{"id":3502,"date":"2014-08-27T12:40:00","date_gmt":"2014-08-27T12:40:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/indice-de-precos-ao-produtor-cai-029-em-julho\/"},"modified":"2014-08-27T12:40:00","modified_gmt":"2014-08-27T12:40:00","slug":"indice-de-precos-ao-produtor-cai-029-em-julho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/indice-de-precos-ao-produtor-cai-029-em-julho\/","title":{"rendered":"\u00cdndice de Pre\u00e7os ao Produtor cai 0,29% em julho"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Contas\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/Contas-300x248.jpg\"><\/div>\n<p>No ano, \u00edndice que mostra pre\u00e7os \u201cna porta da f\u00e1brica\u201d acumula alta de 0,61%. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Em julho de 2014, o \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Produtor (IPP) variou, em m\u00e9dia, -0,29% quando comparados ao m\u00eas anterior, n\u00famero inferior ao observado na compara\u00e7\u00e3o entre junho e maio (-0,16%). O acumulado em 2014 ficou em 0,61% em julho, contra 0,90% em junho. Na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo m\u00eas de 2013 (acumulado em 12 meses), os pre\u00e7os aumentaram 3,45%, contra 5,01% em junho. O IPP mede a evolu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os de produtos \u201cna porta de f\u00e1brica\u201d, sem impostos e fretes, de 23 setores das ind\u00fastrias de transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>6 das 23 atividades pesquisadas apresentam alta de pre\u00e7os<\/strong><\/p>\n<p>Em julho de 2014, os pre\u00e7os das Ind\u00fastrias de Transforma\u00e7\u00e3o variaram, em m\u00e9dia, -0,29% em rela\u00e7\u00e3o a junho. Na compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas anterior, 6 das 23 atividades apresentaram varia\u00e7\u00f5es positivas de pre\u00e7os, contra 8 do m\u00eas anterior. As quatro maiores varia\u00e7\u00f5es observadas em julho se deram entre os produtos compreendidos nas seguintes atividades industriais: impress\u00e3o (-2,15%), cal\u00e7ados e artigos de couro (-1,38%), alimentos (-1,18%) e madeira (-0,96%). Em termos de influ\u00eancia, na compara\u00e7\u00e3o entre julho\/14 e junho\/14 (-0,29%), sobressa\u00edram alimentos (-0,23 p.p.), refino de petr\u00f3leo e produtos de \u00e1lcool (0,06 p.p.), cal\u00e7ados e artigos de couro (-0,02 p.p.) e ve\u00edculos automotores (0,02 p.p.).<\/p>\n<p>J\u00e1 o indicador acumulado no ano atingiu 0,61% em julho. Entre as atividades que tiveram as maiores varia\u00e7\u00f5es percentuais na perspectiva deste indicador sobressa\u00edram: metalurgia (5,62%), confec\u00e7\u00e3o de artigos do vestu\u00e1rio e acess\u00f3rios (4,70%), refino de petr\u00f3leo e produtos de \u00e1lcool (4,01%) e madeira (-3,95%). Neste indicador, os setores de maior influ\u00eancia foram: alimentos (-0,59 p.p.), refino de petr\u00f3leo e produtos de \u00e1lcool (0,44 p.p.), metalurgia (0,43 p.p.) e ve\u00edculos automotores (0,23 p.p.).<\/p>\n<p>No acumulado em 12 meses, a varia\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os ocorrida foi de 3,45%. As quatro maiores varia\u00e7\u00f5es de pre\u00e7os ocorreram em refino de petr\u00f3leo e produtos de \u00e1lcool (8,93%), cal\u00e7ados e artigos de couro (7,76%), impress\u00e3o (-6,90%) e metalurgia (6,01%). As principais influ\u00eancias nesta perspectiva vieram de refino de petr\u00f3leo e produtos de \u00e1lcool (0,97 p.p.), alimentos (0,52 p.p.), metalurgia (0,47 p.p.) e ve\u00edculos automotores (0,32 p.p.).<\/p>\n<p><strong>Alimentos<\/strong><\/p>\n<p>Em julho de 2014, os pre\u00e7os do setor de alimentos variaram -1,18% em rela\u00e7\u00e3o a junho, sendo a menor taxa desde fevereiro de 2013 (-2,58%) neste tipo de compara\u00e7\u00e3o. Com isso, o acumulado em 2014 chegou a -2,88%. Na compara\u00e7\u00e3o com julho de 2013, os pre\u00e7os deste ano aumentaram 2,62%, terceiro menor resultado da s\u00e9rie (1,25%, em fevereiro de 2012 e 2,18% em janeiro de 2012) para esse indicador.