{"id":2971,"date":"2014-07-24T03:27:00","date_gmt":"2014-07-24T03:27:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/presidente-da-fiesc-cobra-manutencao-da-br-101\/"},"modified":"2014-07-24T03:27:00","modified_gmt":"2014-07-24T03:27:00","slug":"presidente-da-fiesc-cobra-manutencao-da-br-101","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/presidente-da-fiesc-cobra-manutencao-da-br-101\/","title":{"rendered":"Presidente da Fiesc cobra manuten\u00e7\u00e3o da BR-101"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Fiesc-glauco-josae\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/Fiesc-glauco-josae1-240x300.jpg\"><\/div>\n<p><strong> Por Giovana Kindlein<\/strong><\/p>\n<p>O engenheiro Ricardo Saporiti volta a apresentar nesta quinta-feira, dia 24, uma an\u00e1lise sobre a falta de manuten\u00e7\u00e3o da BR-101, no trecho que vai de Paulo Lopes, em Santa Catarina, a Os\u00f3rio, no Rio Grande do Sul, para integrantes da C\u00e2mara de Assuntos de Transporte e Log\u00edstica, na Fiesc (Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Santa Catarina).<\/p>\n<p>Na sexta-feira, dia 18, o presidente da Fiesc, Glauco Jos\u00e9 C\u00f4rte, falou sobre o assunto ao portal EconomiaSC, alertando para os poss\u00edveis gargalos que a ind\u00fastria enfrentar\u00e1, caso as obras de infraestrutura sofram solu\u00e7\u00e3o de continuidade na BR-101. Ele tamb\u00e9m analisou a situa\u00e7\u00e3o da agroind\u00fastria em Santa Catarina.<\/p>\n<p><b>Ap\u00f3s a apresenta\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o atual da rodovia BR-101 aos diretores da Fiesc, o que o senhor considera mais importante destacar nesta an\u00e1lise? Quanto ao desempenho da produ\u00e7\u00e3o de carnes de frangos e su\u00ednos, qual \u00e9 o desafio que os catarinenses enfrentam hoje?<\/b><\/p>\n<p><b><\/b>N\u00f3s apresentamos este estudo mostrando que os trechos j\u00e1 conclu\u00eddos \u2013 alguns h\u00e1 cinco anos \u2013 n\u00e3o est\u00e3o recebendo nenhuma conserva\u00e7\u00e3o e nenhuma manuten\u00e7\u00e3o. Acontece que, sen\u00e3o cuidarmos disto, sen\u00e3o estivermos atentos \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o, dobraremos o custo da obra. Hoje, o custo para manuten\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o equivale a um d\u00f3lar por determinado trecho. J\u00e1 o custo para a repara\u00e7\u00e3o \u00e9 de dois d\u00f3lares e meio. Isto \u00e9 mais do que o dobro. Hoje estamos tendo muitos acidentes e o fluxo de ve\u00edculos come\u00e7a a ficar complicado em alguns trechos. Al\u00e9m disto, temos a quest\u00e3o da ponte de Tubar\u00e3o que precisa ser equacionada urgentemente, sen\u00e3o a obra vai ser conclu\u00edda e n\u00f3s vamos ter um grande gargalo em Tubar\u00e3o.<\/p>\n<p>O segundo ponto discutido por n\u00f3s foi o desempenho apresentado pelo presidente da ABPA (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Prote\u00edna Animal), Francisco Turra, sobre a situa\u00e7\u00e3o atual da agroind\u00fastria. N\u00f3s, em Santa Catarina, temos uma agroind\u00fastria forte, mas precisamos fazer um grande esfor\u00e7o para assegurar a competitividade da nossa agroind\u00fastria. \u00c9 um patrim\u00f4nio de Santa Catarina. Temos a dificuldade dos insumos, que n\u00e3o temos aqui no Estado, vem de fora, e o transporte da produ\u00e7\u00e3o do Oeste aos nossos portos e aos centros consumidores se faz por rodovia. \u00c9 um custo muito elevado. Temos urgentemente que investir para assegurar a competitividade do setor agroindustrial.<\/p>\n<p><b>A Fiesc acompanha a situa\u00e7\u00e3o da BR-101 h\u00e1 muitos anos e as avalia\u00e7\u00f5es sobre as obras de infraestrutura s\u00e3o apresentadas periodicamente. Neste momento, o levantamento volta a repetir o resultado do \u00faltimo estudo.  Isto quer dizer que a federa\u00e7\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 tendo retorno do <\/b><b>Poder P\u00fablico em rela\u00e7\u00e3o aos seus pedidos?