{"id":2195,"date":"2014-06-09T14:24:00","date_gmt":"2014-06-09T14:24:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/workshop-mostra-potencial-para-mercado-break-bulk\/"},"modified":"2014-06-09T14:24:00","modified_gmt":"2014-06-09T14:24:00","slug":"workshop-mostra-potencial-para-mercado-break-bulk","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/workshop-mostra-potencial-para-mercado-break-bulk\/","title":{"rendered":"Workshop mostra potencial para mercado Break Bulk"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"porto itapo\u00e1\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/porto-itapo%C3%A1-300x225.jpg\"><\/div>\n<p>Segundo especialista, portos precisam se diferenciar com servi\u00e7os de valor. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>O Brasil movimenta 45 milh\u00f5es de toneladas ao ano de carga geral (Break Bulk) em seus portos e este mercado deve crescer uma m\u00e9dia de 3,5% ao ano nos pr\u00f3ximos 15 anos, em uma proje\u00e7\u00e3o conservadora do PNLP (Plano Nacional de Log\u00edstica Portu\u00e1ria). Os n\u00fameros foram apresentados pelo s\u00f3cio executivo do Instituto de Log\u00edstica e Supply Chain (ILOS), Andre Zajdenweber, durante o workshop sobre Break Bulk organizado pelo TESC (Terminal Portu\u00e1rio Santa Catarina), de S\u00e3o Francisco do Sul, no \u00faltimo dia 3, em S\u00e3o Paulo.  <\/p>\n<p>Apesar da constante evolu\u00e7\u00e3o da carga em cont\u00eainer, o especialista mostrou que o mercado de carga geral ainda tem espa\u00e7o para crescer e n\u00e3o deixar\u00e1 de existir. \u201cExistem cargas que s\u00e3o muito desafiadoras para conteinerizar e outras que n\u00e3o t\u00eam um custo benef\u00edcio interessante no cont\u00eainer\u201d, afirmou Zajdenweber. Exemplos deste tipo de carga s\u00e3o produtos sider\u00fargicos (bobinas de a\u00e7o, tubos, barras, perfis) e florestais (celulose, madeira, papel), al\u00e9m das cargas especiais, que s\u00e3o praticamente invi\u00e1veis no cont\u00eainer \u2013 a exemplo de barcos, usinas e\u00f3licas, turbinas e outros.<\/p>\n<p>Outro dado apresentado no workshop que demonstra a pujan\u00e7a do mercado de Break Bulk \u00e9 a quantidade de portos no mundo que movimentam carga geral: s\u00e3o 340 contra 130 portos de cont\u00eainer. S\u00f3 o porto de Rotterdam, na Holanda, o mais importante da Europa, tem 27 terminais para atender Break Bulk, totalizando 19 km de cais. \u201cH\u00e1 uma tend\u00eancia mundial de cargas de projeto nos pa\u00edses em desenvolvimento, incluindo o Brasil. Mas os terminais precisam ter foco em especializa\u00e7\u00e3o e capacidade\u201d, afirmou o palestrante especialista em log\u00edstica.<\/p>\n<p>Considerado o segundo porto p\u00fablico em movimenta\u00e7\u00e3o de carga geral no Brasil, o porto de S\u00e3o Francisco do Sul, onde est\u00e1 localizado o TESC, apresenta condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis para atender este mercado. \u201cTemos uma localiza\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica privilegiada e capacidade para atender cargas especiais com bastante flexibilidade, al\u00e9m de infraestrutura e equipamentos para carga geral\u201d, disse o diretor-superintendente do TESC, Roberto Lunardelli.<\/p>\n<p>Desde 2004 o TESC vem realizando as opera\u00e7\u00f5es da ArcelorMittal de bobinas de a\u00e7o e demais produtos sider\u00fargicos e acaba de ampliar a parceria com a opera\u00e7\u00e3o de exporta\u00e7\u00e3o de vergalh\u00e3o de a\u00e7o, no segmento \u201clongos\u201d. \u201cO TESC nos apresentou um custo competitivo e com n\u00edvel de servi\u00e7o que nos fez decidir pelo Terminal\u201d, disse a gerente de log\u00edstica internacional, Juliana Maia. A primeira opera\u00e7\u00e3o para este segmento aconteceu esta semana com a exporta\u00e7\u00e3o de 6 mil toneladas de vergalh\u00e3o em barra para o Peru, principal mercado da ArcelorMittal para este produto.<\/p>\n<p>Outro cliente que vem utilizando o TESC para opera\u00e7\u00f5es de carga geral \u00e9 a Columbia Trading, que tamb\u00e9m atua no segmento sider\u00fargico (bobinas e chapas de a\u00e7o), com importa\u00e7\u00f5es vindas da \u00c1sia. \u201cOptamos pelo TESC em fun\u00e7\u00e3o da confian\u00e7a na qualidade da presta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o e pelo custo competitivo. O Terminal nos oferece transpar\u00eancia nas opera\u00e7\u00f5es, flexibilidade e acesso total a todos os n\u00edveis, do comercial ao financeiro\u201d, afirma a consultora de neg\u00f3cios da Columbia, Beatriz Soto Torres.<\/p>\n<p>\u201cO workshop realizado em S\u00e3o Paulo foi uma oportunidade para os players atualizarem seus conhecimentos sobre o setor portu\u00e1rio e o mercado de Break Bulk, bem como para demonstrar a capacidade do TESC em atender as demandas destas opera\u00e7\u00f5es\u201d, avaliou Lunardelli. O evento contou ainda com a participa\u00e7\u00e3o do presidente do Porto de S\u00e3o Francisco do Sul, Paulo Corsi.