{"id":3382,"date":"2014-08-20T14:51:00","date_gmt":"2014-08-20T14:51:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/sc-indeniza-criadores-de-animais-em-r16-milhoes-2\/"},"modified":"2014-08-20T14:51:00","modified_gmt":"2014-08-20T14:51:00","slug":"sc-indeniza-criadores-de-animais-em-r16-milhoes-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/sc-indeniza-criadores-de-animais-em-r16-milhoes-2\/","title":{"rendered":"SC indeniza criadores de animais em R$1,6 milh\u00f5es"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"OLYMPUS DIGITAL CAMERA\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/vacas.jpg\"><\/div>\n<p>Os criadores ser\u00e3o indenizados pelo abate de 926 aves abatidas por salmonelose; 1.038 bovinos por brucelose ou tuberculose e 10 equinos por anemia infecciosa. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Os produtores rurais que tiveram animais abatidos por quest\u00f5es sanit\u00e1rias ser\u00e3o indenizados pelo Fundo Estadual de Sanidade Animal (Fundesa) no in\u00edcio da pr\u00f3xima semana. Os pagamentos somam aproximadamente R$ 1,6 milh\u00e3o que dever\u00e3o beneficiar 165 criadores, relativos a 207 processos solicitando indeniza\u00e7\u00e3o no per\u00edodo de mar\u00e7o a julho deste ano. O Fundesa faz parte da pol\u00edtica de defesa sanit\u00e1ria da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca e tem por objetivo indenizar os propriet\u00e1rios dos animais que, para n\u00e3o contaminar o restante do rebanho saud\u00e1vel, precisaram ser sacrificados. <\/p>\n<p>Os criadores ser\u00e3o indenizados pelo abate de 926 aves abatidas por salmonelose; 1.038 bovinos por brucelose ou tuberculose e 10 equinos por anemia infecciosa. O secret\u00e1rio de Estado da Agricultura e da Pesca, Airton Spies, explica que o Fundo Estadual de Sanidade Animal ap\u00f3ia ainda as a\u00e7\u00f5es emergenciais de combate \u00e0s doen\u00e7as que p\u00f5em em risco a produ\u00e7\u00e3o animal de Santa Catarina. \u201cEsse pagamento faz parte de uma a\u00e7\u00e3o continuada do servi\u00e7o de defesa agropecu\u00e1ria do estado e a maioria dos animais abatidos foram testados como positivos para brucelose, tuberculose ou anemia infecciosa\u201d, explica.<\/p>\n<p>Santa Catarina \u00e9 o \u00fanico estado do pa\u00eds que indeniza integralmente os produtores pelo abate sanit\u00e1rio de animais. O Fundesa foi criado em 2004 e tem como fonte de receita a taxa de vigil\u00e2ncia sanit\u00e1ria animal e recursos do Governo do Estado. Com a indeniza\u00e7\u00e3o aos produtores, o Fundo possibilita a aquisi\u00e7\u00e3o de animais sadios para a continuidade da produ\u00e7\u00e3o de carne e leite, al\u00e9m de evitar a transmiss\u00e3o de enfermidades para outros animais, para as fam\u00edlias rurais que trabalham diretamente na atividade, assim como para os consumidores dos alimentos de origem animal. Os valores pagos pelos animais s\u00e3o calculados com base no pre\u00e7o que os frigor\u00edficos pagam pelo abate de animais sadios. <\/p>\n<p>O secret\u00e1rio Spies lembra que o n\u00famero de animais sacrificados vem aumentando em fun\u00e7\u00e3o de uma estrat\u00e9gia de identifica\u00e7\u00e3o e busca ativa de animais contaminados em Santa Catarina. At\u00e92017, a Secretaria da Agricultura e a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agr\u00edcola de Santa Catarina (Cidasc) pretendem controlar a brucelose no rebanho catarinense e atingir uma incid\u00eancia da doen\u00e7a inferior a 0,2% do rebanho. Com esse \u00edndice, a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade Animal (OIE) considera que a doen\u00e7a est\u00e1 controlada no estado. \u201cNosso maior objetivo \u00e9 preparar Santa Catarina para se tornar um grande exportador de produtos l\u00e1cteos, e para isso as propriedades devem ser reconhecidas como livres de brucelose\u201d, afirma Spies.<\/p>\n<p>A tuberculose e a brucelose, al\u00e9m de prejudicarem a produ\u00e7\u00e3o de carne e leite, podem ser transmitidas \u00e0s pessoas que convivem com os animais e tamb\u00e9m para os consumidores de seus produtos, quando n\u00e3o inspecionados. Para o acompanhamento da realiza\u00e7\u00e3o dos exames de diagn\u00f3stico e demais procedimentos para o abate sanit\u00e1rio dos animais acometidos por estas doen\u00e7as, os m\u00e9dicos veterin\u00e1rios da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agr\u00edcola de Santa Catarina (Cidasc) atuam em todos os munic\u00edpios catarinenses. <\/p>\n<p>Hoje, Santa Catarina j\u00e1 \u00e9 reconhecida pela OIE como \u00e1rea livre de febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o o que foi fundamental para a conquista de mercados competitivos para carne su\u00edna, como Jap\u00e3o, China e Chile, com perspectivas de exporta\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m para a Cor\u00e9ia do Sul e Estados Unidos. \u201cEsse status sanit\u00e1rio faz com que Santa Catarina tenha uma vantagem competitiva importante, tanto que apesar de ser um estado pequeno \u00e9 o maior produtor de su\u00ednos do pa\u00eds\u201d, ressalta o secret\u00e1rio Spies.