{"id":3671,"date":"2014-09-04T17:18:00","date_gmt":"2014-09-04T17:18:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/retirada-de-ostras-e-proibida-em-duas-cidades\/"},"modified":"2014-09-04T17:18:00","modified_gmt":"2014-09-04T17:18:00","slug":"retirada-de-ostras-e-proibida-em-duas-cidades","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/retirada-de-ostras-e-proibida-em-duas-cidades\/","title":{"rendered":"Retirada de ostras \u00e9 proibida em duas cidades"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"ostras (1)\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/ostras-13-300x225.jpg\"><\/div>\n<p>As outras \u00e1reas de cultivo no litoral catarinense seguem desinterditadas. Foto\/ Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>A Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca de Santa Catarina interditou \u00e1reas de cultivo de ostras e mexilh\u00f5es em Porto Belo e Governador Celso Ramos, sendo proibido o consumo, retirada e comercializa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O an\u00fancio foi feito hoje pela pasta depois que novos exames laboratoriais detectaram a presen\u00e7a da toxina diarreica (DSP) em cultivos de moluscos nos munic\u00edpios citados. As outras \u00e1reas de cultivo no litoral catarinense seguem desinterditadas.<\/p>\n<p>Desta forma, est\u00e1 proibida a retirada de ostras, vieiras, mexilh\u00f5es e berbig\u00f5es das localidades de Perequ\u00ea, Ilha Jo\u00e3o Cunha e Ara\u00e7a (em Porto Belo), e Ganchos de Fora, Canto de Ganchos e Calheiros (em Governador Celso Ramos). Os exames laboratoriais s\u00e3o realizados pelo Laborat\u00f3rio L\u00e1qua-Itaja\u00ed a partir de amostras colhidas pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agr\u00edcola de Santa Catarina (Cidasc).<\/p>\n<p>Apesar da desinterdi\u00e7\u00e3o do restante do litoral, a Cidasc continua coletando amostras para monitorar a presen\u00e7a da toxina diarreica na \u00e1gua ou nos moluscos bivalves. Para que os maricultores possam voltar a retirar, comercializar e consumir os moluscos das \u00e1reas interditadas, s\u00e3o necess\u00e1rios dois exames laboratoriais com laudo negativo.<\/p>\n<p>Interdi\u00e7\u00e3o preventiva<\/p>\n<p>No \u00faltimo dia 22, a Secretaria da Agricultura declarou a interdi\u00e7\u00e3o preventiva das \u00e1reas de cultivo de ostras e mexilh\u00f5es em Santa Catarina, devido \u00e0 poss\u00edvel presen\u00e7a de toxinas que causam intoxica\u00e7\u00e3o alimentar. Foi comprovada a contamina\u00e7\u00e3o nas localidades de Paulas, em S\u00e3o Francisco do Sul; de Ganchos de Fora, em Governador Celso Ramos; e no munic\u00edpio de Porto Belo. A interdi\u00e7\u00e3o de todo o litoral catarinense aconteceu para preservar a sa\u00fade p\u00fablica, j\u00e1 que existia a possibilidade de a contamina\u00e7\u00e3o dos moluscos bivalves estar ocorrendo de forma generalizada.<\/p>\n<p>No s\u00e1bado, 30, a secretaria suspendeu a interdi\u00e7\u00e3o preventiva das \u00e1reas de cultivo de ostras e mexilh\u00f5es em Santa Catarina, permanecendo interditadas apenas as \u00e1reas de Porto Belo.<\/p>\n<p>A toxina diarr\u00e9ica \u00e9 produzida por algumas esp\u00e9cies de microalgas que vivem na \u00e1gua, chamadas de Dinophysis, e quando acumuladas por organismos filtradores, como ostras e mexilh\u00f5es, podem causar um quadro de intoxica\u00e7\u00e3o nos consumidores. A presen\u00e7a de Dinophysis \u00e9 conhecida em Santa Catarina e, por isso, os n\u00edveis da toxina s\u00e3o regularmente monitorados pela Cidasc no Litoral. Os \u00faltimos epis\u00f3dios de excesso de DSP no estado aconteceram em 2007 e 2008.<\/p>\n<p>The post Retirada de ostras \u00e9 proibida em duas cidades appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/102331\/\" class=\"colorbox\" title=\"Retirada de ostras \u00e9 proibida em duas cidades\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"ostras (1)\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/ostras-13-300x225.jpg\"><\/div>\n<p>As outras \u00e1reas de cultivo no litoral catarinense seguem desinterditadas. 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Os exames laboratoriais s\u00e3o realizados pelo Laborat\u00f3rio L\u00e1qua-Itaja\u00ed a partir de amostras colhidas pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agr\u00edcola de Santa Catarina (Cidasc).<\/p>\n<p>Apesar da desinterdi\u00e7\u00e3o do restante do litoral, a Cidasc continua coletando amostras para monitorar a presen\u00e7a da toxina diarreica na \u00e1gua ou nos moluscos bivalves. Para que os maricultores possam voltar a retirar, comercializar e consumir os moluscos das \u00e1reas interditadas, s\u00e3o necess\u00e1rios dois exames laboratoriais com laudo negativo.<\/p>\n<p>Interdi\u00e7\u00e3o preventiva<\/p>\n<p>No \u00faltimo dia 22, a Secretaria da Agricultura declarou a interdi\u00e7\u00e3o preventiva das \u00e1reas de cultivo de ostras e mexilh\u00f5es em Santa Catarina, devido \u00e0 poss\u00edvel presen\u00e7a de toxinas que causam intoxica\u00e7\u00e3o alimentar. Foi comprovada a contamina\u00e7\u00e3o nas localidades de Paulas, em S\u00e3o Francisco do Sul; de Ganchos de Fora, em Governador Celso Ramos; e no munic\u00edpio de Porto Belo. A interdi\u00e7\u00e3o de todo o litoral catarinense aconteceu para preservar a sa\u00fade p\u00fablica, j\u00e1 que existia a possibilidade de a contamina\u00e7\u00e3o dos moluscos bivalves estar ocorrendo de forma generalizada.<\/p>\n<p>No s\u00e1bado, 30, a secretaria suspendeu a interdi\u00e7\u00e3o preventiva das \u00e1reas de cultivo de ostras e mexilh\u00f5es em Santa Catarina, permanecendo interditadas apenas as \u00e1reas de Porto Belo.<\/p>\n<p>A toxina diarr\u00e9ica \u00e9 produzida por algumas esp\u00e9cies de microalgas que vivem na \u00e1gua, chamadas de Dinophysis, e quando acumuladas por organismos filtradores, como ostras e mexilh\u00f5es, podem causar um quadro de intoxica\u00e7\u00e3o nos consumidores. A presen\u00e7a de Dinophysis \u00e9 conhecida em Santa Catarina e, por isso, os n\u00edveis da toxina s\u00e3o regularmente monitorados pela Cidasc no Litoral. 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