{"id":3041,"date":"2014-07-29T12:01:00","date_gmt":"2014-07-29T12:01:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/engenheira-do-mit-defende-uso-de-rede-inteligente\/"},"modified":"2014-07-29T12:01:00","modified_gmt":"2014-07-29T12:01:00","slug":"engenheira-do-mit-defende-uso-de-rede-inteligente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/engenheira-do-mit-defende-uso-de-rede-inteligente\/","title":{"rendered":"Engenheira do MIT defende uso de rede inteligente"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Engenheira eletricista Anuradha Annaswamy defendeu uso de redes inteligentes. Foto: Heraldo Carnieri\/Divulga\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/foto-heraldo-carnieri-300x200.jpg\"><\/div>\n<p>Engenheira eletricista Anuradha Annaswamy defendeu uso de redes inteligentes. Foto: Heraldo Carnieri\/Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>A engenheira eletricista Anuradha Annaswamy, pesquisadora do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT, na sigla em ingl\u00eas), defendeu o uso de redes inteligentes em palestra na Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias (Fiesc), nesta segunda-feira, dia 28. Para ela, as smart grids iriam minimizar os problemas da inclus\u00e3o dessas fontes na matriz energ\u00e9tica. O sistema ideal, defendido pela pesquisadora, prev\u00ea respostas de demanda, consumo e tarifas flex\u00edveis, usinas de ciclo combinado e sistemas de armazenamento e monitoramento, ou seja, um modelo de troca de informa\u00e7\u00f5es e tomada de decis\u00f5es que envolve empresas geradoras e distribuidoras e os consumidores. \u201cS\u00e3o muitos desafios tecnol\u00f3gicos, com custos elevados e que exigem regulamenta\u00e7\u00e3o com horizontes de curto a longo prazo\u201d, afirmou a pesquisadora, indiana de nascimento.<\/p>\n<p>Anuradha Annaswamy citou um exemplo da Dinamarca como um caso avan\u00e7ado de smart grid. Durante duas semanas, o pa\u00eds utilizou apenas energia renov\u00e1vel, um consumo que foi amparado com o uso de diversos recursos, como o consumo flex\u00edvel, armazenamento e produ\u00e7\u00e3o em ciclos combinados e monitoramento da demanda.<\/p>\n<p>A visita da pesquisadora est\u00e1 associada ao apoio do MIT \u00e0 instala\u00e7\u00e3o da Rede Senai\/SC de Inova\u00e7\u00e3o e de Tecnologia. Dos dez institutos que est\u00e3o sendo implantados no Estado, pelo menos tr\u00eas podem desenvolver projetos associados aos conceitos de smart grids: de Automa\u00e7\u00e3o e TIC (inaugurado na ultima sexta-feira, em Florian\u00f3polis) de Sistemas Embarcados (a ser instalado tamb\u00e9m na Capital) e o de eletroeletr\u00f4nica (em implanta\u00e7\u00e3o em Jaragu\u00e1 do Sul). O instituto de Eletroeletr\u00f4nica, por sinal, j\u00e1 desenvolve alguns projetos de conversores utilizados para energia solar e e\u00f3lica e de tra\u00e7\u00e3o el\u00e9trica, que tamb\u00e9m podem ser usados como armazenadores de energia e podem injetar energia na rede. Anuradha Annaswamy visitou os institutos e algumas empresas do Estado.<\/p>\n<p>O presidente da Fiesc, Glauco Jos\u00e9 C\u00f4rte, salientou que o \u201cdesenvolvimento do Estado passa pela disponibilidade de energia\u201d. Ele destacou a necessidade da amplia\u00e7\u00e3o da oferta de energia el\u00e9trica, de g\u00e1s natural e de outras fontes n\u00e3o tradicionais. Salientou ainda que investimentos em expans\u00e3o, moderniza\u00e7\u00e3o ou instala\u00e7\u00e3o de empresas deixam de ser feitos por falta do insumo. Citou ainda as oscila\u00e7\u00f5es no fornecimento enfrentadas pelo Oeste catarinense.