{"id":3077,"date":"2014-07-31T13:33:00","date_gmt":"2014-07-31T13:33:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/empresas-conquistam-sucesso-apos-dificuldades\/"},"modified":"2014-07-31T13:33:00","modified_gmt":"2014-07-31T13:33:00","slug":"empresas-conquistam-sucesso-apos-dificuldades","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/empresas-conquistam-sucesso-apos-dificuldades\/","title":{"rendered":"Empresas conquistam sucesso ap\u00f3s dificuldades"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Luiz Tarqu\u00ednio, presidente da Tupy, explica como empresa saiu das d\u00edvidas. Foto: Cristina Schulze\/Senac\/Divulga\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/IMG_0378-300x200.jpg\"><\/div>\n<p>Luiz Tarqu\u00ednio, presidente da Tupy, explica como empresa saiu das d\u00edvidas. Foto: Cristina Schulze\/Senac\/Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Jessica Melo<\/strong><\/p>\n<p>Empresas passam por situa\u00e7\u00f5es dif\u00edceis, mas a situa\u00e7\u00e3o pode se reverter e tornar o empreendimento ainda mais vi\u00e1vel, competitivo e lucrativo. Este foi o ensinamento dos empres\u00e1rios  Nelson Lisot, ex-presidente da Cadence,  Luiz Tarqu\u00ednio, presidente da Tupy e Tadeu Bongiolo, presidente da Coan, que apresentaram seus cases de sucesso durante o evento Ponto da Virada, que foi realizado na noite desta quarta-feira, dia 30, na sede da Fiesc (Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Santa Catarina).<\/p>\n<p><b>Tupy<\/b><\/p>\n<p>Segundo o presidente da Tupy, de Joinville, o \u201cponto da virada\u201d da empresa foi em 2003. Em 2002, a Tupy passava por um momento ruim, com preju\u00edzo liquido de R$52, 5milhoes. Com um per\u00edodo de forte e desvaloriza\u00e7\u00e3o cambial, a empresa, com R$833, 7 milhoes de receita operacional, teve a d\u00edvida cada vez maior.<\/p>\n<p>Em 2003, come\u00e7ou um per\u00edodo de reestrutura\u00e7\u00e3o dessa d\u00edvida. \u201cEm 11 meses fiquei trabalhando no problema financeiro da companhia\u201d, destacou o presidente. Houve r\u00edgido controle de gastos e foco em produ\u00e7\u00e3o e qualidade. \u201cCredores e acionistas contribu\u00edram para a solu\u00e7\u00e3o deste problema. Tamb\u00e9m fomos beneficiados por um ciclo muito forte de crescimento da economia mundial\u201d, acredita Tarqu\u00ednio<\/p>\n<p>A partir de 2007, a empresa come\u00e7ou a mudar a estrat\u00e9gia de neg\u00f3cios, com produtos com s\u00e9ries menores, diversifica\u00e7\u00e3o e amplia\u00e7\u00e3o de clientes, maior variedades de produtos por cliente, projetos de alta tecnologia e com maior complexidade, contratos comerciais detalhados, atua\u00e7\u00e3o em muitos segmentos e melhor gest\u00e3o de riscos.<\/p>\n<p>Entre 2011 e 2012, a empresa ainda adquiriu duas plantas no M\u00e9xico. Em 2013, a receita l\u00edquida foi de R$3,2 bilh\u00f5es, 274,6% acima da receita em 2002. Hoje, com 13.200 funcion\u00e1rios, a empresa \u00e9 l\u00edder no mercado de blocos e cabe\u00e7otes de motor em ferro fundido no Ocidente. A capacidade produtiva fica em torno de 848 mil toneladas por ano.<\/p>\n<p><b>Cadence<\/b><\/p>\n<p>Durante a palestra, o ex-presidente da Cadence, Nelson Lisot (que deixou o cargo para o filho h\u00e1 dois meses) afirmou que a empresa passa agora a fazer parte do grupo americano Jarden. Al\u00e9m disso, devido a bons resultados, ser\u00e1 constru\u00edda uma nova planta em Cora\u00e7\u00e3o de Maria, na Bahia. A sede da empresa, em Navagentes, tamb\u00e9m ser\u00e1 ampliada.