{"id":2615,"date":"2014-07-02T13:22:00","date_gmt":"2014-07-02T13:22:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/brasileiros-tem-gastos-extras-em-funcao-da-copa\/"},"modified":"2014-07-02T13:22:00","modified_gmt":"2014-07-02T13:22:00","slug":"brasileiros-tem-gastos-extras-em-funcao-da-copa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/brasileiros-tem-gastos-extras-em-funcao-da-copa\/","title":{"rendered":"Brasileiros t\u00eam gastos extras em fun\u00e7\u00e3o da Copa"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"copa do mundo torcida\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/copa-do-mundo-torcida-300x173.jpg\"><\/div>\n<p>Segundo o SPC Brasil, 58% n\u00e3o se planejam para os pequenos gastos do per\u00edodo. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>De acordo com a pesquisa realizada com 2.558 consumidores nas 12 cidades-sede, 72% dos entrevistados t\u00eam a inten\u00e7\u00e3o de assumir gastos extras durante a Copa do Mundo, principalmente com alimenta\u00e7\u00e3o e bebidas, a fim de acompanhar os jogos na companhia de amigos e familiares. Segundo estimativa do SPC Brasil, esse percentual representa pouco mais de 14 milh\u00f5es de pessoas se consideradas apenas as 12 capitais que recebem partidas do mundial.<\/p>\n<p>Levando em conta os itens mais citados da lista de inten\u00e7\u00e3o de compras, em primeiro lugar aparecem os refrigerantes (84%), seguidos pelos salgadinhos e tira-gostos (50%), churrasco (40%) e cervejas (39%). Os brasileiros tamb\u00e9m pretendem ter gastos extras com roupas e acess\u00f3rios tem\u00e1ticos, como uniformes da sele\u00e7\u00e3o, camisas com as cores do Brasil, bon\u00e9s, bandeiras, cornetas e vuvuzelas, lembrados por 45% da amostra. Em seguida, v\u00eam os gastos com decora\u00e7\u00e3o (40%), apostas em bol\u00f5es (29%), despesas com assinatura de TV a cabo (20%) e aquisi\u00e7\u00e3o de novos aparelhos de TV (19%).<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o do presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, o levantamento constata que o aumento de gastos do brasileiro no per\u00edodo da Copa \u00e9 restrito a setores espec\u00edficos da economia, como supermercados (alimenta\u00e7\u00e3o e bebidas), servi\u00e7os de bares e restaurantes e produtos tem\u00e1ticos. \u201cO mundial impulsiona a economia, mas de modo muito concentrado. Enquanto alguns setores do com\u00e9rcio e servi\u00e7os devem lucrar com o aumento da procura, outros como os bens de maior valor agregado devem registrar preju\u00edzos. A Copa do Mundo n\u00e3o aquece a economia como um todo\u201d, explica Pellizaro Junior.<\/p>\n<p>Um exemplo que corrobora a tese de que os gastos no per\u00edodo do mundial s\u00e3o, em geral, de ticket m\u00e9dio mais baixo, \u00e9 que o dinheiro prevalece como forma de pagamento mais comum entre os que consomem comidas e bebidas (53%), roupas e acess\u00f3rios tem\u00e1ticos (46%) e itens de decora\u00e7\u00e3o (71%). O cart\u00e3o de cr\u00e9dito parcelado \u00e9 mais presente dentre aqueles que t\u00eam a inten\u00e7\u00e3o de comprar aparelhos de TV, com 53% de prefer\u00eancia.<\/p>\n<p>De acordo com o estudo, 83% dos entrevistados disseram que assistiram ou assistiriam \u00e0 pelo menos uma partida do mundial, sendo que 59% pretendiam ver n\u00e3o apenas os jogos do Brasil, como tamb\u00e9m os de outras sele\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Para a maioria dos brasileiros, assistir aos jogos da Copa do Mundo significa estar na companhia de amigos e familiares, tanto que seis em cada dez consumidores ouvidos (58%) revelaram a inten\u00e7\u00e3o de assistir a alguma partida em casa reunidos com outras pessoas. Quase um quarto dos entrevistados (23%) disseram preferir ver as partidas em bares, restaurantes ou ambientes similares e 9% nos pr\u00f3prios est\u00e1dios.