{"id":3532,"date":"2014-08-28T13:49:00","date_gmt":"2014-08-28T13:49:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/mais-2-areas-de-cultivo-de-moluscos-sao-liberadas\/"},"modified":"2014-08-28T13:49:00","modified_gmt":"2014-08-28T13:49:00","slug":"mais-2-areas-de-cultivo-de-moluscos-sao-liberadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/mais-2-areas-de-cultivo-de-moluscos-sao-liberadas\/","title":{"rendered":"Mais 2 \u00e1reas de cultivo de moluscos s\u00e3o liberadas"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"maricultura - ostras\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/maricultura-ostras2-300x225.jpg\"><\/div>\n<p>Ap\u00f3s inspe\u00e7\u00e3o, mexilh\u00f5es, ostras, vieiras e berbig\u00f5es provenientes das comunidades de Fazenda da Arma\u00e7\u00e3o, em Governador Celso Ramos, e de Canto da Praia, em Itapema est\u00e3o liberados para venda. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>As localidades de Fazenda da Arma\u00e7\u00e3o, em Governador Celso Ramos, e de Canto da Praia, em Itapema, est\u00e3o livres da toxina diarreica (DSP). A Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca libera a retirada, comercializa\u00e7\u00e3o e consumo de ostras, vieiras, mexilh\u00f5es e berbig\u00f5es dessas localidades. A interdi\u00e7\u00e3o preventiva continua para as \u00e1reas onde foi comprovada a presen\u00e7a da toxina ou que ainda n\u00e3o foram examinadas sendo proibida a retirada, a comercializa\u00e7\u00e3o e o consumo de moluscos bivalves. No momento existe a presen\u00e7a da DSP na localidade de Paulas, em S\u00e3o Francisco do Sul, em Ganchos de Fora, em Governador Celso Ramos, e em Porto Belo.<\/p>\n<p>Nesta quarta-feira, 27, a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agr\u00edcola de Santa Catarina (Cidasc) coletou amostras nas localidades de Paulas, em S\u00e3o Francisco do Sul, com resultado previsto para quinta-feira, 28 e na sexta-feira, 29, ser\u00e3o coletadas amostras em Porto Belo e em Ganchos de Fora, em Governador Celso Ramos, com resultados previstos para s\u00e1bado. O Laborat\u00f3rio Laqua-Itaja\u00ed\/IFSC \u00e9 o respons\u00e1vel por analisar as amostras colhidas pela Cidasc no litoral catarinense.<\/p>\n<p>At\u00e9 o momento, s\u00e3o 28 localidades liberadas da interdi\u00e7\u00e3o preventiva e 11 permanecem interditadas, sendo que em apenas tr\u00eas delas foi comprovada a presen\u00e7a de DSP. As coletas de moluscos continuar\u00e3o sendo realizadas para o monitoramento das \u00e1reas de produ\u00e7\u00e3o em SC e assim que os resultados mostrarem que n\u00e3o h\u00e1 contamina\u00e7\u00e3o, outras localidades ser\u00e3o imediatamente liberadas. Nos casos em que existe a comprova\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a da toxina nos moluscos, o procedimento para desinterdi\u00e7\u00e3o requer dois exames laboratoriais com resultado negativo.<\/p>\n<p>Na ultima quinta-feira, 21, a Secretaria informou a interdi\u00e7\u00e3o preventiva das \u00e1reas de cultivo de ostras, mexilh\u00f5es, vieiras e berbig\u00f5es em Santa Catarina, proibindo a retirada, comercializa\u00e7\u00e3o e o consumo desses animais e seus produtos devido \u00e0 presen\u00e7a de toxinas que podem causar intoxica\u00e7\u00e3o alimentar. A interdi\u00e7\u00e3o preventiva de todo o litoral catarinense foi uma medida para preservar a sa\u00fade p\u00fablica, pela possibilidade da contamina\u00e7\u00e3o dos moluscos bivalves em diversas \u00e1reas do litoral catarinense.<\/p>\n<p>A toxina diarr\u00e9ica \u00e9 produzida por algumas esp\u00e9cies de microalgas que vivem na \u00e1gua, chamadas de Dinophysis, e quando acumuladas por organismos filtradores, como ostras e mexilh\u00f5es, podem causar um quadro de intoxica\u00e7\u00e3o nos consumidores. A presen\u00e7a de Dinophysis \u00e9 conhecida em Santa Catarina e por isso os n\u00edveis da toxina s\u00e3o regularmente monitorados pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agr\u00edcola de Santa Catarina (Cidasc). Os \u00faltimos epis\u00f3dios de excesso de DSP no estado aconteceram em 2007 e 2008. Uma das explica\u00e7\u00f5es para o fen\u00f4meno s\u00e3o as condi\u00e7\u00f5es ambientais favor\u00e1veis para a prolifera\u00e7\u00e3o dessas algas: maior incid\u00eancia solar, pouca agita\u00e7\u00e3o marinha e baixa salinidade da \u00e1gua do mar.<\/p>\n<p>Os sintomas causados pela DSP s\u00e3o n\u00e1useas, v\u00f4mitos, diarreia e dores abdominais e se manifestam em poucas horas ap\u00f3s a ingest\u00e3o de moluscos contaminados. A recupera\u00e7\u00e3o do paciente se d\u00e1 entre dois e tr\u00eas dias.