{"id":1865,"date":"2014-05-20T20:07:00","date_gmt":"2014-05-20T20:07:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/franca-pode-ser-parceira-de-sc-diz-fiesc-em-paris\/"},"modified":"2014-05-20T20:07:00","modified_gmt":"2014-05-20T20:07:00","slug":"franca-pode-ser-parceira-de-sc-diz-fiesc-em-paris","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cdlbc.com.br\/portal\/noticias\/franca-pode-ser-parceira-de-sc-diz-fiesc-em-paris\/","title":{"rendered":"Fran\u00e7a pode ser parceira de SC, diz Fiesc em Paris"},"content":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"f\u00f3rum economico brasil fran\u00e7a\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/f%C3%B3rum-economico-brasil-fran%C3%A7a-300x190.jpg\"><\/div>\n<p>Presidente da Fiesc diz que pa\u00eds pode ser porta para mercado de US$18 trilh\u00f5es. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>A Fran\u00e7a pode ser a porta de acesso ao mercado europeu, que tem 500 milh\u00f5es de consumidores e um PIB de US$ 18 trilh\u00f5es, avalia o presidente da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Santa Catarina (FIESC), Glauco Jos\u00e9 C\u00f4rte, que participou nesta ter\u00e7a-feira (20) do F\u00f3rum Econ\u00f4mico Brasil-Fran\u00e7a, em Paris. \u201c\u00c9 uma economia que vem retomando gradativamente o crescimento. Portanto, para o Brasil \u00e9 importante a presen\u00e7a na Uni\u00e3o Europeia, e, particularmente, na Fran\u00e7a, que \u00e9 o quinto maior investidor estrangeiro do Brasil, com 600 empresas j\u00e1 instaladas no Pa\u00eds\u201d, disse.<\/p>\n<\/p>\n<p>Retomado em dezembro, em Bras\u00edlia, o F\u00f3rum Brasil-Fran\u00e7a pretende intensificar a parceria bilateral. O encontro em Paris contou com a participa\u00e7\u00e3o de 74 empres\u00e1rios, liderados pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI), dentre os quais dirigentes de Vale, Embraer, Camargo Correa, Andrade Gutierrez, Eletrobras e BNDES, al\u00e9m do ministro do Desenvolvimento (MDIC), Mauro Borges. Entre as companhias francesas estiveram presentes Airbus, Areva e Casino.<\/p>\n<p>Em reuni\u00e3o com ministros dos dois pa\u00edses, C\u00f4rte, que esteve acompanhado do 1\u00ba vice-presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar, apresentou as possibilidades de Santa Catarina receber investimentos da Fran\u00e7a pelas condi\u00e7\u00f5es de qualidade de vida do Estado e por sua for\u00e7a de trabalho. \u201cTemos tradi\u00e7\u00e3o industrial forte e estamos certos que a partir das reuni\u00f5es vamos intensificar as rela\u00e7\u00f5es com os investidores e empres\u00e1rios franceses, o que resultar\u00e1 em visitas a Santa Catarina e em novos investimentos no Estado\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Para ele, a Fran\u00e7a tem condi\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas de implantar empreendimentos em \u00e1reas como energia sustent\u00e1vel, mobilidade urbana e interurbana, al\u00e9m de grande potencial em qu\u00edmica. Outros segmentos em que a Fran\u00e7a tem tecnologias de destaque s\u00e3o os de avi\u00f5es e na \u00e1rea de energia.<\/p>\n<p>O presidente da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI), Robson Braga de Andrade, disse que a ind\u00fastria brasileira quer rapidez na conclus\u00e3o das negocia\u00e7\u00f5es do acordo comercial entre Mercosul e Uni\u00e3o Europeia. Os empres\u00e1rios brasileiros temem que uma movimenta\u00e7\u00e3o protecionista da agricultura francesa emperre as negocia\u00e7\u00f5es do bloco e decidiram buscar aliados na ind\u00fastria francesa. Atualmente, a Fran\u00e7a \u00e9 uma grande benefici\u00e1ria dos subs\u00eddios agr\u00edcolas europeus.