{"id":2586,"date":"2014-07-01T12:01:00","date_gmt":"2014-07-01T12:01:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/acordo-automotivo-brasil-argentina-entra-em-vigor\/"},"modified":"2014-07-01T12:01:00","modified_gmt":"2014-07-01T12:01:00","slug":"acordo-automotivo-brasil-argentina-entra-em-vigor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/acordo-automotivo-brasil-argentina-entra-em-vigor\/","title":{"rendered":"Acordo automotivo Brasil-Argentina entra em vigor"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Sistema flex prev\u00ea que o Brasil poder\u00e1 vender com isen\u00e7\u00e3o de impostos. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/carros_090926_renatoaraujo.abr_.jpg\"><\/div>\n<p>Sistema flex prev\u00ea que o Brasil poder\u00e1 vender com isen\u00e7\u00e3o de impostos. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Entra em vigor nesta ter\u00e7a-feira, dia 1\u00b0, o acordo automotivo firmado no in\u00edcio de junho pelo Brasil e a Argentina.  O entendimento vale at\u00e9 30 de junho de 2015. A previs\u00e3o \u00e9 que, no per\u00edodo, os dois pa\u00edses continuem em negocia\u00e7\u00e3o, e, a partir do meio do ano que vem, implementem novo regime bilateral, com amplia\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio e da pol\u00edtica industrial comum no setor de autope\u00e7as e a garantia da seguran\u00e7a dos ve\u00edculos. O acordo reativa o sistema flex, que prev\u00ea que o Brasil poder\u00e1 vender com isen\u00e7\u00e3o de impostos, no m\u00e1ximo US$ 1,5, para cada US$ 1 importado do pa\u00eds vizinho.<\/p>\n<p>O protocolo assinado com os argentinos prev\u00ea ainda que os setores produtivos dos dois pa\u00edses mantenham uma participa\u00e7\u00e3o m\u00ednima nos respectivos mercados de ve\u00edculos, de 11% de autom\u00f3veis argentinos no Brasil e 44,3% de brasileiros na Argentina. Os compromissos foram assumidos pela Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Fabricantes de Ve\u00edculos Automotores e o Sindicato Nacional da Ind\u00fastria de Componentes para Ve\u00edculos Automotores, do lado do Brasil, e pela Associa\u00e7\u00e3o de F\u00e1bricas de Automotores, Associa\u00e7\u00e3o de F\u00e1bricas Argentinas de Componentes e Associa\u00e7\u00e3o de Industriais Metal\u00fargicos da Rep\u00fablica Argentina, do lado do pa\u00eds vizinho.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio de Ind\u00fastria argentino, Javier Lando, disse nessa segunda-feira, dia 30, que o acordo possibilitar\u00e1 que um maior n\u00famero de ve\u00edculos argentinos seja comercializado no Brasil. O pa\u00eds adquire 90% do total de carros exportado pela Argentina. \u201cTer o acordo para que haja maior participa\u00e7\u00e3o dos ve\u00edculos no Brasil vai garantir uma reativa\u00e7\u00e3o dos terminais para o mercado externo\u201d, declarou. Segundo ele, o protocolo com o Brasil e o Procreauto, programa de empr\u00e9stimos argentino, ajudar\u00e3o a aumentar a produ\u00e7\u00e3o nacional em 120 mil unidades.<\/p>\n<p>O acordo come\u00e7a a vigorar em um momento de vulnerabilidade econ\u00f4mica para a Argentina. Depois da crise financeira de 2001, Buenos Aires conseguiu chegar a acordo com 93% dos credores para reestruturar a sua d\u00edvida e est\u00e1 pagando regularmente o que foi acertado. Os restantes 7%, no entanto, recusaram o acordo e um juiz norte-americano, Thomas Griesa, decidiu que a Argentina tem de pagar a fundos especulativos detentores de d\u00edvida n\u00e3o reestruturada, conhecidos como fundos abutres. Eles reclamam 100% do valor nominal dos t\u00edtulos que t\u00eam.