{"id":3099,"date":"2014-08-01T14:03:00","date_gmt":"2014-08-01T14:03:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/producao-industrial-cai-14-em-junho-diz-ibge\/"},"modified":"2014-08-01T14:03:00","modified_gmt":"2014-08-01T14:03:00","slug":"producao-industrial-cai-14-em-junho-diz-ibge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/producao-industrial-cai-14-em-junho-diz-ibge\/","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o industrial cai 1,4% em junho, diz IBGE"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"industria1a)\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/industria1a-300x199.jpg\"><\/div>\n<p>Este \u00e9 o quarto resultado negativo consecutivo para a ind\u00fastria. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Em junho de 2014, a produ\u00e7\u00e3o industrial nacional mostrou decr\u00e9scimo de 1,4% frente ao m\u00eas imediatamente anterior, na s\u00e9rie livre de influ\u00eancias sazonais, quarto resultado negativo consecutivo, acumulando nesse per\u00edodo perda de 3,4%. Na s\u00e9rie sem ajuste sazonal, na compara\u00e7\u00e3o com igual m\u00eas do ano anterior, o total da ind\u00fastria apontou redu\u00e7\u00e3o de 6,9% em junho de 2014, quarta taxa negativa seguida e a mais intensa desde setembro de 2009 (-7,4%). Assim, os \u00edndices do setor industrial foram negativos tanto para o fechamento do segundo trimestre de 2014 (-5,4%), como para o acumulado dos seis primeiros meses do ano (-2,6%), ambas as compara\u00e7\u00f5es contra iguais per\u00edodos do ano anterior. A taxa anualizada, indicador acumulado nos \u00faltimos doze meses, com o recuo de 0,6% em junho de 2014, apontou o primeiro resultado negativo desde mar\u00e7o de 2013 (-0,9%) e mostrou clara perda de ritmo frente aos resultados verificados em mar\u00e7o (2,0%), abril (0,7%) e maio (0,2%).<\/p>\n<p>\n<strong>18 dos 24 ramos pesquisados registram queda em junho<\/strong><\/p>\n<p>A queda de 1,4% da atividade industrial na passagem de maio para junho teve predom\u00ednio de resultados negativos, alcan\u00e7ando as quatro grandes categorias econ\u00f4micas e 18 dos 24 ramos pesquisados. Entre as atividades, as principais influ\u00eancias negativas foram registradas por ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias (-12,1%) e equipamentos de inform\u00e1tica, produtos eletr\u00f4nicos e \u00f3pticos (-29,6%). Outras contribui\u00e7\u00f5es negativas importantes sobre o total da ind\u00fastria vieram dos ramos de m\u00e1quinas e equipamentos(-9,4%), confec\u00e7\u00e3o de artigos de vestu\u00e1rio e acess\u00f3rios (-10,0%), produtos de borracha e de material pl\u00e1stico (-5,6%), outros equipamentos de transporte (-12,3%), m\u00e1quinas, aparelhos e materiais el\u00e9tricos(-7,4%), perfumaria, sab\u00f5es, detergentes, produtos de limpeza e de higiene pessoal (-3,1%), produtos de minerais n\u00e3o-met\u00e1licos (-3,4%) e produtos t\u00eaxteis (-6,7%). Por outro lado, entre os seis ramos que ampliaram a produ\u00e7\u00e3o nesse m\u00eas, os desempenhos de maior import\u00e2ncia para a m\u00e9dia global foram registrados porque, produtos derivados do petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis (6,6%), produtos aliment\u00edcios (2,1%) e bebidas(2,5%).