{"id":3590,"date":"2014-09-01T19:43:00","date_gmt":"2014-09-01T19:43:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/reuniao-debate-sobre-comercio-entre-sc-e-alemanha\/"},"modified":"2014-09-01T19:43:00","modified_gmt":"2014-09-01T19:43:00","slug":"reuniao-debate-sobre-comercio-entre-sc-e-alemanha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/reuniao-debate-sobre-comercio-entre-sc-e-alemanha\/","title":{"rendered":"Reuni\u00e3o debate sobre com\u00e9rcio entre SC e Alemanha"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"glauco2 (1)\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/glauco2-1-300x200.jpg\"><\/div>\n<p>Tema foi debatido durante encontro realizado hoje, em Hamburgo, durante o lan\u00e7amento do Encontro Brasil \u2013 Alemanha 2015. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>A corrente comercial de Santa Catarina com a Alemanha dever\u00e1 aumentar nos pr\u00f3ximos anos, porque suas importa\u00e7\u00f5es e exporta\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o concorrentes, mas complementares. A avalia\u00e7\u00e3o foi feita hoje, em Hamburgo pelo presidente da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Santa Catarina (FIESC), Glauco Jos\u00e9 C\u00f4rte, durante o lan\u00e7amento da edi\u00e7\u00e3o 2015 do Encontro Econ\u00f4mico Brasil Alemanha, que ser\u00e1 realizado em Joinville (SC).<\/p>\n<p>Perspectiva foi apresentada em Hamburgo pelo presidente da FIESC no lan\u00e7amento do Encontro Brasil \u2013 Alemanha 2015, que ser\u00e1 realizado em Joinville.<i> <\/i>Nesta quarta-feira o grupo catarinense ainda participa do encerramento do Encontro Econ\u00f4mico Brasil \u2013 Alemanha e na quarta realiza semin\u00e1rio em Frankfurt, onde apresentar\u00e1 o Estado como destino para investimentos a empres\u00e1rios alem\u00e3es.<i><\/i><\/p>\n<p>Nos \u00faltimos cinco anos, a corrente de com\u00e9rcio de Santa Catarina com a Alemanha foi de aproximadamente US$ 918 milh\u00f5es anuais. Santa Catarina exportou US$ 307 milh\u00f5es e importou da Alemanha de US$ 611 milh\u00f5es por ano. Em 2013, a Alemanha foi o d\u00e9cimo maior destino externo de produtos Santa Catarina, com embarques de US$ 278 milh\u00f5es, e o quinto local do qual o Estado mais comprou, com um total de US$ 875 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Infraestrutura, energia, especialmente a renov\u00e1vel, o agroneg\u00f3cio e alimentos s\u00e3o alguns dos principais segmentos em que Brasil e Alemanha podem ampliar a coopera\u00e7\u00e3o, na avalia\u00e7\u00e3o dos participantes do evento.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 importante destacar a complementaridade estrat\u00e9gica do fluxo comercial que envolve a Alemanha e Santa Catarina, resultando em uma interessante pauta de oportunidades a ser trabalhada, que inclui, entre outros, os setores metal\u00fargico, mec\u00e2nico e el\u00e9trico, que est\u00e3o entre os principais segmentos de importa\u00e7\u00e3o da Alemanha e nos quais empresas catarinenses s\u00e3o altamente competitivas internacionalmente\u201d, afimou C\u00f4rte, que est\u00e1 acompanhado de lideran\u00e7as pol\u00edticas e do setor industrial do Estado.<\/p>\n<p>Para o presidente da FIESC, a experi\u00eancia alem\u00e3 com as pequenas e m\u00e9dias empresas \u00e9 uma das grandes refer\u00eancias a ser seguida e que poder\u00e1 ganhar for\u00e7a em Santa Catarina com a realiza\u00e7\u00e3o do evento do pr\u00f3ximo ano em Joinville, entre 20 e 22 de setembro. \u201cAs pequenas e m\u00e9dias participam com enorme sucesso do esfor\u00e7o exportador do Pa\u00eds da Alemanha. Isso ocorre n\u00e3o s\u00f3 por quest\u00f5es culturais, mas porque existem pol\u00edticas para isso. A participa\u00e7\u00e3o em feiras, por exemplo, tem subsidio\u201d, disse, acrescentando que a for\u00e7a das empresas desse porte em Santa Catarina representa grande potencial para qualificar cada vez mais a balan\u00e7a comercial catarinense.