a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Empresas de Eventos (ABEOC Brasil) revela que esse segmento movimentou R$ 209,2 bilh\u00f5es em 2013, o que representa uma participa\u00e7\u00e3o do setor de 4,32% do PIB da economia brasileira.<\/p>\n<p>Os dados mais recentes mostram que, em dez anos, o n\u00famero de congressos e conven\u00e7\u00f5es de neg\u00f3cios internacionais realizados no Brasil cresceu 408%.<\/p>\n<p>A pesquisa anterior sobre esse mercado, feita em 2002 com dados de 2001, apontou que a renda anual da ind\u00fastria de eventos foi de R$ 37 bilh\u00f5es naquele ano.<\/p>\n<p>A pesquisa foi realizada pelo Observat\u00f3rio do Turismo da Faculdade de Turismo e Hotelaria da Universidade Federal Fluminense, com apoio do ForEventos (F\u00f3rum do Setor de Eventos), e deve ser divulgada na \u00edntegra no dia 14 de outubro na Fecom\u00e9rcio em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>A renda total desse mercado \u00e9 a soma dos gastos feitos pelos participantes de feiras, congressos e outros eventos, pela receita gerada com a loca\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os destinados a esses encontros e o faturamento das organizadoras de eventos.<\/p>\n<p>Em 2013, o Brasil sediou 590 mil eventos, 95% deles nacionais e metade realizada na regi\u00e3o Sudeste. Ao todo, eles tiveram a participa\u00e7\u00e3o de 202,2 milh\u00f5es de pessoas que gastaram, em m\u00e9dia, R$ 161,80 por dia (o que somou gastos de R$ 99,3 bilh\u00f5es).<\/p>\n<p>O estudo tamb\u00e9m mapeou a estrutura dispon\u00edvel para os eventos no Brasil. O pa\u00eds tem 9.445 espa\u00e7os para feiras, congressos e eventos de diversas naturezas que totalizam 10,2 milh\u00f5es de metros quadrados e 9,2 milh\u00f5es de assentos. A loca\u00e7\u00e3o desses espa\u00e7os gerou, em 2013, mais de R$ 37 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>O aluguel de cada assento para reuni\u00f5es e afins custa, em m\u00e9dia, R$ 9,90 por dia. O pre\u00e7o da loca\u00e7\u00e3o di\u00e1ria do metro quadrado para feiras e afins \u00e9 R$ 11,26. Os meses de setembro, outubro, novembro e dezembro s\u00e3o os mais procurados para o aluguel de espa\u00e7os.<\/p>\n<p>A receita das empresas organizadoras de eventos aumentou 18 vezes, em 2013, se comparada a 2001. Ano passado, as mais de 60 mil empresas que organizam feiras, congressos e exposi\u00e7\u00f5es lucraram R$ 59 bilh\u00f5es e, em 2002, a receita delas n\u00e3o chegava a R$ 4 bilh\u00f5es. Desde 2009 o Brasil est\u00e1 entre os 10 pa\u00edses do mundo que mais sediam eventos internacionais, de acordo com o indicador do International Congress and Convention (ICCA).<\/p>\n<p>Entre 2003 e 2013, o total de eventos internacionais passou de 62 para 315. No mesmo per\u00edodo, o n\u00famero de cidades que sediaram eventos internacionais subiu 145%, passando de 22 para 54 e ainda h\u00e1 muito espa\u00e7o para o crescimento do setor\u201d, afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.<\/p>\n<p>Para a presidente da ABEOC Brasil, Anita Pires, as informa\u00e7\u00f5es da pesquisa s\u00e3o fundamentais para o planejamento das empresas. \u201cA partir dos dados levantados, os empreendedores podem orientar investimentos, definir a amplia\u00e7\u00e3o dos neg\u00f3cios, ver os pontos fortes e fracos do mercado, onde pode haver demandas para novos neg\u00f3cios. Tudo isto \u00e9 fundamental para a cria\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas de mercado e de pol\u00edticas p\u00fablicas para o setor junto com o poder p\u00fablico\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Anita Pires ressalta que o dimensionamento \u00e9 uma ferramenta que vai facilitar a sobreviv\u00eancia das empresas e motivar o crescimento do setor, que cresce cerca de 14% ao ano. \u201c\u00c9 um dos setores que mais cresce na economia nacional\u201d, salienta.