<\/p>\n<p>Entre as grandes categorias econ\u00f4micas, ainda na compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas imediatamente anterior, bens de consumo dur\u00e1veis, ao recuar 24,9%, assinalou a queda mais acentuada desde o in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica e a quarta taxa negativa consecutiva nesse tipo de confronto, acumulando nesse per\u00edodo perda de 33,3%. O segmento de bens de capital (-9,7%) apontou o quarto m\u00eas seguido de queda na produ\u00e7\u00e3o, com perda acumulada de 17,9% nesse per\u00edodo. O setor produtor de bens de consumo semi e n\u00e3o-dur\u00e1veis, com redu\u00e7\u00e3o de 1,3%, eliminou a expans\u00e3o de 1,1% acumulada nos meses de abril e maio. O segmento de bens intermedi\u00e1rios (-0,1%) mostrou a taxa negativa mais moderada em junho de 2014, mas marcou o terceiro m\u00eas seguido de queda na produ\u00e7\u00e3o, acumulando nesse per\u00edodo redu\u00e7\u00e3o de 1,2%.<\/p>\n<p><strong>Na compara\u00e7\u00e3o com junho de 2013, produ\u00e7\u00e3o industrial cai 6,9%<\/strong><\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o com igual m\u00eas do ano anterior, o setor industrial mostrou queda de 6,9% em junho de 2014, com perfil disseminado de resultados negativos, j\u00e1 que as quatro grandes categorias econ\u00f4micas e 21 dos 26 ramos apontaram redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Entre as atividades, a de ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias, que recuou 36,3%, exerceu a maior influ\u00eancia negativa na forma\u00e7\u00e3o da m\u00e9dia da ind\u00fastria, pressionada em grande parte pela menor fabrica\u00e7\u00e3o de autom\u00f3veis, de caminh\u00f5es, de caminh\u00e3o-trator para reboques e semirreboques, de autope\u00e7as e de ve\u00edculos para transporte de mercadorias. Outras contribui\u00e7\u00f5es negativas relevantes sobre o total nacional vieram da redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas e equipamentos (-14,2%), metalurgia (-12,7%), equipamentos de inform\u00e1tica, produtos eletr\u00f4nicos e \u00f3pticos (-25,1%), produtos de metal (-15,6%), m\u00e1quinas, aparelhos e materiais el\u00e9tricos (-18,4%), produtos de borracha e de material pl\u00e1stico (-10,4%), outros produtos qu\u00edmicos(-6,3%) e outros equipamentos de transporte (-21,2%). Por outro lado, ainda na compara\u00e7\u00e3o com junho de 2013, entre as cinco atividades que aumentaram a produ\u00e7\u00e3o, os principais impactos foram observados emcoque, produtos derivados do petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis (9,9%), produtos aliment\u00edcios (7,4%), ind\u00fastrias extrativas (2,9%) e bebidas (9,4%).<\/p>\n<p>Ainda no confronto com igual m\u00eas do ano anterior, bens de consumo dur\u00e1veis (-34,3%) e bens de capital (-21,1%) assinalaram, em junho de 2014, os recuos mais acentuados entre as grandes categorias econ\u00f4micas. Os segmentos de bens de consumo semi e n\u00e3o-dur\u00e1veis (-3,0%) e de bens intermedi\u00e1rios (-2,9%) tamb\u00e9m registraram resultados negativos nesse m\u00eas, mas em intensidade menor do que a m\u00e9dia nacional (-6,9%).<\/p>\n<p>O setor de bens de consumo dur\u00e1veis recuou 34,3% no \u00edndice mensal de junho de 2014, quarto resultado negativo consecutivo nesse tipo de confronto e a queda mais acentuada desde dezembro de 2008 (-39,1%). Nesse m\u00eas, o setor foi particularmente pressionado pela menor fabrica\u00e7\u00e3o de autom\u00f3veis (-35,1%), influenciado em grande parte pela concess\u00e3o de f\u00e9rias coletivas em v\u00e1rias unidades produtivas. Outros impactos negativos importantes vieram de motocicletas (-47,3%); eletrodom\u00e9sticos da \u201clinha marrom\u201d (-41,0%), por conta da menor produ\u00e7\u00e3o de televisores; eletrodom\u00e9sticos da \u201clinha branca\u201d (-32,4%), em fun\u00e7\u00e3o do recuo no produto refrigeradores ou congeladores para uso dom\u00e9stico; outros eletrodom\u00e9sticos (-29,3%) e m\u00f3veis (-16,4%).