{"id":2697,"date":"2014-07-08T15:35:00","date_gmt":"2014-07-08T15:35:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/ipca-de-junho-fica-em-040\/"},"modified":"2014-07-08T15:35:00","modified_gmt":"2014-07-08T15:35:00","slug":"ipca-de-junho-fica-em-040","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/ipca-de-junho-fica-em-040\/","title":{"rendered":"IPCA de junho fica em 0,40%"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"indice subind\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/indice-subind-300x200.jpg\"><\/div>\n<p>Valor \u00e9 0,06 ponto percentual menor do que o do m\u00eas de maio (0,46%). Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>O \u00edndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA) do m\u00eas de junho apresentou varia\u00e7\u00e3o de 0,40%, ficando 0,06 ponto percentual abaixo da taxa registrada no m\u00eas de maio (0,46%). Assim, o primeiro semestre do ano fechou em 3,75%, acima dos 3,15% do primeiro semestre de 2013. Considerando os \u00faltimos doze meses o \u00edndice est\u00e1 em 6,52%, acima dos 6,37% relativos aos doze meses anteriores. Em junho de 2013 a taxa foi de 0,26%.<\/p>\n<p>Grupo<br \/>\nVaria\u00e7\u00e3o (%)<br \/>\nImpacto (p.p.)<\/p>\n<p>Maio<\/p>\n<p>Junho<\/p>\n<p>Maio<\/p>\n<p>Junho<\/p>\n<p><strong>\u00cdndice Geral<\/strong><\/p>\n<p><strong>0,46<\/strong><\/p>\n<p><strong>0,40<\/strong><\/p>\n<p><strong>0,46<\/strong><\/p>\n<p><strong>0,40<\/strong><\/p>\n<p><strong>Alimenta\u00e7\u00e3o e Bebidas<\/strong><\/p>\n<p>0,58<\/p>\n<p>-0,11<\/p>\n<p>0,15<\/p>\n<p>-0,03<\/p>\n<p><strong>Habita\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>0,61<\/p>\n<p>0,55<\/p>\n<p>0,09<\/p>\n<p>0,08<\/p>\n<p><strong>Artigos de Resid\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p>1,03<\/p>\n<p>0,38<\/p>\n<p>0,05<\/p>\n<p>0,02<\/p>\n<p><strong>Vestu\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p>0,84<\/p>\n<p>0,49<\/p>\n<p>0,05<\/p>\n<p>0,03<\/p>\n<p><strong>Transportes<\/strong><\/p>\n<p>-0,45<\/p>\n<p>0,37<\/p>\n<p>-0,08<\/p>\n<p>0,07<\/p>\n<p><strong>Sa\u00fade e Cuidados Pessoais<\/strong><\/p>\n<p>0,98<\/p>\n<p>0,60<\/p>\n<p>0,11<\/p>\n<p>0,07<\/p>\n<p><strong>Despesas Pessoais<\/strong><\/p>\n<p>0,80<\/p>\n<p>1,57<\/p>\n<p>0,08<\/p>\n<p>0,17<\/p>\n<p><strong>Educa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>0,13<\/p>\n<p>0,02<\/p>\n<p>0,01<\/p>\n<p>0,00<\/p>\n<p><strong>Comunica\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>0,11<\/p>\n<p>-0,02<\/p>\n<p>0,00<\/p>\n<p>0,00<\/p>\n<p>Em desacelera\u00e7\u00e3o pelo terceiro m\u00eas consecutivo, o grupo Alimenta\u00e7\u00e3o e Bebidas foi de 0,58% em maio para -0,11% em junho, o menor resultado desde julho de 2013 (-0,33%). Os alimentos consumidos em casachegaram a apresentar queda de 0,60% em junho, ao passo que, em maio, tiveram alta de 0,41%. Parte dos produtos passou a custar menos e parte teve varia\u00e7\u00e3o reduzida, destacando-se a batata-inglesa (-11,46%) e o tomate (-9,58%) que apresentaram os mais fortes impactos para baixo, com -0,03 ponto percentual cada.<\/p>\n<p align=\"justify\">Os alimentos consumidos fora de casa (de 0,91% em maio para 0,82% em junho) apresentaram resultados abaixo do m\u00eas anterior, com destaque para a refei\u00e7\u00e3o (de 0,96% para 0,75%), refrigerante (de 1,29% para 0,51%) e cerveja (de 0,34% para 0,01%).