{"id":3163,"date":"2014-08-06T16:49:00","date_gmt":"2014-08-06T16:49:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/producao-industrial-recua-4-em-santa-catarina\/"},"modified":"2014-08-06T16:49:00","modified_gmt":"2014-08-06T16:49:00","slug":"producao-industrial-recua-4-em-santa-catarina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/producao-industrial-recua-4-em-santa-catarina\/","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o industrial recua 4% em Santa Catarina"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"industria1a\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/industria1a1-300x199.jpg\"><\/div>\n<p>Setor industrial recua em 11 de 14 estados pesquisadors pelo IBGE. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>A redu\u00e7\u00e3o no ritmo da produ\u00e7\u00e3o industrial nacional na passagem de maio para junho, s\u00e9rie com ajuste sazonal, foi acompanhada por 11 dos 14 locais pesquisados, com destaque para os recuos mais acentuados assinalados por Amazonas (-9,3%), Paran\u00e1 (-7,5%). Santa Catarina (-4,0%), Regi\u00e3o Nordeste (-4,4%), Rio Grande do Sul (-2,3%), Par\u00e1 (-2,0%) e Minas Gerais (-1,7%) apontaram taxas negativas mais intensas do que a m\u00e9dia nacional (-1,4%), enquanto Bahia (-1,1%) e S\u00e3o Paulo (-1,0%) mostraram quedas mais moderadas. Por outro lado, Rio de Janeiro (5,4%) e Esp\u00edrito Santo (3,5%) assinalaram as maiores expans\u00f5es nesse m\u00eas, com o primeiro local interrompendo tr\u00eas meses consecutivos de queda na produ\u00e7\u00e3o, per\u00edodo em que acumulou recuo de 7,0%, e o segundo eliminando a redu\u00e7\u00e3o de 1,1% registrada no m\u00eas anterior. Goi\u00e1s, com varia\u00e7\u00e3o positiva de 0,4%, completou o conjunto de locais que mostraram taxas positivas em junho de 2014.<\/p>\n<p>Ainda na s\u00e9rie com ajuste sazonal, a evolu\u00e7\u00e3o do \u00edndice de m\u00e9dia m\u00f3vel trimestral para o total da ind\u00fastria recuou 0,9% no trimestre encerrado em junho frente ao n\u00edvel do m\u00eas anterior e intensificou as quedas registradas em abril (-0,4%) e em maio (-0,7%). Em termos regionais, ainda em rela\u00e7\u00e3o ao movimento deste \u00edndice na margem, dez locais apontaram taxas negativas, com destaque para as perdas vindas do Amazonas (-6,7%), Pernambuco (-3,0%), Paran\u00e1 (-2,9%), Regi\u00e3o Nordeste (-2,8%), Bahia (-2,7%) e Rio Grande do Sul (-2,2%). Por outro lado, Esp\u00edrito Santo (2,3%), Goi\u00e1s (2,0%) e S\u00e3o Paulo (1,0%) assinalaram os resultados positivos mais intensos em junho de 2014.<\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o com igual m\u00eas do ano anterior, o setor industrial nacional recuou 6,9% em junho de 2014, com perfil disseminado de resultados negativos em termos regionais, j\u00e1 que doze dos quinze locais pesquisados apontaram queda na produ\u00e7\u00e3o. Nesse m\u00eas, os recuos mais intensos foram registrados por Amazonas (-16,1%), Paran\u00e1 (-14,0%), Bahia (-12,1%) e Rio Grande do Sul (-11,9%), pressionados em grande parte pela redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o dos setores de equipamentos de inform\u00e1tica, produtos eletr\u00f4nicos e \u00f3pticos (televisores, telefones celulares, receptor-decodificador de sinais de v\u00eddeos codificados e