<\/p>\n<p>O setor de bens de capital, ao recuar 21,1% em junho de 2014, tamb\u00e9m assinalou o quarto resultado negativo consecutivo no \u00edndice mensal, e mostrou a queda mais intensa desde agosto de 2009 (-22,4%). Na forma\u00e7\u00e3o do \u00edndice desse m\u00eas, o segmento foi influenciado pelo recuo observado na maior parte dos seus grupamentos, com claro destaque para a redu\u00e7\u00e3o de 31,6% em bens de capital para equipamentos de transporte, pressionado principalmente pela menor fabrica\u00e7\u00e3o de caminh\u00f5es, caminh\u00e3o-trator para reboques e semirreboques, ve\u00edculos para transporte de mercadorias, reboques e semirreboques e vag\u00f5es de passageiros. As demais taxas negativas foram registradas por bens de capital para fins industriais (-11,8%), agr\u00edcola (-15,5%), de uso misto (-8,5%) e para constru\u00e7\u00e3o (-16,3%), enquanto bens de capital para energia el\u00e9trica (8,4%) apontou o \u00fanico resultado positivo em junho de 2014.<\/p>\n<p>Ainda no confronto com igual m\u00eas do ano anterior, o segmento de bens de consumo semi e n\u00e3o-dur\u00e1veis, ao recuar 3,0% em junho de 2014, reverteu o avan\u00e7o de 0,8% assinalado no m\u00eas anterior. O desempenho nesse m\u00eas foi influenciado em grande parte pelos recuos vindos dos grupamentos de semidur\u00e1veis (-11,4%), alimentos e bebidas elaborados para consumo dom\u00e9stico (-3,0%) e de n\u00e3o-dur\u00e1veis (-5,1%). Por outro lado, o grupamento de carburantes (12,1%) assinalou o \u00fanico resultado positivo nesse m\u00eas, impulsionado pelo avan\u00e7o na produ\u00e7\u00e3o de \u00e1lcool et\u00edlico e de gasolina automotiva.<\/p>\n<p>A queda na produ\u00e7\u00e3o de bens intermedi\u00e1rios (-2,9%), que apontou o quarto resultado negativo consecutivo na compara\u00e7\u00e3o com igual m\u00eas do ano anterior, foi explicada principalmente pelos recuos nos produtos associados \u00e0s atividades de ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias (-33,4%), metalurgia (-12,7%), produtos de metal (-17,9%), outros produtos qu\u00edmicos (-6,3%), produtos de borracha e de material pl\u00e1stico (-10,4%), produtos de minerais n\u00e3o-met\u00e1licos (-6,1%), produtos t\u00eaxteis (-10,9%), m\u00e1quinas e equipamentos (-7,5%) e celulose, papel e produtos de papel (-3,1%), enquanto as press\u00f5es positivas foram assinaladas por produtos aliment\u00edcios (21,6%), coque, produtos derivados do petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis (9,0%) e ind\u00fastrias extrativas (2,9%). Ainda nessa categoria, vale citar tamb\u00e9m os resultados negativos registrados pelos grupamentos de insumos para constru\u00e7\u00e3o civil (-11,9%), que apontou o recuo mais intenso desde o in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica e a quarta queda consecutiva nesse tipo de compara\u00e7\u00e3o, e de embalagens (-2,7%), que reverteu o avan\u00e7o de 1,0% observado em maio \u00faltimo.