<\/p>\n<p>O presidente da confedera\u00e7\u00e3o alem\u00e3 da ind\u00fastria, a BDI, Ulrich Grillo, destacou que a entidade alem\u00e3 e sua cong\u00eanere brasileira, a CNI, est\u00e3o atentas \u00e0 chamada Ind\u00fastria 4.0. \u201c\u00c9 a 4\u00aa revolu\u00e7\u00e3o industrial, que vai fundir a economia real e a digital e modificar completamente as bases dos processos de produ\u00e7\u00e3o e os atuais modelos de neg\u00f3cio\u201d, afirmou, destacando que os neg\u00f3cios ser\u00e3o cada vez mais virtuais e conectados.<\/p>\n<p>Os alem\u00e3es destacaram potenciais de coopera\u00e7\u00e3o em \u00e1reas como as de alimentos e agroneg\u00f3cio, por meio de cadeias globais, e outras que afetam a competitividade dos dois pa\u00edses, como o pre\u00e7o elevado da energia que encarece os custos de produ\u00e7\u00e3o tanto no Brasil quanto na Alemanha. Energia e\u00f3lica, solar e a partir de biomassa foram citados como destaques.<\/p>\n<p>Do lado brasileiro existe a preocupa\u00e7\u00e3o de elevar o conte\u00fado tecnol\u00f3gico das exporta\u00e7\u00f5es. Nas palavras do vice-presidente da CNI, Paulo Tigre, o Brasil precisa de uma inser\u00e7\u00e3o internacional \u201cmais virtuosa\u201d, com itens de maior valor agregado em sua pauta destinada ao mercado internacional. \u201cA participa\u00e7\u00e3o em cadeias de valor \u00e9 uma alternativa e a Alemanha pode ser uma parceira para isso\u201d, disse. Os dados da balan\u00e7a comercial catarinense s\u00e3o um indicativo nesse sentido. Os principais produtos embarcados em 2013 foram fumo, frango e motores el\u00e9tricos. J\u00e1 na no sentido contr\u00e1rio, desembarcaram em Santa Catarina itens como autom\u00f3veis, reagentes para laborat\u00f3rio e fra\u00e7\u00f5es de sangue para tratamento de sa\u00fade. A estat\u00edstica tamb\u00e9m d\u00e1 consist\u00eancia ao racioc\u00ednio de C\u00f4rte sobre a complementariedade da balan\u00e7a comercial entre o Estado e a Alemanha, j\u00e1 que os itens importados citados n\u00e3o s\u00e3o destaque na pauta exportadora catarinense para o pa\u00eds europeu.<\/p>\n<p><strong>Infraestrutura<\/strong> &#8211; O d\u00e9ficit de infraestrutura do Brasil foi classificado como desafio e, ao mesmo tempo, oportunidade pelo ministro do Desenvolvimento Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio, Mauro Borges, j\u00e1 que os alem\u00e3es podem participar dos investimentos necess\u00e1rios ao Pa\u00eds. Mas ele admitiu a necessidade de promover as reformas tribut\u00e1ria, trabalhista e regulat\u00f3ria para acelerar a atra\u00e7\u00e3o de recursos. Tigre, lembrou que o Brasil investe menos da metade do que seria necess\u00e1rio na \u00e1rea e citou as regras para a gest\u00e3o privada dos portos como um exemplo de quest\u00e3o a ser enfrentada para estimular a participa\u00e7\u00e3o do setor.<\/p>\n<p><strong>Acordo de coopera\u00e7\u00e3o<\/strong> &#8211; Na segunda-feira tamb\u00e9m (1\u00ba) foi assinado conv\u00eanio entre a FIESC, o Instituto Euvaldo Lodi e a Funda\u00e7\u00e3o Steinbeis, considerada a mais inovadora escola de neg\u00f3cios da Alemanha pela Global Business Education. O objetivo \u00e9 identificar oportunidades e realizar atividades em \u00e1reas como programas de educa\u00e7\u00e3o executiva para os gestores, l\u00edderes e empres\u00e1rios; desenvolvimento conjunto e interc\u00e2mbio de conte\u00fados para educa\u00e7\u00e3o executiva; visitas t\u00e9cnicas envolvendo as empresas e os centros de conhecimento para o interc\u00e2mbio de pr\u00e1ticas de neg\u00f3cios, no Brasil e na Europa e o desenvolvimento conjunto de estudos sobre melhores pr\u00e1ticas internacionais (benchmarking) em educa\u00e7\u00e3o executiva, inova\u00e7\u00e3o, lideran\u00e7a, estrat\u00e9gia e internacionaliza\u00e7\u00e3o. Pelo lado brasileiro o acordo foi assinado por C\u00f4rte e pelo alem\u00e3o pelo diretor da Associa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Bandenw\u00fcrtenberg, Wolfgang Wolf.