<\/p>\n<p>A empresa come\u00e7ou em Caxias do Sul e surgiu da ideia de vender apenas panificadoras importadas. Aumentando o n\u00famero de produtos, veio \u00e0 Santa Catarina em 2005 em busca de melhor log\u00edstica e mais incentivos fiscais.<\/p>\n<p>Em 2008 j\u00e1 tiveram grandes dificuldades, pois estavam situados em Itaja\u00ed, cidade que foi muito atingida pelas chuvas e cheias naquele ano. Perderam mais de 50% do estoque. \u201cEntrou 70 cm de \u00e1gua no nosso dep\u00f3sito. Foi um preju\u00edzo monstruoso. Esse que eu chamo do ponto da virada. Foi duro, foi dif\u00edcil, \u00e9 um momento de muita impot\u00eancia. Limpamos, ajeitamos e a primeira coisa que fizemos foi procurar um novo local, porque cada nuvem que vinha no c\u00e9u, o cora\u00e7\u00e3o vinha pela boca\u201d, destaca Lisot.<\/p>\n<p>A empresa ent\u00e3o se mudou para Navegantes e come\u00e7ou a estabelecer metas audaciosas para 2009. Conseguiu n\u00e3o s\u00f3 atingi-las, mas ultrapass\u00e1-las.  Em 2010, mudou-se para Navegantes.<\/p>\n<p>Em 2013, a empresa j\u00e1 estava com 350 funcion\u00e1rios e fabricava mais de 6 mil pe\u00e7as por dia. A meta para 2015 \u00e9 chegar a 15 mil pe\u00e7as di\u00e1rias e, para isso, contar com 500 funcion\u00e1rios. Hoje, empresa \u00e9 a maior distribuidora de produtos de aquecimento no Brasil. \u201cInova\u00e7\u00e3o \u00e9 sempre uma coisa cont\u00ednua dentro da Cadence. Temos em m\u00e9dia o lan\u00e7amento de 12 lan\u00e7amentos por m\u00eas e um mix com mais de 170 produtos\u201d, destaca Lisot.<\/p>\n<p><b>Coan<\/b><\/p>\n<p>Em\u00edlio Tadeu Bongiolo, presidente da gr\u00e1fica Coan, de Tubar\u00e3o, contou que a empresa era apenas uma pequena da fam\u00edlia de sua esposa. \u201cEu n\u00e3o entendia nada de gr\u00e1fica\u201d, admite. Para ele, o ponto da virada foi quando o neg\u00f3cio atingiu a lideran\u00e7a no Sul do pa\u00eds. \u201cA gente tinha uma f\u00e1brica de varejo. T\u00ednhamos uma quantidade de produtos muito grande. Focamos na produ\u00e7\u00e3o de quarei produtos gr\u00e1ficos: revistas, livros, cat\u00e1logos\/encartes e tabloides\u201d, explica. Hoje, a Coan est\u00e1 entre as dez maiores gr\u00e1ficas do pa\u00eds e quer ficar entre as cinco no ranking. \u00c9 tamb\u00e9m primeira gr\u00e1fica do Sul do Brasil a ser 100% ecol\u00f3gica, de acordo com ele.<\/p>\n<p>Bongiolo \u00e9 natural de Tubar\u00e3o, mas foi estudar em Curitiba aos 15 anos. Formado em administra\u00e7\u00e3o e direito, voltou para Tubar\u00e3o para trabalhar na empresa do pai, lojista na \u00e1rea de cal\u00e7ados. Desistiu e tentou criar loja pr\u00f3pria em Crici\u00fama. \u201cN\u00e3o estava feliz. O com\u00e9rcio, confec\u00e7\u00f5es, cal\u00e7ados, aquilo n\u00e3o fazia meus olhos brilharem\u201d, destacou.<\/p>\n<p>Viu na empresa da fam\u00edlia da esposa uma oportunidade. \u201cN\u00e3o acreditava no futuro da ind\u00fastria gr\u00e1fica j\u00e1 naquela \u00e9poca achava q o computador ia tomar. N\u00e3o queria tamb\u00e9m mais a experi\u00eancia de trabalhar em fam\u00edlia, ainda italiana. A coisa de vez em quando pega fogo, \u00e9 explosiva\u201d, disse Bongiolo.<\/p>\n<p>Bongiolo, ap\u00f3s visitar uma feira internacional, chegou a um acordo com sua sogra, esposa e cunhado. Seria o l\u00edder da empresa. Viajaram a pa\u00edses como Alemanha, Su\u00ed\u00e7a e B\u00e9lgica para aprimorar conhecimentos e a tecnologia da f\u00e1brica.