<\/p>\n<p><strong>\u00cdndice acumulado no primeiro semestre cai -2,6%<\/strong><\/p>\n<p>No \u00edndice acumulado para o fechamento do primeiro semestre de 2014, frente a igual per\u00edodo do ano anterior, o setor industrial mostrou queda de 2,6%, com predom\u00ednio de taxas negativas, alcan\u00e7ando tr\u00eas das quatro grandes categorias econ\u00f4micas e 18 das 26 atividades investigadas. O principal impacto negativo foi observado no ramo de ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias (-16,9%). Outras contribui\u00e7\u00f5es negativas relevantes sobre o total nacional vieram dos setores de produtos de metal (-10,1%), metalurgia (-5,0%), m\u00e1quinas e equipamentos (-4,5%), m\u00e1quinas, aparelhos e materiais el\u00e9tricos (-7,9%) e outros produtos qu\u00edmicos (-4,1%). Por outro lado, entre as oito atividades que ampliaram a produ\u00e7\u00e3o, as principais influ\u00eancias foram observadas em ind\u00fastrias extrativas (4,1%), produtos aliment\u00edcios (2,1%), coque, produtos derivados do petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis (2,1%) e equipamentos de inform\u00e1tica, produtos eletr\u00f4nicos e \u00f3pticos (7,3%).<\/p>\n<p>Entre as grandes categorias econ\u00f4micas, o perfil dos resultados para o \u00edndice acumulado nos seis primeiros meses de 2014 mostrou menor dinamismo para bens de consumo dur\u00e1veis (-8,6%) e bens de capital (-8,3%), pressionadas especialmente pela redu\u00e7\u00e3o na fabrica\u00e7\u00e3o de autom\u00f3veis (-16,7%), na primeira, e de bens de capital para equipamentos de transporte (-15,1%), na segunda. O segmento de bens intermedi\u00e1rios (-2,2%) tamb\u00e9m assinalou resultado negativo no \u00edndice acumulado no ano, mas com queda ligeiramente menos intensa do que a observada na m\u00e9dia nacional (-2,6%). Por outro lado, o setor produtor de bens de consumo semi e n\u00e3o-dur\u00e1veis, com varia\u00e7\u00e3o positiva de 0,3%, apontou a \u00fanica taxa positiva, impulsionado principalmente pela maior produ\u00e7\u00e3o de medicamentos, gasolina automotiva e \u00e1lcool et\u00edlico.<\/p>\n<\/p>\n<p>The post Produ\u00e7\u00e3o industrial cai 1,4% em junho, diz IBGE appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/producao-industrial-cai-14-em-junho-diz-ibge\/\" class=\"colorbox\" title=\"Produ\u00e7\u00e3o industrial cai 1,4% em junho, diz IBGE\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"industria1a)\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/industria1a-300x199.jpg\"><\/div>\n<p>Este \u00e9 o quarto resultado negativo consecutivo para a ind\u00fastria. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Em junho de 2014, a produ\u00e7\u00e3o industrial nacional mostrou decr\u00e9scimo de 1,4% frente ao m\u00eas imediatamente anterior, na s\u00e9rie livre de influ\u00eancias sazonais, quarto resultado negativo consecutivo, acumulando nesse per\u00edodo perda de 3,4%. Na s\u00e9rie sem ajuste sazonal, na compara\u00e7\u00e3o com igual m\u00eas do ano anterior, o total da ind\u00fastria apontou redu\u00e7\u00e3o de 6,9% em junho de 2014, quarta taxa negativa seguida e a mais intensa desde setembro de 2009 (-7,4%). Assim, os \u00edndices do setor industrial foram negativos tanto para o fechamento do segundo trimestre de 2014 (-5,4%), como para o acumulado dos seis primeiros meses do ano (-2,6%), ambas as compara\u00e7\u00f5es contra iguais per\u00edodos do ano anterior. A taxa anualizada, indicador acumulado nos \u00faltimos doze meses, com o recuo de 0,6% em junho de 2014, apontou o primeiro resultado negativo desde mar\u00e7o de 2013 (-0,9%) e mostrou clara perda de ritmo frente aos resultados verificados em mar\u00e7o (2,0%), abril (0,7%) e maio (0,2%).