<\/p>\n<p>\u201cEstamos preparados para discutir transfer\u00eancia de tecnologia e inova\u00e7\u00e3o, mas ampliar a rela\u00e7\u00e3o bilateral depende do acordo de livre com\u00e9rcio\u201d, disse Andrade. A ind\u00fastria brasileira acredita que ambos os lados seriam beneficiados com o acordo, pela amplia\u00e7\u00e3o de seus mercados, com isen\u00e7\u00e3o de tarifas e redu\u00e7\u00e3o de barreiras t\u00e9cnicas, sanit\u00e1rias e fitossanit\u00e1rias.<\/p>\n<p>Mauro Borges afirmou que o Brasil concluiu a proposta h\u00e1 sete meses e trabalha nos \u00faltimos detalhes para poder trocar ofertas com o Mercosul. \u201cNossa proposta est\u00e1 pronta desde outubro de 2013. Da parte do Mercosul, estamos na consolida\u00e7\u00e3o da etapa final. Esperamos que a Uni\u00e3o Europeia esteja pronta para trocar ofertas o mais rapidamente poss\u00edvel\u201d, disse o ministro.<\/p>\n<p>A ind\u00fastria brasileira tamb\u00e9m tem grande interesse em diversificar a pauta de exporta\u00e7\u00f5es para a Fran\u00e7a. O Brasil tem d\u00e9ficit comercial de US$ 3 bilh\u00f5es com os franceses e uma pauta concentrada em produtos b\u00e1sicos. Em 2013, os manufaturados correspondiam a apenas 25% das vendas brasileiras para o pa\u00eds. No entanto, 98% das importa\u00e7\u00f5es brasileiras da Fran\u00e7a s\u00e3o de produtos acabados.<\/p>\n<p>Com uma balan\u00e7a comercial historicamente positiva, Santa Catarina viu em 2013 uma diminui\u00e7\u00e3o de 41% nas exporta\u00e7\u00f5es para o pa\u00eds europeu, na compara\u00e7\u00e3o com 2012, para US$ 71,5 milh\u00f5es. Na combina\u00e7\u00e3o com uma alta de 10,2% nas importa\u00e7\u00f5es, na mesma base de compara\u00e7\u00e3o, para US$ 120,7 milh\u00f5es, o ano passado fechou com saldo negativo de US$ 49,2 milh\u00f5es no com\u00e9rcio entre o Estado e a Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Entre os principais produtos embarcados em Santa Catarina rumo ao pa\u00eds europeu, se destacam os motores el\u00e9tricos, os m\u00f3veis de madeira e as autope\u00e7as. Nas importa\u00e7\u00f5es, os principais produtos s\u00e3o os circuitos integrados, as ferramentas para cortar metais e os fios de fibras artificiais.<em><br \/><\/em><\/p>\n<p>The post Fran\u00e7a pode ser parceira de SC, diz Fiesc em Paris appeared first on Economia SC.<\/p>\n<p>Via: <a href=\"http:\/\/economiasc.com.br\/franca-pode-ser-parceira-de-sc-diz-fiesc-em-paris\/\" class=\"colorbox\" title=\"Fran\u00e7a pode ser parceira de SC, diz Fiesc em Paris\">economiasc.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"ftpimagefix\" style=\"float:left\"><img decoding=\"async\" width=\"250\" alt=\"f\u00f3rum economico brasil fran\u00e7a\" src=\"http:\/\/economiasc.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/f%C3%B3rum-economico-brasil-fran%C3%A7a-300x190.jpg\"><\/div>\n<p>Presidente da Fiesc diz que pa\u00eds pode ser porta para mercado de US$18 trilh\u00f5es. 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O encontro em Paris contou com a participa\u00e7\u00e3o de 74 empres\u00e1rios, liderados pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI), dentre os quais dirigentes de Vale, Embraer, Camargo Correa, Andrade Gutierrez, Eletrobras e BNDES, al\u00e9m do ministro do Desenvolvimento (MDIC), Mauro Borges. Entre as companhias francesas estiveram presentes Airbus, Areva e Casino.