{"id":3189,"date":"2014-08-08T14:59:00","date_gmt":"2014-08-08T14:59:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/startup-inovacao-e-desafios-na-hora-de-empreender\/"},"modified":"2014-08-08T14:59:00","modified_gmt":"2014-08-08T14:59:00","slug":"startup-inovacao-e-desafios-na-hora-de-empreender","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/startup-inovacao-e-desafios-na-hora-de-empreender\/","title":{"rendered":"Startup: inova\u00e7\u00e3o e desafios na hora de empreender"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"B2L - foto Rodrigo Bertozzi\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/B2L-foto-Rodrigo-Bertozzi-240x300.jpg\"><\/div>\n<p align=\"center\"><strong> Rodrigo Bertozzi*<\/strong><\/p>\n<p>Diante de uma sociedade cada vez mais exigente, sedenta por novidades que facilitem o dia-a-dia, vem crescendo o n\u00famero de startups que nascem de uma ideia inovadora, ligadas \u00e0 tecnologia ou n\u00e3o, que despejam no mercado uma gama de produtos e servi\u00e7os. Se engana, no entanto, quem pensa que \u00e9 f\u00e1cil abrir e, principalmente, manter uma empresa desse tipo. Nove em cada dez startups \u2018quebram&#8217;, de acordo com Guilherme Junqueira, diretor executivo da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Startups (AB Startups).<\/p>\n<p>\u00c9 preciso diminuir a taxa de mortalidade dessas empresas em est\u00e1gio inicial. Tentar crescer prematuramente \u00e9 o maior motivo do fechamento, como comprovou pesquisa do Startup Genome, projeto da aceleradora americana Blackbox.<\/p>\n<p>\u201cEntre as dificuldades mais comuns, est\u00e3o a falta de conhecimento sobre o mercado de atua\u00e7\u00e3o; a falta de identidade da marca \u2013 um diferencial; a falta de planejamento; e a falta de controle financeiro, consequ\u00eancia de uma gest\u00e3o desorganizada. Por isso a import\u00e2ncia do apoio de profissionais experientes, para que, desde a concep\u00e7\u00e3o do projeto, todos os pontos sejam bem avaliados\u201d, afirma Priscila Spadinger, Executiva de Neg\u00f3cios da B2L Investimentos, especialista em startups.<\/p>\n<p>O perfil mais comum nesses novos neg\u00f3cios \u00e9 o de jovens empreendedores sem medo de arriscar, com pouco dinheiro e muitos sonhos. No Brasil, existem mais de 10 mil empresas com esse perfil e, segundo dados da Anjos do Brasil \u2013 associa\u00e7\u00e3o que re\u00fane investidores \u2013 , entre junho de 2012 a julho de 2013, o investimento destinado a startups cresceu 25% no Brasil, somando 619 milh\u00f5es de reais.<\/p>\n<p>Apesar do crescimento nos investimentos, os desafios s\u00e3o grandes. O primeiro deles \u00e9 a necessidade de ter gestores bem preparados. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), 49% das empresas fecham as portas por problemas financeiros de gest\u00e3o. O investimento, com pouco ou muito dinheiro, precisa ser bem alocado e planejado.<\/p>\n<p>E nesse tipo de neg\u00f3cio, uma forma ainda comum de financiamento \u00e9 a d\u00edvida, seja pessoal ou corporativa, que causa uma alta mortalidade de neg\u00f3cios. Um meio mais seguro e ainda n\u00e3o muito conhecido de financiamento s\u00e3o os fundos de investimentos.<\/p>\n<p>\u201cExistem muitos recursos financeiros provenientes de fundos de investimentos, de empres\u00e1rios de outros setores, que querem diversificar o portf\u00f3lio. O que falta s\u00e3o bons projetos. O segmento de investidores se profissionalizou no Brasil mais r\u00e1pido que as startups. O resultado pr\u00e1tico \u00e9 que, as vezes, um projeto mediano recebe investimentos e outros que poderiam ser grandes casos de sucesso, por n\u00e3o fazerem a li\u00e7\u00e3o de casa, n\u00e3o tem poder de atra\u00e7\u00e3o\u201d, explica Rodrigo Bertozzi, CEO da B2L Investimentos.