<\/p>\n<p>\n<strong>18 dos 24 ramos pesquisados registram queda em junho<\/strong><\/p>\n<p>A queda de 1,4% da atividade industrial na passagem de maio para junho teve predom\u00ednio de resultados negativos, alcan\u00e7ando as quatro grandes categorias econ\u00f4micas e 18 dos 24 ramos pesquisados. Entre as atividades, as principais influ\u00eancias negativas foram registradas por ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias (-12,1%) e equipamentos de inform\u00e1tica, produtos eletr\u00f4nicos e \u00f3pticos (-29,6%). Outras contribui\u00e7\u00f5es negativas importantes sobre o total da ind\u00fastria vieram dos ramos de m\u00e1quinas e equipamentos(-9,4%), confec\u00e7\u00e3o de artigos de vestu\u00e1rio e acess\u00f3rios (-10,0%), produtos de borracha e de material pl\u00e1stico (-5,6%), outros equipamentos de transporte (-12,3%), m\u00e1quinas, aparelhos e materiais el\u00e9tricos(-7,4%), perfumaria, sab\u00f5es, detergentes, produtos de limpeza e de higiene pessoal (-3,1%), produtos de minerais n\u00e3o-met\u00e1licos (-3,4%) e produtos t\u00eaxteis (-6,7%). Por outro lado, entre os seis ramos que ampliaram a produ\u00e7\u00e3o nesse m\u00eas, os desempenhos de maior import\u00e2ncia para a m\u00e9dia global foram registrados porque, produtos derivados do petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis (6,6%), produtos aliment\u00edcios (2,1%) e bebidas(2,5%).<\/p>\n<p>Entre as grandes categorias econ\u00f4micas, ainda na compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas imediatamente anterior, bens de consumo dur\u00e1veis, ao recuar 24,9%, assinalou a queda mais acentuada desde o in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica e a quarta taxa negativa consecutiva nesse tipo de confronto, acumulando nesse per\u00edodo perda de 33,3%. O segmento de bens de capital (-9,7%) apontou o quarto m\u00eas seguido de queda na produ\u00e7\u00e3o, com perda acumulada de 17,9% nesse per\u00edodo. O setor produtor de bens de consumo semi e n\u00e3o-dur\u00e1veis, com redu\u00e7\u00e3o de 1,3%, eliminou a expans\u00e3o de 1,1% acumulada nos meses de abril e maio. O segmento de bens intermedi\u00e1rios (-0,1%) mostrou a taxa negativa mais moderada em junho de 2014, mas marcou o terceiro m\u00eas seguido de queda na produ\u00e7\u00e3o, acumulando nesse per\u00edodo redu\u00e7\u00e3o de 1,2%.<\/p>\n<p><strong>Na compara\u00e7\u00e3o com junho de 2013, produ\u00e7\u00e3o industrial cai 6,9%<\/strong><\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o com igual m\u00eas do ano anterior, o setor industrial mostrou queda de 6,9% em junho de 2014, com perfil disseminado de resultados negativos, j\u00e1 que as quatro grandes categorias econ\u00f4micas e 21 dos 26 ramos apontaram redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Entre as atividades, a de ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias, que recuou 36,3%, exerceu a maior influ\u00eancia negativa na forma\u00e7\u00e3o da m\u00e9dia da ind\u00fastria, pressionada em grande parte pela menor fabrica\u00e7\u00e3o de autom\u00f3veis, de caminh\u00f5es, de caminh\u00e3o-trator para reboques e semirreboques, de autope\u00e7as e de ve\u00edculos para transporte de mercadorias. Outras contribui\u00e7\u00f5es negativas relevantes sobre o total nacional vieram da redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas e equipamentos (-14,2%), metalurgia (-12,7%), equipamentos de inform\u00e1tica, produtos eletr\u00f4nicos e \u00f3pticos (-25,1%), produtos de metal (-15,6%), m\u00e1quinas, aparelhos e materiais el\u00e9tricos (-18,4%), produtos de borracha e de material pl\u00e1stico (-10,4%), outros produtos qu\u00edmicos(-6,3%) e outros equipamentos de transporte (-21,2%). Por outro lado, ainda na compara\u00e7\u00e3o com junho de 2013, entre as cinco atividades que aumentaram a produ\u00e7\u00e3o, os principais impactos foram observados emcoque, produtos derivados do petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis (9,9%), produtos aliment\u00edcios (7,4%), ind\u00fastrias extrativas (2,9%) e bebidas (9,4%).