<\/p>\n<p align=\"justify\">Dentre os alimentos que apresentaram queda ou desacelera\u00e7\u00e3o, os principais destaques foram: batata-inglesa, tomate, cenoura, farinha de mandioca, feij\u00e3o carioca, hortali\u00e7as, feij\u00e3o fradinho e cebola. Quanto aos alimentos que se apresentaram em alta no m\u00eas, os principais foram: a\u00e7a\u00ed, caf\u00e9 sol\u00favel, caf\u00e9 da manh\u00e3, leite em p\u00f3, farinha de trigo, p\u00e3o doce, presunto, lanche, biscoito, cafezinho, a\u00e7\u00facar e refrigerante consumido em casa.<\/p>\n<p align=\"justify\">N\u00e3o foi apenas o grupo Alimenta\u00e7\u00e3o e Bebidas que reduziu de um m\u00eas para o outro. Excetuando-se apenas os Transportes e Despesas Pessoais, os demais grupos apresentaram resultados mais baixos em junho.<\/p>\n<p align=\"justify\">Nas despesas com Habita\u00e7\u00e3o houve redu\u00e7\u00e3o de 0,61% em maio para 0,55% em junho, mesmo com expressivas altas na taxa de \u00e1gua e esgoto (0,95%), aluguel residencial (0,84%) e artigos de limpeza(0,92%). Isso porque a energia el\u00e9trica passou de 3,71% em maio para 0,13% em junho, tendo em vista as quedas de 3,76% no Rio de Janeiro, 1,07% em Belo Horizonte e 1,35% em Bras\u00edlia. O resultado da \u00e1gua e esgoto deu-se em fun\u00e7\u00e3o das altas ocorridas nas regi\u00f5es metropolitanas de Salvador (5,67%), com reajuste de 7,80% desde 6 de junho, e Belo Horizonte (2,79%), com reajuste de 6,18% concedido em 13 de maio.<\/p>\n<p align=\"justify\">Sa\u00fade e Cuidados Pessoais ficou em 0,60% em junho, ap\u00f3s os 0,98% do m\u00eas anterior, j\u00e1 que deixou para tr\u00e1s os reflexos do reajuste de 31 de mar\u00e7o nos pre\u00e7os dos rem\u00e9dios (de 1,47% em maio para 0,29% em junho).<\/p>\n<p align=\"justify\">Destacam-se, al\u00e9m dos grupos anteriores, fortes redu\u00e7\u00f5es nas taxas de crescimento dos Artigos de Resid\u00eancia (de 1,03% em maio para 0,38% em junho) e de Vestu\u00e1rio (de 0,84% em maio para 0,49% em junho). Os outros dois grupos que tamb\u00e9m se apresentaram abaixo do m\u00eas anterior, completando sete dos nove pesquisados, foram Comunica\u00e7\u00e3o (de 0,11% para -0,02%) e Educa\u00e7\u00e3o (de 0,13% para 0,02%).<\/p>\n<p align=\"justify\">Por outo lado, com a Copa do Mundo no Brasil, as di\u00e1rias dos hot\u00e9is aumentaram 25,33% e levaram o grupo das Despesas Pessoais a 1,57% em junho (0,80% em maio), configurando tanto a maior varia\u00e7\u00e3o quanto o principal impacto de grupo (0,17 ponto percentual).<\/p>\n<p align=\"justify\">Da mesma forma, com a Copa, as tarifas a\u00e9reas ficaram, em m\u00e9dia, 21,95% mais caras e, com isso, o grupo dos Transportes foi para 0,37%, ap\u00f3s ter registrado queda de 0,45% em maio, mesmo com o litro doetanol e da gasolina mais baratos em 3,42% e 0,72%, respectivamente. Destaca-se, ainda, a varia\u00e7\u00e3o de 0,58% nas tarifas dos \u00f4nibus urbano, ante 0,72% no m\u00eas anterior. O resultado de junho se deve \u00e0s regi\u00f5es de Belo Horizonte (2,52%), com reajuste de 7,54%, em 10 de maio; Bel\u00e9m (5,73%), com reajuste de 9,09%, em 19 de maio; e Goi\u00e2nia (0,72%), com reajuste de 3,70% em 3 de maio.