<\/p>\n<p>As expectativas para os pr\u00f3ximos anos para o segmento s\u00e3o promissoras. Os grandes eventos internacionais projetaram o Brasil no mundo e v\u00e3o alavancar o mercado. Al\u00e9m disso, o aumento da renda do brasileiro faz crescer a demanda por eventos art\u00edsticos e culturais. O turismo de neg\u00f3cios e eventos \u00e9 estrat\u00e9gico para o Sebrae desde 2013, quando a institui\u00e7\u00e3o fechou uma parceria com a ABEOC Brasil para qualificar a oferta dos servi\u00e7os oferecidos por essas empresas, aprimorar a gest\u00e3o dos empreendimentos e promover a certifica\u00e7\u00e3o de micro e pequenas empresas do setor de eventos, que representam 94% do segmento.<\/p>\n<p>Pelo conv\u00eanio, as duas entidades fazem, inicialmente, um diagn\u00f3stico da situa\u00e7\u00e3o da empresa. A partir da\u00ed s\u00e3o oferecidas oficinas, palestras e uma consultoria direta para aprimoramento da gest\u00e3o em busca de efici\u00eancia e qualidade. Al\u00e9m disso, as empresas participantes do programa podem receber a certifica\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s do Selo de Qualidade ABEOC BRASIL, que proporciona uma refer\u00eancia no mercado aos contratantes que buscam empresas com excel\u00eancia nos servi\u00e7os prestados.<\/p>\n<p>No primeiro ano da parceria, mais de 200 empresas se inscreveram para receber a capacita\u00e7\u00e3o e 88% delas informam que est\u00e3o colocando em pr\u00e1tica as solu\u00e7\u00f5es e boas experi\u00eancias disponibilizadas pelo projeto \u2013 a\u00e7\u00f5es que aumentaram o faturamento dessas empresas em 8,78%, em m\u00e9dia. Al\u00e9m disso, 116 empresas est\u00e3o inscritas para receber auditoria independente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Normas T\u00e9cnicas (ABNT) a fim de obter o selo de qualidade, que ser\u00e1 concedido at\u00e9 o final desse ano.<\/p>\n<p>\u201cO mercado de eventos no Brasil est\u00e1 em expans\u00e3o, mas as empresas precisam se capacitar para oferecer servi\u00e7os de qualidade ao cliente. Ao adotar boas pr\u00e1ticas de gest\u00e3o no neg\u00f3cio, o empres\u00e1rio ganha alternativas de melhoria de processos, o que aumenta a competitividade dos pequenos empreendimentos\u201d, afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.<\/p>\n<p>O estudo tamb\u00e9m tra\u00e7ou desafios e perspectivas do mercado at\u00e9 2020. Os pesquisadores conclu\u00edram que esse segmento vai continuar em ascens\u00e3o nos pr\u00f3ximos anos, mas ocorrer\u00e3o mudan\u00e7as no perfil do p\u00fablico, que ficar\u00e1 mais exigente. Haver\u00e1 ainda a cria\u00e7\u00e3o de novos nichos como eventos on-line, o que exige um maior preparo dos empreendedores da \u00e1rea. \u201cCada vez mais companhias internacionais se associam a empresas brasileiras, com a venda dessas empresas para players internacionais, o que \u00e9 um desafio\u201d, afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto. \u201cPor outro lado, deve crescer a demanda por suporte local para a realiza\u00e7\u00e3o de grandes eventos captados por organizadores internacionais, o que \u00e9 uma oportunidade para as micro e pequenas empresas\u201d, ressalta o presidente do Sebrae.<\/p>\n<p>Os dados comp\u00f5em o Dimensionamento Econ\u00f4mico da Ind\u00fastria de Eventos do Brasil 2013\/2014, estudo que ser\u00e1 lan\u00e7ado no dia 14 de outubro na Fecom\u00e9rcio em S\u00e3o Paulo. 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