{"id":3459,"date":"2014-08-25T13:12:00","date_gmt":"2014-08-25T13:12:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/venda-de-moluscos-e-liberada-na-regiao-da-capital\/"},"modified":"2014-08-25T13:12:00","modified_gmt":"2014-08-25T13:12:00","slug":"venda-de-moluscos-e-liberada-na-regiao-da-capital","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/venda-de-moluscos-e-liberada-na-regiao-da-capital\/","title":{"rendered":"Venda de moluscos \u00e9 liberada na regi\u00e3o da Capital"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Ap\u00f3s interdi\u00e7\u00e3o preventiva, testes mostram que n\u00e3o h\u00e1 toxinas no cultivo da \u00e1rea. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/maricultura-ostras1-300x225.jpg\"><\/div>\n<p>Ap\u00f3s interdi\u00e7\u00e3o preventiva, testes mostram que n\u00e3o h\u00e1 toxinas no cultivo da \u00e1rea. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>As ostras e mexilh\u00f5es produzidas nas localidades de Laranjeiras, em S\u00e3o Francisco do Sul e Balne\u00e1rio Cambori\u00fa, da Praia do Cedro e Ponta do Papagaio, em Palho\u00e7a, e da Freguesia do Ribeir\u00e3o, Costeira do Ribeir\u00e3o, Caieira da Barra do Sul, Sambaqui e Santo Ant\u00f4nio de Lisboa, em Florian\u00f3polis est\u00e3o livres da toxina diarreica (DSP). Sendo assim, a Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca libera a retirada, comercializa\u00e7\u00e3o e consumo de ostras, vieiras, mexilh\u00f5es e berbig\u00f5es dessas localidades.  A interdi\u00e7\u00e3o preventiva continua para as \u00e1reas onde foi comprovada a presen\u00e7a da toxina ou que ainda n\u00e3o foram examinadas sendo proibida a retirada, comercializa\u00e7\u00e3o e consumo de ostras, mexilh\u00f5es, vieiras e berbig\u00f5es. No momento existe a presen\u00e7a da DSP na localidade de Paulas, em S\u00e3o Francisco do Sul, na regi\u00e3o de Ganchos de Fora, em Governador Celso Ramos, e no munic\u00edpio de Porto Belo. <\/p>\n<p>As amostras colhidas nas \u00e1rea da Grande Florian\u00f3polis na \u00faltima sexta-feira, dia 22, foram examinadas pelo Laborat\u00f3rio Laqua-Itaja\u00ed\/IFSC e os resultados divulgados no s\u00e1bado, dia 23, pela Secretaria da Agricultura e da Pesca. Na ultima quinta-feira, dia 21, a Secretaria informou a interdi\u00e7\u00e3o preventiva das \u00e1reas de cultivo de ostras, mexilh\u00f5es, vieiras e berbig\u00f5es em Santa Catarina, proibindo a retirada, comercializa\u00e7\u00e3o e consumo desses animais e seus produtos devido \u00e0 presen\u00e7a de toxinas que podem causar intoxica\u00e7\u00e3o alimentar. A interdi\u00e7\u00e3o preventiva de todo o litoral catarinense foi uma medida para preservar a sa\u00fade p\u00fablica, pela possibilidade da contamina\u00e7\u00e3o dos moluscos bivalves em diversas \u00e1reas do litoral catarinense.<\/p>\n<p>As coletas de moluscos continuar\u00e3o sendo realizadas para o monitoramento das \u00e1reas de produ\u00e7\u00e3o em Santa Catarina. Se os resultados mostrarem que n\u00e3o h\u00e1 contamina\u00e7\u00e3o, outras localidades ser\u00e3o imediatamente liberadas como aconteceu para as \u00e1reas desinterditadas hoje. Para os casos em que ainda existe a comprova\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a da toxina nos moluscos, o procedimento para desinterdi\u00e7\u00e3o requer dois exames laboratoriais com resultado negativo.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio de Estado da Agricultura e da Pesca, Airton Spies informa que a expectativa \u00e9 de que as toxinas produzidas pelas algas desapare\u00e7am em poucos dias nas poucas \u00e1reas de cultivo que continuam interditadas nos munic\u00edpios de S\u00e3o Francisco do Sul, Porto Belo e Governador Celso Ramos.<\/p>\n<p>A toxina diarr\u00e9ica \u00e9 produzida por algumas esp\u00e9cies de microalgas que vivem na \u00e1gua, chamadas de Dinophysis, e quando acumuladas por organismos filtradores, como ostras e mexilh\u00f5es, podem causar um quadro de intoxica\u00e7\u00e3o nos consumidores. A presen\u00e7a de Dinophysis \u00e9 conhecida em Santa Catarina e por isso os n\u00edveis da toxina s\u00e3o regularmente monitorados pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agr\u00edcola de Santa Catarina (Cidasc). Os \u00faltimos epis\u00f3dios de excesso de DSP no estado aconteceram em 2007 e 2008. Uma das explica\u00e7\u00f5es para o fen\u00f4meno s\u00e3o as condi\u00e7\u00f5es ambientais favor\u00e1veis para a prolifera\u00e7\u00e3o dessas algas: maior incid\u00eancia solar, pouca agita\u00e7\u00e3o marinha e baixa salinidade da \u00e1gua do mar.<\/p>\n<p>Os sintomas causados pela DSP s\u00e3o n\u00e1useas, v\u00f4mitos, diarreia e dores abdominais e se manifestam em poucas horas ap\u00f3s a ingest\u00e3o de moluscos contaminados. A recupera\u00e7\u00e3o do paciente se d\u00e1 entre dois e tr\u00eas dias.