<\/p>\n<p>Apesar de na \u00faltima quinta-feira, dia 26, a Argentina ter depositado US$ 1 bilh\u00e3o destinado a pagar os credores que aceitaram negociar, Griese ordenou a restitui\u00e7\u00e3o da verba \u00e0s autoridades do pa\u00eds enquanto ocorrem negocia\u00e7\u00f5es sobre as modalidades de pagamentos. Como os contratos de reestrutura\u00e7\u00e3o de d\u00edvida d\u00e3o um prazo de car\u00eancia de 30 dias para pagamento da parcela vencida nesta segunda-feira, a Argentina tem um m\u00eas para evitar que seja declarado o calote.  <strong><em><em>(Ag\u00eancia Brasil, c<\/em>om informa\u00e7\u00f5es da Telam e Ag\u00eancia Lusa )<\/em><\/strong><\/p>\n<p>The post Acordo automotivo Brasil-Argentina entra em vigor appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/acordo-automotivo-brasil-argentina-entra-em-vigor\/\" class=\"colorbox\" title=\"Acordo automotivo Brasil-Argentina entra em vigor\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Sistema flex prev\u00ea que o Brasil poder\u00e1 vender com isen\u00e7\u00e3o de impostos. 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O acordo reativa o sistema flex, que prev\u00ea que o Brasil poder\u00e1 vender com isen\u00e7\u00e3o de impostos, no m\u00e1ximo US$ 1,5, para cada US$ 1 importado do pa\u00eds vizinho.<\/p>\n<p>O protocolo assinado com os argentinos prev\u00ea ainda que os setores produtivos dos dois pa\u00edses mantenham uma participa\u00e7\u00e3o m\u00ednima nos respectivos mercados de ve\u00edculos, de 11% de autom\u00f3veis argentinos no Brasil e 44,3% de brasileiros na Argentina. Os compromissos foram assumidos pela Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Fabricantes de Ve\u00edculos Automotores e o Sindicato Nacional da Ind\u00fastria de Componentes para Ve\u00edculos Automotores, do lado do Brasil, e pela Associa\u00e7\u00e3o de F\u00e1bricas de Automotores, Associa\u00e7\u00e3o de F\u00e1bricas Argentinas de Componentes e Associa\u00e7\u00e3o de Industriais Metal\u00fargicos da Rep\u00fablica Argentina, do lado do pa\u00eds vizinho.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio de Ind\u00fastria argentino, Javier Lando, disse nessa segunda-feira, dia 30, que o acordo possibilitar\u00e1 que um maior n\u00famero de ve\u00edculos argentinos seja comercializado no Brasil. O pa\u00eds adquire 90% do total de carros exportado pela Argentina. \u201cTer o acordo para que haja maior participa\u00e7\u00e3o dos ve\u00edculos no Brasil vai garantir uma reativa\u00e7\u00e3o dos terminais para o mercado externo\u201d, declarou. Segundo ele, o protocolo com o Brasil e o Procreauto, programa de empr\u00e9stimos argentino, ajudar\u00e3o a aumentar a produ\u00e7\u00e3o nacional em 120 mil unidades.<\/p>\n<p>O acordo come\u00e7a a vigorar em um momento de vulnerabilidade econ\u00f4mica para a Argentina. Depois da crise financeira de 2001, Buenos Aires conseguiu chegar a acordo com 93% dos credores para reestruturar a sua d\u00edvida e est\u00e1 pagando regularmente o que foi acertado. Os restantes 7%, no entanto, recusaram o acordo e um juiz norte-americano, Thomas Griesa, decidiu que a Argentina tem de pagar a fundos especulativos detentores de d\u00edvida n\u00e3o reestruturada, conhecidos como fundos abutres. Eles reclamam 100% do valor nominal dos t\u00edtulos que t\u00eam.<\/p>\n<p>Apesar de na \u00faltima quinta-feira, dia 26, a Argentina ter depositado US$ 1 bilh\u00e3o destinado a pagar os credores que aceitaram negociar, Griese ordenou a restitui\u00e7\u00e3o da verba \u00e0s autoridades do pa\u00eds enquanto ocorrem negocia\u00e7\u00f5es sobre as modalidades de pagamentos. 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