{"id":3415,"date":"2014-08-22T14:50:00","date_gmt":"2014-08-22T14:50:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/area-de-cultivo-de-ostra-e-mexilhao-e-interditada\/"},"modified":"2014-08-22T14:50:00","modified_gmt":"2014-08-22T14:50:00","slug":"area-de-cultivo-de-ostra-e-mexilhao-e-interditada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/area-de-cultivo-de-ostra-e-mexilhao-e-interditada\/","title":{"rendered":"\u00c1rea de cultivo de ostra e mexilh\u00e3o \u00e9 interditada"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"A retirada, a comercializa\u00e7\u00e3o e o consumo dos mexilh\u00f5es foram proibidos devido \u00e0 presen\u00e7a de toxinas que podem causar intoxica\u00e7\u00e3o alimentar.  Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/maricultura-ostras-300x225.jpg\"><\/div>\n<p>A retirada, a comercializa\u00e7\u00e3o e o consumo dos mexilh\u00f5es foram proibidos devido \u00e0 presen\u00e7a de toxinas que podem causar intoxica\u00e7\u00e3o alimentar. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>A Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca informa a interdi\u00e7\u00e3o preventiva das \u00e1reas de cultivo de ostras e mexilh\u00f5es em Santa Catarina, proibindo a retirada, a comercializa\u00e7\u00e3o e o consumo desses animais e seus produtos devido \u00e0 presen\u00e7a de toxinas que podem causar intoxica\u00e7\u00e3o alimentar.<\/p>\n<p>Exames laboratoriais realizados pelo Laborat\u00f3rio Laqua-Itaja\u00ed\/IFSC detectaram a presen\u00e7a da toxina diarr\u00e9ica (DSP) em cultivos da localidade de Paulas, em S\u00e3o Francisco do Sul, e no munic\u00edpio de Porto Belo. Em Palho\u00e7a, na Ponta do Papagaio, existe a comprova\u00e7\u00e3o de elevada quantidade de algas produtoras da toxina na \u00e1rea de cultivo. A interdi\u00e7\u00e3o de todo o Litoral catarinense \u00e9 feita para preservar a sa\u00fade p\u00fablica, j\u00e1 que existe a possibilidade de a contamina\u00e7\u00e3o dos moluscos bivalves estar ocorrendo de forma generalizada.<\/p>\n<p>A toxina diarr\u00e9ica \u00e9 produzida por algumas esp\u00e9cies de microalgas que vivem na \u00e1gua, chamadas de Dynophysis, e quando acumuladas por organismos filtradores, como ostras e mexilh\u00f5es, podem causar um quadro de intoxica\u00e7\u00e3o nos consumidores. A presen\u00e7a de Dynophysis \u00e9 conhecida em Santa Catarina e por isso os n\u00edveis da toxina s\u00e3o regularmente monitorados pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agr\u00edcola de Santa Catarina (Cidasc) no litoral. Os \u00faltimos epis\u00f3dios de excesso de DSP no Estado foram registrados em 2007 e 2008.<\/p>\n<p>O Laborat\u00f3rio de Estudos sobre Algas Nocivas e Ficotoxinas, do Instituto Federal de Educa\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Tecnologia de Santa Catarina (IFSC), atesta que existe a confirma\u00e7\u00e3o de valores das toxinas acima do limite permitido para o consumo de ostras e mexilh\u00f5es em duas regi\u00f5es (S\u00e3o Francisco do Sul e Porto Belo) e as condi\u00e7\u00f5es ambientais s\u00e3o muito favor\u00e1veis para a prolifera\u00e7\u00e3o de Dinophysis.<\/p>\n<p>Novas coletas de ostras e mexilh\u00f5es ser\u00e3o realizadas para monitoramento das \u00e1reas de produ\u00e7\u00e3o e os resultados dessas an\u00e1lises definir\u00e3o a libera\u00e7\u00e3o ou manuten\u00e7\u00e3o da interdi\u00e7\u00e3o das \u00e1reas afetadas. A expectativa \u00e9 de que as toxinas produzidas pelas algas desapare\u00e7am em poucos dias, n\u00e3o gerando preju\u00edzos financeiros para os maricultores porque a produ\u00e7\u00e3o permanecer\u00e1 na \u00e1rea de cultivo.<\/p>\n<p>As institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas respons\u00e1veis pela fiscaliza\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria do com\u00e9rcio, inspe\u00e7\u00e3o de produtos de origem animal, pesquisa e extens\u00e3o e diagn\u00f3stico foram comunicados para que tomem as provid\u00eancias pertinentes \u00e0s suas \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os sintomas causados pela DSP s\u00e3o diarreia, n\u00e1useas, v\u00f4mitos e dores abdominais e se manifestam em poucas horas ap\u00f3s a ingest\u00e3o de moluscos contaminados. A recupera\u00e7\u00e3o do paciente se d\u00e1 entre dois e tr\u00eas dias, independente de tratamento m\u00e9dico.<\/p>\n<p>No dia 14 deste m\u00eas o Laborat\u00f3rio Laqua-Itaja\u00ed\/IFSC detectou a presen\u00e7a da toxina diarr\u00e9ica em cultivos da localidade de Paulas, em S\u00e3o Francisco do Sul. E no dia 21 de agosto, a mesma toxina foi detectada em cultivos localizados em Porto Belo, na mesma data foi encontrada alta contagem de algas produtoras da toxina na localidade de Ponta do Papagaio, em Palho\u00e7a.