de rel\u00f3gios) e outros equipamentos de transporte (motocicletas e suas pe\u00e7as), no primeiro local; de ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias (autom\u00f3veis, caminh\u00f5es e caminh\u00e3o-trator para reboques e semirreboques), no segundo; de ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias (autom\u00f3veis), no terceiro; e de ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias (autom\u00f3veis, reboques e semirreboques para uso agr\u00edcola, carrocerias para \u00f4nibus e eixos e semi-eixos para transmiss\u00e3o em ve\u00edculos automotores), no \u00faltimo. Regi\u00e3o Nordeste (-8,3%), Santa Catarina (-7,5%), Pernambuco (-7,3%) e Mato Grosso (-7,1%) tamb\u00e9m assinalaram quedas mais acentuadas do que a m\u00e9dia nacional (-6,9%), enquanto Cear\u00e1 (-6,7%), S\u00e3o Paulo (-6,5%), Minas Gerais (-6,1%) e Rio de Janeiro (-2,1%) completaram o conjunto de locais com taxas negativas. Por outro lado, Par\u00e1 (6,7%) assinalou o avan\u00e7o mais acentuado nesse m\u00eas, impulsionado em grande parte pelo comportamento positivo vindo do setor extrativo (min\u00e9rios de ferro em bruto). Adicionalmente, Esp\u00edrito Santo (4,1%) e Goi\u00e1s (3,3%) tamb\u00e9m apontaram taxas positivas em junho de 2014.<\/p>\n<p>Em bases trimestrais, o setor industrial, ao recuar 5,4% no segundo trimestre de 2014, registrou a queda mais intensa desde o terceiro trimestre de 2009 (-8,1%) e reverteu o resultado positivo assinalado no primeiro trimestre do ano (0,4%), todas as compara\u00e7\u00f5es contra iguais per\u00edodos do ano anterior. Em termos regionais, doze dos quinze locais pesquisados mostraram perda de dinamismo, acompanhando o movimento no \u00edndice nacional, com destaque para Amazonas, que passou de uma expans\u00e3o de 9,9% nos tr\u00eas primeiros meses do ano para uma queda de 7,6% no per\u00edodo abril-junho de 2014, Paran\u00e1 (de 3,2% para -10,7%), Rio Grande do Sul (de 3,2% para -9,8%), Minas Gerais (de 3,7% para -5,0%), Pernambuco (de 7,6% para -0,8%), Santa Catarina (de 1,6% para -4,7%) e Regi\u00e3o Nordeste (de 2,8% para -3,0%). Nesse mesmo tipo de confronto, Par\u00e1 (de 6,5% para 22,2%), Esp\u00edrito Santo (de -4,9% para 0,8%) e Goi\u00e1s (de -0,9% para 2,1%) apontaram os ganhos de ritmo entre os dois per\u00edodos.<\/p>\n<p>No indicador acumulado para os seis primeiros meses de 2014, frente a igual per\u00edodo do ano anterior, a redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o nacional alcan\u00e7ou dez dos quinze locais pesquisados, com cinco recuando com intensidade superior \u00e0 da m\u00e9dia da ind\u00fastria (-2,6%): S\u00e3o Paulo (-5,0%), Bahia (-4,5%), Paran\u00e1 (-4,3%), Rio de Janeiro (-3,9%) e Rio Grande do Sul (-3,9%). Esp\u00edrito Santo (-2,0%), Santa Catarina (-1,7%), Cear\u00e1 (-1,5%), Minas Gerais (-0,9%) e Regi\u00e3o Nordeste (-0,1%) completaram o conjunto de locais com resultados negativos no fechamento do primeiro semestre de 2014. Nesses locais, o menor dinamismo foi particularmente influenciado por fatores relacionados \u00e0 redu\u00e7\u00e3o na fabrica\u00e7\u00e3o de bens de capital (em especial aqueles voltados para equipamentos de transportes \u2013 caminh\u00e3o-trator para reboques e semirreboques, caminh\u00f5es e ve\u00edculos para transporte de