<\/p>\n<p>A Coan em 1992 tinha cinco funcion\u00e1rios, tr\u00eas donos e 100m\u00b2 de \u00e1rea constru\u00edda. Em 2013, passou para 420 funcion\u00e1rios e 25000 m\u00b2.<\/p>\n<p>The post Empresas conquistam sucesso ap\u00f3s dificuldades appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/empresas-conquistam-sucesso-apos-dificuldades\/\" class=\"colorbox\" title=\"Empresas conquistam sucesso ap\u00f3s dificuldades\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Luiz Tarqu\u00ednio, presidente da Tupy, explica como empresa saiu das d\u00edvidas. Foto: Cristina Schulze\/Senac\/Divulga\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/IMG_0378-300x200.jpg\"><\/div>\n<p>Luiz Tarqu\u00ednio, presidente da Tupy, explica como empresa saiu das d\u00edvidas. 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Com um per\u00edodo de forte e desvaloriza\u00e7\u00e3o cambial, a empresa, com R$833, 7 milhoes de receita operacional, teve a d\u00edvida cada vez maior.<\/p>\n<p>Em 2003, come\u00e7ou um per\u00edodo de reestrutura\u00e7\u00e3o dessa d\u00edvida. \u201cEm 11 meses fiquei trabalhando no problema financeiro da companhia\u201d, destacou o presidente. Houve r\u00edgido controle de gastos e foco em produ\u00e7\u00e3o e qualidade. \u201cCredores e acionistas contribu\u00edram para a solu\u00e7\u00e3o deste problema. Tamb\u00e9m fomos beneficiados por um ciclo muito forte de crescimento da economia mundial\u201d, acredita Tarqu\u00ednio<\/p>\n<p>A partir de 2007, a empresa come\u00e7ou a mudar a estrat\u00e9gia de neg\u00f3cios, com produtos com s\u00e9ries menores, diversifica\u00e7\u00e3o e amplia\u00e7\u00e3o de clientes, maior variedades de produtos por cliente, projetos de alta tecnologia e com maior complexidade, contratos comerciais detalhados, atua\u00e7\u00e3o em muitos segmentos e melhor gest\u00e3o de riscos.<\/p>\n<p>Entre 2011 e 2012, a empresa ainda adquiriu duas plantas no M\u00e9xico. Em 2013, a receita l\u00edquida foi de R$3,2 bilh\u00f5es, 274,6% acima da receita em 2002. Hoje, com 13.200 funcion\u00e1rios, a empresa \u00e9 l\u00edder no mercado de blocos e cabe\u00e7otes de motor em ferro fundido no Ocidente. A capacidade produtiva fica em torno de 848 mil toneladas por ano.<\/p>\n<p><b>Cadence<\/b><\/p>\n<p>Durante a palestra, o ex-presidente da Cadence, Nelson Lisot (que deixou o cargo para o filho h\u00e1 dois meses) afirmou que a empresa passa agora a fazer parte do grupo americano Jarden. Al\u00e9m disso, devido a bons resultados, ser\u00e1 constru\u00edda uma nova planta em Cora\u00e7\u00e3o de Maria, na Bahia. A sede da empresa, em Navagentes, tamb\u00e9m ser\u00e1 ampliada.<\/p>\n<p>A empresa come\u00e7ou em Caxias do Sul e surgiu da ideia de vender apenas panificadoras importadas. Aumentando o n\u00famero de produtos, veio \u00e0 Santa Catarina em 2005 em busca de melhor log\u00edstica e mais incentivos fiscais.<\/p>\n<p>Em 2008 j\u00e1 tiveram grandes dificuldades, pois estavam situados em Itaja\u00ed, cidade que foi muito atingida pelas chuvas e cheias naquele ano. Perderam mais de 50% do estoque. \u201cEntrou 70 cm de \u00e1gua no nosso dep\u00f3sito. Foi um preju\u00edzo monstruoso. Esse que eu chamo do ponto da virada. Foi duro, foi dif\u00edcil, \u00e9 um momento de muita impot\u00eancia. Limpamos, ajeitamos e a primeira coisa que fizemos foi procurar um novo local, porque cada nuvem que vinha no c\u00e9u, o cora\u00e7\u00e3o vinha pela boca\u201d, destaca Lisot.