{"id":2148,"date":"2014-06-06T12:02:00","date_gmt":"2014-06-06T12:02:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/juros-do-credito-rural-subiram-menos-que-selic\/"},"modified":"2014-06-06T12:02:00","modified_gmt":"2014-06-06T12:02:00","slug":"juros-do-credito-rural-subiram-menos-que-selic","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/juros-do-credito-rural-subiram-menos-que-selic\/","title":{"rendered":"Juros do cr\u00e9dito rural subiram menos que Selic"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Juros dos financiamentos rurais continuam baixos, disse ministro da Agricultura. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/06\/ministro-agricultura-neri-geller-300x175.jpg\"><\/div>\n<p>Juros dos financiamentos rurais continuam baixos, disse ministro da Agricultura. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Apesar de terem subido este ano, os juros dos financiamentos rurais continuam baixos, disse nesta quinta-feira, dia 5, o ministro da Agricultura, Neri Geller. Segundo ele, as taxas das linhas de cr\u00e9dito do Plano Safra aumentaram 1 ponto percentual em 2014, enquanto a taxa Selic \u2013 juros b\u00e1sicos da economia \u2013 passaram de 7% para 11% no \u00faltimo ano, com alta de 4 pontos percentuais.<\/p>\n<p>\u201cOs juros do cr\u00e9dito rural s\u00e3o os mais baixos para o financiamento do setor, principalmente se comparados \u00e0 taxa Selic\u201d, disse o ministro ao participar de semin\u00e1rio sobre cr\u00e9dito rural em Bras\u00edlia, promovido pelo Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob) e pelo Sistema de Cooperativas de Cr\u00e9dito do Brasil (Sicoob).<\/p>\n<p>As taxas dos financiamentos rurais, ressaltou o ministro, est\u00e3o entre 3,5% e 6,5% ao ano, bem abaixo dos 11% ao ano definidos pelo Comit\u00ea de Pol\u00edtica Monet\u00e1ria do Banco Central para a Selic. Mesmo com o aumento deste ano, os juros dos financiamentos agropecu\u00e1rios continuam inferiores aos de outros anos. \u201cOs juros permanecem mais baixos que em 2003, quando variavam de 8,75% a 14% ao ano\u201d, destacou.<\/p>\n<p>Para oferecer taxas mais baixas que as de mercado, o Plano Safra 2014\/2015 oferece R$ 8,15 bilh\u00f5es \u00e0s cooperativas rurais de cr\u00e9dito. Do total, R$ 7,25 bilh\u00f5es destinam-se \u00e0 equaliza\u00e7\u00e3o das linhas de custeio e de comercializa\u00e7\u00e3o da safra, e R$ 900 milh\u00f5es s\u00e3o para a equaliza\u00e7\u00e3o dos investimentos. A quantia permaneceu inalterada em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado, mas o limite individual para as linhas de custeio subiu de R$ 1 milh\u00e3o na safra passada para R$ 1,1 milh\u00e3o.<\/p>\n<p>O superintendente da Organiza\u00e7\u00e3o das Cooperativas Brasileiras (OCB), Renato Nobile, considera preocupante a alta dos juros. \u201cA taxa m\u00e1xima subiu de 5,5% para 6,5% ao ano. Pode parecer pouco, mas \u00e9 um aumento de quase 20%. A gente entende a posi\u00e7\u00e3o do governo, que foi obrigado a reajustar os juros do cr\u00e9dito rural por causa da Selic, mas a quest\u00e3o \u00e9 preocupante\u201d, declarou.<\/p>\n<p>O Plano Safra destina R$ 700 milh\u00f5es para o seguro rural, que indeniza produtores em caso de quebra de safra. Durante o semin\u00e1rio, o secret\u00e1rio do Pol\u00edtica Agr\u00edcola do Minist\u00e9rio da Agricultura, Seneri Paludo, disse que o governo estuda mudan\u00e7as no modelo de seguro rural para os pr\u00f3ximos anos. As ap\u00f3lices, segundo ele, deixariam de estar atreladas apenas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o e passariam a considerar tamb\u00e9m o faturamento.<\/p>\n<p>\u201cQuando a receita do produtor fica abaixo de um limite m\u00ednimo, o seguro seria pago. Essa \u00e9 uma maneira de fazer o seguro rural cobrir n\u00e3o apenas a quebra da produ\u00e7\u00e3o, mas eventuais quedas de pre\u00e7os. \u00c9 um modelo mais l\u00f3gico e mais justo para o produtor rural\u201d, disse. O secret\u00e1rio, no entanto, esclareceu que o novo modelo est\u00e1 em estudo e n\u00e3o tem data para entrar em vigor.