mercadorias), bens intermedi\u00e1rios (autope\u00e7as, produtos t\u00eaxteis, produtos sider\u00fargicos, produtos de metal, petroqu\u00edmicos b\u00e1sicos, resinas termopl\u00e1sticas e defensivos agr\u00edcolas) e bens de consumo dur\u00e1veis (autom\u00f3veis, eletrodom\u00e9sticos da \u201clinha branca\u201d, motocicletas e m\u00f3veis). Por outro lado, Par\u00e1 (14,4%), Pernambuco (3,7%), Amazonas (1,0%), Goi\u00e1s (0,8%) e Mato Grosso (0,4%) assinalaram as taxas positivas no \u00edndice acumulado do ano.<\/p>\n<p>A taxa anualizada, indicador acumulado nos \u00faltimos doze meses, com o recuo de 0,6% em junho de 2014, apontou o primeiro resultado negativo desde mar\u00e7o de 2013 (-0,9%) e mostrou clara perda de ritmo frente aos resultados verificados em mar\u00e7o (2,0%), abril (0,7%) e maio (0,2%). Em termos regionais, dez dos quinze locais pesquisados apontaram taxas positivas em junho desse ano, mas doze assinalaram menor dinamismo frente ao \u00edndice de maio \u00faltimo. As principais perdas entre maio e junho foram registradas por Rio Grande do Sul (de 4,3% para 2,4%), Bahia (de 1,7% para -0,2%), Paran\u00e1 (de 1,7% para 0,3%), Cear\u00e1 (de 6,1% para 4,7%), Amazonas (de 6,0% para 4,8%), Regi\u00e3o Nordeste (de 2,2% para 1,0%) e S\u00e3o Paulo (de -0,7% para -1,8%), enquanto Par\u00e1 (de 8,2% para 9,1%) e Esp\u00edrito Santo (de -3,8% para -2,9%) mostraram os avan\u00e7os entre os dois per\u00edodos.<\/p>\n<p>The post Produ\u00e7\u00e3o industrial recua 4% em Santa Catarina appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/producao-industrial-recua-4-em-santa-catarina\/\" class=\"colorbox\" title=\"Produ\u00e7\u00e3o industrial recua 4% em Santa Catarina\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"industria1a\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/industria1a1-300x199.jpg\"><\/div>\n<p>Setor industrial recua em 11 de 14 estados pesquisadors pelo IBGE. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>A redu\u00e7\u00e3o no ritmo da produ\u00e7\u00e3o industrial nacional na passagem de maio para junho, s\u00e9rie com ajuste sazonal, foi acompanhada por 11 dos 14 locais pesquisados, com destaque para os recuos mais acentuados assinalados por Amazonas (-9,3%), Paran\u00e1 (-7,5%). Santa Catarina (-4,0%), Regi\u00e3o Nordeste (-4,4%), Rio Grande do Sul (-2,3%), Par\u00e1 (-2,0%) e Minas Gerais (-1,7%) apontaram taxas negativas mais intensas do que a m\u00e9dia nacional (-1,4%), enquanto Bahia (-1,1%) e S\u00e3o Paulo (-1,0%) mostraram quedas mais moderadas. Por outro lado, Rio de Janeiro (5,4%) e Esp\u00edrito Santo (3,5%) assinalaram as maiores expans\u00f5es nesse m\u00eas, com o primeiro local interrompendo tr\u00eas meses consecutivos de queda na produ\u00e7\u00e3o, per\u00edodo em que acumulou recuo de 7,0%, e o segundo eliminando a redu\u00e7\u00e3o de 1,1% registrada no m\u00eas anterior. Goi\u00e1s, com varia\u00e7\u00e3o positiva de 0,4%, completou o conjunto de locais que mostraram taxas positivas em junho de 2014.