<\/p>\n<p>Dentre os entrevistados que adquiriram entradas para assistir as partidas direto da arquibancada, 23% o fariam longe de seus locais de origem, sendo as cidades de Fortaleza (40%), Rio de Janeiro (39%), Belo Horizonte (27%) e S\u00e3o Paulo (24%) como os principais destinos. N\u00e3o por acaso, cidades escaladas para receber jogos da sele\u00e7\u00e3o brasileira, al\u00e9m da partida final.<\/p>\n<p>O SPC Brasil tamb\u00e9m perguntou aos moradores das cidades-sede se eles teriam feito alguma reserva financeira para lidar com os gastos extras do per\u00edodo e apurou que 58% n\u00e3o fizeram qualquer tipo de planejamento, principalmente, por entenderem que as despesas n\u00e3o seriam altas ao ponto de comprometer as pr\u00f3prias finan\u00e7as. Outros 27% afirmam ter feito uma reserva para cobrir os gastos e 9% admite que acabar\u00e1 gastando mais do que efetivamente pode.<\/p>\n<p>\u201cMuitas vezes, no calor das comemora\u00e7\u00f5es, o consumidor n\u00e3o se preocupa com os pequenos gastos com souvenires e bebidas, que acumulados, podem comprometer o or\u00e7amento. Se voc\u00ea gastar, por exemplo, R$ 50,00 em cada partida que for assistir e em cada bol\u00e3o que for participar, o preju\u00edzo pode ser significativo\u201d, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.<\/p>\n<p>Outra dica da economista \u00e9 fazer um acordo com os amigos e familiares antes de assistir aos jogos, definindo a quantidade de pessoas que ir\u00e3o comparecer e tamb\u00e9m sobre quais itens cada um ficar\u00e1 respons\u00e1vel por levar. Assim todos aproveitam os jogos, sem preju\u00edzo para nenhum lado.<\/p>\n<p><strong>Pre\u00e7os mais salgados<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 uma percep\u00e7\u00e3o generalizada pelos consumidores ouvidos no levantamento de que houve aumento nos pre\u00e7os praticados pelos comerciantes e prestadores de servi\u00e7os. Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s casas noturnas, restaurantes e bares, por exemplo, o percentual chega a 78%, 80% e 81% da amostra, respectivamente. Outro setor com percep\u00e7\u00e3o de aumento expressivo \u00e9 o de supermercados, lembrados por 57% dos entrevistados. Considerando hot\u00e9is e pousadas, o percentual \u00e9 ainda maior e chega a 93% da amostra.<\/p>\n<p>\u201cA alta de pre\u00e7os verificada nesse per\u00edodo est\u00e1 muito ligada ao crescimento da demanda e atinge itens espec\u00edficos e ligados ao contexto do mundial. Ap\u00f3s o fim do evento, provavelmente, haver\u00e1 um arrefecimento. O aumento dos pre\u00e7os \u00e9 mais um sinal de alerta para o brasileiro consumir com consci\u00eancia nesse per\u00edodo\u201d, explica Marcela Kawauti.<\/p>\n<p><strong>Melhor do que o esperado<\/strong><\/p>\n<p>Vai ter mesmo Copa do Mundo no Brasil? A poucas semanas do mundial de 2014, essa pergunta ainda rondava as redes sociais e pautava os principais ve\u00edculos de imprensa, sintetizando certo pessimismo e desconfian\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 capacidade do Brasil em organizar um evento deste porte. Passada algumas semanas, o engajamento das pessoas ficou evidente nos est\u00e1dios e em seus entornos, nas ruas, nos bares e restaurantes das cidades escolhidas para receber as partidas do mundial.