<\/p>\n<p>Problemas tamb\u00e9m ocorrem pela falta de pesquisa e conhecimento do setor onde se est\u00e1 investindo. Muitas empresas superestimam o potencial de mercado de seu produto ou servi\u00e7o e n\u00e3o realizam testes com os consumidores antes de iniciar o empreendimento. Outra grande dificuldade enfrentada, principalmente na \u00e1rea de neg\u00f3cios digitais, \u00e9 a novidade deste ciclo econ\u00f4mico em um cen\u00e1rio onde reformas estruturais ainda n\u00e3o foram feitas. A falta de reformas pol\u00edticas, fiscais e previdenci\u00e1rias afeta a competitividade.<\/p>\n<p>A concorr\u00eancia tamb\u00e9m \u00e9 um ponto a ser analisado. Hoje um produto \u00e9 lan\u00e7ado e rapidamente aparece um similar concorrente.  Por\u00e9m, \u00e9 poss\u00edvel tirar proveito disso. Firmar parcerias com empresas maiores pode facilitar o crescimento e aprimorar os servi\u00e7os oferecidos.<\/p>\n<p>Diante das d\u00favidas e dificuldades, o que vem atraindo rec\u00e9m-empreendedores s\u00e3o as aceleradoras de startup. Nos moldes de uma consultoria, elas oferecem um pacote completo para empresas iniciantes com escrit\u00f3rio, sess\u00f5es de aconselhamento com profissionais gabaritados (mentores), palestras e um investimento pequeno em troca da parceria no neg\u00f3cio. Desde 2011, 39 aceleradoras foram criadas no Pa\u00eds, segundo a AB Startups. Desse total, cerca de 25% abriram as portas no \u00faltimo ano.<\/p>\n<p>E o Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o (MCTI) possui o programa Start-Up Brasil, para acelerar o desenvolvimento de novas empresas de base tecnol\u00f3gica. No \u00faltimo edital, 62 empresas (53 nacionais e nove estrangeiras) foram aprovadas, de um total de 709 projetos inscritos. Elas ter\u00e3o que se associar a uma das nove aceleradoras habilitadas no programa. Em troca da participa\u00e7\u00e3o societ\u00e1ria, estas startups v\u00e3o receber, durante um ano, at\u00e9 R$ 200 mil em bolsas do CNPq para custeio de despesas com sal\u00e1rio e ter\u00e3o ainda acesso a outros R$ 36 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, h\u00e1 quem veja as aceleradoras com desconfian\u00e7a por exigirem participa\u00e7\u00f5es muito altas no neg\u00f3cio. O teto do Start-Up Brasil, por exemplo, \u00e9 de 20%, valor considerado alto no mercado para investimentos. Esse percentual pode variar entre R$15 mil e R$100 mil. Por isso, a taxa de empresas que deixam o programa \u00e9 de cerca de 20%, \u00edndice considerado mais alto do que o previsto, estimado inicialmente em 10%.<\/p>\n<p>\u201cTemos que ver a meta do investidor e a meta do empreendedor. Mesmo que haja crit\u00e9rios diferentes de cada investidor para decidir pelo neg\u00f3cio, eles buscam sempre neg\u00f3cios repet\u00edveis, escal\u00e1veis, com mercado bem definido e diferencial competitivo. Assim, um ponto que o empreendedor deve estar atento \u00e9 o perfil do investidor que ele precisa para alavancar seu neg\u00f3cio. Nem sempre o dinheiro resolve, mas sim um mentor que o ajude a direcionar sua ideia\u201d, comenta a consultora Priscila Spadinger.<\/p>\n<p>\u00c9 neste cen\u00e1rio que atua a B2L Investimentos, empresa de neg\u00f3cios formada por 47 s\u00f3cios, a maioria advogados da \u00e1rea empresarial que atuam regionalmente em diversas cidades do pa\u00eds, direcionando projetos, discutindo estrat\u00e9gias e orientando a percep\u00e7\u00e3o do jovem empreendedor. As startups hoje j\u00e1 representam 2,86% dos neg\u00f3cios da B2L. E ainda h\u00e1 muito a crescer.