<\/p>\n<p>The post Workshop mostra potencial para mercado Break Bulk appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/workshop-mostra-potencial-para-mercado-break-bulk\/\" class=\"colorbox\" title=\"Workshop mostra potencial para mercado Break Bulk\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"porto itapo\u00e1\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/porto-itapo%C3%A1-300x225.jpg\"><\/div>\n<p>Segundo especialista, portos precisam se diferenciar com servi\u00e7os de valor. 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Os n\u00fameros foram apresentados pelo s\u00f3cio executivo do Instituto de Log\u00edstica e Supply Chain (ILOS), Andre Zajdenweber, durante o workshop sobre Break Bulk organizado pelo TESC (Terminal Portu\u00e1rio Santa Catarina), de S\u00e3o Francisco do Sul, no \u00faltimo dia 3, em S\u00e3o Paulo.  <\/p>\n<p>Apesar da constante evolu\u00e7\u00e3o da carga em cont\u00eainer, o especialista mostrou que o mercado de carga geral ainda tem espa\u00e7o para crescer e n\u00e3o deixar\u00e1 de existir. \u201cExistem cargas que s\u00e3o muito desafiadoras para conteinerizar e outras que n\u00e3o t\u00eam um custo benef\u00edcio interessante no cont\u00eainer\u201d, afirmou Zajdenweber. Exemplos deste tipo de carga s\u00e3o produtos sider\u00fargicos (bobinas de a\u00e7o, tubos, barras, perfis) e florestais (celulose, madeira, papel), al\u00e9m das cargas especiais, que s\u00e3o praticamente invi\u00e1veis no cont\u00eainer \u2013 a exemplo de barcos, usinas e\u00f3licas, turbinas e outros.<\/p>\n<p>Outro dado apresentado no workshop que demonstra a pujan\u00e7a do mercado de Break Bulk \u00e9 a quantidade de portos no mundo que movimentam carga geral: s\u00e3o 340 contra 130 portos de cont\u00eainer. S\u00f3 o porto de Rotterdam, na Holanda, o mais importante da Europa, tem 27 terminais para atender Break Bulk, totalizando 19 km de cais. \u201cH\u00e1 uma tend\u00eancia mundial de cargas de projeto nos pa\u00edses em desenvolvimento, incluindo o Brasil. Mas os terminais precisam ter foco em especializa\u00e7\u00e3o e capacidade\u201d, afirmou o palestrante especialista em log\u00edstica.<\/p>\n<p>Considerado o segundo porto p\u00fablico em movimenta\u00e7\u00e3o de carga geral no Brasil, o porto de S\u00e3o Francisco do Sul, onde est\u00e1 localizado o TESC, apresenta condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis para atender este mercado. \u201cTemos uma localiza\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica privilegiada e capacidade para atender cargas especiais com bastante flexibilidade, al\u00e9m de infraestrutura e equipamentos para carga geral\u201d, disse o diretor-superintendente do TESC, Roberto Lunardelli.<\/p>\n<p>Desde 2004 o TESC vem realizando as opera\u00e7\u00f5es da ArcelorMittal de bobinas de a\u00e7o e demais produtos sider\u00fargicos e acaba de ampliar a parceria com a opera\u00e7\u00e3o de exporta\u00e7\u00e3o de vergalh\u00e3o de a\u00e7o, no segmento \u201clongos\u201d. \u201cO TESC nos apresentou um custo competitivo e com n\u00edvel de servi\u00e7o que nos fez decidir pelo Terminal\u201d, disse a gerente de log\u00edstica internacional, Juliana Maia. A primeira opera\u00e7\u00e3o para este segmento aconteceu esta semana com a exporta\u00e7\u00e3o de 6 mil toneladas de vergalh\u00e3o em barra para o Peru, principal mercado da ArcelorMittal para este produto.<\/p>\n<p>Outro cliente que vem utilizando o TESC para opera\u00e7\u00f5es de carga geral \u00e9 a Columbia Trading, que tamb\u00e9m atua no segmento sider\u00fargico (bobinas e chapas de a\u00e7o), com importa\u00e7\u00f5es vindas da \u00c1sia. \u201cOptamos pelo TESC em fun\u00e7\u00e3o da confian\u00e7a na qualidade da presta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o e pelo custo competitivo. O Terminal nos oferece transpar\u00eancia nas opera\u00e7\u00f5es, flexibilidade e acesso total a todos os n\u00edveis, do comercial ao financeiro\u201d, afirma a consultora de neg\u00f3cios da Columbia, Beatriz Soto Torres.<\/p>\n<p>\u201cO workshop realizado em S\u00e3o Paulo foi uma oportunidade para os players atualizarem seus conhecimentos sobre o setor portu\u00e1rio e o mercado de Break Bulk, bem como para demonstrar a capacidade do TESC em atender as demandas destas opera\u00e7\u00f5es\u201d, avaliou Lunardelli. O evento contou ainda com a participa\u00e7\u00e3o do presidente do Porto de S\u00e3o Francisco do Sul, Paulo Corsi.<\/p>\n<p>The post Workshop mostra potencial para mercado Break Bulk appeared first on Economia SC.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-2195","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","no-post-thumbnail"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2195","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2195"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2195\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2195"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2195"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2195"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}