<\/p>\n<p>A empresa ent\u00e3o se mudou para Navegantes e come\u00e7ou a estabelecer metas audaciosas para 2009. Conseguiu n\u00e3o s\u00f3 atingi-las, mas ultrapass\u00e1-las.  Em 2010, mudou-se para Navegantes.<\/p>\n<p>Em 2013, a empresa j\u00e1 estava com 350 funcion\u00e1rios e fabricava mais de 6 mil pe\u00e7as por dia. A meta para 2015 \u00e9 chegar a 15 mil pe\u00e7as di\u00e1rias e, para isso, contar com 500 funcion\u00e1rios. Hoje, empresa \u00e9 a maior distribuidora de produtos de aquecimento no Brasil. \u201cInova\u00e7\u00e3o \u00e9 sempre uma coisa cont\u00ednua dentro da Cadence. Temos em m\u00e9dia o lan\u00e7amento de 12 lan\u00e7amentos por m\u00eas e um mix com mais de 170 produtos\u201d, destaca Lisot.<\/p>\n<p><b>Coan<\/b><\/p>\n<p>Em\u00edlio Tadeu Bongiolo, presidente da gr\u00e1fica Coan, de Tubar\u00e3o, contou que a empresa era apenas uma pequena da fam\u00edlia de sua esposa. \u201cEu n\u00e3o entendia nada de gr\u00e1fica\u201d, admite. Para ele, o ponto da virada foi quando o neg\u00f3cio atingiu a lideran\u00e7a no Sul do pa\u00eds. \u201cA gente tinha uma f\u00e1brica de varejo. T\u00ednhamos uma quantidade de produtos muito grande. Focamos na produ\u00e7\u00e3o de quarei produtos gr\u00e1ficos: revistas, livros, cat\u00e1logos\/encartes e tabloides\u201d, explica. Hoje, a Coan est\u00e1 entre as dez maiores gr\u00e1ficas do pa\u00eds e quer ficar entre as cinco no ranking. \u00c9 tamb\u00e9m primeira gr\u00e1fica do Sul do Brasil a ser 100% ecol\u00f3gica, de acordo com ele.<\/p>\n<p>Bongiolo \u00e9 natural de Tubar\u00e3o, mas foi estudar em Curitiba aos 15 anos. Formado em administra\u00e7\u00e3o e direito, voltou para Tubar\u00e3o para trabalhar na empresa do pai, lojista na \u00e1rea de cal\u00e7ados. Desistiu e tentou criar loja pr\u00f3pria em Crici\u00fama. \u201cN\u00e3o estava feliz. O com\u00e9rcio, confec\u00e7\u00f5es, cal\u00e7ados, aquilo n\u00e3o fazia meus olhos brilharem\u201d, destacou.<\/p>\n<p>Viu na empresa da fam\u00edlia da esposa uma oportunidade. \u201cN\u00e3o acreditava no futuro da ind\u00fastria gr\u00e1fica j\u00e1 naquela \u00e9poca achava q o computador ia tomar. N\u00e3o queria tamb\u00e9m mais a experi\u00eancia de trabalhar em fam\u00edlia, ainda italiana. A coisa de vez em quando pega fogo, \u00e9 explosiva\u201d, disse Bongiolo.<\/p>\n<p>Bongiolo, ap\u00f3s visitar uma feira internacional, chegou a um acordo com sua sogra, esposa e cunhado. Seria o l\u00edder da empresa. Viajaram a pa\u00edses como Alemanha, Su\u00ed\u00e7a e B\u00e9lgica para aprimorar conhecimentos e a tecnologia da f\u00e1brica.<\/p>\n<p>A Coan em 1992 tinha cinco funcion\u00e1rios, tr\u00eas donos e 100m\u00b2 de \u00e1rea constru\u00edda. Em 2013, passou para 420 funcion\u00e1rios e 25000 m\u00b2.<\/p>\n<p>The post Empresas conquistam sucesso ap\u00f3s dificuldades appeared first on Economia SC.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-3077","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","no-post-thumbnail"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3077","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3077"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3077\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3077"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3077"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3077"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}