<\/p>\n<p>The post Venda de moluscos \u00e9 liberada na regi\u00e3o da Capital appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/venda-de-moluscos-e-liberada-na-regiao-da-capital\/\" class=\"colorbox\" title=\"Venda de moluscos \u00e9 liberada na regi\u00e3o da Capital\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Ap\u00f3s interdi\u00e7\u00e3o preventiva, testes mostram que n\u00e3o h\u00e1 toxinas no cultivo da \u00e1rea. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/maricultura-ostras1-300x225.jpg\"><\/div>\n<p>Ap\u00f3s interdi\u00e7\u00e3o preventiva, testes mostram que n\u00e3o h\u00e1 toxinas no cultivo da \u00e1rea. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>As ostras e mexilh\u00f5es produzidas nas localidades de Laranjeiras, em S\u00e3o Francisco do Sul e Balne\u00e1rio Cambori\u00fa, da Praia do Cedro e Ponta do Papagaio, em Palho\u00e7a, e da Freguesia do Ribeir\u00e3o, Costeira do Ribeir\u00e3o, Caieira da Barra do Sul, Sambaqui e Santo Ant\u00f4nio de Lisboa, em Florian\u00f3polis est\u00e3o livres da toxina diarreica (DSP). Sendo assim, a Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca libera a retirada, comercializa\u00e7\u00e3o e consumo de ostras, vieiras, mexilh\u00f5es e berbig\u00f5es dessas localidades.  A interdi\u00e7\u00e3o preventiva continua para as \u00e1reas onde foi comprovada a presen\u00e7a da toxina ou que ainda n\u00e3o foram examinadas sendo proibida a retirada, comercializa\u00e7\u00e3o e consumo de ostras, mexilh\u00f5es, vieiras e berbig\u00f5es. No momento existe a presen\u00e7a da DSP na localidade de Paulas, em S\u00e3o Francisco do Sul, na regi\u00e3o de Ganchos de Fora, em Governador Celso Ramos, e no munic\u00edpio de Porto Belo. <\/p>\n<p>As amostras colhidas nas \u00e1rea da Grande Florian\u00f3polis na \u00faltima sexta-feira, dia 22, foram examinadas pelo Laborat\u00f3rio Laqua-Itaja\u00ed\/IFSC e os resultados divulgados no s\u00e1bado, dia 23, pela Secretaria da Agricultura e da Pesca. Na ultima quinta-feira, dia 21, a Secretaria informou a interdi\u00e7\u00e3o preventiva das \u00e1reas de cultivo de ostras, mexilh\u00f5es, vieiras e berbig\u00f5es em Santa Catarina, proibindo a retirada, comercializa\u00e7\u00e3o e consumo desses animais e seus produtos devido \u00e0 presen\u00e7a de toxinas que podem causar intoxica\u00e7\u00e3o alimentar. A interdi\u00e7\u00e3o preventiva de todo o litoral catarinense foi uma medida para preservar a sa\u00fade p\u00fablica, pela possibilidade da contamina\u00e7\u00e3o dos moluscos bivalves em diversas \u00e1reas do litoral catarinense.<\/p>\n<p>As coletas de moluscos continuar\u00e3o sendo realizadas para o monitoramento das \u00e1reas de produ\u00e7\u00e3o em Santa Catarina. Se os resultados mostrarem que n\u00e3o h\u00e1 contamina\u00e7\u00e3o, outras localidades ser\u00e3o imediatamente liberadas como aconteceu para as \u00e1reas desinterditadas hoje. Para os casos em que ainda existe a comprova\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a da toxina nos moluscos, o procedimento para desinterdi\u00e7\u00e3o requer dois exames laboratoriais com resultado negativo.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio de Estado da Agricultura e da Pesca, Airton Spies informa que a expectativa \u00e9 de que as toxinas produzidas pelas algas desapare\u00e7am em poucos dias nas poucas \u00e1reas de cultivo que continuam interditadas nos munic\u00edpios de S\u00e3o Francisco do Sul, Porto Belo e Governador Celso Ramos.<\/p>\n<p>A toxina diarr\u00e9ica \u00e9 produzida por algumas esp\u00e9cies de microalgas que vivem na \u00e1gua, chamadas de Dinophysis, e quando acumuladas por organismos filtradores, como ostras e mexilh\u00f5es, podem causar um quadro de intoxica\u00e7\u00e3o nos consumidores. A presen\u00e7a de Dinophysis \u00e9 conhecida em Santa Catarina e por isso os n\u00edveis da toxina s\u00e3o regularmente monitorados pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agr\u00edcola de Santa Catarina (Cidasc). Os \u00faltimos epis\u00f3dios de excesso de DSP no estado aconteceram em 2007 e 2008. Uma das explica\u00e7\u00f5es para o fen\u00f4meno s\u00e3o as condi\u00e7\u00f5es ambientais favor\u00e1veis para a prolifera\u00e7\u00e3o dessas algas: maior incid\u00eancia solar, pouca agita\u00e7\u00e3o marinha e baixa salinidade da \u00e1gua do mar.<\/p>\n<p>Os sintomas causados pela DSP s\u00e3o n\u00e1useas, v\u00f4mitos, diarreia e dores abdominais e se manifestam em poucas horas ap\u00f3s a ingest\u00e3o de moluscos contaminados. A recupera\u00e7\u00e3o do paciente se d\u00e1 entre dois e tr\u00eas dias.<\/p>\n<p>The post Venda de moluscos \u00e9 liberada na regi\u00e3o da Capital appeared first on Economia SC.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-3459","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","no-post-thumbnail"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3459","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3459"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3459\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3459"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3459"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3459"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}