{"id":2930,"date":"2014-07-21T20:24:00","date_gmt":"2014-07-21T20:24:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/embarques-para-exportacao-devem-crescer-10-em-sc\/"},"modified":"2014-07-21T20:24:00","modified_gmt":"2014-07-21T20:24:00","slug":"embarques-para-exportacao-devem-crescer-10-em-sc","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/embarques-para-exportacao-devem-crescer-10-em-sc\/","title":{"rendered":"Embarques para exporta\u00e7\u00e3o devem crescer 10% em SC"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Pesquisa da Fiesc mostra que expectativa do setor \u00e9 positiva. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/exporta%C3%A7%C3%A3o2-300x204.jpg\"><\/div>\n<p><strong><em> <\/em><\/strong><\/p>\n<p> Pesquisa da Fiesc mostra que expectativa do setor \u00e9 positiva. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p> Para a maior parte das empresas exportadoras catarinenses, o ano de 2014 deve terminar com alta de at\u00e9 10% nos embarques. Esta eleva\u00e7\u00e3o, no entanto, ser\u00e1 limitada pelos baixos pre\u00e7os internacionais de sete dos dez principais itens da pauta de exporta\u00e7\u00f5es do Estado. Estas conclus\u00f5es integram a An\u00e1lise do Com\u00e9rcio Internacional Catarinense 2014, lan\u00e7ada pela Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Santa Catarina (Fiesc) nesta segunda-feira (21), durante semin\u00e1rio realizado em Florian\u00f3polis.<\/p>\n<p>Segundo o levantamento, que conta com a participa\u00e7\u00e3o de 106 empresas ligadas ao com\u00e9rcio exterior no Estado, o crescimento nos embarques ser\u00e1 de at\u00e9 10% para 36,8% dos entrevistados, de 11% a 30% para 22,8%, de 31% a 50% para 7% e superior a 50% para 5,3% das entrevistadas. Para 24,6%, est\u00e1 prevista a estabilidade das vendas, enquanto 3,5% preveem redu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os pre\u00e7os come\u00e7aram 2014 em baixa, ap\u00f3s forte redu\u00e7\u00e3o no ano passado. As maiores quedas foram registradas na carne su\u00edna, que recuou 19%, e no compressor de ar, que encerrou o ano passado com valor 17% menor.<\/p>\n<p>\u201cA publica\u00e7\u00e3o faz parte da nossa estrat\u00e9gia de internacionaliza\u00e7\u00e3o das ind\u00fastrias, principalmente das m\u00e9dias empresas. Estamos fazendo um esfor\u00e7o grande nas companhias deste porte que t\u00eam boa produtividade, que est\u00e3o investindo em inova\u00e7\u00e3o e tecnologia, para que se integrem ao comercio internacional\u201d, disse o presidente da Fiesc, Glauco Jos\u00e9 C\u00f4rte. Ele destacou iniciativas como o programa Start Export, que auxilia as empresas a exportar, al\u00e9m das miss\u00f5es empresariais \u2013 a Fiesc realizou nove s\u00f3 primeiro semestre do ano. Al\u00e9m disso, a entidade mant\u00e9m o portal Business &amp; Investments, que fornece informa\u00e7\u00f5es aos investidores sobre as oportunidades de neg\u00f3cios em Santa Catarina.<\/p>\n<p>C\u00f4rte tamb\u00e9m falou do programa Portos.SC, que divulga no Brasil e no exterior os benef\u00edcios e as potencialidades dos portos do Estado, fomentando a movimenta\u00e7\u00e3o de cargas e parcerias com os portos estrangeiros. \u201cTemos feito um trabalho conjunto mostrando que mais do que a concorr\u00eancia, temos que valorizar a estrutura portu\u00e1ria como fator importante de competitividade para as ind\u00fastrias que est\u00e3o no com\u00e9rcio internacional. Esse conjunto de a\u00e7\u00f5es est\u00e1 inserido no programa de melhoria e de aumento de internacionaliza\u00e7\u00e3o das empresas catarinenses\u201d, salientou.<\/p>\n<p>A Fiesc tamb\u00e9m tem analisado as fragilidades e oportunidades existentes no com\u00e9rcio internacional, principalmente em um momento em que a economia mundial apresenta indicadores de crescimento ainda muito t\u00eanues. Neste sentido, a Federa\u00e7\u00e3o trabalha na elabora\u00e7\u00e3o do Mapa Estrat\u00e9gico do Com\u00e9rcio Exterior Catarinense, que prev\u00ea o incentivo \u00e0 venda de produtos de m\u00e9dia e alta tecnologia, a diversifica\u00e7\u00e3o dos mercados de destino e a diversifica\u00e7\u00e3o da base de empresas com atua\u00e7\u00e3o internacional.