<\/p>\n<p align=\"justify\">Assim, di\u00e1rias de hot\u00e9is, com 0,11 ponto percentual, aliadas \u00e0s tarifas a\u00e9reas, com 0,09 ponto, lideraram o ranking dos principais impactos. Juntas, se apropriaram de 0,20 ponto percentual e foram respons\u00e1veis pela metade do IPCA do m\u00eas.<\/p>\n<p align=\"justify\">Dentre os \u00edndices regionais, o maior foi o de Recife (0,71%), onde as di\u00e1rias dos hot\u00e9is, com alta de 32,69% e peso de 0,94%, exerceram impacto de 0,31 ponto percentual no resultado. O menor \u00edndice foi o de Bel\u00e9m (0,21%), em virtude da queda de 0,56% nos alimentos consumidos em casa.<\/p>\n<p align=\"justify\">A seguir encontra-se a tabela com os resultados mensais por regi\u00e3o pesquisada.<\/p>\n<p>Regi\u00e3o<\/p>\n<p>Peso Regional (%)<\/p>\n<p>Varia\u00e7\u00e3o mensal (%)<\/p>\n<p>Varia\u00e7\u00e3o Acumulada (%)<\/p>\n<p><strong>Maio<\/strong><\/p>\n<p><strong>Junho<\/strong><\/p>\n<p><strong>Ano<\/strong><\/p>\n<p><strong>12 meses<\/strong><\/p>\n<p><strong>Recife<\/strong><\/p>\n<p>5,05<\/p>\n<p>1,16<\/p>\n<p>0,71<\/p>\n<p>4,40<\/p>\n<p>7,16<\/p>\n<p><strong>Salvador<\/strong><\/p>\n<p>7,35<\/p>\n<p>0,38<\/p>\n<p>0,66<\/p>\n<p>3,82<\/p>\n<p>5,74<\/p>\n<p><strong>Bras\u00edlia<\/strong><\/p>\n<p>2,80<\/p>\n<p>-0,08<\/p>\n<p>0,55<\/p>\n<p>2,84<\/p>\n<p>6,02<\/p>\n<p><strong>Campo Grande<\/strong><\/p>\n<p>1,51<\/p>\n<p>0,32<\/p>\n<p>0,45<\/p>\n<p>3,66<\/p>\n<p>&#8211;<\/p>\n<p><strong>Belo Horizonte<\/strong><\/p>\n<p>10,86<\/p>\n<p>0,67<\/p>\n<p>0,42<\/p>\n<p>4,07<\/p>\n<p>6,28<\/p>\n<p><strong>Vit\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p>1,78<\/p>\n<p>0,31<\/p>\n<p>0,42<\/p>\n<p>3,09<\/p>\n<p>&#8211;<\/p>\n<p><strong>Rio de Janeiro<\/strong><\/p>\n<p>12,06<\/p>\n<p>0,55<\/p>\n<p>0,40<\/p>\n<p>4,29<\/p>\n<p>7,33<\/p>\n<p><strong>Curitiba<\/strong><\/p>\n<p>7,79<\/p>\n<p>0,46<\/p>\n<p>0,37<\/p>\n<p>3,92<\/p>\n<p>7,21<\/p>\n<p><strong>S\u00e3o Paulo<\/strong><\/p>\n<p>30,67<\/p>\n<p>0,12<\/p>\n<p>0,37<\/p>\n<p>3,43<\/p>\n<p>6,32<\/p>\n<p><strong>Fortaleza<\/strong><\/p>\n<p>3,49<\/p>\n<p>0,95<\/p>\n<p>0,35<\/p>\n<p>3,77<\/p>\n<p>6,57<\/p>\n<p><strong>Porto Alegre<\/strong><\/p>\n<p>8,40<\/p>\n<p>0,75<\/p>\n<p>0,29<\/p>\n<p>4,10<\/p>\n<p>7,23<\/p>\n<p><strong>Goi\u00e2nia<\/strong><\/p>\n<p>3,59<\/p>\n<p>0,41<\/p>\n<p>0,27<\/p>\n<p>3,44<\/p>\n<p>6,29<\/p>\n<p><strong>Bel\u00e9m<\/strong><\/p>\n<p>4,65<\/p>\n<p>0,79<\/p>\n<p>0,21<\/p>\n<p>2,97<\/p>\n<p>5,43<\/p>\n<p><strong>Brasil<\/strong><\/p>\n<p><strong>100,00<\/strong><\/p>\n<p><strong>0,46<\/strong><\/p>\n<p><strong>0,40<\/strong><\/p>\n<p><strong>3,75<\/strong><\/p>\n<p><strong>6,52<\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">O IPCA \u00e9 calculado pelo IBGE desde 1980, se refere \u00e0s fam\u00edlias com rendimento monet\u00e1rio de 01 a 40 sal\u00e1rios m\u00ednimos, qualquer que seja a fonte, e abrange dez regi\u00f5es metropolitanas do pa\u00eds, al\u00e9m dos munic\u00edpios de Goi\u00e2nia, Campo Grande e de Bras\u00edlia. Para c\u00e1lculo do \u00edndice do m\u00eas foram comparados os pre\u00e7os coletados no per\u00edodo de 29 de maio a 27 de junho de 2014 (refer\u00eancia) com os pre\u00e7os vigentes no per\u00edodo de 29 de abril a 28 de maio de 2014 (base).