<\/p>\n<p>The post Reuni\u00e3o debate sobre com\u00e9rcio entre SC e Alemanha appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/reuniao-debate-sobre-comercio-entre-sc-e-alemanha\/\" class=\"colorbox\" title=\"Reuni\u00e3o debate sobre com\u00e9rcio entre SC e Alemanha\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"glauco2 (1)\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/glauco2-1-300x200.jpg\"><\/div>\n<p>Tema foi debatido durante encontro realizado hoje, em Hamburgo, durante o lan\u00e7amento do Encontro Brasil \u2013 Alemanha 2015. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>A corrente comercial de Santa Catarina com a Alemanha dever\u00e1 aumentar nos pr\u00f3ximos anos, porque suas importa\u00e7\u00f5es e exporta\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o concorrentes, mas complementares. A avalia\u00e7\u00e3o foi feita hoje, em Hamburgo pelo presidente da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Santa Catarina (FIESC), Glauco Jos\u00e9 C\u00f4rte, durante o lan\u00e7amento da edi\u00e7\u00e3o 2015 do Encontro Econ\u00f4mico Brasil Alemanha, que ser\u00e1 realizado em Joinville (SC).<\/p>\n<p>Perspectiva foi apresentada em Hamburgo pelo presidente da FIESC no lan\u00e7amento do Encontro Brasil \u2013 Alemanha 2015, que ser\u00e1 realizado em Joinville.<i> <\/i>Nesta quarta-feira o grupo catarinense ainda participa do encerramento do Encontro Econ\u00f4mico Brasil \u2013 Alemanha e na quarta realiza semin\u00e1rio em Frankfurt, onde apresentar\u00e1 o Estado como destino para investimentos a empres\u00e1rios alem\u00e3es.<i><\/i><\/p>\n<p>Nos \u00faltimos cinco anos, a corrente de com\u00e9rcio de Santa Catarina com a Alemanha foi de aproximadamente US$ 918 milh\u00f5es anuais. Santa Catarina exportou US$ 307 milh\u00f5es e importou da Alemanha de US$ 611 milh\u00f5es por ano. Em 2013, a Alemanha foi o d\u00e9cimo maior destino externo de produtos Santa Catarina, com embarques de US$ 278 milh\u00f5es, e o quinto local do qual o Estado mais comprou, com um total de US$ 875 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Infraestrutura, energia, especialmente a renov\u00e1vel, o agroneg\u00f3cio e alimentos s\u00e3o alguns dos principais segmentos em que Brasil e Alemanha podem ampliar a coopera\u00e7\u00e3o, na avalia\u00e7\u00e3o dos participantes do evento.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 importante destacar a complementaridade estrat\u00e9gica do fluxo comercial que envolve a Alemanha e Santa Catarina, resultando em uma interessante pauta de oportunidades a ser trabalhada, que inclui, entre outros, os setores metal\u00fargico, mec\u00e2nico e el\u00e9trico, que est\u00e3o entre os principais segmentos de importa\u00e7\u00e3o da Alemanha e nos quais empresas catarinenses s\u00e3o altamente competitivas internacionalmente\u201d, afimou C\u00f4rte, que est\u00e1 acompanhado de lideran\u00e7as pol\u00edticas e do setor industrial do Estado.<\/p>\n<p>Para o presidente da FIESC, a experi\u00eancia alem\u00e3 com as pequenas e m\u00e9dias empresas \u00e9 uma das grandes refer\u00eancias a ser seguida e que poder\u00e1 ganhar for\u00e7a em Santa Catarina com a realiza\u00e7\u00e3o do evento do pr\u00f3ximo ano em Joinville, entre 20 e 22 de setembro. \u201cAs pequenas e m\u00e9dias participam com enorme sucesso do esfor\u00e7o exportador do Pa\u00eds da Alemanha. Isso ocorre n\u00e3o s\u00f3 por quest\u00f5es culturais, mas porque existem pol\u00edticas para isso. A participa\u00e7\u00e3o em feiras, por exemplo, tem subsidio\u201d, disse, acrescentando que a for\u00e7a das empresas desse porte em Santa Catarina representa grande potencial para qualificar cada vez mais a balan\u00e7a comercial catarinense.<\/p>\n<p>O presidente da confedera\u00e7\u00e3o alem\u00e3 da ind\u00fastria, a BDI, Ulrich Grillo, destacou que a entidade alem\u00e3 e sua cong\u00eanere brasileira, a CNI, est\u00e3o atentas \u00e0 chamada Ind\u00fastria 4.0. \u201c\u00c9 a 4\u00aa revolu\u00e7\u00e3o industrial, que vai fundir a economia real e a digital e modificar completamente as bases dos processos de produ\u00e7\u00e3o e os atuais modelos de neg\u00f3cio\u201d, afirmou, destacando que os neg\u00f3cios ser\u00e3o cada vez mais virtuais e conectados.