<\/p>\n<p>Em termos de produtos destacados na compara\u00e7\u00e3o julho\/junho de 2014, apenas \u201c\u00f3leo de soja refinado\u201d aparece tanto em termos de varia\u00e7\u00e3o quanto de influ\u00eancia. No conjunto de produtos com varia\u00e7\u00f5es mais abruptas, dois mostraram varia\u00e7\u00f5es positivas (\u201csorvetes, picol\u00e9s e produtos gelados comest\u00edveis\u201d e \u201ccarnes de su\u00ednos frescas ou refrigeradas\u201d) e dois, negativas (\u201c\u00f3leo de soja refinado\u201d e \u201ciogurte\u201d). Os produtos de maior influ\u00eancia, por sua vez, est\u00e3o ligados ou \u00e0 cadeia da soja (\u201cres\u00edduos da extra\u00e7\u00e3o de soja\u201d, \u201c\u00f3leo de soja refinado\u201d e \u201c\u00f3leo de soja em bruto, mesmo degomado\u201d) ou \u00e0 da cana-de-a\u00e7\u00facar (\u201ca\u00e7\u00facar cristal\u201d). Nesse caso, ainda \u00e9poca de colheita, as varia\u00e7\u00f5es de pre\u00e7os s\u00e3o negativas. Os quatro produtos influenciaram a taxa de -1,18% em 1,13 p.p.<\/p>\n<p><strong>Cal\u00e7ados e produtos de couro<br \/><\/strong><br \/>\nA varia\u00e7\u00e3o observada no m\u00eas de julho foi de -1,38%, segunda maior varia\u00e7\u00e3o negativa no m\u00eas e a maior taxa negativa do setor desde o in\u00edcio da s\u00e9rie, em janeiro de 2010. Mesmo com a grande varia\u00e7\u00e3o negativa no m\u00eas, o acumulado no ano ainda se mant\u00e9m positivo (1,99%) e a atividade ainda apresenta uma varia\u00e7\u00e3o positiva significativa nos \u00faltimos 12 meses (7,76%). Dos seis produtos que s\u00e3o avaliados, os que mais influenciaram o \u00edndice do m\u00eas foram \u201ccal\u00e7ados de couro feminino, exceto t\u00eanis\u201d e \u201ct\u00eanis de material t\u00eaxtil ou de material sint\u00e9tico, montado\u201d, \u201ccal\u00e7ados de couro masculino, exceto t\u00eanis\u201d e \u201ccouros e peles de bovinos e equ\u00eddeos apergaminhados ou preparados ap\u00f3s curtimento ou secagem\u201d, que juntos responderam por -1,47 p.p. da taxa de -1,38%.<\/p>\n<p><strong>Refino de petr\u00f3leo e produtos de \u00e1lcool<\/strong><\/p>\n<p>A atividade registrou varia\u00e7\u00e3o de 0,51% em julho de 2014 com rela\u00e7\u00e3o a junho, primeiro resultado positivo ap\u00f3s dois meses de n\u00edveis negativos. No ano, o setor acumula 4,01%, enquanto o indicador dos \u00faltimos 12 meses registra 8,93%. Em rela\u00e7\u00e3o aos produtos, os destaques para o indicador mensal s\u00e3o \u201c\u00e1lcool et\u00edlico (anidro ou hidratado)\u201d, \u201cnaftas\u201d, \u201cquerosenes de avia\u00e7\u00e3o\u201d e \u201c\u00f3leo diesel e outros \u00f3leos combust\u00edveis\u201d, todos com varia\u00e7\u00e3o positiva para o m\u00eas de julho. Tais produtos em destaque explicam 0,46 p.p. do total de 0,51% do indicador, o que evidencia concentra\u00e7\u00e3o de aumento nas principais varia\u00e7\u00f5es, sobretudo do \u00f3leo diesel e da nafta. Este \u00faltimo, depois de um longo per\u00edodo de queda, volta a ter seus pre\u00e7os pressionados no mercado internacional, principalmente por conta de desdobramento da crise na S\u00edria e demais pa\u00edses do Oriente M\u00e9dio.<\/p>\n<p><strong>Metalurgia<\/strong><\/p>\n<p>O resultado de julho de 2014 foi de -0,27%, o que contribuiu para que a varia\u00e7\u00e3o acumulada nos \u00faltimos 12 meses chegasse a 6,01% e a 5,62% no acumulado do ano (segundo resultado mais elevado deste \u00edndice desde o in\u00edcio da s\u00e9rie).<\/p>\n<p>Os destaques em termos de varia\u00e7\u00f5es\/influ\u00eancias negativas ficaram com dois produtos: \u201cbobinas a frio de a\u00e7os ao carbono, n\u00e3o revestidos\u201d e \u201cchapas grossas de a\u00e7os ao carbono, n\u00e3o revestidos\u201d. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s varia\u00e7\u00f5es no m\u00eas, aparecem com resultados positivos \u201cligas de alum\u00ednio em formas brutas\u201d, seguindo as cota\u00e7\u00f5es internacionais, e \u201cbobinas ou chapas de a\u00e7os inoxid\u00e1veis, inclusive tiras\u201d. Em rela\u00e7\u00e3o aos outros produtos em destaque, agora como influ\u00eancia no m\u00eas, aparecem \u201cbobinas a quente de a\u00e7os ao carbono, n\u00e3o revestidos\u201d com resultado negativo e \u201clingotes, blocos, tarugos ou placas de a\u00e7os ao carbono\u201d com influ\u00eancia positiva. No indicador mensal de julho, os quatro produtos com maiores influ\u00eancias impactaram em -1,08 p.p na varia\u00e7\u00e3o de -0,27%, restando aos demais 18 produtos uma participa\u00e7\u00e3o positiva de 0,74 p.p.<\/p>\n<p><strong>Ve\u00edculos automotores<\/strong><\/p>\n<p>Em julho, os pre\u00e7os dos produtos da atividade registraram, em m\u00e9dia, varia\u00e7\u00e3o de 0,22% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. Com isso, o acumulado do ano atingiu 2,14%. Em rela\u00e7\u00e3o aos \u00faltimos 12 meses, a atividade ficou em 2,88%.<\/p>\n<p>Os produtos que tiveram maior participa\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior foram \u201cautom\u00f3veis para passageiros, a gasolina, \u00e1lcool ou bicombust\u00edvel, de qualquer pot\u00eancia\u201d, \u201ccaminh\u00e3o diesel com capacidade superior a 5t\u201d, e \u201cpe\u00e7as para motor de ve\u00edculos automotores\u201d, todos com varia\u00e7\u00f5es positivas. Ainda nessa categoria, o produto \u201ccaminh\u00e3o-trator para reboques e semi-reboques\u201d aparece com varia\u00e7\u00e3o negativa. Esses quatro produtos somam 0,24 p.p. no indicador mensal de julho. <strong>(IBGE)<\/strong><\/p>\n<p>The post \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Produtor cai 0,29% em julho appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/indice-de-precos-ao-produtor-cai-029-em-julho\/\" class=\"colorbox\" title=\"\u00cdndice de Pre\u00e7os ao Produtor cai 0,29% em julho\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Contas\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/Contas-300x248.jpg\"><\/div>\n<\/p>\n<p>No ano, \u00edndice que mostra pre\u00e7os \u201cna porta da f\u00e1brica\u201d acumula alta de 0,61%. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Em julho de 2014, o \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Produtor (IPP) variou, em m\u00e9dia, -0,29% quando comparados ao m\u00eas anterior, n\u00famero inferior ao observado na compara\u00e7\u00e3o entre junho e maio (-0,16%). O acumulado em 2014 ficou em 0,61% em julho, contra 0,90% em junho. Na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo m\u00eas de 2013 (acumulado em 12 meses), os pre\u00e7os aumentaram 3,45%, contra 5,01% em junho. O IPP mede a evolu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os de produtos \u201cna porta de f\u00e1brica\u201d, sem impostos e fretes, de 23 setores das ind\u00fastrias de transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>6 das 23 atividades pesquisadas apresentam alta de pre\u00e7os<\/strong><\/p>\n<p>Em julho de 2014, os pre\u00e7os das Ind\u00fastrias de Transforma\u00e7\u00e3o variaram, em m\u00e9dia, -0,29% em rela\u00e7\u00e3o a junho. Na compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas anterior, 6 das 23 atividades apresentaram varia\u00e7\u00f5es positivas de pre\u00e7os, contra 8 do m\u00eas anterior. As quatro maiores varia\u00e7\u00f5es observadas em julho se deram entre os produtos compreendidos nas seguintes atividades industriais: impress\u00e3o (-2,15%), cal\u00e7ados e artigos de couro (-1,38%), alimentos (-1,18%) e madeira (-0,96%). Em termos de influ\u00eancia, na compara\u00e7\u00e3o entre julho\/14 e junho\/14 (-0,29%), sobressa\u00edram alimentos (-0,23 p.p.), refino de petr\u00f3leo e produtos de \u00e1lcool (0,06 p.p.), cal\u00e7ados e artigos de couro (-0,02 p.p.) e ve\u00edculos automotores (0,02 p.p.).