<\/p>\n<p>Segundo a pesquisa, 41% dos brasileiros s\u00e3o favor\u00e1veis \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o da Copa do Mundo no Brasil, sobretudo, os moradores de Manaus (56%) e Natal (55%). Outros 19% s\u00e3o indiferentes e 38% contr\u00e1rios a sua organiza\u00e7\u00e3o. Os que menos apoiam a realiza\u00e7\u00e3o da Copa s\u00e3o os portoalegrenses (46%), belorizontinos (44%), curitibanos (44%) e paulistanos (43%).<\/p>\n<p>Apesar do equil\u00edbrio entre as opini\u00f5es, mais da metade dos entrevistados (53%) disseram estar bastante envolvidos com a competi\u00e7\u00e3o, considerando sua viv\u00eancia e a participa\u00e7\u00e3o no evento. Moradores de Recife (61%) e Manaus (59%) s\u00e3o os mais participativos e os de Belo Horizonte (44%) e de Porto Alegre (46%), os menos motivados com a Copa.<\/p>\n<p>Quando estimulados a avaliar a Copa do Mundo de zero a 10, metade da amostra atribuiu nota igual ou superior a sete para o mundial, com destaque para os residentes de Manaus (70%) e Natal (71%). Os menos entusiasmados s\u00e3o os moradores de Belo Horizonte e Curitiba, com 29% e 26%, respectivamente, atribuindo nota que varia entre um e quatro para a competi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Para 41% dos entrevistados a realiza\u00e7\u00e3o da Copa superou as expectativas, principalmente para os residentes de Manaus (54%) e Natal (53%). Por outro lado, 21% dos paulistanos e 14% dos cariocas pensam que o mundial est\u00e1 abaixo do esperado. \u201cA perda de f\u00f4lego das manifesta\u00e7\u00f5es e das greves durante a Copa, assim como poucos registros de ocorr\u00eancias graves contribu\u00edram para a melhora do humor do brasileiro\u201d, explica Pellizzaro Junior.<\/p>\n<p>The post Brasileiros t\u00eam gastos extras em fun\u00e7\u00e3o da Copa appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/brasileiros-tem-gastos-extras-em-funcao-da-copa\/\" class=\"colorbox\" title=\"Brasileiros t\u00eam gastos extras em fun\u00e7\u00e3o da Copa\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"copa do mundo torcida\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/copa-do-mundo-torcida-300x173.jpg\"><\/div>\n<p>Segundo o SPC Brasil, 58% n\u00e3o se planejam para os pequenos gastos do per\u00edodo. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>De acordo com a pesquisa realizada com 2.558 consumidores nas 12 cidades-sede, 72% dos entrevistados t\u00eam a inten\u00e7\u00e3o de assumir gastos extras durante a Copa do Mundo, principalmente com alimenta\u00e7\u00e3o e bebidas, a fim de acompanhar os jogos na companhia de amigos e familiares. Segundo estimativa do SPC Brasil, esse percentual representa pouco mais de 14 milh\u00f5es de pessoas se consideradas apenas as 12 capitais que recebem partidas do mundial.<\/p>\n<p>Levando em conta os itens mais citados da lista de inten\u00e7\u00e3o de compras, em primeiro lugar aparecem os refrigerantes (84%), seguidos pelos salgadinhos e tira-gostos (50%), churrasco (40%) e cervejas (39%). Os brasileiros tamb\u00e9m pretendem ter gastos extras com roupas e acess\u00f3rios tem\u00e1ticos, como uniformes da sele\u00e7\u00e3o, camisas com as cores do Brasil, bon\u00e9s, bandeiras, cornetas e vuvuzelas, lembrados por 45% da amostra. Em seguida, v\u00eam os gastos com decora\u00e7\u00e3o (40%), apostas em bol\u00f5es (29%), despesas com assinatura de TV a cabo (20%) e aquisi\u00e7\u00e3o de novos aparelhos de TV (19%).