<\/b><\/p>\n<p>O tempo do setor p\u00fablico \u00e9 diferente do tempo do setor privado. N\u00f3s, desde 2009, que era o prazo de conclus\u00e3o da duplica\u00e7\u00e3o, iniciamos os estudos que mostram o atraso e o custo da posterga\u00e7\u00e3o dessas obras. Sempre percorremos o mesmo caminho, vamos ao DNIT, ao governo do Estado, aos deputados, ao F\u00f3rum Parlamentar e aos ministros. J\u00e1 passamos por diversos ministros e, infelizmente, as medidas s\u00e3o sempre muito pontuais. N\u00f3s precisamos de medidas estruturais que, de fato, acelerem a conclus\u00e3o da obra, que se tenha sinaliza\u00e7\u00e3o, que se tenha um recapeamento melhor, entre outras a\u00e7\u00f5es. Enfim, no caso da BR-101, n\u00f3s precisamos de fato uma a\u00e7\u00e3o mais en\u00e9rgica e r\u00e1pida do governo federal. N\u00f3s n\u00e3o vamos descansar enquanto n\u00e3o sensibilizarmos, enquanto n\u00e3o tivermos as medidas do governo federal.<\/p>\n<p><b>Em rela\u00e7\u00e3o ao agroneg\u00f3cio, Santa Catarina recebeu o candidato \u00e0 presid\u00eancia da Rep\u00fablica [A\u00e9cio] no dia 17 e ele abordou a competitividade da empresa brasileira. Tamb\u00e9m conforme levantamento divulgado recentemente, o Paran\u00e1 lidera a produ\u00e7\u00e3o de carne de frango no Brasil e Santa Catarina fica com a segunda posi\u00e7\u00e3o. \u00c9 poss\u00edvel avan\u00e7ar?<\/b><\/p>\n<\/p>\n<p>A ind\u00fastria catarinense tem sofrido muito esse problema da competitividade. N\u00f3s j\u00e1 fomos o primeiro colocado na produ\u00e7\u00e3o de carne de frango, agora somos o segundo e a nossa diferen\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o ao Paran\u00e1 est\u00e1 aumentando.  O Paran\u00e1 est\u00e1 crescendo num ritmo maior do que o nosso. Ele disp\u00f5e do insumo, ele tem milho, este \u00e9 um ponto principal. N\u00f3s temos de encontrar uma solu\u00e7\u00e3o para Santa Catarina, porque se n\u00e3o corremos o risco de perder os investimentos feitos aqui e de as ind\u00fastrias se deslocarem para pr\u00f3ximo dos centros fornecedores do insumo.<\/p>\n<p>Tem tamb\u00e9m a quest\u00e3o da ferrovia, que \u00e9 uma quest\u00e3o fundamental. N\u00f3s n\u00e3o podemos esperar at\u00e9 que o projeto fique pronto ou at\u00e9 a ferrovia ficar pronta. N\u00f3s temos que tomar medidas de curto prazo. O governo tem que agir no sentido de possibilitar a transfer\u00eancia dos insumos, tem que haver uma pol\u00edtica de barateamento desses insumos e n\u00f3s temos, aqui no Estado, que ampliar a rodovia que transporte o produto do Oeste para os portos e para os centros consumidores.<\/p>\n<p><b>Quais outras medidas est\u00e3o sendo pensadas pela federa\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que a constru\u00e7\u00e3o da ferrovia \u00e9 um fator que depende basicamente do poder p\u00fablico?<\/b><\/p>\n<p>O setor privado continua fazendo investimentos e acreditando em Santa Catarina. N\u00f3s estamos abrindo novos mercados. Fomos ao Jap\u00e3o, abrimos. Agora vamos ao M\u00e9xico e estamos negociando com a R\u00fassia. O setor privado faz a sua parte e seu produto \u00e9 de boa qualidade. N\u00f3s temos pre\u00e7os competitivos. N\u00f3s precisamos \u00e9 de melhores condi\u00e7\u00f5es ison\u00f4micas com os demais Estados para assegurar e ampliar nossa presen\u00e7a, tanto no mercado interno quanto no mercado externo.<\/p>\n<p><b>E quanto aos insumos?<\/b><\/p>\n<p><b><\/b>N\u00f3s n\u00e3o temos grandes \u00e1reas de terra para garantirmos o insumo suficiente em Santa Catarina. Portanto, vamos continuar importando de outros Estados. O que n\u00f3s precisamos \u00e9 de investimentos em silos, de um sistema de transporte mais eficiente. Nisto o setor privado faz a sua parte. O que ele espera \u00e9 tamb\u00e9m, por parte do governo, uma pol\u00edtica de apoio a essas medidas que facilitariam e contribuiriam para a produ\u00e7\u00e3o no Estado.