{"id":2740,"date":"2014-07-10T19:25:00","date_gmt":"2014-07-10T19:25:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/brasil-perde-posicao-no-ranking-de-competitividade\/"},"modified":"2014-07-10T19:25:00","modified_gmt":"2014-07-10T19:25:00","slug":"brasil-perde-posicao-no-ranking-de-competitividade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/brasil-perde-posicao-no-ranking-de-competitividade\/","title":{"rendered":"Brasil perde posi\u00e7\u00e3o no ranking de competitividade"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Professor da Funda\u00e7\u00e3o Dom Cabral, Carlos Arruda, diz que que a competitividade da economia do pa\u00eds est\u00e1 sendo impactada pelo aumento de pre\u00e7os. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/IMG_7814-300x200.jpg\"><\/div>\n<p>Professor da Funda\u00e7\u00e3o Dom Cabral, Carlos Arruda, diz que que a competitividade da economia do pa\u00eds est\u00e1 sendo impactada pelo aumento de pre\u00e7os. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Pelo quarto ano consecutivo, o Brasil perdeu espa\u00e7o no cen\u00e1rio competitivo internacional. Divulgado pelo IMD (International Institute for Management Development)  e pela Funda\u00e7\u00e3o Dom Cabral, o \u00cdndice de Competitividade Mundial 2014 (World Competitiveness Yearbook \u2013 WCY) aponta que o Brasil caiu tr\u00eas posi\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o a 2013, ocupando o 54\u00ba lugar no ranking geral composto por 60 pa\u00edses. O Brasil est\u00e1 \u00e0 frente apenas de Eslov\u00eania, Bulg\u00e1ria, Gr\u00e9cia, Argentina, Cro\u00e1cia e Venezuela \u2013 a \u00faltima colocada.<\/p>\n<p>Considerado o mais renomado e abrangente guia sobre competitividade do mercado mundial, o World Competitiveness Yearbook, publicado anualmente desde 1989, avalia as condi\u00e7\u00f5es de competitividade de 60 pa\u00edses a partir da an\u00e1lise de dados estat\u00edsticos nacionais e internacionais e de uma ampla pesquisa de opini\u00e3o realizada com quatro mil executivos. No Brasil, a pesquisa e a coleta de dados s\u00e3o coordenadas e conduzidas pela Funda\u00e7\u00e3o Dom Cabral.<\/p>\n<p>De acordo com a edi\u00e7\u00e3o de 2014, est\u00e3o no topo da lista das economias mais competitivas do mundo os Estados Unidos, Su\u00ed\u00e7a e Cingapura. Os EUA permanecem no primeiro lugar, refletindo a for\u00e7a de sua economia, al\u00e9m de n\u00fameros empregat\u00edcios superiores e o alto desempenho em tecnologia e infraestrutura.<b><\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>10 economias mais competitivas \u2013 World Competitiveness Yearbook 2014<\/b><\/p>\n<p><b>Pa\u00eds<\/b><br \/>\n<b>Posi\u00e7\u00e3o 2014<\/b><br \/>\n<b>Posi\u00e7\u00e3o 2013<\/b><br \/>\n<b>Movimento<\/b><\/p>\n<p>Estados Unidos<\/p>\n<p align=\"center\">1<\/p>\n<p align=\"center\">1<\/p>\n<p align=\"center\">0<\/p>\n<p>Su\u00ed\u00e7a<\/p>\n<p align=\"center\">2<\/p>\n<p align=\"center\">2<\/p>\n<p align=\"center\">0<\/p>\n<p>Cingapura<\/p>\n<p align=\"center\">3<\/p>\n<p align=\"center\">5<\/p>\n<p align=\"center\">+2<\/p>\n<p>Hong Kong<\/p>\n<p align=\"center\">4<\/p>\n<p align=\"center\">3<\/p>\n<p align=\"center\">-1<\/p>\n<p>Su\u00e9cia<\/p>\n<p align=\"center\">5<\/p>\n<p align=\"center\">4<\/p>\n<p align=\"center\">-1<\/p>\n<p>Alemanha<\/p>\n<p align=\"center\">6<\/p>\n<p align=\"center\">9<\/p>\n<p align=\"center\">+3<\/p>\n<p>Canad\u00e1<\/p>\n<p align=\"center\">7<\/p>\n<p align=\"center\">7<\/p>\n<p align=\"center\">0<\/p>\n<p>Emirados \u00c1rabes<\/p>\n<p align=\"center\">8<\/p>\n<p align=\"center\">8<\/p>\n<p align=\"center\">0<\/p>\n<p>Dinamarca<\/p>\n<p align=\"center\">9<\/p>\n<p align=\"center\">12<\/p>\n<p align=\"center\">+3<\/p>\n<p>Noruega<\/p>\n<p align=\"center\">10<\/p>\n<p align=\"center\">6<\/p>\n<p align=\"center\">-4<\/p>\n<p align=\"center\"><b> <\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>10 economias menos competitivas \u2013 World Competitiveness Yearbook 2014<\/b><\/p>\n<p><b>Pa\u00eds<\/b><br \/>\n<b>Posi\u00e7\u00e3o 2014<\/b><br \/>\n<b>Posi\u00e7\u00e3o 2013<\/b><br \/>\n<b>Movimento<\/b><\/p>\n<p>Col\u00f4mbia<\/p>\n<p align=\"center\">51<\/p>\n<p align=\"center\">48<\/p>\n<p align=\"center\">-3<\/p>\n<p>\u00c1frica do Sul<\/p>\n<p align=\"center\">52<\/p>\n<p align=\"center\">53<\/p>\n<p align=\"center\">+1<\/p>\n<p>Jord\u00e2nia<\/p>\n<p align=\"center\">53<\/p>\n<p align=\"center\">56<\/p>\n<p align=\"center\">+3<\/p>\n<p>Brasil<\/p>\n<p align=\"center\">54<\/p>\n<p align=\"center\">51<\/p>\n<p align=\"center\">-3<\/p>\n<p>Eslov\u00eania<\/p>\n<p align=\"center\">55<\/p>\n<p align=\"center\">52<\/p>\n<p align=\"center\">-3<\/p>\n<p>Bulg\u00e1ria<\/p>\n<p align=\"center\">56<\/p>\n<p align=\"center\">57<\/p>\n<p align=\"center\">+1<\/p>\n<p>Gr\u00e9cia<\/p>\n<p align=\"center\">57<\/p>\n<p align=\"center\">54<\/p>\n<p align=\"center\">-3<\/p>\n<p>Argentina<\/p>\n<p align=\"center\">58<\/p>\n<p align=\"center\">59<\/p>\n<p align=\"center\">+1<\/p>\n<p>Cro\u00e1cia<\/p>\n<p align=\"center\">59<\/p>\n<p align=\"center\">58<\/p>\n<p align=\"center\">-1<\/p>\n<p>Venezuela<\/p>\n<p align=\"center\">60<\/p>\n<p align=\"center\">60<\/p>\n<p align=\"center\">0<\/p>\n<\/p>\n<p>\u201cUm olhar geral sobre o panorama de competitividade em 2014 aponta o sucesso cont\u00ednuo dos Estados Unidos, uma recupera\u00e7\u00e3o parcial na Europa e desafios para alguns dos grandes mercados emergentes\u201d, considera o professor Arturo Bris, diretor do Centro de Competitividade do IMD. A maioria dos grandes mercados emergentes deslizou no ranking devido ao lento crescimento econ\u00f4mico apoiado no baixo investimento estrangeiro, al\u00e9m de uma infraestrutura inadequada. A China (23\u00ba) cai, em parte, devido a preocupa\u00e7\u00f5es sobre seu ambiente de neg\u00f3cios, enquanto a \u00cdndia (44\u00ba) e Brasil (54\u00ba) sofrem com mercados de trabalho ineficientes e ineficazes na gest\u00e3o de neg\u00f3cios. Turquia (40\u00ba), M\u00e9xico (41\u00ba), Filipinas (42\u00ba) e Peru (50\u00ba) tamb\u00e9m caem.