<\/p>\n<p>The post SC indeniza criadores de animais em R$1,6 milh\u00f5es appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/sc-indeniza-criadores-de-animais-em-r16-milhoes\/\" class=\"colorbox\" title=\"SC indeniza criadores de animais em R$1,6 milh\u00f5es\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"OLYMPUS DIGITAL CAMERA\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/vacas.jpg\"><\/div>\n<p>Os criadores ser\u00e3o indenizados pelo abate de 926 aves abatidas por salmonelose; 1.038 bovinos por brucelose ou tuberculose e 10 equinos por anemia infecciosa. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Os produtores rurais que tiveram animais abatidos por quest\u00f5es sanit\u00e1rias ser\u00e3o indenizados pelo Fundo Estadual de Sanidade Animal (Fundesa) no in\u00edcio da pr\u00f3xima semana. Os pagamentos somam aproximadamente R$ 1,6 milh\u00e3o que dever\u00e3o beneficiar 165 criadores, relativos a 207 processos solicitando indeniza\u00e7\u00e3o no per\u00edodo de mar\u00e7o a julho deste ano. O Fundesa faz parte da pol\u00edtica de defesa sanit\u00e1ria da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca e tem por objetivo indenizar os propriet\u00e1rios dos animais que, para n\u00e3o contaminar o restante do rebanho saud\u00e1vel, precisaram ser sacrificados. <\/p>\n<p>Os criadores ser\u00e3o indenizados pelo abate de 926 aves abatidas por salmonelose; 1.038 bovinos por brucelose ou tuberculose e 10 equinos por anemia infecciosa. O secret\u00e1rio de Estado da Agricultura e da Pesca, Airton Spies, explica que o Fundo Estadual de Sanidade Animal ap\u00f3ia ainda as a\u00e7\u00f5es emergenciais de combate \u00e0s doen\u00e7as que p\u00f5em em risco a produ\u00e7\u00e3o animal de Santa Catarina. \u201cEsse pagamento faz parte de uma a\u00e7\u00e3o continuada do servi\u00e7o de defesa agropecu\u00e1ria do estado e a maioria dos animais abatidos foram testados como positivos para brucelose, tuberculose ou anemia infecciosa\u201d, explica.<\/p>\n<p>Santa Catarina \u00e9 o \u00fanico estado do pa\u00eds que indeniza integralmente os produtores pelo abate sanit\u00e1rio de animais. O Fundesa foi criado em 2004 e tem como fonte de receita a taxa de vigil\u00e2ncia sanit\u00e1ria animal e recursos do Governo do Estado. Com a indeniza\u00e7\u00e3o aos produtores, o Fundo possibilita a aquisi\u00e7\u00e3o de animais sadios para a continuidade da produ\u00e7\u00e3o de carne e leite, al\u00e9m de evitar a transmiss\u00e3o de enfermidades para outros animais, para as fam\u00edlias rurais que trabalham diretamente na atividade, assim como para os consumidores dos alimentos de origem animal. Os valores pagos pelos animais s\u00e3o calculados com base no pre\u00e7o que os frigor\u00edficos pagam pelo abate de animais sadios. <\/p>\n<p>O secret\u00e1rio Spies lembra que o n\u00famero de animais sacrificados vem aumentando em fun\u00e7\u00e3o de uma estrat\u00e9gia de identifica\u00e7\u00e3o e busca ativa de animais contaminados em Santa Catarina. At\u00e92017, a Secretaria da Agricultura e a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agr\u00edcola de Santa Catarina (Cidasc) pretendem controlar a brucelose no rebanho catarinense e atingir uma incid\u00eancia da doen\u00e7a inferior a 0,2% do rebanho. Com esse \u00edndice, a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade Animal (OIE) considera que a doen\u00e7a est\u00e1 controlada no estado. \u201cNosso maior objetivo \u00e9 preparar Santa Catarina para se tornar um grande exportador de produtos l\u00e1cteos, e para isso as propriedades devem ser reconhecidas como livres de brucelose\u201d, afirma Spies.<\/p>\n<p>A tuberculose e a brucelose, al\u00e9m de prejudicarem a produ\u00e7\u00e3o de carne e leite, podem ser transmitidas \u00e0s pessoas que convivem com os animais e tamb\u00e9m para os consumidores de seus produtos, quando n\u00e3o inspecionados. Para o acompanhamento da realiza\u00e7\u00e3o dos exames de diagn\u00f3stico e demais procedimentos para o abate sanit\u00e1rio dos animais acometidos por estas doen\u00e7as, os m\u00e9dicos veterin\u00e1rios da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agr\u00edcola de Santa Catarina (Cidasc) atuam em todos os munic\u00edpios catarinenses. <\/p>\n<p>Hoje, Santa Catarina j\u00e1 \u00e9 reconhecida pela OIE como \u00e1rea livre de febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o o que foi fundamental para a conquista de mercados competitivos para carne su\u00edna, como Jap\u00e3o, China e Chile, com perspectivas de exporta\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m para a Cor\u00e9ia do Sul e Estados Unidos. \u201cEsse status sanit\u00e1rio faz com que Santa Catarina tenha uma vantagem competitiva importante, tanto que apesar de ser um estado pequeno \u00e9 o maior produtor de su\u00ednos do pa\u00eds\u201d, ressalta o secret\u00e1rio Spies.<\/p>\n<p>The post SC indeniza criadores de animais em R$1,6 milh\u00f5es appeared first on Economia SC.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-3382","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","no-post-thumbnail"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3382","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3382"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3382\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3382"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3382"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3382"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}