<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>INPC variou 0,26% em junho<\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">O \u00edndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor (INPC) apresentou varia\u00e7\u00e3o de 0,26% em junho e ficou abaixo do resultado de 0,60% de maio em 0,34 ponto percentual. Com isso, o primeiro semestre do ano fechou em 3,79%, 0,49 ponto percentual acima da taxa de 3,30% relativa ao primeiro semestre de 2013. Considerando os \u00faltimos doze meses, o \u00edndice est\u00e1 em 6,06%, abaixo dos 6,08% relativos aos doze meses anteriores. Em junho de 2013, o INPC foi de 0,28%.<\/p>\n<p align=\"justify\">Os produtos aliment\u00edcios apresentaram queda de 0,14% em junho, enquanto para os n\u00e3o aliment\u00edcioshouve alta de 0,44%. Em maio, os resultados foram de 0,64% e 0,59%, respectivamente.<\/p>\n<p align=\"justify\">Dentre os \u00edndices regionais, o maior foi o de Salvador (0,50%) onde a taxa de \u00e1gua e esgoto apresentou alta de 5,66% em fun\u00e7\u00e3o do reajuste de 7,80% em vigor de 6 de junho e da energia el\u00e9trica (4,42%) refletindo o restante do reajuste de 14,69% de 22 de abril. O menor \u00edndice foi o de Curitiba (-0,07%) em virtude da queda 0,50% nos pre\u00e7os dos alimentos consumidos em casa al\u00e9m da queda de 3,49% nos pre\u00e7os dagasolina e de 4,47% nos do etanol. A seguir, tabela com os resultados mensais por regi\u00e3o pesquisada. <strong>(IBGE)<\/strong><\/p>\n<p>Regi\u00e3o<\/p>\n<p>Peso Regional (%)<\/p>\n<p>Varia\u00e7\u00e3o mensal (%)<\/p>\n<p>Varia\u00e7\u00e3o Acumulada (%)<\/p>\n<p><strong>Maio<\/strong><\/p>\n<p><strong>Junho<\/strong><\/p>\n<p><strong>Ano<\/strong><\/p>\n<p><strong>12 meses<\/strong><\/p>\n<p><strong>Salvador<\/strong><\/p>\n<p>10,67<\/p>\n<p>0,48<\/p>\n<p>0,5<\/p>\n<p>3,82<\/p>\n<p>5,51<\/p>\n<p><strong>Campo Grande<\/strong><\/p>\n<p>1,64<\/p>\n<p>0,45<\/p>\n<p>0,47<\/p>\n<p>3,88<\/p>\n<p>&#8211;<\/p>\n<p><strong>Recife<\/strong><\/p>\n<p>7,17<\/p>\n<p>1,14<\/p>\n<p>0,44<\/p>\n<p>4,1<\/p>\n<p>6,65<\/p>\n<p><strong>Fortaleza<\/strong><\/p>\n<p>6,61<\/p>\n<p>1,02<\/p>\n<p>0,39<\/p>\n<p>3,93<\/p>\n<p>6,75<\/p>\n<p><strong>Bel\u00e9m<\/strong><\/p>\n<p>7,03<\/p>\n<p>0,9<\/p>\n<p>0,31<\/p>\n<p>3,35<\/p>\n<p>5,54<\/p>\n<p><strong>Belo Horizonte<\/strong><\/p>\n<p>10,6<\/p>\n<p>0,83<\/p>\n<p>0,3<\/p>\n<p>4,37<\/p>\n<p>6,28<\/p>\n<p><strong>Bras\u00edlia<\/strong><\/p>\n<p>1,88<\/p>\n<p>0,32<\/p>\n<p>0,3<\/p>\n<p>3,25<\/p>\n<p>5,49<\/p>\n<p><strong>Porto Alegre<\/strong><\/p>\n<p>7,38<\/p>\n<p>0,85<\/p>\n<p>0,26<\/p>\n<p>4,29<\/p>\n<p>7,22<\/p>\n<p><strong>Vit\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p>1,83<\/p>\n<p>0,32<\/p>\n<p>0,26<\/p>\n<p>3,09<\/p>\n<p>&#8211;<\/p>\n<p><strong>S\u00e3o Paulo<\/strong><\/p>\n<p>24,24<\/p>\n<p>0,10<\/p>\n<p>0,20<\/p>\n<p>3,15<\/p>\n<p>5,37<\/p>\n<p><strong>Goi\u00e2nia<\/strong><\/p>\n<p>4,15<\/p>\n<p>0,64<\/p>\n<p>0,09<\/p>\n<p>3,58<\/p>\n<p>5,87<\/p>\n<p><strong>Rio de Janeiro<\/strong><\/p>\n<p>9,51<\/p>\n<p>0,92<\/p>\n<p>0,07<\/p>\n<p>4,60<\/p>\n<p>6,87<\/p>\n<p><strong>Curitiba<\/strong><\/p>\n<p>7,29<\/p>\n<p>0,47<\/p>\n<p>-0,07<\/p>\n<p>3,68<\/p>\n<p>6,40<\/p>\n<p><strong>Brasil<\/strong><\/p>\n<p><strong>100,00<\/strong><\/p>\n<p><strong>0,60<\/strong><\/p>\n<p><strong>0,26<\/strong><\/p>\n<p><strong>3,79<\/strong><\/p>\n<p><strong>6,06<\/strong><\/p>\n<p>The post IPCA de junho fica em 0,40% appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/ipca-de-junho-fica-em-040\/\" class=\"colorbox\" title=\"IPCA de junho fica em 0,40%\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"indice subind\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/indice-subind-300x200.jpg\"><\/div>\n<p>Valor \u00e9 0,06 ponto percentual menor do que o do m\u00eas de maio (0,46%). Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>O \u00edndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA) do m\u00eas de junho apresentou varia\u00e7\u00e3o de 0,40%, ficando 0,06 ponto percentual abaixo da taxa registrada no m\u00eas de maio (0,46%). Assim, o primeiro semestre do ano fechou em 3,75%, acima dos 3,15% do primeiro semestre de 2013. Considerando os \u00faltimos doze meses o \u00edndice est\u00e1 em 6,52%, acima dos 6,37% relativos aos doze meses anteriores. Em junho de 2013 a taxa foi de 0,26%.<\/p>\n<p>Grupo<br \/>\nVaria\u00e7\u00e3o (%)<br \/>\nImpacto (p.p.)<\/p>\n<p>Maio<\/p>\n<p>Junho<\/p>\n<p>Maio<\/p>\n<p>Junho<\/p>\n<p><strong>\u00cdndice Geral<\/strong><\/p>\n<p><strong>0,46<\/strong><\/p>\n<p><strong>0,40<\/strong><\/p>\n<p><strong>0,46<\/strong><\/p>\n<p><strong>0,40<\/strong><\/p>\n<p><strong>Alimenta\u00e7\u00e3o e Bebidas<\/strong><\/p>\n<p>0,58<\/p>\n<p>-0,11<\/p>\n<p>0,15<\/p>\n<p>-0,03<\/p>\n<p><strong>Habita\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>0,61<\/p>\n<p>0,55<\/p>\n<p>0,09<\/p>\n<p>0,08<\/p>\n<p><strong>Artigos de Resid\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p>1,03<\/p>\n<p>0,38<\/p>\n<p>0,05<\/p>\n<p>0,02<\/p>\n<p><strong>Vestu\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p>0,84<\/p>\n<p>0,49<\/p>\n<p>0,05<\/p>\n<p>0,03<\/p>\n<p><strong>Transportes<\/strong><\/p>\n<p>-0,45<\/p>\n<p>0,37<\/p>\n<p>-0,08<\/p>\n<p>0,07<\/p>\n<p><strong>Sa\u00fade e Cuidados Pessoais<\/strong><\/p>\n<p>0,98<\/p>\n<p>0,60<\/p>\n<p>0,11<\/p>\n<p>0,07<\/p>\n<p><strong>Despesas Pessoais<\/strong><\/p>\n<p>0,80<\/p>\n<p>1,57<\/p>\n<p>0,08<\/p>\n<p>0,17<\/p>\n<p><strong>Educa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>0,13<\/p>\n<p>0,02<\/p>\n<p>0,01<\/p>\n<p>0,00<\/p>\n<p><strong>Comunica\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>0,11<\/p>\n<p>-0,02<\/p>\n<p>0,00<\/p>\n<p>0,00<\/p>\n<p>Em desacelera\u00e7\u00e3o pelo terceiro m\u00eas consecutivo, o grupo Alimenta\u00e7\u00e3o e Bebidas foi de 0,58% em maio para -0,11% em junho, o menor resultado desde julho de 2013 (-0,33%). Os alimentos consumidos em casachegaram a apresentar queda de 0,60% em junho, ao passo que, em maio, tiveram alta de 0,41%. Parte dos produtos passou a custar menos e parte teve varia\u00e7\u00e3o reduzida, destacando-se a batata-inglesa (-11,46%) e o tomate (-9,58%) que apresentaram os mais fortes impactos para baixo, com -0,03 ponto percentual cada.<\/p>\n<p align=\"justify\">Os alimentos consumidos fora de casa (de 0,91% em maio para 0,82% em junho) apresentaram resultados abaixo do m\u00eas anterior, com destaque para a refei\u00e7\u00e3o (de 0,96% para 0,75%), refrigerante (de 1,29% para 0,51%) e cerveja (de 0,34% para 0,01%).<\/p>\n<p align=\"justify\">Dentre os alimentos que apresentaram queda ou desacelera\u00e7\u00e3o, os principais destaques foram: batata-inglesa, tomate, cenoura, farinha de mandioca, feij\u00e3o carioca, hortali\u00e7as, feij\u00e3o fradinho e cebola. Quanto aos alimentos que se apresentaram em alta no m\u00eas, os principais foram: a\u00e7a\u00ed, caf\u00e9 sol\u00favel, caf\u00e9 da manh\u00e3, leite em p\u00f3, farinha de trigo, p\u00e3o doce, presunto, lanche, biscoito, cafezinho, a\u00e7\u00facar e refrigerante consumido em casa.