<\/p>\n<p>O modelo defendido pela pesquisadora envolve o resgate de informa\u00e7\u00f5es sobre consumo e demanda e seu processamento para tomada de decis\u00f5es. Pode implicar, por exemplo, na varia\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os da tarifa durante diferentes per\u00edodos, de maneira a incentivar o consumidor a utilizar equipamentos em hor\u00e1rios alternativos. Tamb\u00e9m leva em considera\u00e7\u00e3o os consumidores que tamb\u00e9m produzem e vendem energia el\u00e9trica.<\/p>\n<p>The post Engenheira do MIT defende uso de rede inteligente appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/engenheira-mit-redes-inteligentes\/\" class=\"colorbox\" title=\"Engenheira do MIT defende uso de rede inteligente\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Engenheira eletricista Anuradha Annaswamy defendeu uso de redes inteligentes. Foto: Heraldo Carnieri\/Divulga\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/foto-heraldo-carnieri-300x200.jpg\"><\/div>\n<p>Engenheira eletricista Anuradha Annaswamy defendeu uso de redes inteligentes. 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O sistema ideal, defendido pela pesquisadora, prev\u00ea respostas de demanda, consumo e tarifas flex\u00edveis, usinas de ciclo combinado e sistemas de armazenamento e monitoramento, ou seja, um modelo de troca de informa\u00e7\u00f5es e tomada de decis\u00f5es que envolve empresas geradoras e distribuidoras e os consumidores. \u201cS\u00e3o muitos desafios tecnol\u00f3gicos, com custos elevados e que exigem regulamenta\u00e7\u00e3o com horizontes de curto a longo prazo\u201d, afirmou a pesquisadora, indiana de nascimento.<\/p>\n<p>Anuradha Annaswamy citou um exemplo da Dinamarca como um caso avan\u00e7ado de smart grid. Durante duas semanas, o pa\u00eds utilizou apenas energia renov\u00e1vel, um consumo que foi amparado com o uso de diversos recursos, como o consumo flex\u00edvel, armazenamento e produ\u00e7\u00e3o em ciclos combinados e monitoramento da demanda.<\/p>\n<p>A visita da pesquisadora est\u00e1 associada ao apoio do MIT \u00e0 instala\u00e7\u00e3o da Rede Senai\/SC de Inova\u00e7\u00e3o e de Tecnologia. Dos dez institutos que est\u00e3o sendo implantados no Estado, pelo menos tr\u00eas podem desenvolver projetos associados aos conceitos de smart grids: de Automa\u00e7\u00e3o e TIC (inaugurado na ultima sexta-feira, em Florian\u00f3polis) de Sistemas Embarcados (a ser instalado tamb\u00e9m na Capital) e o de eletroeletr\u00f4nica (em implanta\u00e7\u00e3o em Jaragu\u00e1 do Sul). O instituto de Eletroeletr\u00f4nica, por sinal, j\u00e1 desenvolve alguns projetos de conversores utilizados para energia solar e e\u00f3lica e de tra\u00e7\u00e3o el\u00e9trica, que tamb\u00e9m podem ser usados como armazenadores de energia e podem injetar energia na rede. Anuradha Annaswamy visitou os institutos e algumas empresas do Estado.<\/p>\n<p>O presidente da Fiesc, Glauco Jos\u00e9 C\u00f4rte, salientou que o \u201cdesenvolvimento do Estado passa pela disponibilidade de energia\u201d. Ele destacou a necessidade da amplia\u00e7\u00e3o da oferta de energia el\u00e9trica, de g\u00e1s natural e de outras fontes n\u00e3o tradicionais. Salientou ainda que investimentos em expans\u00e3o, moderniza\u00e7\u00e3o ou instala\u00e7\u00e3o de empresas deixam de ser feitos por falta do insumo. 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