<\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<p>The post Presidente da Fiesc cobra manuten\u00e7\u00e3o da BR-101 appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/presidente-da-fiesc-cobra-manutencao-da-br-101\/\" class=\"colorbox\" title=\"Presidente da Fiesc cobra manuten\u00e7\u00e3o da BR-101\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Fiesc-glauco-josae\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/Fiesc-glauco-josae1-240x300.jpg\"><\/div>\n<p><strong> Por Giovana Kindlein<\/strong><\/p>\n<p>O engenheiro Ricardo Saporiti volta a apresentar nesta quinta-feira, dia 24, uma an\u00e1lise sobre a falta de manuten\u00e7\u00e3o da BR-101, no trecho que vai de Paulo Lopes, em Santa Catarina, a Os\u00f3rio, no Rio Grande do Sul, para integrantes da C\u00e2mara de Assuntos de Transporte e Log\u00edstica, na Fiesc (Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Santa Catarina).<\/p>\n<p>Na sexta-feira, dia 18, o presidente da Fiesc, Glauco Jos\u00e9 C\u00f4rte, falou sobre o assunto ao portal EconomiaSC, alertando para os poss\u00edveis gargalos que a ind\u00fastria enfrentar\u00e1, caso as obras de infraestrutura sofram solu\u00e7\u00e3o de continuidade na BR-101. Ele tamb\u00e9m analisou a situa\u00e7\u00e3o da agroind\u00fastria em Santa Catarina.<\/p>\n<p><b>Ap\u00f3s a apresenta\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o atual da rodovia BR-101 aos diretores da Fiesc, o que o senhor considera mais importante destacar nesta an\u00e1lise? Quanto ao desempenho da produ\u00e7\u00e3o de carnes de frangos e su\u00ednos, qual \u00e9 o desafio que os catarinenses enfrentam hoje?<\/b><\/p>\n<p><b><\/b>N\u00f3s apresentamos este estudo mostrando que os trechos j\u00e1 conclu\u00eddos \u2013 alguns h\u00e1 cinco anos \u2013 n\u00e3o est\u00e3o recebendo nenhuma conserva\u00e7\u00e3o e nenhuma manuten\u00e7\u00e3o. Acontece que, sen\u00e3o cuidarmos disto, sen\u00e3o estivermos atentos \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o, dobraremos o custo da obra. Hoje, o custo para manuten\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o equivale a um d\u00f3lar por determinado trecho. J\u00e1 o custo para a repara\u00e7\u00e3o \u00e9 de dois d\u00f3lares e meio. Isto \u00e9 mais do que o dobro. Hoje estamos tendo muitos acidentes e o fluxo de ve\u00edculos come\u00e7a a ficar complicado em alguns trechos. Al\u00e9m disto, temos a quest\u00e3o da ponte de Tubar\u00e3o que precisa ser equacionada urgentemente, sen\u00e3o a obra vai ser conclu\u00edda e n\u00f3s vamos ter um grande gargalo em Tubar\u00e3o.<\/p>\n<p>O segundo ponto discutido por n\u00f3s foi o desempenho apresentado pelo presidente da ABPA (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Prote\u00edna Animal), Francisco Turra, sobre a situa\u00e7\u00e3o atual da agroind\u00fastria. N\u00f3s, em Santa Catarina, temos uma agroind\u00fastria forte, mas precisamos fazer um grande esfor\u00e7o para assegurar a competitividade da nossa agroind\u00fastria. \u00c9 um patrim\u00f4nio de Santa Catarina. Temos a dificuldade dos insumos, que n\u00e3o temos aqui no Estado, vem de fora, e o transporte da produ\u00e7\u00e3o do Oeste aos nossos portos e aos centros consumidores se faz por rodovia. \u00c9 um custo muito elevado. Temos urgentemente que investir para assegurar a competitividade do setor agroindustrial.<\/p>\n<p><b>A Fiesc acompanha a situa\u00e7\u00e3o da BR-101 h\u00e1 muitos anos e as avalia\u00e7\u00f5es sobre as obras de infraestrutura s\u00e3o apresentadas periodicamente. Neste momento, o levantamento volta a repetir o resultado do \u00faltimo estudo.  Isto quer dizer que a federa\u00e7\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 tendo retorno do <\/b><b>Poder P\u00fablico em rela\u00e7\u00e3o aos seus pedidos?<\/b><\/p>\n<p>O tempo do setor p\u00fablico \u00e9 diferente do tempo do setor privado. N\u00f3s, desde 2009, que era o prazo de conclus\u00e3o da duplica\u00e7\u00e3o, iniciamos os estudos que mostram o atraso e o custo da posterga\u00e7\u00e3o dessas obras. Sempre percorremos o mesmo caminho, vamos ao DNIT, ao governo do Estado, aos deputados, ao F\u00f3rum Parlamentar e aos ministros. J\u00e1 passamos por diversos ministros e, infelizmente, as medidas s\u00e3o sempre muito pontuais. N\u00f3s precisamos de medidas estruturais que, de fato, acelerem a conclus\u00e3o da obra, que se tenha sinaliza\u00e7\u00e3o, que se tenha um recapeamento melhor, entre outras a\u00e7\u00f5es. Enfim, no caso da BR-101, n\u00f3s precisamos de fato uma a\u00e7\u00e3o mais en\u00e9rgica e r\u00e1pida do governo federal. N\u00f3s n\u00e3o vamos descansar enquanto n\u00e3o sensibilizarmos, enquanto n\u00e3o tivermos as medidas do governo federal.