<\/p>\n<p align=\"justify\">N\u00e3o foi apenas o grupo Alimenta\u00e7\u00e3o e Bebidas que reduziu de um m\u00eas para o outro. Excetuando-se apenas os Transportes e Despesas Pessoais, os demais grupos apresentaram resultados mais baixos em junho.<\/p>\n<p align=\"justify\">Nas despesas com Habita\u00e7\u00e3o houve redu\u00e7\u00e3o de 0,61% em maio para 0,55% em junho, mesmo com expressivas altas na taxa de \u00e1gua e esgoto (0,95%), aluguel residencial (0,84%) e artigos de limpeza(0,92%). Isso porque a energia el\u00e9trica passou de 3,71% em maio para 0,13% em junho, tendo em vista as quedas de 3,76% no Rio de Janeiro, 1,07% em Belo Horizonte e 1,35% em Bras\u00edlia. O resultado da \u00e1gua e esgoto deu-se em fun\u00e7\u00e3o das altas ocorridas nas regi\u00f5es metropolitanas de Salvador (5,67%), com reajuste de 7,80% desde 6 de junho, e Belo Horizonte (2,79%), com reajuste de 6,18% concedido em 13 de maio.<\/p>\n<p align=\"justify\">Sa\u00fade e Cuidados Pessoais ficou em 0,60% em junho, ap\u00f3s os 0,98% do m\u00eas anterior, j\u00e1 que deixou para tr\u00e1s os reflexos do reajuste de 31 de mar\u00e7o nos pre\u00e7os dos rem\u00e9dios (de 1,47% em maio para 0,29% em junho).<\/p>\n<p align=\"justify\">Destacam-se, al\u00e9m dos grupos anteriores, fortes redu\u00e7\u00f5es nas taxas de crescimento dos Artigos de Resid\u00eancia (de 1,03% em maio para 0,38% em junho) e de Vestu\u00e1rio (de 0,84% em maio para 0,49% em junho). Os outros dois grupos que tamb\u00e9m se apresentaram abaixo do m\u00eas anterior, completando sete dos nove pesquisados, foram Comunica\u00e7\u00e3o (de 0,11% para -0,02%) e Educa\u00e7\u00e3o (de 0,13% para 0,02%).<\/p>\n<p align=\"justify\">Por outo lado, com a Copa do Mundo no Brasil, as di\u00e1rias dos hot\u00e9is aumentaram 25,33% e levaram o grupo das Despesas Pessoais a 1,57% em junho (0,80% em maio), configurando tanto a maior varia\u00e7\u00e3o quanto o principal impacto de grupo (0,17 ponto percentual).<\/p>\n<p align=\"justify\">Da mesma forma, com a Copa, as tarifas a\u00e9reas ficaram, em m\u00e9dia, 21,95% mais caras e, com isso, o grupo dos Transportes foi para 0,37%, ap\u00f3s ter registrado queda de 0,45% em maio, mesmo com o litro doetanol e da gasolina mais baratos em 3,42% e 0,72%, respectivamente. Destaca-se, ainda, a varia\u00e7\u00e3o de 0,58% nas tarifas dos \u00f4nibus urbano, ante 0,72% no m\u00eas anterior. O resultado de junho se deve \u00e0s regi\u00f5es de Belo Horizonte (2,52%), com reajuste de 7,54%, em 10 de maio; Bel\u00e9m (5,73%), com reajuste de 9,09%, em 19 de maio; e Goi\u00e2nia (0,72%), com reajuste de 3,70% em 3 de maio.<\/p>\n<p align=\"justify\">Assim, di\u00e1rias de hot\u00e9is, com 0,11 ponto percentual, aliadas \u00e0s tarifas a\u00e9reas, com 0,09 ponto, lideraram o ranking dos principais impactos. Juntas, se apropriaram de 0,20 ponto percentual e foram respons\u00e1veis pela metade do IPCA do m\u00eas.<\/p>\n<p align=\"justify\">Dentre os \u00edndices regionais, o maior foi o de Recife (0,71%), onde as di\u00e1rias dos hot\u00e9is, com alta de 32,69% e peso de 0,94%, exerceram impacto de 0,31 ponto percentual no resultado. O menor \u00edndice foi o de Bel\u00e9m (0,21%), em virtude da queda de 0,56% nos alimentos consumidos em casa.