<\/p>\n<p><b>Brasil: 16 posi\u00e7\u00f5es perdidas em 4 anos<\/b><\/p>\n<p>Este \u00e9 o quarto ano consecutivo em que o Brasil cai no ranking: em 2010, ocupava o 38\u00ba lugar. No ano seguinte caiu para a 44\u00aa posi\u00e7\u00e3o e, em 2012, desceu \u00e0 46\u00aa coloca\u00e7\u00e3o. Na edi\u00e7\u00e3o 2013, o Brasil caiu cinco posi\u00e7\u00f5es, para o 51\u00ba lugar, e em 2014 desceu mais tr\u00eas posi\u00e7\u00f5es, no 54\u00ba lugar.<\/p>\n<p>O \u00edndice que permite aos pesquisadores definir posi\u00e7\u00f5es no ranking \u00e9 criado a partir da an\u00e1lise comparativa de cada uma das mais de 300 vari\u00e1veis pesquisadas e \u00e0 dist\u00e2ncia em rela\u00e7\u00e3o ao pa\u00eds mais competitivo do relat\u00f3rio. Em 2014, o Brasil obteve 46,778 pontos (ou seja, 53,222 pontos a menos que o pa\u00eds l\u00edder, os EUA); em 2013, havia obtido 52,996 pontos. \u201cEsses n\u00fameros indicam que a perda de competitividade do Brasil neste ano n\u00e3o \u00e9 apenas relativa, mas tamb\u00e9m absoluta, e que a dist\u00e2ncia do pa\u00eds em rela\u00e7\u00e3o ao l\u00edder vem crescendo com o tempo\u201d, destaca o professor da Funda\u00e7\u00e3o Dom Cabral, Carlos Arruda, respons\u00e1vel pela coleta e an\u00e1lise dos dados do ranking relacionados ao Brasil.<\/p>\n<p align=\"center\"><b>O Brasil no World Competitiveness Yearbook<\/b><b><\/b><\/p>\n<p>Ano<\/p>\n<p align=\"center\">2014<\/p>\n<p align=\"center\">2013<\/p>\n<p align=\"center\">2012<\/p>\n<p align=\"center\">2011<\/p>\n<p align=\"center\">2010<\/p>\n<p align=\"center\">2009<\/p>\n<p>\u00cdndice<\/p>\n<p align=\"center\"><b>46,778<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>53,222<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>56,524<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>61,043<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>56,531<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>56,865<\/b><\/p>\n<p>Posi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p align=\"center\"><b>54<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>51<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>46<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>44<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>38<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>40<\/b><\/p>\n<\/p>\n<p>A metodologia aplicada na mensura\u00e7\u00e3o dos resultados utiliza dois grupos de indicadores, que s\u00e3o divididos em quatro pilares competitivos: performance econ\u00f4mica, efici\u00eancia do governo, efici\u00eancia dos neg\u00f3cios e infraestrutura. Os indicadores econ\u00f4micos dizem respeito ao ano anterior ao lan\u00e7amento do relat\u00f3rio, neste caso, ao de 2013. J\u00e1 os indicadores provenientes da pesquisa de opini\u00e3o com executivos, aplicada nos pa\u00edses, permitem identificar como a competitividade \u00e9 percebida pelos empres\u00e1rios e se aproximam da realidade do ano em que a pesquisa \u00e9 lan\u00e7ada, neste caso, o de 2014.<\/p>\n<p><b>Desempenho da economia brasileira<\/b><\/p>\n<p>Este fator analisa o ambiente econ\u00f4mico brasileiro. Ele indica que a competitividade da economia do pa\u00eds est\u00e1 sendo impactada pelo aumento significativo de pre\u00e7os (54\u00aa posi\u00e7\u00e3o) e pela baixa participa\u00e7\u00e3o do Brasil no com\u00e9rcio internacional (59\u00aa posi\u00e7\u00e3o). \u201c\u00c9 fruto do decl\u00ednio das exporta\u00e7\u00f5es para mercados tradicionais como Argentina, Uni\u00e3o Europeia e Estados Unidos, e do aumento das importa\u00e7\u00f5es de produtos industriais provenientes principalmente da China e de outros pa\u00edses asi\u00e1ticos\u201d, avalia Carlos Arruda.<\/p>\n<p>O Brasil ocupa este ano a \u00faltima posi\u00e7\u00e3o no indicador \u2018Taxa de Com\u00e9rcio Internacional pelo PIB&#8217;: 13,67% contra 54,88% (m\u00e9dia dos pa\u00edses analisados); e a pen\u00faltima posi\u00e7\u00e3o no indicador \u2018Exporta\u00e7\u00e3o de Produtos pelo PIB&#8217;: 10,79% contra 42,77% (m\u00e9dia dos pa\u00edses). Favor\u00e1vel ao Brasil, o tamanho da sua economia continua entre as maiores do mundo. Apesar da queda relativa em 2014, o tamanho da economia dom\u00e9stica (7\u00aa posi\u00e7\u00e3o no indicador Consumo das Fam\u00edlias), a atra\u00e7\u00e3o de investimentos diretos (7\u00aa posi\u00e7\u00e3o) e o emprego (6\u00aa posi\u00e7\u00e3o) s\u00e3o dados de destaque para o Brasil. Estes resultados positivos s\u00e3o significativos, mas, sozinhos, j\u00e1 n\u00e3o sustentam o crescimento do s\u00e9timo maior PIB do mundo.