<\/p>\n<p>*<strong>Rodrigo Bertozzi \u00e9 CEO da B2L Investimentos<\/strong><\/p>\n<p>The post Startup: inova\u00e7\u00e3o e desafios na hora de empreender appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/startup-inovacao-e-desafios-na-hora-de-empreender\/\" class=\"colorbox\" title=\"Startup: inova\u00e7\u00e3o e desafios na hora de empreender\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"B2L - foto Rodrigo Bertozzi\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/B2L-foto-Rodrigo-Bertozzi-240x300.jpg\"><\/div>\n<p align=\"center\"><strong> Rodrigo Bertozzi*<\/strong><\/p>\n<p>Diante de uma sociedade cada vez mais exigente, sedenta por novidades que facilitem o dia-a-dia, vem crescendo o n\u00famero de startups que nascem de uma ideia inovadora, ligadas \u00e0 tecnologia ou n\u00e3o, que despejam no mercado uma gama de produtos e servi\u00e7os. Se engana, no entanto, quem pensa que \u00e9 f\u00e1cil abrir e, principalmente, manter uma empresa desse tipo. Nove em cada dez startups \u2018quebram&#8217;, de acordo com Guilherme Junqueira, diretor executivo da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Startups (AB Startups).<\/p>\n<p>\u00c9 preciso diminuir a taxa de mortalidade dessas empresas em est\u00e1gio inicial. Tentar crescer prematuramente \u00e9 o maior motivo do fechamento, como comprovou pesquisa do Startup Genome, projeto da aceleradora americana Blackbox.<\/p>\n<p>\u201cEntre as dificuldades mais comuns, est\u00e3o a falta de conhecimento sobre o mercado de atua\u00e7\u00e3o; a falta de identidade da marca \u2013 um diferencial; a falta de planejamento; e a falta de controle financeiro, consequ\u00eancia de uma gest\u00e3o desorganizada. Por isso a import\u00e2ncia do apoio de profissionais experientes, para que, desde a concep\u00e7\u00e3o do projeto, todos os pontos sejam bem avaliados\u201d, afirma Priscila Spadinger, Executiva de Neg\u00f3cios da B2L Investimentos, especialista em startups.<\/p>\n<p>O perfil mais comum nesses novos neg\u00f3cios \u00e9 o de jovens empreendedores sem medo de arriscar, com pouco dinheiro e muitos sonhos. No Brasil, existem mais de 10 mil empresas com esse perfil e, segundo dados da Anjos do Brasil \u2013 associa\u00e7\u00e3o que re\u00fane investidores \u2013 , entre junho de 2012 a julho de 2013, o investimento destinado a startups cresceu 25% no Brasil, somando 619 milh\u00f5es de reais.<\/p>\n<p>Apesar do crescimento nos investimentos, os desafios s\u00e3o grandes. O primeiro deles \u00e9 a necessidade de ter gestores bem preparados. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), 49% das empresas fecham as portas por problemas financeiros de gest\u00e3o. O investimento, com pouco ou muito dinheiro, precisa ser bem alocado e planejado.<\/p>\n<p>E nesse tipo de neg\u00f3cio, uma forma ainda comum de financiamento \u00e9 a d\u00edvida, seja pessoal ou corporativa, que causa uma alta mortalidade de neg\u00f3cios. Um meio mais seguro e ainda n\u00e3o muito conhecido de financiamento s\u00e3o os fundos de investimentos.<\/p>\n<p>\u201cExistem muitos recursos financeiros provenientes de fundos de investimentos, de empres\u00e1rios de outros setores, que querem diversificar o portf\u00f3lio. O que falta s\u00e3o bons projetos. O segmento de investidores se profissionalizou no Brasil mais r\u00e1pido que as startups. O resultado pr\u00e1tico \u00e9 que, as vezes, um projeto mediano recebe investimentos e outros que poderiam ser grandes casos de sucesso, por n\u00e3o fazerem a li\u00e7\u00e3o de casa, n\u00e3o tem poder de atra\u00e7\u00e3o\u201d, explica Rodrigo Bertozzi, CEO da B2L Investimentos.<\/p>\n<p>Problemas tamb\u00e9m ocorrem pela falta de pesquisa e conhecimento do setor onde se est\u00e1 investindo. Muitas empresas superestimam o potencial de mercado de seu produto ou servi\u00e7o e n\u00e3o realizam testes com os consumidores antes de iniciar o empreendimento. Outra grande dificuldade enfrentada, principalmente na \u00e1rea de neg\u00f3cios digitais, \u00e9 a novidade deste ciclo econ\u00f4mico em um cen\u00e1rio onde reformas estruturais ainda n\u00e3o foram feitas. A falta de reformas pol\u00edticas, fiscais e previdenci\u00e1rias afeta a competitividade.