<\/p>\n<p>Os alem\u00e3es destacaram potenciais de coopera\u00e7\u00e3o em \u00e1reas como as de alimentos e agroneg\u00f3cio, por meio de cadeias globais, e outras que afetam a competitividade dos dois pa\u00edses, como o pre\u00e7o elevado da energia que encarece os custos de produ\u00e7\u00e3o tanto no Brasil quanto na Alemanha. Energia e\u00f3lica, solar e a partir de biomassa foram citados como destaques.<\/p>\n<p>Do lado brasileiro existe a preocupa\u00e7\u00e3o de elevar o conte\u00fado tecnol\u00f3gico das exporta\u00e7\u00f5es. Nas palavras do vice-presidente da CNI, Paulo Tigre, o Brasil precisa de uma inser\u00e7\u00e3o internacional \u201cmais virtuosa\u201d, com itens de maior valor agregado em sua pauta destinada ao mercado internacional. \u201cA participa\u00e7\u00e3o em cadeias de valor \u00e9 uma alternativa e a Alemanha pode ser uma parceira para isso\u201d, disse. Os dados da balan\u00e7a comercial catarinense s\u00e3o um indicativo nesse sentido. Os principais produtos embarcados em 2013 foram fumo, frango e motores el\u00e9tricos. J\u00e1 na no sentido contr\u00e1rio, desembarcaram em Santa Catarina itens como autom\u00f3veis, reagentes para laborat\u00f3rio e fra\u00e7\u00f5es de sangue para tratamento de sa\u00fade. A estat\u00edstica tamb\u00e9m d\u00e1 consist\u00eancia ao racioc\u00ednio de C\u00f4rte sobre a complementariedade da balan\u00e7a comercial entre o Estado e a Alemanha, j\u00e1 que os itens importados citados n\u00e3o s\u00e3o destaque na pauta exportadora catarinense para o pa\u00eds europeu.<\/p>\n<p><strong>Infraestrutura<\/strong> &#8211; O d\u00e9ficit de infraestrutura do Brasil foi classificado como desafio e, ao mesmo tempo, oportunidade pelo ministro do Desenvolvimento Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio, Mauro Borges, j\u00e1 que os alem\u00e3es podem participar dos investimentos necess\u00e1rios ao Pa\u00eds. Mas ele admitiu a necessidade de promover as reformas tribut\u00e1ria, trabalhista e regulat\u00f3ria para acelerar a atra\u00e7\u00e3o de recursos. Tigre, lembrou que o Brasil investe menos da metade do que seria necess\u00e1rio na \u00e1rea e citou as regras para a gest\u00e3o privada dos portos como um exemplo de quest\u00e3o a ser enfrentada para estimular a participa\u00e7\u00e3o do setor.<\/p>\n<p><strong>Acordo de coopera\u00e7\u00e3o<\/strong> &#8211; Na segunda-feira tamb\u00e9m (1\u00ba) foi assinado conv\u00eanio entre a FIESC, o Instituto Euvaldo Lodi e a Funda\u00e7\u00e3o Steinbeis, considerada a mais inovadora escola de neg\u00f3cios da Alemanha pela Global Business Education. O objetivo \u00e9 identificar oportunidades e realizar atividades em \u00e1reas como programas de educa\u00e7\u00e3o executiva para os gestores, l\u00edderes e empres\u00e1rios; desenvolvimento conjunto e interc\u00e2mbio de conte\u00fados para educa\u00e7\u00e3o executiva; visitas t\u00e9cnicas envolvendo as empresas e os centros de conhecimento para o interc\u00e2mbio de pr\u00e1ticas de neg\u00f3cios, no Brasil e na Europa e o desenvolvimento conjunto de estudos sobre melhores pr\u00e1ticas internacionais (benchmarking) em educa\u00e7\u00e3o executiva, inova\u00e7\u00e3o, lideran\u00e7a, estrat\u00e9gia e internacionaliza\u00e7\u00e3o. Pelo lado brasileiro o acordo foi assinado por C\u00f4rte e pelo alem\u00e3o pelo diretor da Associa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Bandenw\u00fcrtenberg, Wolfgang Wolf.<\/p>\n<p>The post Reuni\u00e3o debate sobre com\u00e9rcio entre SC e Alemanha appeared first on Economia SC.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-3590","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","no-post-thumbnail"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3590","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3590"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3590\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3590"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3590"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3590"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}