<\/p>\n<p>Ainda na s\u00e9rie com ajuste sazonal, a evolu\u00e7\u00e3o do \u00edndice de m\u00e9dia m\u00f3vel trimestral para o total da ind\u00fastria recuou 0,9% no trimestre encerrado em junho frente ao n\u00edvel do m\u00eas anterior e intensificou as quedas registradas em abril (-0,4%) e em maio (-0,7%). Em termos regionais, ainda em rela\u00e7\u00e3o ao movimento deste \u00edndice na margem, dez locais apontaram taxas negativas, com destaque para as perdas vindas do Amazonas (-6,7%), Pernambuco (-3,0%), Paran\u00e1 (-2,9%), Regi\u00e3o Nordeste (-2,8%), Bahia (-2,7%) e Rio Grande do Sul (-2,2%). Por outro lado, Esp\u00edrito Santo (2,3%), Goi\u00e1s (2,0%) e S\u00e3o Paulo (1,0%) assinalaram os resultados positivos mais intensos em junho de 2014.<\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o com igual m\u00eas do ano anterior, o setor industrial nacional recuou 6,9% em junho de 2014, com perfil disseminado de resultados negativos em termos regionais, j\u00e1 que doze dos quinze locais pesquisados apontaram queda na produ\u00e7\u00e3o. Nesse m\u00eas, os recuos mais intensos foram registrados por Amazonas (-16,1%), Paran\u00e1 (-14,0%), Bahia (-12,1%) e Rio Grande do Sul (-11,9%), pressionados em grande parte pela redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o dos setores de equipamentos de inform\u00e1tica, produtos eletr\u00f4nicos e \u00f3pticos (televisores, telefones celulares, receptor-decodificador de sinais de v\u00eddeos codificados e de rel\u00f3gios) e outros equipamentos de transporte (motocicletas e suas pe\u00e7as), no primeiro local; de ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias (autom\u00f3veis, caminh\u00f5es e caminh\u00e3o-trator para reboques e semirreboques), no segundo; de ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias (autom\u00f3veis), no terceiro; e de ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias (autom\u00f3veis, reboques e semirreboques para uso agr\u00edcola, carrocerias para \u00f4nibus e eixos e semi-eixos para transmiss\u00e3o em ve\u00edculos automotores), no \u00faltimo. Regi\u00e3o Nordeste (-8,3%), Santa Catarina (-7,5%), Pernambuco (-7,3%) e Mato Grosso (-7,1%) tamb\u00e9m assinalaram quedas mais acentuadas do que a m\u00e9dia nacional (-6,9%), enquanto Cear\u00e1 (-6,7%), S\u00e3o Paulo (-6,5%), Minas Gerais (-6,1%) e Rio de Janeiro (-2,1%) completaram o conjunto de locais com taxas negativas. Por outro lado, Par\u00e1 (6,7%) assinalou o avan\u00e7o mais acentuado nesse m\u00eas, impulsionado em grande parte pelo comportamento positivo vindo do setor extrativo (min\u00e9rios de ferro em bruto). Adicionalmente, Esp\u00edrito Santo (4,1%) e Goi\u00e1s (3,3%) tamb\u00e9m apontaram taxas positivas em junho de 2014.<\/p>\n<p>Em bases trimestrais, o setor industrial, ao recuar 5,4% no segundo trimestre de 2014, registrou a queda mais intensa desde o terceiro trimestre de 2009 (-8,1%) e reverteu o resultado positivo assinalado no primeiro trimestre do ano (0,4%), todas as compara\u00e7\u00f5es contra iguais per\u00edodos do ano anterior. Em termos regionais, doze dos quinze locais pesquisados mostraram perda de dinamismo, acompanhando o movimento no \u00edndice nacional, com destaque para Amazonas, que passou de uma expans\u00e3o de 9,9% nos tr\u00eas primeiros meses do ano para uma queda de 7,6% no per\u00edodo abril-junho de 2014, Paran\u00e1 (de 3,2% para -10,7%), Rio Grande do Sul (de 3,2% para -9,8%), Minas Gerais (de 3,7% para -5,0%), Pernambuco (de 7,6% para -0,8%), Santa Catarina (de 1,6% para -4,7%) e Regi\u00e3o Nordeste (de 2,8% para -3,0%). Nesse mesmo tipo de confronto, Par\u00e1 (de 6,5% para 22,2%), Esp\u00edrito Santo (de -4,9% para 0,8%) e Goi\u00e1s (de -0,9% para 2,1%) apontaram os ganhos de ritmo entre os dois per\u00edodos.