<\/p>\n<p>A concorr\u00eancia tamb\u00e9m \u00e9 um ponto a ser analisado. Hoje um produto \u00e9 lan\u00e7ado e rapidamente aparece um similar concorrente.  Por\u00e9m, \u00e9 poss\u00edvel tirar proveito disso. Firmar parcerias com empresas maiores pode facilitar o crescimento e aprimorar os servi\u00e7os oferecidos.<\/p>\n<p>Diante das d\u00favidas e dificuldades, o que vem atraindo rec\u00e9m-empreendedores s\u00e3o as aceleradoras de startup. Nos moldes de uma consultoria, elas oferecem um pacote completo para empresas iniciantes com escrit\u00f3rio, sess\u00f5es de aconselhamento com profissionais gabaritados (mentores), palestras e um investimento pequeno em troca da parceria no neg\u00f3cio. Desde 2011, 39 aceleradoras foram criadas no Pa\u00eds, segundo a AB Startups. Desse total, cerca de 25% abriram as portas no \u00faltimo ano.<\/p>\n<p>E o Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o (MCTI) possui o programa Start-Up Brasil, para acelerar o desenvolvimento de novas empresas de base tecnol\u00f3gica. No \u00faltimo edital, 62 empresas (53 nacionais e nove estrangeiras) foram aprovadas, de um total de 709 projetos inscritos. Elas ter\u00e3o que se associar a uma das nove aceleradoras habilitadas no programa. Em troca da participa\u00e7\u00e3o societ\u00e1ria, estas startups v\u00e3o receber, durante um ano, at\u00e9 R$ 200 mil em bolsas do CNPq para custeio de despesas com sal\u00e1rio e ter\u00e3o ainda acesso a outros R$ 36 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, h\u00e1 quem veja as aceleradoras com desconfian\u00e7a por exigirem participa\u00e7\u00f5es muito altas no neg\u00f3cio. O teto do Start-Up Brasil, por exemplo, \u00e9 de 20%, valor considerado alto no mercado para investimentos. Esse percentual pode variar entre R$15 mil e R$100 mil. Por isso, a taxa de empresas que deixam o programa \u00e9 de cerca de 20%, \u00edndice considerado mais alto do que o previsto, estimado inicialmente em 10%.<\/p>\n<p>\u201cTemos que ver a meta do investidor e a meta do empreendedor. Mesmo que haja crit\u00e9rios diferentes de cada investidor para decidir pelo neg\u00f3cio, eles buscam sempre neg\u00f3cios repet\u00edveis, escal\u00e1veis, com mercado bem definido e diferencial competitivo. Assim, um ponto que o empreendedor deve estar atento \u00e9 o perfil do investidor que ele precisa para alavancar seu neg\u00f3cio. Nem sempre o dinheiro resolve, mas sim um mentor que o ajude a direcionar sua ideia\u201d, comenta a consultora Priscila Spadinger.<\/p>\n<p>\u00c9 neste cen\u00e1rio que atua a B2L Investimentos, empresa de neg\u00f3cios formada por 47 s\u00f3cios, a maioria advogados da \u00e1rea empresarial que atuam regionalmente em diversas cidades do pa\u00eds, direcionando projetos, discutindo estrat\u00e9gias e orientando a percep\u00e7\u00e3o do jovem empreendedor. As startups hoje j\u00e1 representam 2,86% dos neg\u00f3cios da B2L. E ainda h\u00e1 muito a crescer.<\/p>\n<p>*<strong>Rodrigo Bertozzi \u00e9 CEO da B2L Investimentos<\/strong><\/p>\n<p>The post Startup: inova\u00e7\u00e3o e desafios na hora de empreender appeared first on Economia SC.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-3189","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","no-post-thumbnail"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3189","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3189"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3189\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3189"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3189"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3189"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}