<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o do presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, o levantamento constata que o aumento de gastos do brasileiro no per\u00edodo da Copa \u00e9 restrito a setores espec\u00edficos da economia, como supermercados (alimenta\u00e7\u00e3o e bebidas), servi\u00e7os de bares e restaurantes e produtos tem\u00e1ticos. \u201cO mundial impulsiona a economia, mas de modo muito concentrado. Enquanto alguns setores do com\u00e9rcio e servi\u00e7os devem lucrar com o aumento da procura, outros como os bens de maior valor agregado devem registrar preju\u00edzos. A Copa do Mundo n\u00e3o aquece a economia como um todo\u201d, explica Pellizaro Junior.<\/p>\n<p>Um exemplo que corrobora a tese de que os gastos no per\u00edodo do mundial s\u00e3o, em geral, de ticket m\u00e9dio mais baixo, \u00e9 que o dinheiro prevalece como forma de pagamento mais comum entre os que consomem comidas e bebidas (53%), roupas e acess\u00f3rios tem\u00e1ticos (46%) e itens de decora\u00e7\u00e3o (71%). O cart\u00e3o de cr\u00e9dito parcelado \u00e9 mais presente dentre aqueles que t\u00eam a inten\u00e7\u00e3o de comprar aparelhos de TV, com 53% de prefer\u00eancia.<\/p>\n<p>De acordo com o estudo, 83% dos entrevistados disseram que assistiram ou assistiriam \u00e0 pelo menos uma partida do mundial, sendo que 59% pretendiam ver n\u00e3o apenas os jogos do Brasil, como tamb\u00e9m os de outras sele\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Para a maioria dos brasileiros, assistir aos jogos da Copa do Mundo significa estar na companhia de amigos e familiares, tanto que seis em cada dez consumidores ouvidos (58%) revelaram a inten\u00e7\u00e3o de assistir a alguma partida em casa reunidos com outras pessoas. Quase um quarto dos entrevistados (23%) disseram preferir ver as partidas em bares, restaurantes ou ambientes similares e 9% nos pr\u00f3prios est\u00e1dios.<\/p>\n<p>Dentre os entrevistados que adquiriram entradas para assistir as partidas direto da arquibancada, 23% o fariam longe de seus locais de origem, sendo as cidades de Fortaleza (40%), Rio de Janeiro (39%), Belo Horizonte (27%) e S\u00e3o Paulo (24%) como os principais destinos. N\u00e3o por acaso, cidades escaladas para receber jogos da sele\u00e7\u00e3o brasileira, al\u00e9m da partida final.<\/p>\n<p>O SPC Brasil tamb\u00e9m perguntou aos moradores das cidades-sede se eles teriam feito alguma reserva financeira para lidar com os gastos extras do per\u00edodo e apurou que 58% n\u00e3o fizeram qualquer tipo de planejamento, principalmente, por entenderem que as despesas n\u00e3o seriam altas ao ponto de comprometer as pr\u00f3prias finan\u00e7as. Outros 27% afirmam ter feito uma reserva para cobrir os gastos e 9% admite que acabar\u00e1 gastando mais do que efetivamente pode.<\/p>\n<p>\u201cMuitas vezes, no calor das comemora\u00e7\u00f5es, o consumidor n\u00e3o se preocupa com os pequenos gastos com souvenires e bebidas, que acumulados, podem comprometer o or\u00e7amento. Se voc\u00ea gastar, por exemplo, R$ 50,00 em cada partida que for assistir e em cada bol\u00e3o que for participar, o preju\u00edzo pode ser significativo\u201d, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.<\/p>\n<p>Outra dica da economista \u00e9 fazer um acordo com os amigos e familiares antes de assistir aos jogos, definindo a quantidade de pessoas que ir\u00e3o comparecer e tamb\u00e9m sobre quais itens cada um ficar\u00e1 respons\u00e1vel por levar. Assim todos aproveitam os jogos, sem preju\u00edzo para nenhum lado.<\/p>\n<p><strong>Pre\u00e7os mais salgados<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 uma percep\u00e7\u00e3o generalizada pelos consumidores ouvidos no levantamento de que houve aumento nos pre\u00e7os praticados pelos comerciantes e prestadores de servi\u00e7os. Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s casas noturnas, restaurantes e bares, por exemplo, o percentual chega a 78%, 80% e 81% da amostra, respectivamente. Outro setor com percep\u00e7\u00e3o de aumento expressivo \u00e9 o de supermercados, lembrados por 57% dos entrevistados. Considerando hot\u00e9is e pousadas, o percentual \u00e9 ainda maior e chega a 93% da amostra.<\/p>\n<p>\u201cA alta de pre\u00e7os verificada nesse per\u00edodo est\u00e1 muito ligada ao crescimento da demanda e atinge itens espec\u00edficos e ligados ao contexto do mundial. Ap\u00f3s o fim do evento, provavelmente, haver\u00e1 um arrefecimento. O aumento dos pre\u00e7os \u00e9 mais um sinal de alerta para o brasileiro consumir com consci\u00eancia nesse per\u00edodo\u201d, explica Marcela Kawauti.<\/p>\n<p><strong>Melhor do que o esperado<\/strong><\/p>\n<p>Vai ter mesmo Copa do Mundo no Brasil? A poucas semanas do mundial de 2014, essa pergunta ainda rondava as redes sociais e pautava os principais ve\u00edculos de imprensa, sintetizando certo pessimismo e desconfian\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 capacidade do Brasil em organizar um evento deste porte. Passada algumas semanas, o engajamento das pessoas ficou evidente nos est\u00e1dios e em seus entornos, nas ruas, nos bares e restaurantes das cidades escolhidas para receber as partidas do mundial.<\/p>\n<p>Segundo a pesquisa, 41% dos brasileiros s\u00e3o favor\u00e1veis \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o da Copa do Mundo no Brasil, sobretudo, os moradores de Manaus (56%) e Natal (55%). Outros 19% s\u00e3o indiferentes e 38% contr\u00e1rios a sua organiza\u00e7\u00e3o. Os que menos apoiam a realiza\u00e7\u00e3o da Copa s\u00e3o os portoalegrenses (46%), belorizontinos (44%), curitibanos (44%) e paulistanos (43%).<\/p>\n<p>Apesar do equil\u00edbrio entre as opini\u00f5es, mais da metade dos entrevistados (53%) disseram estar bastante envolvidos com a competi\u00e7\u00e3o, considerando sua viv\u00eancia e a participa\u00e7\u00e3o no evento. Moradores de Recife (61%) e Manaus (59%) s\u00e3o os mais participativos e os de Belo Horizonte (44%) e de Porto Alegre (46%), os menos motivados com a Copa.<\/p>\n<p>Quando estimulados a avaliar a Copa do Mundo de zero a 10, metade da amostra atribuiu nota igual ou superior a sete para o mundial, com destaque para os residentes de Manaus (70%) e Natal (71%). Os menos entusiasmados s\u00e3o os moradores de Belo Horizonte e Curitiba, com 29% e 26%, respectivamente, atribuindo nota que varia entre um e quatro para a competi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Para 41% dos entrevistados a realiza\u00e7\u00e3o da Copa superou as expectativas, principalmente para os residentes de Manaus (54%) e Natal (53%). Por outro lado, 21% dos paulistanos e 14% dos cariocas pensam que o mundial est\u00e1 abaixo do esperado. \u201cA perda de f\u00f4lego das manifesta\u00e7\u00f5es e das greves durante a Copa, assim como poucos registros de ocorr\u00eancias graves contribu\u00edram para a melhora do humor do brasileiro\u201d, explica Pellizzaro Junior.<\/p>\n<p>The post Brasileiros t\u00eam gastos extras em fun\u00e7\u00e3o da Copa appeared first on Economia SC.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-2615","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","no-post-thumbnail"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2615","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2615"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2615\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2615"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2615"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2615"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}