<\/p>\n<p>No indicador acumulado para os seis primeiros meses de 2014, frente a igual per\u00edodo do ano anterior, a redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o nacional alcan\u00e7ou dez dos quinze locais pesquisados, com cinco recuando com intensidade superior \u00e0 da m\u00e9dia da ind\u00fastria (-2,6%): S\u00e3o Paulo (-5,0%), Bahia (-4,5%), Paran\u00e1 (-4,3%), Rio de Janeiro (-3,9%) e Rio Grande do Sul (-3,9%). Esp\u00edrito Santo (-2,0%), Santa Catarina (-1,7%), Cear\u00e1 (-1,5%), Minas Gerais (-0,9%) e Regi\u00e3o Nordeste (-0,1%) completaram o conjunto de locais com resultados negativos no fechamento do primeiro semestre de 2014. Nesses locais, o menor dinamismo foi particularmente influenciado por fatores relacionados \u00e0 redu\u00e7\u00e3o na fabrica\u00e7\u00e3o de bens de capital (em especial aqueles voltados para equipamentos de transportes \u2013 caminh\u00e3o-trator para reboques e semirreboques, caminh\u00f5es e ve\u00edculos para transporte de mercadorias), bens intermedi\u00e1rios (autope\u00e7as, produtos t\u00eaxteis, produtos sider\u00fargicos, produtos de metal, petroqu\u00edmicos b\u00e1sicos, resinas termopl\u00e1sticas e defensivos agr\u00edcolas) e bens de consumo dur\u00e1veis (autom\u00f3veis, eletrodom\u00e9sticos da \u201clinha branca\u201d, motocicletas e m\u00f3veis). Por outro lado, Par\u00e1 (14,4%), Pernambuco (3,7%), Amazonas (1,0%), Goi\u00e1s (0,8%) e Mato Grosso (0,4%) assinalaram as taxas positivas no \u00edndice acumulado do ano.<\/p>\n<p>A taxa anualizada, indicador acumulado nos \u00faltimos doze meses, com o recuo de 0,6% em junho de 2014, apontou o primeiro resultado negativo desde mar\u00e7o de 2013 (-0,9%) e mostrou clara perda de ritmo frente aos resultados verificados em mar\u00e7o (2,0%), abril (0,7%) e maio (0,2%). Em termos regionais, dez dos quinze locais pesquisados apontaram taxas positivas em junho desse ano, mas doze assinalaram menor dinamismo frente ao \u00edndice de maio \u00faltimo. As principais perdas entre maio e junho foram registradas por Rio Grande do Sul (de 4,3% para 2,4%), Bahia (de 1,7% para -0,2%), Paran\u00e1 (de 1,7% para 0,3%), Cear\u00e1 (de 6,1% para 4,7%), Amazonas (de 6,0% para 4,8%), Regi\u00e3o Nordeste (de 2,2% para 1,0%) e S\u00e3o Paulo (de -0,7% para -1,8%), enquanto Par\u00e1 (de 8,2% para 9,1%) e Esp\u00edrito Santo (de -3,8% para -2,9%) mostraram os avan\u00e7os entre os dois per\u00edodos.<\/p>\n<p>The post Produ\u00e7\u00e3o industrial recua 4% em Santa Catarina appeared first on Economia SC.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-3163","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","no-post-thumbnail"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3163","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3163"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3163\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3163"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3163"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3163"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}