<\/p>\n<p align=\"justify\">A seguir encontra-se a tabela com os resultados mensais por regi\u00e3o pesquisada.<\/p>\n<p>Regi\u00e3o<\/p>\n<p>Peso Regional (%)<\/p>\n<p>Varia\u00e7\u00e3o mensal (%)<\/p>\n<p>Varia\u00e7\u00e3o Acumulada (%)<\/p>\n<p><strong>Maio<\/strong><\/p>\n<p><strong>Junho<\/strong><\/p>\n<p><strong>Ano<\/strong><\/p>\n<p><strong>12 meses<\/strong><\/p>\n<p><strong>Recife<\/strong><\/p>\n<p>5,05<\/p>\n<p>1,16<\/p>\n<p>0,71<\/p>\n<p>4,40<\/p>\n<p>7,16<\/p>\n<p><strong>Salvador<\/strong><\/p>\n<p>7,35<\/p>\n<p>0,38<\/p>\n<p>0,66<\/p>\n<p>3,82<\/p>\n<p>5,74<\/p>\n<p><strong>Bras\u00edlia<\/strong><\/p>\n<p>2,80<\/p>\n<p>-0,08<\/p>\n<p>0,55<\/p>\n<p>2,84<\/p>\n<p>6,02<\/p>\n<p><strong>Campo Grande<\/strong><\/p>\n<p>1,51<\/p>\n<p>0,32<\/p>\n<p>0,45<\/p>\n<p>3,66<\/p>\n<p>&#8211;<\/p>\n<p><strong>Belo Horizonte<\/strong><\/p>\n<p>10,86<\/p>\n<p>0,67<\/p>\n<p>0,42<\/p>\n<p>4,07<\/p>\n<p>6,28<\/p>\n<p><strong>Vit\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p>1,78<\/p>\n<p>0,31<\/p>\n<p>0,42<\/p>\n<p>3,09<\/p>\n<p>&#8211;<\/p>\n<p><strong>Rio de Janeiro<\/strong><\/p>\n<p>12,06<\/p>\n<p>0,55<\/p>\n<p>0,40<\/p>\n<p>4,29<\/p>\n<p>7,33<\/p>\n<p><strong>Curitiba<\/strong><\/p>\n<p>7,79<\/p>\n<p>0,46<\/p>\n<p>0,37<\/p>\n<p>3,92<\/p>\n<p>7,21<\/p>\n<p><strong>S\u00e3o Paulo<\/strong><\/p>\n<p>30,67<\/p>\n<p>0,12<\/p>\n<p>0,37<\/p>\n<p>3,43<\/p>\n<p>6,32<\/p>\n<p><strong>Fortaleza<\/strong><\/p>\n<p>3,49<\/p>\n<p>0,95<\/p>\n<p>0,35<\/p>\n<p>3,77<\/p>\n<p>6,57<\/p>\n<p><strong>Porto Alegre<\/strong><\/p>\n<p>8,40<\/p>\n<p>0,75<\/p>\n<p>0,29<\/p>\n<p>4,10<\/p>\n<p>7,23<\/p>\n<p><strong>Goi\u00e2nia<\/strong><\/p>\n<p>3,59<\/p>\n<p>0,41<\/p>\n<p>0,27<\/p>\n<p>3,44<\/p>\n<p>6,29<\/p>\n<p><strong>Bel\u00e9m<\/strong><\/p>\n<p>4,65<\/p>\n<p>0,79<\/p>\n<p>0,21<\/p>\n<p>2,97<\/p>\n<p>5,43<\/p>\n<p><strong>Brasil<\/strong><\/p>\n<p><strong>100,00<\/strong><\/p>\n<p><strong>0,46<\/strong><\/p>\n<p><strong>0,40<\/strong><\/p>\n<p><strong>3,75<\/strong><\/p>\n<p><strong>6,52<\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">O IPCA \u00e9 calculado pelo IBGE desde 1980, se refere \u00e0s fam\u00edlias com rendimento monet\u00e1rio de 01 a 40 sal\u00e1rios m\u00ednimos, qualquer que seja a fonte, e abrange dez regi\u00f5es metropolitanas do pa\u00eds, al\u00e9m dos munic\u00edpios de Goi\u00e2nia, Campo Grande e de Bras\u00edlia. Para c\u00e1lculo do \u00edndice do m\u00eas foram comparados os pre\u00e7os coletados no per\u00edodo de 29 de maio a 27 de junho de 2014 (refer\u00eancia) com os pre\u00e7os vigentes no per\u00edodo de 29 de abril a 28 de maio de 2014 (base).<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>INPC variou 0,26% em junho<\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\">O \u00edndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor (INPC) apresentou varia\u00e7\u00e3o de 0,26% em junho e ficou abaixo do resultado de 0,60% de maio em 0,34 ponto percentual. Com isso, o primeiro semestre do ano fechou em 3,79%, 0,49 ponto percentual acima da taxa de 3,30% relativa ao primeiro semestre de 2013. Considerando os \u00faltimos doze meses, o \u00edndice est\u00e1 em 6,06%, abaixo dos 6,08% relativos aos doze meses anteriores. Em junho de 2013, o INPC foi de 0,28%.