<\/p>\n<p>J\u00e1 o indicador acumulado no ano atingiu 0,61% em julho. Entre as atividades que tiveram as maiores varia\u00e7\u00f5es percentuais na perspectiva deste indicador sobressa\u00edram: metalurgia (5,62%), confec\u00e7\u00e3o de artigos do vestu\u00e1rio e acess\u00f3rios (4,70%), refino de petr\u00f3leo e produtos de \u00e1lcool (4,01%) e madeira (-3,95%). Neste indicador, os setores de maior influ\u00eancia foram: alimentos (-0,59 p.p.), refino de petr\u00f3leo e produtos de \u00e1lcool (0,44 p.p.), metalurgia (0,43 p.p.) e ve\u00edculos automotores (0,23 p.p.).<\/p>\n<p>No acumulado em 12 meses, a varia\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os ocorrida foi de 3,45%. As quatro maiores varia\u00e7\u00f5es de pre\u00e7os ocorreram em refino de petr\u00f3leo e produtos de \u00e1lcool (8,93%), cal\u00e7ados e artigos de couro (7,76%), impress\u00e3o (-6,90%) e metalurgia (6,01%). As principais influ\u00eancias nesta perspectiva vieram de refino de petr\u00f3leo e produtos de \u00e1lcool (0,97 p.p.), alimentos (0,52 p.p.), metalurgia (0,47 p.p.) e ve\u00edculos automotores (0,32 p.p.).<\/p>\n<p><strong>Alimentos<\/strong><\/p>\n<p>Em julho de 2014, os pre\u00e7os do setor de alimentos variaram -1,18% em rela\u00e7\u00e3o a junho, sendo a menor taxa desde fevereiro de 2013 (-2,58%) neste tipo de compara\u00e7\u00e3o. Com isso, o acumulado em 2014 chegou a -2,88%. Na compara\u00e7\u00e3o com julho de 2013, os pre\u00e7os deste ano aumentaram 2,62%, terceiro menor resultado da s\u00e9rie (1,25%, em fevereiro de 2012 e 2,18% em janeiro de 2012) para esse indicador.<\/p>\n<p>Em termos de produtos destacados na compara\u00e7\u00e3o julho\/junho de 2014, apenas \u201c\u00f3leo de soja refinado\u201d aparece tanto em termos de varia\u00e7\u00e3o quanto de influ\u00eancia. No conjunto de produtos com varia\u00e7\u00f5es mais abruptas, dois mostraram varia\u00e7\u00f5es positivas (\u201csorvetes, picol\u00e9s e produtos gelados comest\u00edveis\u201d e \u201ccarnes de su\u00ednos frescas ou refrigeradas\u201d) e dois, negativas (\u201c\u00f3leo de soja refinado\u201d e \u201ciogurte\u201d). Os produtos de maior influ\u00eancia, por sua vez, est\u00e3o ligados ou \u00e0 cadeia da soja (\u201cres\u00edduos da extra\u00e7\u00e3o de soja\u201d, \u201c\u00f3leo de soja refinado\u201d e \u201c\u00f3leo de soja em bruto, mesmo degomado\u201d) ou \u00e0 da cana-de-a\u00e7\u00facar (\u201ca\u00e7\u00facar cristal\u201d). Nesse caso, ainda \u00e9poca de colheita, as varia\u00e7\u00f5es de pre\u00e7os s\u00e3o negativas. Os quatro produtos influenciaram a taxa de -1,18% em 1,13 p.p.<\/p>\n<p><strong>Cal\u00e7ados e produtos de couro<br \/><\/strong><br \/>\nA varia\u00e7\u00e3o observada no m\u00eas de julho foi de -1,38%, segunda maior varia\u00e7\u00e3o negativa no m\u00eas e a maior taxa negativa do setor desde o in\u00edcio da s\u00e9rie, em janeiro de 2010. Mesmo com a grande varia\u00e7\u00e3o negativa no m\u00eas, o acumulado no ano ainda se mant\u00e9m positivo (1,99%) e a atividade ainda apresenta uma varia\u00e7\u00e3o positiva significativa nos \u00faltimos 12 meses (7,76%). Dos seis produtos que s\u00e3o avaliados, os que mais influenciaram o \u00edndice do m\u00eas foram \u201ccal\u00e7ados de couro feminino, exceto t\u00eanis\u201d e \u201ct\u00eanis de material t\u00eaxtil ou de material sint\u00e9tico, montado\u201d, \u201ccal\u00e7ados de couro masculino, exceto t\u00eanis\u201d e \u201ccouros e peles de bovinos e equ\u00eddeos apergaminhados ou preparados ap\u00f3s curtimento ou secagem\u201d, que juntos responderam por -1,47 p.p. da taxa de -1,38%.