<\/p>\n<p>O Mapa deve fomentar a exporta\u00e7\u00e3o de produtos que apresentam maior dinamismo e participa\u00e7\u00e3o expressiva nas exporta\u00e7\u00f5es mundiais, mas que ainda t\u00eam pouca representatividade nos embarques feitos em Santa Catarina. Entre estes produtos, foram apontados circuitos integrados, circuitos impressos, ferramentas pneum\u00e1ticas, aparelhos para colheita, papel cart\u00e3o, e barris e cubas de madeira.<\/p>\n<p>A previs\u00e3o \u00e9 de acelera\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio internacional em 2015. Os motivos apontados s\u00e3o o come\u00e7o do fim da recess\u00e3o na Zona do Euro, a continuidade da retomada dos Estados Unidos e uma acelera\u00e7\u00e3o na atividade econ\u00f4mica na \u00cdndia e na R\u00fassia. A China, por sua vez, deve estabilizar seu crescimento.<\/p>\n<p>Infraestrutura e burocracia pesam: durante o encontro, a gerente-executiva de neg\u00f3cios internacionais da CNI, Soraya Rosar, disse que os principais entraves \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es brasileiras s\u00e3o a infraestrutura para transportar as mercadorias e a burocracia para fazer os despachos aduaneiros. \u201cIsso tem um peso para as exporta\u00e7\u00f5es e tem piorado. As condi\u00e7\u00f5es das rodovias s\u00e3o p\u00e9ssimas. As ferrovias s\u00e3o inexistentes. Os portos ainda t\u00eam s\u00e9rios problemas, apesar das legisla\u00e7\u00f5es aprovadas nos \u00faltimos anos para melhorar os investimentos, que levam anos para serem feitos\u201d, disse.<\/p>\n<p>Na opini\u00e3o dela, a infraestrutura dos concorrentes \u00e9 melhor, por isso, h\u00e1 produtos de outros pa\u00edses que chegam no Brasil a pre\u00e7os mais competitivos que os fabricados aqui. Apesar desses entraves, ela ressaltou que os exportadores n\u00e3o devem desanimar. \u201cQuando se ultrapassa as barreiras, o exportador traz para a empresa e para o mercado brasileiro novas tecnologias e formas de gest\u00e3o que engrandecem o pa\u00eds como um todo. Uma empresa que atua no mercado interno e externo, em momentos de crise interna, tem capacidade de balancear e n\u00e3o fica presa s\u00f3 a um mercado\u201d, disse.<\/p>\n<p>The post Embarques para exporta\u00e7\u00e3o devem crescer 10% em SC appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/embarques-para-exportacao-devem-crescer-10-em-sc\/\" class=\"colorbox\" title=\"Embarques para exporta\u00e7\u00e3o devem crescer 10% em SC\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Pesquisa da Fiesc mostra que expectativa do setor \u00e9 positiva. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/exporta%C3%A7%C3%A3o2-300x204.jpg\"><\/div>\n<p><strong><em> <\/em><\/strong><\/p>\n<p> Pesquisa da Fiesc mostra que expectativa do setor \u00e9 positiva. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p> Para a maior parte das empresas exportadoras catarinenses, o ano de 2014 deve terminar com alta de at\u00e9 10% nos embarques. Esta eleva\u00e7\u00e3o, no entanto, ser\u00e1 limitada pelos baixos pre\u00e7os internacionais de sete dos dez principais itens da pauta de exporta\u00e7\u00f5es do Estado. Estas conclus\u00f5es integram a An\u00e1lise do Com\u00e9rcio Internacional Catarinense 2014, lan\u00e7ada pela Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Santa Catarina (Fiesc) nesta segunda-feira (21), durante semin\u00e1rio realizado em Florian\u00f3polis.<\/p>\n<p>Segundo o levantamento, que conta com a participa\u00e7\u00e3o de 106 empresas ligadas ao com\u00e9rcio exterior no Estado, o crescimento nos embarques ser\u00e1 de at\u00e9 10% para 36,8% dos entrevistados, de 11% a 30% para 22,8%, de 31% a 50% para 7% e superior a 50% para 5,3% das entrevistadas. Para 24,6%, est\u00e1 prevista a estabilidade das vendas, enquanto 3,5% preveem redu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os pre\u00e7os come\u00e7aram 2014 em baixa, ap\u00f3s forte redu\u00e7\u00e3o no ano passado. As maiores quedas foram registradas na carne su\u00edna, que recuou 19%, e no compressor de ar, que encerrou o ano passado com valor 17% menor.<\/p>\n<p>\u201cA publica\u00e7\u00e3o faz parte da nossa estrat\u00e9gia de internacionaliza\u00e7\u00e3o das ind\u00fastrias, principalmente das m\u00e9dias empresas. Estamos fazendo um esfor\u00e7o grande nas companhias deste porte que t\u00eam boa produtividade, que est\u00e3o investindo em inova\u00e7\u00e3o e tecnologia, para que se integrem ao comercio internacional\u201d, disse o presidente da Fiesc, Glauco Jos\u00e9 C\u00f4rte. Ele destacou iniciativas como o programa Start Export, que auxilia as empresas a exportar, al\u00e9m das miss\u00f5es empresariais \u2013 a Fiesc realizou nove s\u00f3 primeiro semestre do ano. Al\u00e9m disso, a entidade mant\u00e9m o portal Business &amp; Investments, que fornece informa\u00e7\u00f5es aos investidores sobre as oportunidades de neg\u00f3cios em Santa Catarina.