<\/p>\n<p>Ainda no confronto com igual m\u00eas do ano anterior, bens de consumo dur\u00e1veis (-34,3%) e bens de capital (-21,1%) assinalaram, em junho de 2014, os recuos mais acentuados entre as grandes categorias econ\u00f4micas. Os segmentos de bens de consumo semi e n\u00e3o-dur\u00e1veis (-3,0%) e de bens intermedi\u00e1rios (-2,9%) tamb\u00e9m registraram resultados negativos nesse m\u00eas, mas em intensidade menor do que a m\u00e9dia nacional (-6,9%).<\/p>\n<p>O setor de bens de consumo dur\u00e1veis recuou 34,3% no \u00edndice mensal de junho de 2014, quarto resultado negativo consecutivo nesse tipo de confronto e a queda mais acentuada desde dezembro de 2008 (-39,1%). Nesse m\u00eas, o setor foi particularmente pressionado pela menor fabrica\u00e7\u00e3o de autom\u00f3veis (-35,1%), influenciado em grande parte pela concess\u00e3o de f\u00e9rias coletivas em v\u00e1rias unidades produtivas. Outros impactos negativos importantes vieram de motocicletas (-47,3%); eletrodom\u00e9sticos da \u201clinha marrom\u201d (-41,0%), por conta da menor produ\u00e7\u00e3o de televisores; eletrodom\u00e9sticos da \u201clinha branca\u201d (-32,4%), em fun\u00e7\u00e3o do recuo no produto refrigeradores ou congeladores para uso dom\u00e9stico; outros eletrodom\u00e9sticos (-29,3%) e m\u00f3veis (-16,4%).<\/p>\n<p>O setor de bens de capital, ao recuar 21,1% em junho de 2014, tamb\u00e9m assinalou o quarto resultado negativo consecutivo no \u00edndice mensal, e mostrou a queda mais intensa desde agosto de 2009 (-22,4%). Na forma\u00e7\u00e3o do \u00edndice desse m\u00eas, o segmento foi influenciado pelo recuo observado na maior parte dos seus grupamentos, com claro destaque para a redu\u00e7\u00e3o de 31,6% em bens de capital para equipamentos de transporte, pressionado principalmente pela menor fabrica\u00e7\u00e3o de caminh\u00f5es, caminh\u00e3o-trator para reboques e semirreboques, ve\u00edculos para transporte de mercadorias, reboques e semirreboques e vag\u00f5es de passageiros. As demais taxas negativas foram registradas por bens de capital para fins industriais (-11,8%), agr\u00edcola (-15,5%), de uso misto (-8,5%) e para constru\u00e7\u00e3o (-16,3%), enquanto bens de capital para energia el\u00e9trica (8,4%) apontou o \u00fanico resultado positivo em junho de 2014.<\/p>\n<p>Ainda no confronto com igual m\u00eas do ano anterior, o segmento de bens de consumo semi e n\u00e3o-dur\u00e1veis, ao recuar 3,0% em junho de 2014, reverteu o avan\u00e7o de 0,8% assinalado no m\u00eas anterior. O desempenho nesse m\u00eas foi influenciado em grande parte pelos recuos vindos dos grupamentos de semidur\u00e1veis (-11,4%), alimentos e bebidas elaborados para consumo dom\u00e9stico (-3,0%) e de n\u00e3o-dur\u00e1veis (-5,1%). Por outro lado, o grupamento de carburantes (12,1%) assinalou o \u00fanico resultado positivo nesse m\u00eas, impulsionado pelo avan\u00e7o na produ\u00e7\u00e3o de \u00e1lcool et\u00edlico e de gasolina automotiva.