<\/p>\n<\/p>\n<p><b> <\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>2014<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>2013<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>\u0394<\/b><\/p>\n<p><b>DESEMPENHO DA ECONOMIA<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>43<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>42<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>-1<\/b><\/p>\n<p>Economia Dom\u00e9stica<\/p>\n<p align=\"center\">36<\/p>\n<p align=\"center\">31<\/p>\n<p align=\"center\">-5<\/p>\n<p>Comercio Internacional<\/p>\n<p align=\"center\">59<\/p>\n<p align=\"center\">59<\/p>\n<p align=\"center\">=<\/p>\n<p>Investimento internacional<\/p>\n<p align=\"center\">23<\/p>\n<p align=\"center\">20<\/p>\n<p align=\"center\">-3<\/p>\n<p>Emprego<\/p>\n<p align=\"center\">6<\/p>\n<p align=\"center\">6<\/p>\n<p align=\"center\">=<\/p>\n<p>Pre\u00e7os<\/p>\n<p align=\"center\">54<\/p>\n<p align=\"center\">56<\/p>\n<p align=\"center\">+2<\/p>\n<p><b>Efici\u00eancia do governo<\/b><\/p>\n<p>Este fator analisa o ambiente institucional e regulat\u00f3rio brasileiro e \u00e9 historicamente o ponto mais cr\u00edtico da competitividade do pa\u00eds. Desde 2011, o Brasil est\u00e1 entre os cinco piores pa\u00edses neste fator. Sem apresentar nenhum sinal de simplifica\u00e7\u00e3o nas legisla\u00e7\u00f5es trabalhistas e no sistema regulat\u00f3rio, o pa\u00eds est\u00e1 entre os piores ambientes para se fazer neg\u00f3cios no mundo, com alta carga tribut\u00e1ria direta e indireta, taxas de juros de curto e longo prazos que desestimulam o investimento na produ\u00e7\u00e3o e no crescimento das empresas. O destaque positivo s\u00e3o os incentivos p\u00fablicos \u00e0s empresas (3\u00aa posi\u00e7\u00e3o), em que se destaca a a\u00e7\u00e3o do BNDES como incentivador do progresso econ\u00f4mico. Outro ponto de destaque \u00e9 a reserva de moeda estrangeira (6\u00aa posi\u00e7\u00e3o). Por outro lado, os subfatores referentes \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o, finan\u00e7as p\u00fablicas, pol\u00edtica fiscal e estrutura institucional ocupam baixas posi\u00e7\u00f5es e evidenciam quest\u00f5es que inibem o desenvolvimento.<\/p>\n<\/p>\n<p><b> <\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>2014<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>2013<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>\u0394<\/b><\/p>\n<p><b>EFICI\u00caNCIA DE GOVERNO<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>58<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>58<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>=<\/b><\/p>\n<p>Finan\u00e7as p\u00fablicas<\/p>\n<p align=\"center\">48<\/p>\n<p align=\"center\">45<\/p>\n<p align=\"center\">-3<\/p>\n<p>Pol\u00edtica Fiscal<\/p>\n<p align=\"center\">35<\/p>\n<p align=\"center\">38<\/p>\n<p align=\"center\">+3<\/p>\n<p>Estrutura Institucional<\/p>\n<p align=\"center\">59<\/p>\n<p align=\"center\">58<\/p>\n<p align=\"center\">-1<\/p>\n<p>Legisla\u00e7\u00e3o dos Neg\u00f3cios<\/p>\n<p align=\"center\">58<\/p>\n<p align=\"center\">58<\/p>\n<p align=\"center\">=<\/p>\n<p>Estrutura Social<\/p>\n<p align=\"center\">58<\/p>\n<p align=\"center\">55<\/p>\n<p align=\"center\">-3<\/p>\n<p><b> <\/b><\/p>\n<p><b> <\/b><\/p>\n<p><b>Efici\u00eancia Empresarial<\/b><\/p>\n<p>Este pilar analisa a efici\u00eancia das empresas brasileiras. Considerando os resultados negativos deste pilar em 2014, ele pode ser visto como a principal causa para a queda significativa do Brasil no ranking geral. Mantendo uma sequ\u00eancia que se iniciou em 2011, quando em todos os indicadores de produtividade o Brasil demonstrava n\u00e3o estar apto a sustentar crescimentos produtivos no longo prazo, em 2014 o pa\u00eds desceu \u00e0 posi\u00e7\u00e3o 59 no subfator Produtividade, \u00e0 frente apenas da Venezuela. Em nenhuma das 11 vari\u00e1veis que comp\u00f5em este subfator o Brasil apresentou avan\u00e7os de 2013 para 2014. Na vari\u00e1vel Produtividade Total, ajustada ao padr\u00e3o de compras do pa\u00eds (PPP), o Brasil ficou na posi\u00e7\u00e3o 53, registrando crescimento negativo de -2,32% quando comparado a 2013.<\/p>\n<\/p>\n<p>Diferentemente dos \u00faltimos anos, em que os demais subfatores de competitividade relacionados \u00e0 atividade empresarial sustentavam condi\u00e7\u00f5es competitivas, em 2014 todos os subfatores e a maioria das vari\u00e1veis relacionadas indicam perda de competitividade e de otimismo. \u201cEste \u2018des\u00e2nimo competitivo&#8217; que agora acomete o Brasil j\u00e1 foi observado neste relat\u00f3rio em outros pa\u00edses como Argentina, \u00c1frica do Sul e Turquia que, ap\u00f3s alguns anos de perda de performance econ\u00f4mica e de efici\u00eancia de governo, perderam a sua capacidade de agir proativamente, iniciando um ciclo vicioso de pessimismo empresarial e perda de competitividade geral\u201d, pontua Carlos Arruda, da Funda\u00e7\u00e3o Dom Cabral.