<\/p>\n<p><strong>Refino de petr\u00f3leo e produtos de \u00e1lcool<\/strong><\/p>\n<p>A atividade registrou varia\u00e7\u00e3o de 0,51% em julho de 2014 com rela\u00e7\u00e3o a junho, primeiro resultado positivo ap\u00f3s dois meses de n\u00edveis negativos. No ano, o setor acumula 4,01%, enquanto o indicador dos \u00faltimos 12 meses registra 8,93%. Em rela\u00e7\u00e3o aos produtos, os destaques para o indicador mensal s\u00e3o \u201c\u00e1lcool et\u00edlico (anidro ou hidratado)\u201d, \u201cnaftas\u201d, \u201cquerosenes de avia\u00e7\u00e3o\u201d e \u201c\u00f3leo diesel e outros \u00f3leos combust\u00edveis\u201d, todos com varia\u00e7\u00e3o positiva para o m\u00eas de julho. Tais produtos em destaque explicam 0,46 p.p. do total de 0,51% do indicador, o que evidencia concentra\u00e7\u00e3o de aumento nas principais varia\u00e7\u00f5es, sobretudo do \u00f3leo diesel e da nafta. Este \u00faltimo, depois de um longo per\u00edodo de queda, volta a ter seus pre\u00e7os pressionados no mercado internacional, principalmente por conta de desdobramento da crise na S\u00edria e demais pa\u00edses do Oriente M\u00e9dio.<\/p>\n<p><strong>Metalurgia<\/strong><\/p>\n<p>O resultado de julho de 2014 foi de -0,27%, o que contribuiu para que a varia\u00e7\u00e3o acumulada nos \u00faltimos 12 meses chegasse a 6,01% e a 5,62% no acumulado do ano (segundo resultado mais elevado deste \u00edndice desde o in\u00edcio da s\u00e9rie).<\/p>\n<p>Os destaques em termos de varia\u00e7\u00f5es\/influ\u00eancias negativas ficaram com dois produtos: \u201cbobinas a frio de a\u00e7os ao carbono, n\u00e3o revestidos\u201d e \u201cchapas grossas de a\u00e7os ao carbono, n\u00e3o revestidos\u201d. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s varia\u00e7\u00f5es no m\u00eas, aparecem com resultados positivos \u201cligas de alum\u00ednio em formas brutas\u201d, seguindo as cota\u00e7\u00f5es internacionais, e \u201cbobinas ou chapas de a\u00e7os inoxid\u00e1veis, inclusive tiras\u201d. Em rela\u00e7\u00e3o aos outros produtos em destaque, agora como influ\u00eancia no m\u00eas, aparecem \u201cbobinas a quente de a\u00e7os ao carbono, n\u00e3o revestidos\u201d com resultado negativo e \u201clingotes, blocos, tarugos ou placas de a\u00e7os ao carbono\u201d com influ\u00eancia positiva. No indicador mensal de julho, os quatro produtos com maiores influ\u00eancias impactaram em -1,08 p.p na varia\u00e7\u00e3o de -0,27%, restando aos demais 18 produtos uma participa\u00e7\u00e3o positiva de 0,74 p.p.<\/p>\n<p><strong>Ve\u00edculos automotores<\/strong><\/p>\n<p>Em julho, os pre\u00e7os dos produtos da atividade registraram, em m\u00e9dia, varia\u00e7\u00e3o de 0,22% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. Com isso, o acumulado do ano atingiu 2,14%. Em rela\u00e7\u00e3o aos \u00faltimos 12 meses, a atividade ficou em 2,88%.<\/p>\n<p>Os produtos que tiveram maior participa\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior foram \u201cautom\u00f3veis para passageiros, a gasolina, \u00e1lcool ou bicombust\u00edvel, de qualquer pot\u00eancia\u201d, \u201ccaminh\u00e3o diesel com capacidade superior a 5t\u201d, e \u201cpe\u00e7as para motor de ve\u00edculos automotores\u201d, todos com varia\u00e7\u00f5es positivas. Ainda nessa categoria, o produto \u201ccaminh\u00e3o-trator para reboques e semi-reboques\u201d aparece com varia\u00e7\u00e3o negativa. Esses quatro produtos somam 0,24 p.p. no indicador mensal de julho. <strong>(IBGE)<\/strong><\/p>\n<p>The post \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Produtor cai 0,29% em julho appeared first on Economia SC.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-3502","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","no-post-thumbnail"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3502","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3502"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3502\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3502"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3502"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3502"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}