<\/p>\n<p>C\u00f4rte tamb\u00e9m falou do programa Portos.SC, que divulga no Brasil e no exterior os benef\u00edcios e as potencialidades dos portos do Estado, fomentando a movimenta\u00e7\u00e3o de cargas e parcerias com os portos estrangeiros. \u201cTemos feito um trabalho conjunto mostrando que mais do que a concorr\u00eancia, temos que valorizar a estrutura portu\u00e1ria como fator importante de competitividade para as ind\u00fastrias que est\u00e3o no com\u00e9rcio internacional. Esse conjunto de a\u00e7\u00f5es est\u00e1 inserido no programa de melhoria e de aumento de internacionaliza\u00e7\u00e3o das empresas catarinenses\u201d, salientou.<\/p>\n<p>A Fiesc tamb\u00e9m tem analisado as fragilidades e oportunidades existentes no com\u00e9rcio internacional, principalmente em um momento em que a economia mundial apresenta indicadores de crescimento ainda muito t\u00eanues. Neste sentido, a Federa\u00e7\u00e3o trabalha na elabora\u00e7\u00e3o do Mapa Estrat\u00e9gico do Com\u00e9rcio Exterior Catarinense, que prev\u00ea o incentivo \u00e0 venda de produtos de m\u00e9dia e alta tecnologia, a diversifica\u00e7\u00e3o dos mercados de destino e a diversifica\u00e7\u00e3o da base de empresas com atua\u00e7\u00e3o internacional.<\/p>\n<p>O Mapa deve fomentar a exporta\u00e7\u00e3o de produtos que apresentam maior dinamismo e participa\u00e7\u00e3o expressiva nas exporta\u00e7\u00f5es mundiais, mas que ainda t\u00eam pouca representatividade nos embarques feitos em Santa Catarina. Entre estes produtos, foram apontados circuitos integrados, circuitos impressos, ferramentas pneum\u00e1ticas, aparelhos para colheita, papel cart\u00e3o, e barris e cubas de madeira.<\/p>\n<p>A previs\u00e3o \u00e9 de acelera\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio internacional em 2015. Os motivos apontados s\u00e3o o come\u00e7o do fim da recess\u00e3o na Zona do Euro, a continuidade da retomada dos Estados Unidos e uma acelera\u00e7\u00e3o na atividade econ\u00f4mica na \u00cdndia e na R\u00fassia. A China, por sua vez, deve estabilizar seu crescimento.<\/p>\n<p>Infraestrutura e burocracia pesam: durante o encontro, a gerente-executiva de neg\u00f3cios internacionais da CNI, Soraya Rosar, disse que os principais entraves \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es brasileiras s\u00e3o a infraestrutura para transportar as mercadorias e a burocracia para fazer os despachos aduaneiros. \u201cIsso tem um peso para as exporta\u00e7\u00f5es e tem piorado. As condi\u00e7\u00f5es das rodovias s\u00e3o p\u00e9ssimas. As ferrovias s\u00e3o inexistentes. Os portos ainda t\u00eam s\u00e9rios problemas, apesar das legisla\u00e7\u00f5es aprovadas nos \u00faltimos anos para melhorar os investimentos, que levam anos para serem feitos\u201d, disse.<\/p>\n<p>Na opini\u00e3o dela, a infraestrutura dos concorrentes \u00e9 melhor, por isso, h\u00e1 produtos de outros pa\u00edses que chegam no Brasil a pre\u00e7os mais competitivos que os fabricados aqui. Apesar desses entraves, ela ressaltou que os exportadores n\u00e3o devem desanimar. \u201cQuando se ultrapassa as barreiras, o exportador traz para a empresa e para o mercado brasileiro novas tecnologias e formas de gest\u00e3o que engrandecem o pa\u00eds como um todo. Uma empresa que atua no mercado interno e externo, em momentos de crise interna, tem capacidade de balancear e n\u00e3o fica presa s\u00f3 a um mercado\u201d, disse.<\/p>\n<p>The post Embarques para exporta\u00e7\u00e3o devem crescer 10% em SC appeared first on Economia SC.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-2930","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","no-post-thumbnail"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2930","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2930"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2930\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2930"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2930"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2930"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}