<\/p>\n<\/p>\n<p align=\"center\"><b>2014<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>2013<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>\u0394<\/b><\/p>\n<p><b>Efici\u00eancia Empresarial<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>46<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>37<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>-9<\/b><\/p>\n<p>Produtividade e Efici\u00eancia<\/p>\n<p align=\"center\">59<\/p>\n<p align=\"center\">58<\/p>\n<p align=\"center\">-1<\/p>\n<p>Mercado de Trabalho<\/p>\n<p align=\"center\">32<\/p>\n<p align=\"center\">23<\/p>\n<p align=\"center\">-9<\/p>\n<p>Finan\u00e7as<\/p>\n<p align=\"center\">34<\/p>\n<p align=\"center\">27<\/p>\n<p align=\"center\">-7<\/p>\n<p>Pr\u00e1ticas Gerenciais<\/p>\n<p align=\"center\">36<\/p>\n<p align=\"center\">27<\/p>\n<p align=\"center\">-9<\/p>\n<p>Atitudes e Valores<\/p>\n<p align=\"center\">39<\/p>\n<p align=\"center\">32<\/p>\n<p align=\"center\">-6<\/p>\n<p><b> <\/b><\/p>\n<p><b>Infraestrutura<\/b><\/p>\n<p>Este fator combina indicadores de infraestrutura b\u00e1sica (estradas, portos, aeroportos, energia) tecnol\u00f3gica (telefonia, internet, etc), cient\u00edfica (pesquisa e desenvolvimento), educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica e superior, sa\u00fade e meio ambiente. Os resultados de 2014 se caracterizam por indicadores cr\u00edticos principalmente em infraestrutura b\u00e1sica, tecnol\u00f3gica e na educa\u00e7\u00e3o. O pa\u00eds ocupa as \u00faltimas posi\u00e7\u00f5es em praticamente todos os indicadores de percep\u00e7\u00e3o da qualidade da m\u00e3o-de-obra e da educa\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica e fundamental. Indicadores como o teste de PISA, que avalia a profici\u00eancia de jovens de 15 anos em leitura, matem\u00e1tica e ci\u00eancias (49\u00aa posi\u00e7\u00e3o), avalia\u00e7\u00f5es de l\u00ednguas estrangeiras, como o <i>Toefel<\/i> (46\u00aa posi\u00e7\u00e3o), e o indicador de matr\u00edculas em cursos secund\u00e1rios, com pouco mais de 80% da popula\u00e7\u00e3o em idade escolar matriculada nas escolas, reiteram a condi\u00e7\u00e3o defasada e ineficiente da educa\u00e7\u00e3o no Brasil. O pa\u00eds tamb\u00e9m ficou na posi\u00e7\u00e3o 59 no indicador de Infraestrutura de Sa\u00fade, o que demonstra a car\u00eancia brasileira neste setor.<\/p>\n<p>Sem grandes novidades, o relat\u00f3rio reitera o que \u00e9 sabido sobre a qualidade da infraestrutura b\u00e1sica brasileira. No \u00faltimo lugar dos indicadores de opini\u00e3o sobre a qualidade da infraestrutura rodovi\u00e1ria e log\u00edstica, o relat\u00f3rio demonstra a preocupa\u00e7\u00e3o da comunidade empresarial com a oferta futura de energia (54\u00aa posi\u00e7\u00e3o) e com a gest\u00e3o das cidades brasileiras como plataformas locais para o desenvolvimento da competitividade e das atividades empresariais (58\u00aa posi\u00e7\u00e3o no item Qualidade de Gest\u00e3o das Cidades).<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 importante ressaltar que o pa\u00eds ainda mant\u00e9m um percentual significativo do PIB investido em educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade, o que \u00e9 um resultado positivo, pois mostra que h\u00e1 interesse e atitudes voltadas para a melhoria destes dois fatores. Por\u00e9m, diante dos resultados negativos do pa\u00eds nestes pilares, \u00e9 preciso refletir se esses gastos est\u00e3o realmente sendo feitos da forma eficiente e em que medida as a\u00e7\u00f5es est\u00e3o corretamente direcionadas\u201d, comenta Arruda. \u201cSe o Brasil \u00e9 o 23\u00ba pa\u00eds que mais investe em sa\u00fade, por que ocupa a 59\u00aa posi\u00e7\u00e3o na infraestrutura deste setor? \u201c<\/p>\n<\/p>\n<p><b> <\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>2014<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>2013<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>\u0394<\/b><\/p>\n<p><b>Infraestrutura<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>52<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>50<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>-2<\/b><\/p>\n<p>B\u00e1sica<\/p>\n<p align=\"center\">58<\/p>\n<p align=\"center\">55<\/p>\n<p align=\"center\">-3<\/p>\n<p>Tecnol\u00f3gica<\/p>\n<p align=\"center\">57<\/p>\n<p align=\"center\">57<\/p>\n<p align=\"center\">=<\/p>\n<p>Cientifica<\/p>\n<p align=\"center\">37<\/p>\n<p align=\"center\">36<\/p>\n<p align=\"center\">+1<\/p>\n<p>Sa\u00fade e Meio-Ambiente<\/p>\n<p align=\"center\">40<\/p>\n<p align=\"center\">35<\/p>\n<p align=\"center\">-5<\/p>\n<p>Educa\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p align=\"center\">55<\/p>\n<p align=\"center\">56<\/p>\n<p align=\"center\">+1<\/p>\n<\/p>\n<p>A Funda\u00e7\u00e3o Dom Cabral \u00e9 uma escola de neg\u00f3cios brasileira que h\u00e1 37 anos tem a miss\u00e3o de contribuir para o desenvolvimento sustent\u00e1vel da sociedade, por meio da educa\u00e7\u00e3o, capacita\u00e7\u00e3o e desenvolvimento de executivos, empres\u00e1rios e gestores p\u00fablicos. Circulam anualmente pelos seus programas abertos, fechados, de parcerias e de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o (especializa\u00e7\u00e3o, MBA e mestrado) cerca de 35 mil executivos de empresas e organiza\u00e7\u00f5es de pequeno, m\u00e9dio e grande porte do Brasil e de v\u00e1rios pa\u00edses. No campo social, a FDC desenvolve iniciativas de desenvolvimento, capacita\u00e7\u00e3o e consolida\u00e7\u00e3o de projetos, l\u00edderes e organiza\u00e7\u00f5es sociais, contribuindo para o fortalecimento e o alcance dos resultados pretendidos por essas entidades. A FDC \u00e9 a melhor escola de neg\u00f3cios da Am\u00e9rica Latina segundo o Ranking da Educa\u00e7\u00e3o Executiva 2014 do jornal ingl\u00eas Financial Times e o Ranking das Melhores Escolas de Educa\u00e7\u00e3o Executiva da Am\u00e9rica Latina da revista AmericaEconomia (2013).