<\/p>\n<p><b>Em rela\u00e7\u00e3o ao agroneg\u00f3cio, Santa Catarina recebeu o candidato \u00e0 presid\u00eancia da Rep\u00fablica [A\u00e9cio] no dia 17 e ele abordou a competitividade da empresa brasileira. Tamb\u00e9m conforme levantamento divulgado recentemente, o Paran\u00e1 lidera a produ\u00e7\u00e3o de carne de frango no Brasil e Santa Catarina fica com a segunda posi\u00e7\u00e3o. \u00c9 poss\u00edvel avan\u00e7ar?<\/b><\/p>\n<\/p>\n<p>A ind\u00fastria catarinense tem sofrido muito esse problema da competitividade. N\u00f3s j\u00e1 fomos o primeiro colocado na produ\u00e7\u00e3o de carne de frango, agora somos o segundo e a nossa diferen\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o ao Paran\u00e1 est\u00e1 aumentando.  O Paran\u00e1 est\u00e1 crescendo num ritmo maior do que o nosso. Ele disp\u00f5e do insumo, ele tem milho, este \u00e9 um ponto principal. N\u00f3s temos de encontrar uma solu\u00e7\u00e3o para Santa Catarina, porque se n\u00e3o corremos o risco de perder os investimentos feitos aqui e de as ind\u00fastrias se deslocarem para pr\u00f3ximo dos centros fornecedores do insumo.<\/p>\n<p>Tem tamb\u00e9m a quest\u00e3o da ferrovia, que \u00e9 uma quest\u00e3o fundamental. N\u00f3s n\u00e3o podemos esperar at\u00e9 que o projeto fique pronto ou at\u00e9 a ferrovia ficar pronta. N\u00f3s temos que tomar medidas de curto prazo. O governo tem que agir no sentido de possibilitar a transfer\u00eancia dos insumos, tem que haver uma pol\u00edtica de barateamento desses insumos e n\u00f3s temos, aqui no Estado, que ampliar a rodovia que transporte o produto do Oeste para os portos e para os centros consumidores.<\/p>\n<p><b>Quais outras medidas est\u00e3o sendo pensadas pela federa\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que a constru\u00e7\u00e3o da ferrovia \u00e9 um fator que depende basicamente do poder p\u00fablico?<\/b><\/p>\n<p>O setor privado continua fazendo investimentos e acreditando em Santa Catarina. N\u00f3s estamos abrindo novos mercados. Fomos ao Jap\u00e3o, abrimos. Agora vamos ao M\u00e9xico e estamos negociando com a R\u00fassia. O setor privado faz a sua parte e seu produto \u00e9 de boa qualidade. N\u00f3s temos pre\u00e7os competitivos. N\u00f3s precisamos \u00e9 de melhores condi\u00e7\u00f5es ison\u00f4micas com os demais Estados para assegurar e ampliar nossa presen\u00e7a, tanto no mercado interno quanto no mercado externo.<\/p>\n<p><b>E quanto aos insumos?<\/b><\/p>\n<p><b><\/b>N\u00f3s n\u00e3o temos grandes \u00e1reas de terra para garantirmos o insumo suficiente em Santa Catarina. Portanto, vamos continuar importando de outros Estados. O que n\u00f3s precisamos \u00e9 de investimentos em silos, de um sistema de transporte mais eficiente. Nisto o setor privado faz a sua parte. O que ele espera \u00e9 tamb\u00e9m, por parte do governo, uma pol\u00edtica de apoio a essas medidas que facilitariam e contribuiriam para a produ\u00e7\u00e3o no Estado.<\/p>\n<\/p>\n<\/p>\n<p>The post Presidente da Fiesc cobra manuten\u00e7\u00e3o da BR-101 appeared first on Economia SC.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-2971","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","no-post-thumbnail"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2971","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2971"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2971\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2971"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2971"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2971"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}