<\/p>\n<p>The post \u00c1rea de cultivo de ostra e mexilh\u00e3o \u00e9 interditada appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/area-de-cultivo-de-ostra-e-mexilhao-e-interditada\/\" class=\"colorbox\" title=\"\u00c1rea de cultivo de ostra e mexilh\u00e3o \u00e9 interditada\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"A retirada, a comercializa\u00e7\u00e3o e o consumo dos mexilh\u00f5es foram proibidos devido \u00e0 presen\u00e7a de toxinas que podem causar intoxica\u00e7\u00e3o alimentar.  Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/maricultura-ostras-300x225.jpg\"><\/div>\n<p>A retirada, a comercializa\u00e7\u00e3o e o consumo dos mexilh\u00f5es foram proibidos devido \u00e0 presen\u00e7a de toxinas que podem causar intoxica\u00e7\u00e3o alimentar. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>A Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca informa a interdi\u00e7\u00e3o preventiva das \u00e1reas de cultivo de ostras e mexilh\u00f5es em Santa Catarina, proibindo a retirada, a comercializa\u00e7\u00e3o e o consumo desses animais e seus produtos devido \u00e0 presen\u00e7a de toxinas que podem causar intoxica\u00e7\u00e3o alimentar.<\/p>\n<p>Exames laboratoriais realizados pelo Laborat\u00f3rio Laqua-Itaja\u00ed\/IFSC detectaram a presen\u00e7a da toxina diarr\u00e9ica (DSP) em cultivos da localidade de Paulas, em S\u00e3o Francisco do Sul, e no munic\u00edpio de Porto Belo. Em Palho\u00e7a, na Ponta do Papagaio, existe a comprova\u00e7\u00e3o de elevada quantidade de algas produtoras da toxina na \u00e1rea de cultivo. A interdi\u00e7\u00e3o de todo o Litoral catarinense \u00e9 feita para preservar a sa\u00fade p\u00fablica, j\u00e1 que existe a possibilidade de a contamina\u00e7\u00e3o dos moluscos bivalves estar ocorrendo de forma generalizada.<\/p>\n<p>A toxina diarr\u00e9ica \u00e9 produzida por algumas esp\u00e9cies de microalgas que vivem na \u00e1gua, chamadas de Dynophysis, e quando acumuladas por organismos filtradores, como ostras e mexilh\u00f5es, podem causar um quadro de intoxica\u00e7\u00e3o nos consumidores. A presen\u00e7a de Dynophysis \u00e9 conhecida em Santa Catarina e por isso os n\u00edveis da toxina s\u00e3o regularmente monitorados pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agr\u00edcola de Santa Catarina (Cidasc) no litoral. Os \u00faltimos epis\u00f3dios de excesso de DSP no Estado foram registrados em 2007 e 2008.<\/p>\n<p>O Laborat\u00f3rio de Estudos sobre Algas Nocivas e Ficotoxinas, do Instituto Federal de Educa\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Tecnologia de Santa Catarina (IFSC), atesta que existe a confirma\u00e7\u00e3o de valores das toxinas acima do limite permitido para o consumo de ostras e mexilh\u00f5es em duas regi\u00f5es (S\u00e3o Francisco do Sul e Porto Belo) e as condi\u00e7\u00f5es ambientais s\u00e3o muito favor\u00e1veis para a prolifera\u00e7\u00e3o de Dinophysis.<\/p>\n<p>Novas coletas de ostras e mexilh\u00f5es ser\u00e3o realizadas para monitoramento das \u00e1reas de produ\u00e7\u00e3o e os resultados dessas an\u00e1lises definir\u00e3o a libera\u00e7\u00e3o ou manuten\u00e7\u00e3o da interdi\u00e7\u00e3o das \u00e1reas afetadas. A expectativa \u00e9 de que as toxinas produzidas pelas algas desapare\u00e7am em poucos dias, n\u00e3o gerando preju\u00edzos financeiros para os maricultores porque a produ\u00e7\u00e3o permanecer\u00e1 na \u00e1rea de cultivo.<\/p>\n<p>As institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas respons\u00e1veis pela fiscaliza\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria do com\u00e9rcio, inspe\u00e7\u00e3o de produtos de origem animal, pesquisa e extens\u00e3o e diagn\u00f3stico foram comunicados para que tomem as provid\u00eancias pertinentes \u00e0s suas \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os sintomas causados pela DSP s\u00e3o diarreia, n\u00e1useas, v\u00f4mitos e dores abdominais e se manifestam em poucas horas ap\u00f3s a ingest\u00e3o de moluscos contaminados. A recupera\u00e7\u00e3o do paciente se d\u00e1 entre dois e tr\u00eas dias, independente de tratamento m\u00e9dico.<\/p>\n<p>No dia 14 deste m\u00eas o Laborat\u00f3rio Laqua-Itaja\u00ed\/IFSC detectou a presen\u00e7a da toxina diarr\u00e9ica em cultivos da localidade de Paulas, em S\u00e3o Francisco do Sul. E no dia 21 de agosto, a mesma toxina foi detectada em cultivos localizados em Porto Belo, na mesma data foi encontrada alta contagem de algas produtoras da toxina na localidade de Ponta do Papagaio, em Palho\u00e7a.<\/p>\n<p>The post \u00c1rea de cultivo de ostra e mexilh\u00e3o \u00e9 interditada appeared first on Economia SC.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-3415","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","no-post-thumbnail"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3415","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3415"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3415\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3415"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3415"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3415"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}