<\/p>\n<p>The post Mais 2 \u00e1reas de cultivo de moluscos s\u00e3o liberadas appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/mais-2-areas-de-cultivo-de-moluscos-sao-liberadas\/\" class=\"colorbox\" title=\"Mais 2 \u00e1reas de cultivo de moluscos s\u00e3o liberadas\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"maricultura - ostras\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/maricultura-ostras2-300x225.jpg\"><\/div>\n<p>Ap\u00f3s inspe\u00e7\u00e3o, mexilh\u00f5es, ostras, vieiras e berbig\u00f5es provenientes das comunidades de Fazenda da Arma\u00e7\u00e3o, em Governador Celso Ramos, e de Canto da Praia, em Itapema est\u00e3o liberados para venda. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>As localidades de Fazenda da Arma\u00e7\u00e3o, em Governador Celso Ramos, e de Canto da Praia, em Itapema, est\u00e3o livres da toxina diarreica (DSP). A Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca libera a retirada, comercializa\u00e7\u00e3o e consumo de ostras, vieiras, mexilh\u00f5es e berbig\u00f5es dessas localidades. A interdi\u00e7\u00e3o preventiva continua para as \u00e1reas onde foi comprovada a presen\u00e7a da toxina ou que ainda n\u00e3o foram examinadas sendo proibida a retirada, a comercializa\u00e7\u00e3o e o consumo de moluscos bivalves. No momento existe a presen\u00e7a da DSP na localidade de Paulas, em S\u00e3o Francisco do Sul, em Ganchos de Fora, em Governador Celso Ramos, e em Porto Belo.<\/p>\n<p>Nesta quarta-feira, 27, a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agr\u00edcola de Santa Catarina (Cidasc) coletou amostras nas localidades de Paulas, em S\u00e3o Francisco do Sul, com resultado previsto para quinta-feira, 28 e na sexta-feira, 29, ser\u00e3o coletadas amostras em Porto Belo e em Ganchos de Fora, em Governador Celso Ramos, com resultados previstos para s\u00e1bado. O Laborat\u00f3rio Laqua-Itaja\u00ed\/IFSC \u00e9 o respons\u00e1vel por analisar as amostras colhidas pela Cidasc no litoral catarinense.<\/p>\n<p>At\u00e9 o momento, s\u00e3o 28 localidades liberadas da interdi\u00e7\u00e3o preventiva e 11 permanecem interditadas, sendo que em apenas tr\u00eas delas foi comprovada a presen\u00e7a de DSP. As coletas de moluscos continuar\u00e3o sendo realizadas para o monitoramento das \u00e1reas de produ\u00e7\u00e3o em SC e assim que os resultados mostrarem que n\u00e3o h\u00e1 contamina\u00e7\u00e3o, outras localidades ser\u00e3o imediatamente liberadas. Nos casos em que existe a comprova\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a da toxina nos moluscos, o procedimento para desinterdi\u00e7\u00e3o requer dois exames laboratoriais com resultado negativo.<\/p>\n<p>Na ultima quinta-feira, 21, a Secretaria informou a interdi\u00e7\u00e3o preventiva das \u00e1reas de cultivo de ostras, mexilh\u00f5es, vieiras e berbig\u00f5es em Santa Catarina, proibindo a retirada, comercializa\u00e7\u00e3o e o consumo desses animais e seus produtos devido \u00e0 presen\u00e7a de toxinas que podem causar intoxica\u00e7\u00e3o alimentar. A interdi\u00e7\u00e3o preventiva de todo o litoral catarinense foi uma medida para preservar a sa\u00fade p\u00fablica, pela possibilidade da contamina\u00e7\u00e3o dos moluscos bivalves em diversas \u00e1reas do litoral catarinense.<\/p>\n<p>A toxina diarr\u00e9ica \u00e9 produzida por algumas esp\u00e9cies de microalgas que vivem na \u00e1gua, chamadas de Dinophysis, e quando acumuladas por organismos filtradores, como ostras e mexilh\u00f5es, podem causar um quadro de intoxica\u00e7\u00e3o nos consumidores. A presen\u00e7a de Dinophysis \u00e9 conhecida em Santa Catarina e por isso os n\u00edveis da toxina s\u00e3o regularmente monitorados pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agr\u00edcola de Santa Catarina (Cidasc). Os \u00faltimos epis\u00f3dios de excesso de DSP no estado aconteceram em 2007 e 2008. Uma das explica\u00e7\u00f5es para o fen\u00f4meno s\u00e3o as condi\u00e7\u00f5es ambientais favor\u00e1veis para a prolifera\u00e7\u00e3o dessas algas: maior incid\u00eancia solar, pouca agita\u00e7\u00e3o marinha e baixa salinidade da \u00e1gua do mar.<\/p>\n<p>Os sintomas causados pela DSP s\u00e3o n\u00e1useas, v\u00f4mitos, diarreia e dores abdominais e se manifestam em poucas horas ap\u00f3s a ingest\u00e3o de moluscos contaminados. 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