{"id":3957,"date":"2014-09-22T22:37:00","date_gmt":"2014-09-22T22:37:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/consultor-do-banco-mundial-ve-china-como-exemplo\/"},"modified":"2014-09-22T22:37:00","modified_gmt":"2014-09-22T22:37:00","slug":"consultor-do-banco-mundial-ve-china-como-exemplo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/consultor-do-banco-mundial-ve-china-como-exemplo\/","title":{"rendered":"Consultor do Banco Mundial v\u00ea China como exemplo"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"canutofiesc\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/canutofiesc-300x168.jpg\"><\/div>\n<p>Semin\u00e1rio reuniu membros do Fiesc, empres\u00e1rios e estudantes catarinenses. Foto: Alana Pastorini<\/p>\n<p><strong>Alana Pastorini<\/strong><\/p>\n<p>\u201cA China precisa aprender com as pol\u00edticas sociais do Brasil e o Brasil precisa aprender com as pol\u00edticas capitalistas da China\u201d, disse o ex-vice-presidente do Banco Mundial, Otaviano Canuto, durante semin\u00e1rio realizado nesta segunda-feira, dia 22, na Fiesc (Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Santa Catarina), em Florian\u00f3polis.<\/p>\n<p>Canuto, que atualmente \u00e9 consultor do banco,  citou principalmente a China ao falar sobre o Brics (Brasil, R\u00fassia, \u00cdndia, China e \u00c1frica do Sul). \u201cN\u00e3o podemos negar que a China \u00e9 a maior pot\u00eancia do grupo. Conseguiu em aproximadamente 30 anos reduzir a pobreza, ter um crescimento sustent\u00e1vel e uma grande evolu\u00e7\u00e3o na renda per capita.  O Brasil precisa aprender com a China. E eles, por sua vez, precisam aprender a como fazer pol\u00edticas sociais. \u00c9 uma troca de experi\u00eancias, um dos objetivos do Brics\u201d, destacou o ex-vice-presidente do Banco Mundial.<\/p>\n<p>Nesta linha de racioc\u00ednio, o respons\u00e1vel pela \u00e1rea de planejamento e controle de gest\u00e3o da Fiesc, Carlos Henrique Fonseca, explica que devido ao baixo custo de produ\u00e7\u00e3o de itens na China, o Brasil est\u00e1 perdendo mercado e at\u00e9 empresas, pois muitas delas est\u00e3o migrando para l\u00e1. \u201c\u00c9 preciso ganhar produtividade, pensar diferente e, principalmente, produzir diferente. N\u00e3o podemos nos acomodar ou vamos recuar economicamente\u201d, avaliou Fonseca.<\/p>\n<p>O estudante de rela\u00e7\u00f5es internacionais Pedro Arthur Paludo, veio especialmente de Itaja\u00ed para participar do encontro. Ele conta que em 2015 pretende trabalhar na China e por isso, quis obter mais informa\u00e7\u00f5es sobre o cen\u00e1rio econ\u00f4mico e as perspectivas daquele pa\u00eds. \u201cQuero ir preparado e entender porque chamam a China de grande pot\u00eancia. Por isso, meu interesse no semin\u00e1rio\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao Brics, Canuto informou que a pr\u00f3xima reuni\u00e3o dos pa\u00edses membros deve ocorrer somente no pr\u00f3ximo ano. A concretiza\u00e7\u00e3o do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD) \u2013 anunciado durante reuni\u00e3o de c\u00fapula em Bras\u00edlia, em julho passado \u2013 tamb\u00e9m est\u00e1 prevista para 2015.  O capital inicial do banco ser\u00e1 de US$ 50 bilh\u00f5es, dividido igualmente entre os membros do Brics.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a institui\u00e7\u00e3o ter\u00e1 sede em Xangai, na China. A presid\u00eancia do banco ser\u00e1 rotativa entre os membros, e a \u00cdndia ser\u00e1 o primeiro pa\u00eds a chefi\u00e1-lo. \u201cA cria\u00e7\u00e3o do banco \u00e9 uma alternativa para as necessidades de financiamento dos pa\u00edses em desenvolvimento\u201d, ressalta Canuto. Ele refor\u00e7a ainda que o grupo surgiu em 2006 para ganhar for\u00e7as nas disputas internacionais e aproxima\u00e7\u00e3o pol\u00edtica.