<\/p>\n<p>A queda na produ\u00e7\u00e3o de bens intermedi\u00e1rios (-2,9%), que apontou o quarto resultado negativo consecutivo na compara\u00e7\u00e3o com igual m\u00eas do ano anterior, foi explicada principalmente pelos recuos nos produtos associados \u00e0s atividades de ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias (-33,4%), metalurgia (-12,7%), produtos de metal (-17,9%), outros produtos qu\u00edmicos (-6,3%), produtos de borracha e de material pl\u00e1stico (-10,4%), produtos de minerais n\u00e3o-met\u00e1licos (-6,1%), produtos t\u00eaxteis (-10,9%), m\u00e1quinas e equipamentos (-7,5%) e celulose, papel e produtos de papel (-3,1%), enquanto as press\u00f5es positivas foram assinaladas por produtos aliment\u00edcios (21,6%), coque, produtos derivados do petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis (9,0%) e ind\u00fastrias extrativas (2,9%). Ainda nessa categoria, vale citar tamb\u00e9m os resultados negativos registrados pelos grupamentos de insumos para constru\u00e7\u00e3o civil (-11,9%), que apontou o recuo mais intenso desde o in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica e a quarta queda consecutiva nesse tipo de compara\u00e7\u00e3o, e de embalagens (-2,7%), que reverteu o avan\u00e7o de 1,0% observado em maio \u00faltimo.<\/p>\n<p><strong>\u00cdndice acumulado no primeiro semestre cai -2,6%<\/strong><\/p>\n<p>No \u00edndice acumulado para o fechamento do primeiro semestre de 2014, frente a igual per\u00edodo do ano anterior, o setor industrial mostrou queda de 2,6%, com predom\u00ednio de taxas negativas, alcan\u00e7ando tr\u00eas das quatro grandes categorias econ\u00f4micas e 18 das 26 atividades investigadas. O principal impacto negativo foi observado no ramo de ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias (-16,9%). Outras contribui\u00e7\u00f5es negativas relevantes sobre o total nacional vieram dos setores de produtos de metal (-10,1%), metalurgia (-5,0%), m\u00e1quinas e equipamentos (-4,5%), m\u00e1quinas, aparelhos e materiais el\u00e9tricos (-7,9%) e outros produtos qu\u00edmicos (-4,1%). Por outro lado, entre as oito atividades que ampliaram a produ\u00e7\u00e3o, as principais influ\u00eancias foram observadas em ind\u00fastrias extrativas (4,1%), produtos aliment\u00edcios (2,1%), coque, produtos derivados do petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis (2,1%) e equipamentos de inform\u00e1tica, produtos eletr\u00f4nicos e \u00f3pticos (7,3%).<\/p>\n<p>Entre as grandes categorias econ\u00f4micas, o perfil dos resultados para o \u00edndice acumulado nos seis primeiros meses de 2014 mostrou menor dinamismo para bens de consumo dur\u00e1veis (-8,6%) e bens de capital (-8,3%), pressionadas especialmente pela redu\u00e7\u00e3o na fabrica\u00e7\u00e3o de autom\u00f3veis (-16,7%), na primeira, e de bens de capital para equipamentos de transporte (-15,1%), na segunda. O segmento de bens intermedi\u00e1rios (-2,2%) tamb\u00e9m assinalou resultado negativo no \u00edndice acumulado no ano, mas com queda ligeiramente menos intensa do que a observada na m\u00e9dia nacional (-2,6%). Por outro lado, o setor produtor de bens de consumo semi e n\u00e3o-dur\u00e1veis, com varia\u00e7\u00e3o positiva de 0,3%, apontou a \u00fanica taxa positiva, impulsionado principalmente pela maior produ\u00e7\u00e3o de medicamentos, gasolina automotiva e \u00e1lcool et\u00edlico.<\/p>\n<\/p>\n<p>The post Produ\u00e7\u00e3o industrial cai 1,4% em junho, diz IBGE appeared first on Economia SC.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-3099","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","no-post-thumbnail"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3099","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3099"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3099\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3099"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3099"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3099"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}