<\/p>\n<\/p>\n<p><i> <\/i><\/p>\n<p><b> <\/b><\/p>\n<p>The post Brasil perde posi\u00e7\u00e3o no ranking de competitividade appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/brasil-perde-posicao-ranking-de-competitividade\/\" class=\"colorbox\" title=\"Brasil perde posi\u00e7\u00e3o no ranking de competitividade\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Professor da Funda\u00e7\u00e3o Dom Cabral, Carlos Arruda, diz que que a competitividade da economia do pa\u00eds est\u00e1 sendo impactada pelo aumento de pre\u00e7os. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/IMG_7814-300x200.jpg\"><\/div>\n<p>Professor da Funda\u00e7\u00e3o Dom Cabral, Carlos Arruda, diz que que a competitividade da economia do pa\u00eds est\u00e1 sendo impactada pelo aumento de pre\u00e7os. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Pelo quarto ano consecutivo, o Brasil perdeu espa\u00e7o no cen\u00e1rio competitivo internacional. Divulgado pelo IMD (International Institute for Management Development)  e pela Funda\u00e7\u00e3o Dom Cabral, o \u00cdndice de Competitividade Mundial 2014 (World Competitiveness Yearbook \u2013 WCY) aponta que o Brasil caiu tr\u00eas posi\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o a 2013, ocupando o 54\u00ba lugar no ranking geral composto por 60 pa\u00edses. O Brasil est\u00e1 \u00e0 frente apenas de Eslov\u00eania, Bulg\u00e1ria, Gr\u00e9cia, Argentina, Cro\u00e1cia e Venezuela \u2013 a \u00faltima colocada.<\/p>\n<p>Considerado o mais renomado e abrangente guia sobre competitividade do mercado mundial, o World Competitiveness Yearbook, publicado anualmente desde 1989, avalia as condi\u00e7\u00f5es de competitividade de 60 pa\u00edses a partir da an\u00e1lise de dados estat\u00edsticos nacionais e internacionais e de uma ampla pesquisa de opini\u00e3o realizada com quatro mil executivos. No Brasil, a pesquisa e a coleta de dados s\u00e3o coordenadas e conduzidas pela Funda\u00e7\u00e3o Dom Cabral.<\/p>\n<p>De acordo com a edi\u00e7\u00e3o de 2014, est\u00e3o no topo da lista das economias mais competitivas do mundo os Estados Unidos, Su\u00ed\u00e7a e Cingapura. Os EUA permanecem no primeiro lugar, refletindo a for\u00e7a de sua economia, al\u00e9m de n\u00fameros empregat\u00edcios superiores e o alto desempenho em tecnologia e infraestrutura.<b><\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>10 economias mais competitivas \u2013 World Competitiveness Yearbook 2014<\/b><\/p>\n<p><b>Pa\u00eds<\/b><br \/>\n<b>Posi\u00e7\u00e3o 2014<\/b><br \/>\n<b>Posi\u00e7\u00e3o 2013<\/b><br \/>\n<b>Movimento<\/b><\/p>\n<p>Estados Unidos<\/p>\n<p align=\"center\">1<\/p>\n<p align=\"center\">1<\/p>\n<p align=\"center\">0<\/p>\n<p>Su\u00ed\u00e7a<\/p>\n<p align=\"center\">2<\/p>\n<p align=\"center\">2<\/p>\n<p align=\"center\">0<\/p>\n<p>Cingapura<\/p>\n<p align=\"center\">3<\/p>\n<p align=\"center\">5<\/p>\n<p align=\"center\">+2<\/p>\n<p>Hong Kong<\/p>\n<p align=\"center\">4<\/p>\n<p align=\"center\">3<\/p>\n<p align=\"center\">-1<\/p>\n<p>Su\u00e9cia<\/p>\n<p align=\"center\">5<\/p>\n<p align=\"center\">4<\/p>\n<p align=\"center\">-1<\/p>\n<p>Alemanha<\/p>\n<p align=\"center\">6<\/p>\n<p align=\"center\">9<\/p>\n<p align=\"center\">+3<\/p>\n<p>Canad\u00e1<\/p>\n<p align=\"center\">7<\/p>\n<p align=\"center\">7<\/p>\n<p align=\"center\">0<\/p>\n<p>Emirados \u00c1rabes<\/p>\n<p align=\"center\">8<\/p>\n<p align=\"center\">8<\/p>\n<p align=\"center\">0<\/p>\n<p>Dinamarca<\/p>\n<p align=\"center\">9<\/p>\n<p align=\"center\">12<\/p>\n<p align=\"center\">+3<\/p>\n<p>Noruega<\/p>\n<p align=\"center\">10<\/p>\n<p align=\"center\">6<\/p>\n<p align=\"center\">-4<\/p>\n<p align=\"center\"><b> <\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>10 economias menos competitivas \u2013 World Competitiveness Yearbook 2014<\/b><\/p>\n<p><b>Pa\u00eds<\/b><br \/>\n<b>Posi\u00e7\u00e3o 2014<\/b><br \/>\n<b>Posi\u00e7\u00e3o 2013<\/b><br \/>\n<b>Movimento<\/b><\/p>\n<p>Col\u00f4mbia<\/p>\n<p align=\"center\">51<\/p>\n<p align=\"center\">48<\/p>\n<p align=\"center\">-3<\/p>\n<p>\u00c1frica do Sul<\/p>\n<p align=\"center\">52<\/p>\n<p align=\"center\">53<\/p>\n<p align=\"center\">+1<\/p>\n<p>Jord\u00e2nia<\/p>\n<p align=\"center\">53<\/p>\n<p align=\"center\">56<\/p>\n<p align=\"center\">+3<\/p>\n<p>Brasil<\/p>\n<p align=\"center\">54<\/p>\n<p align=\"center\">51<\/p>\n<p align=\"center\">-3<\/p>\n<p>Eslov\u00eania<\/p>\n<p align=\"center\">55<\/p>\n<p align=\"center\">52<\/p>\n<p align=\"center\">-3<\/p>\n<p>Bulg\u00e1ria<\/p>\n<p align=\"center\">56<\/p>\n<p align=\"center\">57<\/p>\n<p align=\"center\">+1<\/p>\n<p>Gr\u00e9cia<\/p>\n<p align=\"center\">57<\/p>\n<p align=\"center\">54<\/p>\n<p align=\"center\">-3<\/p>\n<p>Argentina<\/p>\n<p align=\"center\">58<\/p>\n<p align=\"center\">59<\/p>\n<p align=\"center\">+1<\/p>\n<p>Cro\u00e1cia<\/p>\n<p align=\"center\">59<\/p>\n<p align=\"center\">58<\/p>\n<p align=\"center\">-1<\/p>\n<p>Venezuela<\/p>\n<p align=\"center\">60<\/p>\n<p align=\"center\">60<\/p>\n<p align=\"center\">0<\/p>\n<\/p>\n<p>\u201cUm olhar geral sobre o panorama de competitividade em 2014 aponta o sucesso cont\u00ednuo dos Estados Unidos, uma recupera\u00e7\u00e3o parcial na Europa e desafios para alguns dos grandes mercados emergentes\u201d, considera o professor Arturo Bris, diretor do Centro de Competitividade do IMD. A maioria dos grandes mercados emergentes deslizou no ranking devido ao lento crescimento econ\u00f4mico apoiado no baixo investimento estrangeiro, al\u00e9m de uma infraestrutura inadequada. A China (23\u00ba) cai, em parte, devido a preocupa\u00e7\u00f5es sobre seu ambiente de neg\u00f3cios, enquanto a \u00cdndia (44\u00ba) e Brasil (54\u00ba) sofrem com mercados de trabalho ineficientes e ineficazes na gest\u00e3o de neg\u00f3cios. Turquia (40\u00ba), M\u00e9xico (41\u00ba), Filipinas (42\u00ba) e Peru (50\u00ba) tamb\u00e9m caem.