<\/p>\n<p>Em reuni\u00e3o com ministros dos dois pa\u00edses, C\u00f4rte, que esteve acompanhado do 1\u00ba vice-presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar, apresentou as possibilidades de Santa Catarina receber investimentos da Fran\u00e7a pelas condi\u00e7\u00f5es de qualidade de vida do Estado e por sua for\u00e7a de trabalho. \u201cTemos tradi\u00e7\u00e3o industrial forte e estamos certos que a partir das reuni\u00f5es vamos intensificar as rela\u00e7\u00f5es com os investidores e empres\u00e1rios franceses, o que resultar\u00e1 em visitas a Santa Catarina e em novos investimentos no Estado\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Para ele, a Fran\u00e7a tem condi\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas de implantar empreendimentos em \u00e1reas como energia sustent\u00e1vel, mobilidade urbana e interurbana, al\u00e9m de grande potencial em qu\u00edmica. Outros segmentos em que a Fran\u00e7a tem tecnologias de destaque s\u00e3o os de avi\u00f5es e na \u00e1rea de energia.<\/p>\n<p>O presidente da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI), Robson Braga de Andrade, disse que a ind\u00fastria brasileira quer rapidez na conclus\u00e3o das negocia\u00e7\u00f5es do acordo comercial entre Mercosul e Uni\u00e3o Europeia. Os empres\u00e1rios brasileiros temem que uma movimenta\u00e7\u00e3o protecionista da agricultura francesa emperre as negocia\u00e7\u00f5es do bloco e decidiram buscar aliados na ind\u00fastria francesa. Atualmente, a Fran\u00e7a \u00e9 uma grande benefici\u00e1ria dos subs\u00eddios agr\u00edcolas europeus.<\/p>\n<p>\u201cEstamos preparados para discutir transfer\u00eancia de tecnologia e inova\u00e7\u00e3o, mas ampliar a rela\u00e7\u00e3o bilateral depende do acordo de livre com\u00e9rcio\u201d, disse Andrade. A ind\u00fastria brasileira acredita que ambos os lados seriam beneficiados com o acordo, pela amplia\u00e7\u00e3o de seus mercados, com isen\u00e7\u00e3o de tarifas e redu\u00e7\u00e3o de barreiras t\u00e9cnicas, sanit\u00e1rias e fitossanit\u00e1rias.<\/p>\n<p>Mauro Borges afirmou que o Brasil concluiu a proposta h\u00e1 sete meses e trabalha nos \u00faltimos detalhes para poder trocar ofertas com o Mercosul. \u201cNossa proposta est\u00e1 pronta desde outubro de 2013. Da parte do Mercosul, estamos na consolida\u00e7\u00e3o da etapa final. Esperamos que a Uni\u00e3o Europeia esteja pronta para trocar ofertas o mais rapidamente poss\u00edvel\u201d, disse o ministro.<\/p>\n<p>A ind\u00fastria brasileira tamb\u00e9m tem grande interesse em diversificar a pauta de exporta\u00e7\u00f5es para a Fran\u00e7a. O Brasil tem d\u00e9ficit comercial de US$ 3 bilh\u00f5es com os franceses e uma pauta concentrada em produtos b\u00e1sicos. Em 2013, os manufaturados correspondiam a apenas 25% das vendas brasileiras para o pa\u00eds. No entanto, 98% das importa\u00e7\u00f5es brasileiras da Fran\u00e7a s\u00e3o de produtos acabados.<\/p>\n<p>Com uma balan\u00e7a comercial historicamente positiva, Santa Catarina viu em 2013 uma diminui\u00e7\u00e3o de 41% nas exporta\u00e7\u00f5es para o pa\u00eds europeu, na compara\u00e7\u00e3o com 2012, para US$ 71,5 milh\u00f5es. Na combina\u00e7\u00e3o com uma alta de 10,2% nas importa\u00e7\u00f5es, na mesma base de compara\u00e7\u00e3o, para US$ 120,7 milh\u00f5es, o ano passado fechou com saldo negativo de US$ 49,2 milh\u00f5es no com\u00e9rcio entre o Estado e a Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Entre os principais produtos embarcados em Santa Catarina rumo ao pa\u00eds europeu, se destacam os motores el\u00e9tricos, os m\u00f3veis de madeira e as autope\u00e7as. 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