<\/p>\n<p>O Plano Safra beneficia os produtores que cumprem exig\u00eancias ambientais com um aumento de 45% no limite de cr\u00e9dito individual, contra 30% no ano passado. Para o superintendente do Sicoob de Rio Verde (GO), Edson Melo, o aumento no limite representa um est\u00edmulo para que os agricultores atuem de forma ecologicamente correta. \u201cO produtor que planta com semente certificada, reservas registradas e cumpre uma s\u00e9rie de exig\u00eancias ambientais precisa ter uma compensa\u00e7\u00e3o porque investiu mais\u201d, explicou. <strong>(Ag\u00eancia Brasil)<\/strong><\/p>\n<p>The post Juros do cr\u00e9dito rural subiram menos que Selic appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/juros-credito-rural-subiram-menos-que-selic\/\" class=\"colorbox\" title=\"Juros do cr\u00e9dito rural subiram menos que Selic\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"Juros dos financiamentos rurais continuam baixos, disse ministro da Agricultura. 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Segundo ele, as taxas das linhas de cr\u00e9dito do Plano Safra aumentaram 1 ponto percentual em 2014, enquanto a taxa Selic \u2013 juros b\u00e1sicos da economia \u2013 passaram de 7% para 11% no \u00faltimo ano, com alta de 4 pontos percentuais.<\/p>\n<p>\u201cOs juros do cr\u00e9dito rural s\u00e3o os mais baixos para o financiamento do setor, principalmente se comparados \u00e0 taxa Selic\u201d, disse o ministro ao participar de semin\u00e1rio sobre cr\u00e9dito rural em Bras\u00edlia, promovido pelo Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob) e pelo Sistema de Cooperativas de Cr\u00e9dito do Brasil (Sicoob).<\/p>\n<p>As taxas dos financiamentos rurais, ressaltou o ministro, est\u00e3o entre 3,5% e 6,5% ao ano, bem abaixo dos 11% ao ano definidos pelo Comit\u00ea de Pol\u00edtica Monet\u00e1ria do Banco Central para a Selic. Mesmo com o aumento deste ano, os juros dos financiamentos agropecu\u00e1rios continuam inferiores aos de outros anos. \u201cOs juros permanecem mais baixos que em 2003, quando variavam de 8,75% a 14% ao ano\u201d, destacou.<\/p>\n<p>Para oferecer taxas mais baixas que as de mercado, o Plano Safra 2014\/2015 oferece R$ 8,15 bilh\u00f5es \u00e0s cooperativas rurais de cr\u00e9dito. Do total, R$ 7,25 bilh\u00f5es destinam-se \u00e0 equaliza\u00e7\u00e3o das linhas de custeio e de comercializa\u00e7\u00e3o da safra, e R$ 900 milh\u00f5es s\u00e3o para a equaliza\u00e7\u00e3o dos investimentos. A quantia permaneceu inalterada em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado, mas o limite individual para as linhas de custeio subiu de R$ 1 milh\u00e3o na safra passada para R$ 1,1 milh\u00e3o.<\/p>\n<p>O superintendente da Organiza\u00e7\u00e3o das Cooperativas Brasileiras (OCB), Renato Nobile, considera preocupante a alta dos juros. \u201cA taxa m\u00e1xima subiu de 5,5% para 6,5% ao ano. Pode parecer pouco, mas \u00e9 um aumento de quase 20%. A gente entende a posi\u00e7\u00e3o do governo, que foi obrigado a reajustar os juros do cr\u00e9dito rural por causa da Selic, mas a quest\u00e3o \u00e9 preocupante\u201d, declarou.<\/p>\n<p>O Plano Safra destina R$ 700 milh\u00f5es para o seguro rural, que indeniza produtores em caso de quebra de safra. Durante o semin\u00e1rio, o secret\u00e1rio do Pol\u00edtica Agr\u00edcola do Minist\u00e9rio da Agricultura, Seneri Paludo, disse que o governo estuda mudan\u00e7as no modelo de seguro rural para os pr\u00f3ximos anos. As ap\u00f3lices, segundo ele, deixariam de estar atreladas apenas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o e passariam a considerar tamb\u00e9m o faturamento.<\/p>\n<p>\u201cQuando a receita do produtor fica abaixo de um limite m\u00ednimo, o seguro seria pago. 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