<\/p>\n<p><b>Brasil: 16 posi\u00e7\u00f5es perdidas em 4 anos<\/b><\/p>\n<p>Este \u00e9 o quarto ano consecutivo em que o Brasil cai no ranking: em 2010, ocupava o 38\u00ba lugar. No ano seguinte caiu para a 44\u00aa posi\u00e7\u00e3o e, em 2012, desceu \u00e0 46\u00aa coloca\u00e7\u00e3o. Na edi\u00e7\u00e3o 2013, o Brasil caiu cinco posi\u00e7\u00f5es, para o 51\u00ba lugar, e em 2014 desceu mais tr\u00eas posi\u00e7\u00f5es, no 54\u00ba lugar.<\/p>\n<p>O \u00edndice que permite aos pesquisadores definir posi\u00e7\u00f5es no ranking \u00e9 criado a partir da an\u00e1lise comparativa de cada uma das mais de 300 vari\u00e1veis pesquisadas e \u00e0 dist\u00e2ncia em rela\u00e7\u00e3o ao pa\u00eds mais competitivo do relat\u00f3rio. Em 2014, o Brasil obteve 46,778 pontos (ou seja, 53,222 pontos a menos que o pa\u00eds l\u00edder, os EUA); em 2013, havia obtido 52,996 pontos. \u201cEsses n\u00fameros indicam que a perda de competitividade do Brasil neste ano n\u00e3o \u00e9 apenas relativa, mas tamb\u00e9m absoluta, e que a dist\u00e2ncia do pa\u00eds em rela\u00e7\u00e3o ao l\u00edder vem crescendo com o tempo\u201d, destaca o professor da Funda\u00e7\u00e3o Dom Cabral, Carlos Arruda, respons\u00e1vel pela coleta e an\u00e1lise dos dados do ranking relacionados ao Brasil.<\/p>\n<p align=\"center\"><b>O Brasil no World Competitiveness Yearbook<\/b><b><\/b><\/p>\n<p>Ano<\/p>\n<p align=\"center\">2014<\/p>\n<p align=\"center\">2013<\/p>\n<p align=\"center\">2012<\/p>\n<p align=\"center\">2011<\/p>\n<p align=\"center\">2010<\/p>\n<p align=\"center\">2009<\/p>\n<p>\u00cdndice<\/p>\n<p align=\"center\"><b>46,778<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>53,222<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>56,524<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>61,043<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>56,531<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>56,865<\/b><\/p>\n<p>Posi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p align=\"center\"><b>54<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>51<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>46<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>44<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>38<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>40<\/b><\/p>\n<\/p>\n<p>A metodologia aplicada na mensura\u00e7\u00e3o dos resultados utiliza dois grupos de indicadores, que s\u00e3o divididos em quatro pilares competitivos: performance econ\u00f4mica, efici\u00eancia do governo, efici\u00eancia dos neg\u00f3cios e infraestrutura. Os indicadores econ\u00f4micos dizem respeito ao ano anterior ao lan\u00e7amento do relat\u00f3rio, neste caso, ao de 2013. J\u00e1 os indicadores provenientes da pesquisa de opini\u00e3o com executivos, aplicada nos pa\u00edses, permitem identificar como a competitividade \u00e9 percebida pelos empres\u00e1rios e se aproximam da realidade do ano em que a pesquisa \u00e9 lan\u00e7ada, neste caso, o de 2014.<\/p>\n<p><b>Desempenho da economia brasileira<\/b><\/p>\n<p>Este fator analisa o ambiente econ\u00f4mico brasileiro. Ele indica que a competitividade da economia do pa\u00eds est\u00e1 sendo impactada pelo aumento significativo de pre\u00e7os (54\u00aa posi\u00e7\u00e3o) e pela baixa participa\u00e7\u00e3o do Brasil no com\u00e9rcio internacional (59\u00aa posi\u00e7\u00e3o). \u201c\u00c9 fruto do decl\u00ednio das exporta\u00e7\u00f5es para mercados tradicionais como Argentina, Uni\u00e3o Europeia e Estados Unidos, e do aumento das importa\u00e7\u00f5es de produtos industriais provenientes principalmente da China e de outros pa\u00edses asi\u00e1ticos\u201d, avalia Carlos Arruda.<\/p>\n<p>O Brasil ocupa este ano a \u00faltima posi\u00e7\u00e3o no indicador \u2018Taxa de Com\u00e9rcio Internacional pelo PIB&#8217;: 13,67% contra 54,88% (m\u00e9dia dos pa\u00edses analisados); e a pen\u00faltima posi\u00e7\u00e3o no indicador \u2018Exporta\u00e7\u00e3o de Produtos pelo PIB&#8217;: 10,79% contra 42,77% (m\u00e9dia dos pa\u00edses). Favor\u00e1vel ao Brasil, o tamanho da sua economia continua entre as maiores do mundo. Apesar da queda relativa em 2014, o tamanho da economia dom\u00e9stica (7\u00aa posi\u00e7\u00e3o no indicador Consumo das Fam\u00edlias), a atra\u00e7\u00e3o de investimentos diretos (7\u00aa posi\u00e7\u00e3o) e o emprego (6\u00aa posi\u00e7\u00e3o) s\u00e3o dados de destaque para o Brasil. Estes resultados positivos s\u00e3o significativos, mas, sozinhos, j\u00e1 n\u00e3o sustentam o crescimento do s\u00e9timo maior PIB do mundo.