<\/p>\n<\/p>\n<p>The post Consultor do Banco Mundial v\u00ea China como exemplo appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/seminario-sobre-brics-aborda-troca-de-experiencia\/\" class=\"colorbox\" title=\"Consultor do Banco Mundial v\u00ea China como exemplo\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"canutofiesc\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/canutofiesc-300x168.jpg\"><\/div>\n<p>Semin\u00e1rio reuniu membros do Fiesc, empres\u00e1rios e estudantes catarinenses. Foto: Alana Pastorini<\/p>\n<p><strong>Alana Pastorini<\/strong><\/p>\n<p>\u201cA China precisa aprender com as pol\u00edticas sociais do Brasil e o Brasil precisa aprender com as pol\u00edticas capitalistas da China\u201d, disse o ex-vice-presidente do Banco Mundial, Otaviano Canuto, durante semin\u00e1rio realizado nesta segunda-feira, dia 22, na Fiesc (Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Santa Catarina), em Florian\u00f3polis.<\/p>\n<p>Canuto, que atualmente \u00e9 consultor do banco,  citou principalmente a China ao falar sobre o Brics (Brasil, R\u00fassia, \u00cdndia, China e \u00c1frica do Sul). \u201cN\u00e3o podemos negar que a China \u00e9 a maior pot\u00eancia do grupo. Conseguiu em aproximadamente 30 anos reduzir a pobreza, ter um crescimento sustent\u00e1vel e uma grande evolu\u00e7\u00e3o na renda per capita.  O Brasil precisa aprender com a China. E eles, por sua vez, precisam aprender a como fazer pol\u00edticas sociais. \u00c9 uma troca de experi\u00eancias, um dos objetivos do Brics\u201d, destacou o ex-vice-presidente do Banco Mundial.<\/p>\n<p>Nesta linha de racioc\u00ednio, o respons\u00e1vel pela \u00e1rea de planejamento e controle de gest\u00e3o da Fiesc, Carlos Henrique Fonseca, explica que devido ao baixo custo de produ\u00e7\u00e3o de itens na China, o Brasil est\u00e1 perdendo mercado e at\u00e9 empresas, pois muitas delas est\u00e3o migrando para l\u00e1. \u201c\u00c9 preciso ganhar produtividade, pensar diferente e, principalmente, produzir diferente. N\u00e3o podemos nos acomodar ou vamos recuar economicamente\u201d, avaliou Fonseca.<\/p>\n<p>O estudante de rela\u00e7\u00f5es internacionais Pedro Arthur Paludo, veio especialmente de Itaja\u00ed para participar do encontro. Ele conta que em 2015 pretende trabalhar na China e por isso, quis obter mais informa\u00e7\u00f5es sobre o cen\u00e1rio econ\u00f4mico e as perspectivas daquele pa\u00eds. \u201cQuero ir preparado e entender porque chamam a China de grande pot\u00eancia. Por isso, meu interesse no semin\u00e1rio\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao Brics, Canuto informou que a pr\u00f3xima reuni\u00e3o dos pa\u00edses membros deve ocorrer somente no pr\u00f3ximo ano. A concretiza\u00e7\u00e3o do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD) \u2013 anunciado durante reuni\u00e3o de c\u00fapula em Bras\u00edlia, em julho passado \u2013 tamb\u00e9m est\u00e1 prevista para 2015.  O capital inicial do banco ser\u00e1 de US$ 50 bilh\u00f5es, dividido igualmente entre os membros do Brics.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a institui\u00e7\u00e3o ter\u00e1 sede em Xangai, na China. A presid\u00eancia do banco ser\u00e1 rotativa entre os membros, e a \u00cdndia ser\u00e1 o primeiro pa\u00eds a chefi\u00e1-lo. \u201cA cria\u00e7\u00e3o do banco \u00e9 uma alternativa para as necessidades de financiamento dos pa\u00edses em desenvolvimento\u201d, ressalta Canuto. 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