<\/p>\n<p align=\"justify\">Os produtos aliment\u00edcios apresentaram queda de 0,14% em junho, enquanto para os n\u00e3o aliment\u00edcioshouve alta de 0,44%. Em maio, os resultados foram de 0,64% e 0,59%, respectivamente.<\/p>\n<p align=\"justify\">Dentre os \u00edndices regionais, o maior foi o de Salvador (0,50%) onde a taxa de \u00e1gua e esgoto apresentou alta de 5,66% em fun\u00e7\u00e3o do reajuste de 7,80% em vigor de 6 de junho e da energia el\u00e9trica (4,42%) refletindo o restante do reajuste de 14,69% de 22 de abril. O menor \u00edndice foi o de Curitiba (-0,07%) em virtude da queda 0,50% nos pre\u00e7os dos alimentos consumidos em casa al\u00e9m da queda de 3,49% nos pre\u00e7os dagasolina e de 4,47% nos do etanol. A seguir, tabela com os resultados mensais por regi\u00e3o pesquisada. <strong>(IBGE)<\/strong><\/p>\n<p>Regi\u00e3o<\/p>\n<p>Peso Regional (%)<\/p>\n<p>Varia\u00e7\u00e3o mensal (%)<\/p>\n<p>Varia\u00e7\u00e3o Acumulada (%)<\/p>\n<p><strong>Maio<\/strong><\/p>\n<p><strong>Junho<\/strong><\/p>\n<p><strong>Ano<\/strong><\/p>\n<p><strong>12 meses<\/strong><\/p>\n<p><strong>Salvador<\/strong><\/p>\n<p>10,67<\/p>\n<p>0,48<\/p>\n<p>0,5<\/p>\n<p>3,82<\/p>\n<p>5,51<\/p>\n<p><strong>Campo Grande<\/strong><\/p>\n<p>1,64<\/p>\n<p>0,45<\/p>\n<p>0,47<\/p>\n<p>3,88<\/p>\n<p>&#8211;<\/p>\n<p><strong>Recife<\/strong><\/p>\n<p>7,17<\/p>\n<p>1,14<\/p>\n<p>0,44<\/p>\n<p>4,1<\/p>\n<p>6,65<\/p>\n<p><strong>Fortaleza<\/strong><\/p>\n<p>6,61<\/p>\n<p>1,02<\/p>\n<p>0,39<\/p>\n<p>3,93<\/p>\n<p>6,75<\/p>\n<p><strong>Bel\u00e9m<\/strong><\/p>\n<p>7,03<\/p>\n<p>0,9<\/p>\n<p>0,31<\/p>\n<p>3,35<\/p>\n<p>5,54<\/p>\n<p><strong>Belo Horizonte<\/strong><\/p>\n<p>10,6<\/p>\n<p>0,83<\/p>\n<p>0,3<\/p>\n<p>4,37<\/p>\n<p>6,28<\/p>\n<p><strong>Bras\u00edlia<\/strong><\/p>\n<p>1,88<\/p>\n<p>0,32<\/p>\n<p>0,3<\/p>\n<p>3,25<\/p>\n<p>5,49<\/p>\n<p><strong>Porto Alegre<\/strong><\/p>\n<p>7,38<\/p>\n<p>0,85<\/p>\n<p>0,26<\/p>\n<p>4,29<\/p>\n<p>7,22<\/p>\n<p><strong>Vit\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p>1,83<\/p>\n<p>0,32<\/p>\n<p>0,26<\/p>\n<p>3,09<\/p>\n<p>&#8211;<\/p>\n<p><strong>S\u00e3o Paulo<\/strong><\/p>\n<p>24,24<\/p>\n<p>0,10<\/p>\n<p>0,20<\/p>\n<p>3,15<\/p>\n<p>5,37<\/p>\n<p><strong>Goi\u00e2nia<\/strong><\/p>\n<p>4,15<\/p>\n<p>0,64<\/p>\n<p>0,09<\/p>\n<p>3,58<\/p>\n<p>5,87<\/p>\n<p><strong>Rio de Janeiro<\/strong><\/p>\n<p>9,51<\/p>\n<p>0,92<\/p>\n<p>0,07<\/p>\n<p>4,60<\/p>\n<p>6,87<\/p>\n<p><strong>Curitiba<\/strong><\/p>\n<p>7,29<\/p>\n<p>0,47<\/p>\n<p>-0,07<\/p>\n<p>3,68<\/p>\n<p>6,40<\/p>\n<p><strong>Brasil<\/strong><\/p>\n<p><strong>100,00<\/strong><\/p>\n<p><strong>0,60<\/strong><\/p>\n<p><strong>0,26<\/strong><\/p>\n<p><strong>3,79<\/strong><\/p>\n<p><strong>6,06<\/strong><\/p>\n<p>The post IPCA de junho fica em 0,40% appeared first on Economia SC.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-2697","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","no-post-thumbnail"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2697","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2697"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2697\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2697"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2697"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2697"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}