<\/p>\n<\/p>\n<p><b> <\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>2014<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>2013<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>\u0394<\/b><\/p>\n<p><b>DESEMPENHO DA ECONOMIA<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>43<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>42<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>-1<\/b><\/p>\n<p>Economia Dom\u00e9stica<\/p>\n<p align=\"center\">36<\/p>\n<p align=\"center\">31<\/p>\n<p align=\"center\">-5<\/p>\n<p>Comercio Internacional<\/p>\n<p align=\"center\">59<\/p>\n<p align=\"center\">59<\/p>\n<p align=\"center\">=<\/p>\n<p>Investimento internacional<\/p>\n<p align=\"center\">23<\/p>\n<p align=\"center\">20<\/p>\n<p align=\"center\">-3<\/p>\n<p>Emprego<\/p>\n<p align=\"center\">6<\/p>\n<p align=\"center\">6<\/p>\n<p align=\"center\">=<\/p>\n<p>Pre\u00e7os<\/p>\n<p align=\"center\">54<\/p>\n<p align=\"center\">56<\/p>\n<p align=\"center\">+2<\/p>\n<p><b>Efici\u00eancia do governo<\/b><\/p>\n<p>Este fator analisa o ambiente institucional e regulat\u00f3rio brasileiro e \u00e9 historicamente o ponto mais cr\u00edtico da competitividade do pa\u00eds. Desde 2011, o Brasil est\u00e1 entre os cinco piores pa\u00edses neste fator. Sem apresentar nenhum sinal de simplifica\u00e7\u00e3o nas legisla\u00e7\u00f5es trabalhistas e no sistema regulat\u00f3rio, o pa\u00eds est\u00e1 entre os piores ambientes para se fazer neg\u00f3cios no mundo, com alta carga tribut\u00e1ria direta e indireta, taxas de juros de curto e longo prazos que desestimulam o investimento na produ\u00e7\u00e3o e no crescimento das empresas. O destaque positivo s\u00e3o os incentivos p\u00fablicos \u00e0s empresas (3\u00aa posi\u00e7\u00e3o), em que se destaca a a\u00e7\u00e3o do BNDES como incentivador do progresso econ\u00f4mico. Outro ponto de destaque \u00e9 a reserva de moeda estrangeira (6\u00aa posi\u00e7\u00e3o). Por outro lado, os subfatores referentes \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o, finan\u00e7as p\u00fablicas, pol\u00edtica fiscal e estrutura institucional ocupam baixas posi\u00e7\u00f5es e evidenciam quest\u00f5es que inibem o desenvolvimento.<\/p>\n<\/p>\n<p><b> <\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>2014<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>2013<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>\u0394<\/b><\/p>\n<p><b>EFICI\u00caNCIA DE GOVERNO<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>58<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>58<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>=<\/b><\/p>\n<p>Finan\u00e7as p\u00fablicas<\/p>\n<p align=\"center\">48<\/p>\n<p align=\"center\">45<\/p>\n<p align=\"center\">-3<\/p>\n<p>Pol\u00edtica Fiscal<\/p>\n<p align=\"center\">35<\/p>\n<p align=\"center\">38<\/p>\n<p align=\"center\">+3<\/p>\n<p>Estrutura Institucional<\/p>\n<p align=\"center\">59<\/p>\n<p align=\"center\">58<\/p>\n<p align=\"center\">-1<\/p>\n<p>Legisla\u00e7\u00e3o dos Neg\u00f3cios<\/p>\n<p align=\"center\">58<\/p>\n<p align=\"center\">58<\/p>\n<p align=\"center\">=<\/p>\n<p>Estrutura Social<\/p>\n<p align=\"center\">58<\/p>\n<p align=\"center\">55<\/p>\n<p align=\"center\">-3<\/p>\n<p><b> <\/b><\/p>\n<p><b> <\/b><\/p>\n<p><b>Efici\u00eancia Empresarial<\/b><\/p>\n<p>Este pilar analisa a efici\u00eancia das empresas brasileiras. Considerando os resultados negativos deste pilar em 2014, ele pode ser visto como a principal causa para a queda significativa do Brasil no ranking geral. Mantendo uma sequ\u00eancia que se iniciou em 2011, quando em todos os indicadores de produtividade o Brasil demonstrava n\u00e3o estar apto a sustentar crescimentos produtivos no longo prazo, em 2014 o pa\u00eds desceu \u00e0 posi\u00e7\u00e3o 59 no subfator Produtividade, \u00e0 frente apenas da Venezuela. Em nenhuma das 11 vari\u00e1veis que comp\u00f5em este subfator o Brasil apresentou avan\u00e7os de 2013 para 2014. Na vari\u00e1vel Produtividade Total, ajustada ao padr\u00e3o de compras do pa\u00eds (PPP), o Brasil ficou na posi\u00e7\u00e3o 53, registrando crescimento negativo de -2,32% quando comparado a 2013.<\/p>\n<\/p>\n<p>Diferentemente dos \u00faltimos anos, em que os demais subfatores de competitividade relacionados \u00e0 atividade empresarial sustentavam condi\u00e7\u00f5es competitivas, em 2014 todos os subfatores e a maioria das vari\u00e1veis relacionadas indicam perda de competitividade e de otimismo. \u201cEste \u2018des\u00e2nimo competitivo&#8217; que agora acomete o Brasil j\u00e1 foi observado neste relat\u00f3rio em outros pa\u00edses como Argentina, \u00c1frica do Sul e Turquia que, ap\u00f3s alguns anos de perda de performance econ\u00f4mica e de efici\u00eancia de governo, perderam a sua capacidade de agir proativamente, iniciando um ciclo vicioso de pessimismo empresarial e perda de competitividade geral\u201d, pontua Carlos Arruda, da Funda\u00e7\u00e3o Dom Cabral.<\/p>\n<\/p>\n<p align=\"center\"><b>2014<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>2013<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>\u0394<\/b><\/p>\n<p><b>Efici\u00eancia Empresarial<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>46<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>37<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>-9<\/b><\/p>\n<p>Produtividade e Efici\u00eancia<\/p>\n<p align=\"center\">59<\/p>\n<p align=\"center\">58<\/p>\n<p align=\"center\">-1<\/p>\n<p>Mercado de Trabalho<\/p>\n<p align=\"center\">32<\/p>\n<p align=\"center\">23<\/p>\n<p align=\"center\">-9<\/p>\n<p>Finan\u00e7as<\/p>\n<p align=\"center\">34<\/p>\n<p align=\"center\">27<\/p>\n<p align=\"center\">-7<\/p>\n<p>Pr\u00e1ticas Gerenciais<\/p>\n<p align=\"center\">36<\/p>\n<p align=\"center\">27<\/p>\n<p align=\"center\">-9<\/p>\n<p>Atitudes e Valores<\/p>\n<p align=\"center\">39<\/p>\n<p align=\"center\">32<\/p>\n<p align=\"center\">-6<\/p>\n<p><b> <\/b><\/p>\n<p><b>Infraestrutura<\/b><\/p>\n<p>Este fator combina indicadores de infraestrutura b\u00e1sica (estradas, portos, aeroportos, energia) tecnol\u00f3gica (telefonia, internet, etc), cient\u00edfica (pesquisa e desenvolvimento), educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica e superior, sa\u00fade e meio ambiente. Os resultados de 2014 se caracterizam por indicadores cr\u00edticos principalmente em infraestrutura b\u00e1sica, tecnol\u00f3gica e na educa\u00e7\u00e3o. O pa\u00eds ocupa as \u00faltimas posi\u00e7\u00f5es em praticamente todos os indicadores de percep\u00e7\u00e3o da qualidade da m\u00e3o-de-obra e da educa\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica e fundamental. Indicadores como o teste de PISA, que avalia a profici\u00eancia de jovens de 15 anos em leitura, matem\u00e1tica e ci\u00eancias (49\u00aa posi\u00e7\u00e3o), avalia\u00e7\u00f5es de l\u00ednguas estrangeiras, como o <i>Toefel<\/i> (46\u00aa posi\u00e7\u00e3o), e o indicador de matr\u00edculas em cursos secund\u00e1rios, com pouco mais de 80% da popula\u00e7\u00e3o em idade escolar matriculada nas escolas, reiteram a condi\u00e7\u00e3o defasada e ineficiente da educa\u00e7\u00e3o no Brasil. O pa\u00eds tamb\u00e9m ficou na posi\u00e7\u00e3o 59 no indicador de Infraestrutura de Sa\u00fade, o que demonstra a car\u00eancia brasileira neste setor.<\/p>\n<p>Sem grandes novidades, o relat\u00f3rio reitera o que \u00e9 sabido sobre a qualidade da infraestrutura b\u00e1sica brasileira. No \u00faltimo lugar dos indicadores de opini\u00e3o sobre a qualidade da infraestrutura rodovi\u00e1ria e log\u00edstica, o relat\u00f3rio demonstra a preocupa\u00e7\u00e3o da comunidade empresarial com a oferta futura de energia (54\u00aa posi\u00e7\u00e3o) e com a gest\u00e3o das cidades brasileiras como plataformas locais para o desenvolvimento da competitividade e das atividades empresariais (58\u00aa posi\u00e7\u00e3o no item Qualidade de Gest\u00e3o das Cidades).<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 importante ressaltar que o pa\u00eds ainda mant\u00e9m um percentual significativo do PIB investido em educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade, o que \u00e9 um resultado positivo, pois mostra que h\u00e1 interesse e atitudes voltadas para a melhoria destes dois fatores. Por\u00e9m, diante dos resultados negativos do pa\u00eds nestes pilares, \u00e9 preciso refletir se esses gastos est\u00e3o realmente sendo feitos da forma eficiente e em que medida as a\u00e7\u00f5es est\u00e3o corretamente direcionadas\u201d, comenta Arruda. \u201cSe o Brasil \u00e9 o 23\u00ba pa\u00eds que mais investe em sa\u00fade, por que ocupa a 59\u00aa posi\u00e7\u00e3o na infraestrutura deste setor? \u201c<\/p>\n<\/p>\n<p><b> <\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>2014<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>2013<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>\u0394<\/b><\/p>\n<p><b>Infraestrutura<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>52<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>50<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>-2<\/b><\/p>\n<p>B\u00e1sica<\/p>\n<p align=\"center\">58<\/p>\n<p align=\"center\">55<\/p>\n<p align=\"center\">-3<\/p>\n<p>Tecnol\u00f3gica<\/p>\n<p align=\"center\">57<\/p>\n<p align=\"center\">57<\/p>\n<p align=\"center\">=<\/p>\n<p>Cientifica<\/p>\n<p align=\"center\">37<\/p>\n<p align=\"center\">36<\/p>\n<p align=\"center\">+1<\/p>\n<p>Sa\u00fade e Meio-Ambiente<\/p>\n<p align=\"center\">40<\/p>\n<p align=\"center\">35<\/p>\n<p align=\"center\">-5<\/p>\n<p>Educa\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p align=\"center\">55<\/p>\n<p align=\"center\">56<\/p>\n<p align=\"center\">+1<\/p>\n<\/p>\n<p>A Funda\u00e7\u00e3o Dom Cabral \u00e9 uma escola de neg\u00f3cios brasileira que h\u00e1 37 anos tem a miss\u00e3o de contribuir para o desenvolvimento sustent\u00e1vel da sociedade, por meio da educa\u00e7\u00e3o, capacita\u00e7\u00e3o e desenvolvimento de executivos, empres\u00e1rios e gestores p\u00fablicos. Circulam anualmente pelos seus programas abertos, fechados, de parcerias e de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o (especializa\u00e7\u00e3o, MBA e mestrado) cerca de 35 mil executivos de empresas e organiza\u00e7\u00f5es de pequeno, m\u00e9dio e grande porte do Brasil e de v\u00e1rios pa\u00edses. No campo social, a FDC desenvolve iniciativas de desenvolvimento, capacita\u00e7\u00e3o e consolida\u00e7\u00e3o de projetos, l\u00edderes e organiza\u00e7\u00f5es sociais, contribuindo para o fortalecimento e o alcance dos resultados pretendidos por essas entidades. A FDC \u00e9 a melhor escola de neg\u00f3cios da Am\u00e9rica Latina segundo o Ranking da Educa\u00e7\u00e3o Executiva 2014 do jornal ingl\u00eas Financial Times e o Ranking das Melhores Escolas de Educa\u00e7\u00e3o Executiva da Am\u00e9rica Latina da revista AmericaEconomia (2013).<\/p>\n<\/p>\n<p><i> <\/i><\/p>\n<p><b> <\/b><\/p>\n<p>The post Brasil perde posi\u00e7\u00e3o no ranking de competitividade appeared first on Economia SC.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-2740","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","no-post-thumbnail"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2740","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2740"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2740\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2740"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2740"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2740"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}